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Conhecer a Deus

sexta-feira, agosto 3rd, 2012

Existem muitas pessoas, de varias crenças e denominações religiosas que professam acreditar em Deus, porém a verdadeira medida da fé de uma pessoa em Deus não pode ser medida por uma simples declaração, pois o apostolo Tiago escreveu aos santos: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem” (Tiago 2:19). O Senhor Jesus Cristo ensinou: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). E assim vemos que é insuficiente apenas acreditar que Deus existe, é muito mais importante conhece-Lo.

A primeira Regra de Fé de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias declara: “Cremos em Deus o Pai Eterno, no Seu Filho Jesus Cristo e no Espirito Santo”. De novo, a idéia ou conceito de acreditar em Deus é apresentado, mas o que significa conhecer “o único Deus verdadeiro”? Como uma pessoa pode ter um real, duradouro e um relacionamento pessoal com Deus?

Há quem acredite que para conhecer verdadeiramente a Deus deve passar por muito sofrimento e aflições nesta vida. Outros podem acreditar que para conhecê-Lo devem se dedicar a ações altruístas com cunho religioso. E outros acreditam que primeiro devem se tornar pessoas melhores e então Deus vai aceita-los.

A verdade é que Deus aceita uma pessoa do jeito que ela é, e onde esteja, em qualquer momento de sua vida. O apostolo João ensinou isto no seu evangelho, como podemos ler em João 3:16-17:

Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

Deus ama a todos os Seus filhos, igualmente e incondicionalmente, e deseja ter uma relação pessoal com cada um deles. Ele sabe que esta vida não é fácil de ser vivida. Ele também sabe que algumas vezes, por causa de nossa imperfeição mortal, vamos tropeçar e cair. O apostolo Paulo exortou-nos: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Ao descrever a natureza geral do homem Paulo escreveu:

Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos.  (Romanos 3:10-18)

Deus sabe que: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Isaías 53:6), mas Ele ainda deseja que todos os Seus filhos retornem a casa e vivam com Ele eternamente. Para que isso fosse possível Ele enviou um Pastor para cuidar do Seu rebanho – Seu Filho Unigênito, o Senhor Jesus Cristo. Este grande Pastor tornou-se o ultimo grande sacrifício – o Cordeiro de Deus – expiou pelos pecados de toda a humanidade. Por causa de tão grande amor representado por Sua expiação vicária, uma ponte entre os homens pecadores e Seu santo Pai foi criada. “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito” (1 Pedro 3:18). “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tito 3:5).

Jesus Cristo não somente morreu pelos pecados de toda a humanidade, mas Ele triunfou sobre a morte e a tumba, e foi gloriosamente ressuscitado. Sua ressurreição provou além de qualquer duvida de que Ele pode prometer a vida eterna – de que Ele é o Filho de Deus e o único caminho que uma pessoa pode percorrer para conhecer a Deus. Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). O Salvador também disse: “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (João 7:37-38). Saber o que Cristo fez por nós e declarar que o aceitamos não é o suficiente. Para termos um relacionamento com Deus, uma pessoa precisa abrir o seu coração e convida-Lo a entrar. O Salvador estendeu este convite a todos os filhos de Deus: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).

No seu discurso durante a sessão de domingo a tarde da Conferencia Geral da Igreja de Jesus Cristo de 1972, intitulado, “Conhecendo a Deus”, Elder Bernard P. Brockbank (uma autoridade geral da Igreja de 1962 até sua morte em outubro de 2000) disse:

Conhecer a Deus esta intimamente ligado a guardar os mandamentos. Conhecer a Deus deve vir por meio de revelação pessoal direta de Deus. Você não pode conhecê-Lo por meio da carne e do sangue.

O Senhor disse que os poderes do inferno não poderiam prevalecer contra a revelação. A comunicação entre Ele e cada um de Seus filhos que verdadeiramente desejam conhecer o Deus vivo e Jesus Cristo.  Este conhecimento esta disponível por declaração divina e por vontade divina. Qualquer um que deseje conhecer Deus o Pai Eterno e Seu Filho Jesus Cristo, e Deus esta obrigado e as portas do inferno não podem desfazer esta divina obrigação, lhe será revelado através dos poderes e princípios da revelação direta de Deus para aquele que deseja receber esta informação.

Conhecer Deus não resolve os problemas da vida, mas confere a ela proposito e força para sujeita-los. Jesus, mesmo conhecendo perfeitamente a Deus, o Pai Celestial, enfrentou problemas e teve que resolvê-los.

Podemos conhecer Deus o Pai Eterno somente através e em Jesus Cristo. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

Para que possamos conhecê-Lo, devemos receber conhecimento através dos meios estabelecidos e através Jesus cristo, que é o Mediador entre Deus e os homens.

Como uma pessoa pode não somente acreditar que existe um Deus, mas realmente conhece-Lo? As palavras do apostolo João como registradas em 1 João 2:3-6 oferece uma resposta adequada a questão:

“E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele. Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou” (1 João 2:3-6).

Jesus Cristo e o Sacramento

terça-feira, maio 8th, 2012

O Sacramento na Igreja Mórmon

Ao refletir sobre minha infância, eu me lembro de partilhar do Sacramento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada de “Igreja Mórmon” pela mídia). Os jovens rapazes, que possuíam o Sacerdócio de Deus, abençoavam e partiam o pão e então o passava para a congregação; eles então abençoavam a água e, de igual maneira, passavam as bandejas com os pequenos copos com água para a congregação. Eu me lembro, também, que minha mãe sabiamente pegava meus lápis de cor e me dava um livro de gravuras para que eu pudesse ver as gravuras de Jesus durante seu tempo sagrado. Eu ainda não entendia o simbolismo por trás do sacramento (no Catolicismo, e em outras religiões, pode ser conhecido como Comunhão, ou como Eucaristia), mas eu me lembro que o pão tinha o gosto melhor que qualquer pão que eu podia comer em casa. Mesmo antes de ter a idade suficiente para me batizar (para os Mórmons 8 anos de idade), eu tentei reproduzir este sabor em minha própria cozinha, colocando uma fatia de pão e partindo em pequenos pedaços como os que eu vi na Igreja. Então eu os comi como lanche assistindo um desenho na televisão. Fiquei triste quando percebi que não tinha o mesmo gosto! Com o tempo eu vim a entender que a razão pela qual eu pensava que o gosto era melhor na Igreja não era apenas pelo tamanho do pão, mas pelo significado que havia por trás de tudo. Deixe-me explicar:

Momentos antes de Jesus Cristo entrar no Jardim do Getsemane, Ele, junto com seus Doze Apóstolos, se reuniram no cenáculo, onde eles tiveram a Última Ceia. Ao término deste encontro importante, Jesus de Nazaré instituiu o Sacramento (ver Mateus 26:26-29). Ali, o Salvador falou para Seus discípulos partilharem do pão em lembrança do sacrifício de Seu corpo, e para beber do cálice em lembrança do Seu sangue que foi derramado para a remissão dos pecados. Embora os Santos dos Últimos Dias (Mórmons) não acreditam em transubstanciação – a mudança literal da água e do pão em sangue e corpo de Cristo – acreditamos que os emblemas representam plenamente e nos lembram de Seu sacrifício supremo por nossos pecados, e nos enche com Seu espírito ao renovarmos semanalmente o comprometimento para que Seu sacrifício se aplique a nós. Certamente o Espírito envolvido em lembrar Daquele que sacrificou sua vida por nós faria com que uma criancinha amasse qualquer coisa (até mesmo o gosto bom do pão) que esteja associada a esta ordenança (um ato formal e sagrado realizado pela autoridade do Sacerdócio – o poder de Deus na terra).

Quando partilhamos do sacramento, renovamos o convenio (um acordo entre Deus e o homem) que fazemos no batismo. Ao fazê-lo, prometemos tomar sobre nós o nome de Cristo, prometemos que sempre nos lembraremos Dele e prometemos que guardaremos todos os seus mandamentos (ver Doutrina e Convênios 20:77, 79; Moroni 4:3, 5:2). Para cada convênio que o homem guarda, Deus promete uma bênção. Na oração sacramental aprendemos que o Salvador faz convênio conosco de que sempre teremos Seu Espírito conosco. Que benção maior poderia haver?

Quando o Salvador morreu, ele era o “grande e último sacrifício” (ver Alma 34:13). O Elder Bruce R. McConkie (falecido membro do Quórum dos Doze Apóstolos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) disse profeticamente, quando declarou: “Jesus, celebrando a festa da Páscoa, assim, dignificando e cumprindo a lei em sua totalidade, inicio o sacramento do Senhor. O Sacrifício começou e o sacramento iniciou. Era o fim da era antiga e o inicio da nova era. O sacrifício aguardava com expectativa o sangue derramado e a carne dilacerada do Cordeiro de Deus. O sacramento era para ser em lembrança do sangue derramado e da carne dilacerada, os emblemas, pão e vinho, tipificando algo tão completo como tinha sido o derramamento de sangue animal em seus dias” (McConkie, Comentários Doutrinários do Novo Testamento, 1:719 – 720).

Segue, abaixo, a instrução do Senhor para a oração sacramental, conforme encontrado no livro de escrituras modernas conhecido como Doutrina e Convênios, na seção 20:77, 79:

77 Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este pão para as almas de todos os que partilharem dele, para que o comam em lembrança do corpo de teu Filho e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que desejam tomar sobre si o nome de teu Filho e recordá-lo sempre e guardar os mandamentos que ele lhes deu, para que possam ter sempre consigo o seu Espírito. Amém.

79 Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este vinho para as almas de todos os que beberem dele, para que o façam em lembrança do sangue de teu Filho, que por eles foi derramado, e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que sempre se lembram dele, para que possam ter consigo o seu Espírito. Amém.

As bênçãos do sacramento (comunhão) são mais preciosas do que qualquer cosia que o mundo pode imaginar em oferecer. Uma das bênçãos gloriosas do batismo é que somos limpos através de Jesus Cristo. Eu sei que cometi erros depois que batizei, e é por isto que sou realmente grata por todo domingo eu poder frequentar a reunião sacramental para renovar meus convênios batismais com Deus e ser limpa novamente – contanto que eu tenha um “coração quebrantado e um espírito contrito” (ver Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo: 3 Néfi 9:20).

Escrito por Ashley Bell, uma membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon), graduada pela BYU em Gestão de Recreação, é esposa e está grávida de seu primeiro filho. Ashley reside em Talyorsville, Utah.

Recursos Adicionais:

Frequente uma igreja Mórmon próximo a sua casa

Assista ou leia o que os Apóstolos e Profeta têm falado recentemente

Jesus Cristo no Mormonismo

terça-feira, abril 17th, 2012

Por Roy

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (com frequência chamada erroneamente de Igreja Mórmon) está centrada em Jesus Cristo. Os Mórmons frequentemente são acusados de não serem Cristão, mas está é uma declaração ridícula. Os Santos dos Últimos Dias acreditam Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Redentor e Salvador do mundo. Ele é o único caminho de volta para Deus.

No Novo Testamento o apóstolo João disse “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:1 – 5, 14).

A doutrina que Jesus Cristo é o Verbo, conforme citado pelo Apostolo João, é central para o Cristianismo, incluindo o Mormonismo. Jesus Cristo veio ao mundo e através Dele o mundo será salvo. Ele é o Unigênito do Pai na carne. Ele é também o Grande Exemplo para a humanidade. E através do poder redentor de Sua expiação, todas as pessoas que se arrependerem de seus pecados e aceitar a plenitude do evangelho eterno poderão voltar um dia a presença de Deus.

O Apostolo Paulo em sua carta aos Efésios disse: “E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo;” (Efésios 3:9). Nosso Senhor Jesus Cristo, sobe a direção do Pai, criou os céus e a terra e tudo o que neles há. A doutrina Mórmon ensina isso.

A Expiação é o grande ato de amor que Jesus Cristo demonstrou por toda a humanidade. A Expiação nos possibilita voltar a presença do Pai através da obediência às ordenanças do evangelho. Um dos maiores dons da Expiação é o poder que ganhamos de vencer a morte através da ressurreição. “Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.
Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.” (1 Coríntios 15:16-26).

A doutrina Mórmon, bem como as doutrinas básicas Cristãs, ensinam que durante Seu ministério terreno, o Salvador estabeleceu Seu evangelho e Sua Igreja. Após Sua ressurreição, Ele apareceu a Seus Apóstolos e deu autoridade (o Sacerdócio) para pregar o evangelho a todas as nações e a continuar a ministrar na igreja. Muitas pessoas, entretanto, não acreditam nos ensinamentos dos profetas e apóstolos. Foi-lhes ensinado o evangelho mas eles o rejeitaram. Aqui é onde a doutrina Mórmon se diferencia de outras doutrinas Cristãs. Eventualmente, houve uma grande rejeição da plenitude do evangelho de Jesus Cristo, um periodo conhecido como A Grande Apostasia. Isto aconteceu quando os apóstolos foram mortos e aqueles que tomaram os seus lugares começaram a misturar filosofias com a doutrina pura, se desviando, assim, da verdade do evangelho. Este período durou muitos anos.

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que o sacerdócio de Deus foi restaurada para a terra depois de séculos de apostasia. No ano de 1820, um rapaz chamado Joseph Smith recebeu uma visão do Pai e do Seu Filho Jesus Cristo lhe falando que a plenitude do evangelho de Jesus Cristo havia sido perdida na terra. Joseph Smith, um jovem fazendeiro iletrado, foi chamado como profeta de Deus nesta dispensação para restaurar o evangelho em sua totalidade. No dia 15 de maio de 1829, em cumprimento a profecia de que o evangelho e a autoridade de Deus seriam restaurados,  João, o Batista, apareceu para Joseph e restaurou o Sacerdócio Aarônico. Algum tempo depois Pedro, Tiago e João apareceram e restauram o Sacerdócio de Melquisedeque.

Embora nenhum de nós tenhamos total conhecimento das coisas que Deus nos dá, podemos seguir o exemplo de profetas fiéis, como Moroni, que guardou os mandamentos de Deus apesar da iniquidade tão presente em seus dias. Moroni compartilhou a conselho que seu pai havia lhe dado perto de fim de sua vida: ”  Sê fiel em Cristo, meu filho; e oxalá não te aflijam as coisas que te escrevi, a ponto de causar-te a morte, mas possa Cristo animar-te; e os seus sofrimentos e a sua morte e a manifestação do seu corpo a nossos pais e sua misericórdia e longanimidade e a esperança de sua glória e da vida eterna permaneçam em tua mente para sempre. E que a graça de Deus, o Pai, cujo trono se acha nas alturas dos céus, e de nosso Senhor Jesus Cristo, que se assenta à mão direita de seu poder até que todas as coisas se sujeitem a ele, te acompanhe e permaneça contigo para sempre.” (Livro de Mórmon, Moroni 9:25-26).

Recursos Adicionais:

Mais sobre a visão dos Mórmons sobre Jesus Cristo

Crenças Mórmons

Link vídeo sobre Jesus Cristo (em inglês)

Roy Patrick trabalha atualmente como Agente de Call Center nas Filipinas. Ele serviu uma missão de tempo integral em San Francisco, Califórnia. Sua família é uma das pioneiras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na Ilha Panay, Filipinas.

A Divindade de Jesus Cristo e Sua Expiação

quinta-feira, dezembro 29th, 2011

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamados por amigos de outras religiões, a “Igreja Mórmon”) acreditam que Jesus Cristo é o Redentor e Senhor sobre toda a humanidade. Ele nasceu da virgem Maria e foi concebido e trazido pelo poder de Deus. Os Santos dos Últimos Dias acreditam que Jesus Cristo era o filho literal de Deus na carne, e que Ele sofreu por todos os pecados da humanidade, para que todas as pessoas pudessem ser capaz de se arrependerem e ser purificados de seus pecados, a fim de voltar a viver com Deus, nosso Pai Celestial. Jesus Cristo veio como o Senhor ressuscitado no 3 º dia após a Sua morte. Ele vive hoje, e conduz e dirige os assuntos de Seu reino nesta terra.

A Divindade de Cristo e Sua Expiação

O subtítulo do Livro de Mórmon é “Outro Testamento de Jesus Cristo.” O Velho Testamento da Bíblia contém profecias do nascimento, ministério e crucificação de Jesus Cristo. Então no Novo Testamento são encontrados quatro relatos de testemunhas oculares do cumprimento das profecias do Velho Testamento, tornando a Bíblia um testemunho poderoso de que Jesus de Nazaré é verdadeiramente o Salvador do mundo. O Livro de Mórmon contém numerosas, profecias inspiradas e testemunhos do nascimento, ministério e sacrifício expiatório de Jesus Cristo, bem como o relato da visita de Jesus Cristo ressurreto na América antiga logo após Sua ascensão em Jerusalém, e, portanto, cumpre a lei das testemunhas juntando-se a Bíblia como “Outro Testamento de Jesus Cristo.”

O Livro de Mórmon está cheio de profecias da vida e missão do Salvador. Considere as seguintes afirmações poderosas da divindade de Jesus Cristo. Entre 600 e 592 aC, Néfi registrou uma visão que teve do nascimento e batismo do Salvador:

E aconteceu que olhei e vi a grande cidade de Jerusalém e também outras cidades. E vi a cidade de Nazaré; e na cidade de Nazaré vi uma virgem que era extremamente formosa e branca… E disse-me o anjo: Eis o Cordeiro de Deus, sim, o Filho do Pai Eterno!… E olhando, vi o Filho de Deus caminhando entre os filhos dos homens; e vi muitos se prostrarem a seus pés e adorarem-no… E eu olhei e vi o Redentor do mundo, de quem meu pai falara; e vi também o profeta que prepararia o caminho diante dele. E o Cordeiro de Deus aproximou-se e foi batizado por ele; e depois que ele foi batizado, vi os céus se abrirem e o Espírito Santo descer do céu e repousar sobre ele na forma de uma pomba. (1 Néfi 11:13, 21, 24, 27) (mais…)

O Nascimento de Cristo: Filho de Davi, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador

quarta-feira, dezembro 14th, 2011

Keith L. Brown é um converso à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e serve como Líder de Grupo dos Sumo Sacerdotes na Ala Annapolis Maryland.

O infante que estava na manjedoura em Belém não era uma criança comum. Algumas pessoas O chamaram de filho de Davi. Outros O chamaram de filho de José. As escrituras O chamam de o filho de Davi, o filho de Maria, o filho do homem, o Filho de Deus. Ele, cujo nome é Emanuel, que significa Deus conosco, nasceu para ser o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Esta criança era o Messias prometido – mesmo Jesus o Cristo, o Filho Unigênito de Deus. Por centenas de anos profecias tinha falado do nascimento de um Messias, e naquela noite estrelada na cidade de Davi, aquele que iria cumprir as profecias nasceu em um estábulo humilde tendo uma manjedoura como berço.

No Livro de Mórmon, em 3 Néfi 1: 13 lemos: “Levanta a cabeça e tem bom ânimo; pois eis que é chegada a hora e esta noite será dado o sinal; e amanhã virei ao mundo para mostrar ao mundo que cumprirei tudo aquilo que fiz com que fosse dito pela boca de meus santos profetas “.

Seja por sua própria voz ou pela boca dos Seus santos profetas, Deus sempre cumpre Suas promessas. No Grande Conselho no Céu, nosso Pai Celestial prometeu enviar um Salvador que iria expiar os nossos pecados para que pudéssemos viver com Ele novamente. O apóstolo João dá testemunho disso e nos diz como registrado em João 3:16-17: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo através Dele pudesse ser salvo”.

Como o Pai Celestial enviou Seu Filho para a terra? Ele O enviou como um bebê recém-nascido e lhe permitiu aprender e crescer, assim como nós aprendemos e crescemos. Lemos em Lucas 2:40 que “e o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria: e a graça de Deus estava sobre ele”. Durante toda a sua vida mortal Ele fez tudo de acordo com a vontade de Seu Pai, que O tinha enviado. E por causa do Seu grande amor por nós, Ele estava disposto a dar a Sua vida em resgate pela nossa, tornando-se o ultimo sacrifício. (mais…)

Fé em Jesus Cristo: O Coração dos Homens Falhará

quarta-feira, dezembro 7th, 2011

Neste mundo cheio de problemas, pecado, dificuldades e desafios, onde parece não haver mais esperança, que não há nada em que se segurar ou confiar. Porém eu testifico que isso não é verdade. O Senhor Jesus Cristo veio a esta terra e tomou sobre si as nossas dores, pecados, sofrimentos e a morte. Ele tornou possível que todos os males fossem desfeitos. Por causa d’Ele todos nós seremos ressuscitados. Graças a Ele, podemos encontrar paz, mesmo nos tempos mais difíceis e angustiantes da nossa vida. É através do evangelho de Jesus Cristo que podemos encontrar segurança e paz para nossas almas. O Livro de Mórmon, um registro dos atos de Deus entre os antigos habitantes do continente americano, testemunha de Jesus Cristo e de Sua missão. Ele diz:

 

E ele seguirá, sofrendo dores e aflições e tentações de toda espécie; e isto para que se cumpra a palavra que diz que ele tomará sobre si as dores e as enfermidades de seu povo.

E tomará sobre si a morte, para soltar as ligaduras da morte que prendem o seu povo; e tomará sobre si as suas enfermidades, para que se lhe encham de misericórdia as entranhas, segundo a carne, para que saiba, segundo a carne, como socorrer seu povo, de acordo com suas enfermidades.

Testifico que Jesus Cristo vive e que, porque Ele vive, nós não precisamos ter medo. Quando voltamos a nossa vida a Ele, podemos sentir Seu amor, poder e força. Eu sinto essa força quando coloco a minha confiança Nele e sigo o evangelho que Ele nos deu para que pudéssemos encontrar paz.

Como Faço Para Me Aproximar de Jesus Cristo?

terça-feira, dezembro 6th, 2011

Não fomos deixados sozinhos na terra. Jesus Cristo foi enviado a ela para nos dar a força para superar os desafios, problemas e o pecado. A fim de vencermos o pecado, Ele pede que olhemos para Ele com fé e saibamos que Ele sabe o que é melhor para nós. O Senhor Jesus Cristo nos proporcionou um caminho para que pudéssemos ser capazes de encontrar paz nesta vida e vida eterna na vida futura. Ele nos deu o evangelho de Jesus Cristo. O Senhor abençoa todos aqueles que seguem Seu evangelho. No Livro de Mórmon, um registro dos ensinamentos de Jesus Cristo dado por Deus aos antigos habitantes do continente americano, o Senhor diz:

 

E ainda mais, quisera que considerásseis o estado abençoado e feliz daqueles que guardam os mandamentos de Deus. Pois eis que são abençoados em todas as coisas, tanto materiais como espirituais; e se eles se conservarem fiéis até o fim, serão recebidos no céu, para que assim possam habitar com Deus em um estado de felicidade sem fim. Oh! Lembrai-vos, lembrai-vos de que estas coisas são verdadeiras, porque o Senhor Deus as disse.

Na Bíblia Sagrada Jesus Cristo disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34). Eu descobri que servir o próximo proporciona uma das maiores alegrias da vida. Ao servir e demostrar meu amor pelos outros da mesma forma que o Salvador demonstrou por mim, Ele me abençoa com paz e me ajuda a desenvolver um amor ainda maior pelo meu próximo. Eu sei que a verdadeira felicidade somente pode ser obtida quando procuramos amar e servir a Deus e a todos os Seus filhos.

Mensagens Inspiradas de Natal: Como o amor do Salvador me ajudou a amar a mim mesmo

sábado, novembro 26th, 2011

Marcus é um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamado por amigos de outras religiões de a “Igreja Mórmon”). Ao enfrentar adversidades quando adolescente, ele agora compartilha sua história de cura. Marcus participou de uma filmagem para um comercial de alcance nacional e viajou para a América do Sul.

Todo mundo tem desafios. Não importa de onde viemos, qual é nossa religião, quanto dinheiro temos, ou nosso status social. Nada neste mundo pode fazer com que uma pessoa seja imune às dificuldades da vida.

Alguns dos maiores desafios que enfrentei na minha vida aconteceram prematuramente. Aos 12 anos eu fui diagnosticado com uma doença hereditária que fez com que meu corpo não produzisse uma substância química chamada serotonina na quantidade adequada. Uma depressão crônica foi o resultado da falta dessa substancia no meu corpo. Fui então diagnosticado com ansiedade social grave e tive que abandonar a escola. Meus pais se divorciaram quando eu tinha 15 anos e aos 17 anos de idade, minha mãe parou de falar comigo. As últimas palavras que ela me dirigiu foram: “Eu não quero mais ter nada a ver com você”, antes que ela se mudasse sem me dizer para onde ia.

Entre os 12 e 18 anos de idade minha vida era uma bagunça. Nosso médico de família disse que o divórcio dos meus pais me destruiria e os inúmeros psiquiatras que visitei desistiram de mim. Na maioria das vezes eu queria ficar sozinho no meu quarto. Eu me senti como se fosse um fardo para todos os outros e que minha presença não era desejada por ninguém. Quando minha mãe foi embora, eu me tranquei no meu quarto e chorei por três dias. Mesmo que isso pareça tão triste, era nessas horas que meu relacionamento com Deus e minha fé na Expiação de Jesus Cristo cresceram e se fortaleceram.

 

Olhando para trás nesse período difícil da minha vida, percebo agora que eu não fui até Jesus Cristo para obter ajuda. Foi o Senhor que veio até mim para me ajudar. Como diz no livro de João, capítulo três, versículos 16 e 17:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo através Dele”.

A Expiação de Jesus Cristo não se aplica apenas a salvação da minha alma, a expiação também se aplica a minha vida a cada momento. Eu precisava, mais do que nunca, de alguém para me salvar e foi por meio da Expiação, do amor do meu Salvador, que encontrei minha salvação. Em um momento que parecia que o mundo estava contra mim, eu senti dentro de mim e sabia da verdade de que mesmo que se o mundo inteiro me desprezasse o Senhor veio a este mundo com o único propósito de me ajudar.

De alguma forma, através das trevas da minha depressão e apesar da inexperiência da minha juventude, eu era capaz de me sentir inspirado e fortalecido. Orei a Deus regularmente e implorei por ajuda. Parecia que quanto mais eu falava com o Senhor, mais forte eu me sentia. A paz e o conforto que recebi começaram a me curar e depois de alguns anos, eu fui capaz de suspender a minha medicação.

Quando minha mãe me deixou eu chorei, mas também orei. Eu disse ao Senhor como estava me sentindo sozinho e triste. Parecia que um pedaço de mim tinha sido removido e agora eu tinha um buraco na minha alma. Foi então que eu senti que deveria procurar conforto nas escrituras. Como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente confundida como a “Igreja Mórmon”) eu comecei a ler o Livro de Mórmon, que é um antigo registro de Sagradas Escrituras que testemunham de Jesus Cristo. Quando comecei a lê-lo, encontrei uma escritura que eu já havia lido várias vezes, mas constantemente ignorado. Em 1 Néfi, capítulo 21, versículo 15 diz:

“Pois pode uma mulher esquecer o filho que está amamentando e deixar de sentir compaixão do filho de suas entranhas? Sim, pode esquecer; eu, porém, não te esquecerei, ó casa de Israel”.

Embora eu estivesse magoado, eu sabia que o Senhor Jesus Cristo sempre me amaria e se lembraria de mim. Naquele momento, a cura começou a acontecer e eu nunca me senti sozinho desde então.

Todos nós sofremos e sentimos dor e angustia durante nossa vida. Às vezes podemos nos sentir tão sobrecarregados que não parece haver nenhuma saída daquele poço de desespero. É então que a expiação pode servir como uma escada para sairmos do poço escuro e encontrar a luz do dia, e é o Salvador que estende essa escada para nós. Devemos nos empenhar para encontra-la, mas sei que vale a pena o esforço e sou muito grato que eu tenha escolhido subir essa escada.

Esperança na Expiação de Jesus Cristo: Fé Mórmon

sábado, outubro 15th, 2011

Jeff Simmons é um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, um marido Mormon e pai – atualmente trabalha como um oculista, enquanto se prepara para um programa de Doutorado em Optometria.

A Expiação de Jesus Cristo é o exemplo máximo do amor que nosso Salvador e nosso Pai Celestial tem por cada um de nós. Todos os outros princípios ensinados por meio do evangelho são para nos ajudar a tornar-nos mais semelhante a Cristo e dirigir nossas vidas ao serviço dos outros. Na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, (às vezes inadvertidamente, chamada de Igreja Mórmon pela mídia), acreditamos no evangelho de Jesus Cristo como restaurado em sua plenitude em nossos dias, e em Sua Expiação como a doutrina central e dominante princípio da nossa fé.

Para os Mórmons, a Expiação de Jesus Cristo é a influência mais importante em nossas vidas por causa da esperança que ela nos dá. A esperança é uma emoção que traz um propósito a nossa vida quotidiana. Esperança pode inspirar sonhos e nos ajudar a realizar esses sonhos. No entanto, ter esperança não garante o sucesso. Semelhante à fé, a esperança requer uma ação de nossa parte. A esperança pode também ter uma grande influência calmante em nossas vidas e nos ajudar a sentir que as coisas vão funcionar.

Embora a Expiação do Senhor foi realizada para nos ajudar a superar nossas lutas individuais, ela não as leva embora totalmente. Em vez disso, nossos fardos se tornam mais leves e mais suportáveis para combinar com as nossas limitações pessoais. Como membros de A Igreja de Jesus Cristo (Mórmons), não esperamos que por causa da nossa fé, nossas vidas estarão livres de dor ou desafios. No entanto, nós entendemos que suportando-as bem vai nos ajudar a construir o nosso caráter, construir a nossa fé e a nossa própria compreensão do amor do Senhor e misericórdia para cada um de nós. Não importa os desafios que podemos enfrentar nesta vida, eles nos são dados como oportunidades para fortalecer nossa fé em Jesus Cristo e nos ajudar a crescer mais perto Dele. Às vezes, podemos não somos capazes de ver porque nós experimentamos as coisas que nos acontecem, mas devemos ter esperança de que podemos crescer com essas experiências.

Élder Russell M. Nelson, moderno apóstolo, membro do Quórum dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo, afirma a expiação infinita e tranquiliza cada um de nós com estas palavras:

Independentemente de como as coisas possam parecer desesperadoras, lembre-se, podemos sempre ter esperança. Sempre! A promessa do Senhor para nós é certa: “Aquele que perseverar na fé e faz a minha vontade, o mesmo superará” Repito-há sempre esperança!

A Expiação de Jesus Cristo nos oferece uma maneira de purificar-nos do pecado, e também dá uma esperança de que não importa  que erros cometemos, podemos corrigi-los e endireitar o nosso caminho. Nosso Pai Celestial é um pai perfeito com o amor perfeito. Embora algumas de nossas escolhas e ações possam desapontá-lo, ele nunca desiste de Sua esperança por nós. O Salvador está sempre lá com os braços abertos quando estamos dispostos a nos achegarmos a ele. Esperança tão grande pode ser encontrada em saber que nosso Pai Celestial está mais interessado nas melhorias que podemos fazer no nosso futuro do que com o erros que cometemos no nosso passado.

Sou grato por meu conhecimento e entendimento básico da expiação de Jesus Cristo. Este conhecimento simples ajuda a trazer esperança em minha vida e me ajuda a suportar as provações que eu enfrento. Por causa da expiação, tenho esperança que, mesmo em meus momentos mais desesperados o Senhor irá fortalecer-me e partilhar a minha carga. Por causa da expiação, tenho esperança que um dia eu serei ressuscitado e me encontrarei novamente com a familiares e amigos que já faleceram. Por causa da expiação, tenho esperança que vou ser perdoado dos meus pecados e receberei ajuda com meu esforço para viver uma vida justa. Mas o mais importante, por causa da expiação, tenho esperança que vou ser capaz de viver para sempre com minha esposa e família.

Em João 3:16, lemos o testemunho pessoal de Jesus da misericórdia e do amor que nosso Pai Celestial tem por cada um de nós. “Porque Deus amou o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

No Livro de Mórmon (um companheiro da Bíblia que contém um registro das relações de Deus com os antigos habitantes americano), o profeta Mórmon, explica: “Eis que eu vos digo que deveis ter esperança que por meio da expiação de Cristo e do poder da sua ressurreição, sereis ressuscitados para a vida eterna, e isso por causa de sua fé nele, de acordo com a promessa. “Moroni 7:41

A Expiação de Cristo foi o acontecimento mais significativo na Terra para todas as almas que já viveram, e as que irão morar aqui. No entanto, o impacto da Expiação está em curso, ela continua hoje para cada um de nós, e estará para sempre, desde que voltemos nosso coração para o Senhor e abraçemos o presente e a esperança de que Jesus Cristo tem para oferecer a cada um de nós.


A Expiação Aperfeiçoa Nossas Imperfeições

terça-feira, junho 14th, 2011

Qualquer pessoa com experiência mortal suficiente sabe a sensação de ter feito ou dito algo que lamentam. Quantas vezes não ficamos um dia jogados e reviramos na cama, ao rever esses momentos altamente envergonhantes, no qual perdemos a calma, dissemos ou fizemos algo desagradável, ou simplesmente fomos menos do que deveríamos ter sido?

Mas errar é apenas uma parte da condição humana, não é? Afinal, não há nada que possamos realmente fazer com relação a essas fragilidades espirituais. Elas são apenas uma parte da mortalidade.

Em contraste, as escrituras e os profetas afirmam que um dos objetivos mais importantes da Expiação de Jesus Cristo é corrigir todos os defeitos mortais, seja física, emocional ou espiritual.

O Salvador pré-mortal ensinou Morôni no Livro de Mórmon:

“Se os homens vierem a mim, mostrar-lhes-ei sua fraqueza. E dou a fraqueza aos homens a fim de que sejam humildes, e minha graça basta a todos os que se humilham perante mim; porque caso se humilhem perante mim e tenham fé em mim, então farei com que as coisas fracas se tornem fortes para eles “(Éter 12:27).

A lista de nossas imperfeições parece interminável. Deficiências tais como raiva, inveja, luxúria e ganância certamente estariam incluídas. O egoísmo, a impaciência vulgaridade, e medo também são espinhos comum em nosso lado espiritual. Como é possível que a Expiação possa compensar e até mesmo aperfeiçoar nossas inúmeras imperfeições?

A analogia de pedalar bicicleta em linha ajuda a esclarecer o papel do Salvador na conversão de nossas fraquezas em forças; Assim como ficar na proximidade e alinhamento atrás de outro ciclista proporciona uma diminuição na resistência ou turbulência do vento, então, tornar-se “um “com Jesus Cristo nos oferece compensação de energia para superar os nossos erros inumeráveis? (mais…)