Archive for the ‘A Ressurreição de Jesus’ Category

O Duplo Efeito da Expiação

quinta-feira, junho 26th, 2008

Christ Suffering

Através da expiação realizada por Jesus Cristo – uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente – o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar de novo e para sempre na presença do seu Pai Eterno. Esta idéia fundamental está admiravelmente contida na palavra “expiação”, que significa “reconciliação, reparação, compensação”. O efeito da expiação pode ser convenientemente considerado de duas maneiras: 

1 – Redenção universal da raça humana da morte provocada pela queda de nossos primeiros pais; e 

2 – Salvação, que provê os meios pelos quais são aliviados os efeitos do pecado individual.  Read the rest of this entry »

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Novas Criaturas em Cristo

segunda-feira, maio 12th, 2008

Paulo ensina que para vir a Cristo é preciso entrar em um novo reino de existência, um reino espiritual. É abandonar a morte e vir para a vida, expulsar o mal e as trevas e aprender a caminhar em retidão e na luz. “Ou não sabeis”, perguntou Paulo aos romanos, “que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. (mais…)

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A Queda e a Expiação de Jesus Cristo

sexta-feira, maio 2nd, 2008

Que a ignorância e irreflexão não nos guiem ao erro de supormos que a presciência do Pai quanto ao que aconteceria, em dadas condições, haja determinado que o mesmo acontecesse. Não era seu desígnio que as almas dos homens se perdessem; pelo contrário, era e é sua obra e glória “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem” (Moisés 1:39). Não obstante, Ele viu o mal em que Seus Filhos por certo cairiam; e com infinito amor e misericórdia, estabeleceu meios para evitar o terrível efeito, com a condição de que o transgressor decidisse beneficiar-se dos mesmos. (mais…)

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Quais são os primeiros registros sobre a morte e ressurreição de Jesus?

sexta-feira, fevereiro 22nd, 2008

Se os livros do Novo Testamento fossem impressos na ordem em que foram originalmente escritos, as cartas de Paulo apareceriam primeiro. Suas primeiras cartas – 1 e 2 Tessalonicenses, Gálatas, 1 e 2 Corintios e Romanos – foram escritas por volta de 49 a 57 D.C. (talvez Gálatas tenha sido escrito até mesmo antes), antes de Mateus, Lucas, e João fossem escritos e praticamente contemporâneo do Evangelho de Marcos. Portanto, os registros dos primeiros escritos das ultimas horas de Jesus na Terra – a Ultima Ceia na quinta, a fatídica crucificação na sexta e a gloriosa ressurreição no primeiro domingo de Páscoa – são encontradas nas cartas de Paulo.

As primeiras referências explicitas desses eventos são encontradas na primeira carta de Paulo aos Corintios, escrita por volta de 57 D.C. Paulo notou: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor , até que venha.” (1 Corintios 11:23-26). Isso não foi tudo. Mais tarde, na mesma carta, Paulo escreve a seus leitores: “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” (1 Corintios 15:3-4).

Esses três aspectos da missão de Jesus – que ele morreu, foi sepultado e se levantou novamente – está ecoado em muitas outras cartas de Paulo. Essas três outras referencias frequentemente representam apenas alusões e referencias implícitas aos eventos totalmente detalhados nas narrativas dos Evangelhos. Entretanto, os registros de Paulo provêem evidencias escritas demonstrando que um registro oral da vida de Jesus goza uma circulação por toda a bacia mediterrânea antes dos Evangelhos serem registrados.

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O que é Kerygma?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

O termo grego (Kerigma) significa “proclamação” e se refere às primeiras pregações tradicionais sobre Jesus, particularmente sobre sua morte e ressurreição. Os discursos de Pedro e Paulo em Atos e as cartas atribuídas a eles revelam traços dessas tradições, as quais podem ter sido fonte de materiais importantes para os escritores dos Evangelhos.

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Quais são as Narrativas da Ressurreição?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

As Narrativas da Ressurreição são ligados às Narrativas da Paixão de Cristo e cobrem a aparição da ressurreição a seus discípulos (ver Mateus 28:1-20; Marcos 16:1-20; Lucas 24:1-53 e João 20:1-15).

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O que é o Santo Sudário?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

A pergunta que ronda aqueles que professam que o Santo Sudário seja uma fraude e aqueles que professam sua autenticidade é quais elementos podem ser de fato provados. Embora seja surpreendente para alguns, o fato é que muito pouco pode ser provado da existência do sudário.

O Santo Sudário é supostamente a mortalha, ou a roupa mortuária, com qual Jesus Cristo foi enterrado. A mortalha tem aproximadamente 4,36 m de comprimento e cerca de 1,10m de largura. Recentemente um grupo de estudiosos reexaminou o sudário, usando os métodos mais modernos, e encontraram um antigo carbono – datando 14, o que coloca a data do sudário no inicio da Idade Média, testado apenas uma seção da roupa que foi uma adição mais tardia e muitos parecem ter ignorado o fato de que algumas fibras na verdade são do primeiro século. Sob certas condições de luz, o sudário também parece, para alguns, mostrar a impressão do rosto de um homem adulto. Testes forenses na mortalha também sugerem que ela uma vez cobriu o corpo de um homem que havia sido brutalmente espancado na cabeça, face e costas e recebeu algum tipo de ferida no seu lado. Alguns acreditam que eles podem até mesmo detectar as marcas das feridas nas mãos. Apesar das primeiras afirmações que a mortalha era uma falsificação piedosa ou malévola recente, testes posteriores também mostraram que a mortalha não foi pintada. A imagem preservada na mortalha foi o resultado de uma reação química entre o tecido e os fluídos do corpo do homem que foi colocado nele.

O sudário é de fato roupa mortuária de um homem que foi brutalmente espancado antes de seu falecimento, talvez até mesmo uma morte por crucificação. Essa é o único fato verificável a respeito da mortalha.

A mortalha pode igualmente ser a mesma do Sudário de Edessa – onde as lendas colocam o início do Cristianismo no primeiro século sob Abgar V. O Sudário de Edessa foi encontrado sob uma pilha de pedras ou embutida em uma parede de cimento em 544 D.C. A mortalha foi levada para Constantinopla em agosto de 944 e então subsequentemente levada para a Europa depois do saque de Constantinopla em 1204-1207. Após a remoção do sudário de Edessa, dezenas de indivíduos relataram ter visto a mortalha, passando adiante o famoso legado do sudário. Eventualmente a mortalha foi colocada na catedral de Torino (Turim), na Itália, para ser guardada em segurança.

Muitas histórias fantasiosas foram relatadas para contar o paradeiro inicial da mortalha e como ela chegou a Edessa. As enormes lacunas ao documentar o paradeiro inicial do sudário e as lendas que surgiram sobre ele criaram um enorme cepticismo entre os estudiosos protestantes. Estudiosos têm atacado a autenticidade da mortalha por vários ângulos, inclusive a inabilidade de relatar a sua origem, a origem da data do carbono 14, práticas de sepultamento Judeu e Romano que parecem diferir de como a mortalha foi usada, e o simples fato de que ninguém sabia dele até o século VI. Por outro lado, os defensores do sudário têm apontado que ele foi usado para cobrir o corpo de um homem crucificado, que lendas de sua existência são excessivas – todos preservando uma tradição semelhante, e que os fragmentos das pedras encontradas na mortalha são encontrados também na região de Jerusalém (Travertine Aragonite). Infelizmente, a menos que surjam maiores informações, a autenticidade do sudário não pode ser nem provada ou desprovada.

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Quando é a páscoa?

segunda-feira, janeiro 21st, 2008

A observância da festa de páscoa volta à época quando as crianças de Israel recebiam o mandamento de a obedecerem como parte de sua libertação do cativeiro do Egito. O festival, começando em nisan 14 (atualmente chamado de março abril) com o sacrifício de cordeiros, durava sete dias. A celebração da páscoa – o evento também conhecido como, a Última Ceia nos Evangelhos Sinópticos – começa com o sacrifício de cordeiros pascais no templo, porções das quais deveriam ser comidas como parte da refeição de páscoa. De acordo com os Evangelhos, Jesus morreu na sexta da semana de páscoa e foi ressuscitado no primeiro dia da semana (domingo) durante o festival (Mateus 27 -28:1). Portanto, a celebração da Páscoa cai tradicionalmente nas igrejas ocidentais Cristãs no primeiro domingo após o início da festa de páscoa.

Essa solução simples, porém, é carregada de dificuldades. O mês de festa de páscoa deveria começar com a lua nova – determinada no primeiro século apenas pelo olhar – após o vernal eqüinox (que no primeiro século era o dia 21 de março para os judeus e 25 de março para os romanos). Se a lua nova fosse corretamente avistada, então a noite de páscoa era uma lua cheia. Uma vez que os padrões de climas não são sempre estáticos, a lua nova poderia não ser vista na exata noite em que ela acontecia, fazendo com que as pessoas cometessem erros nas datas de inicio da páscoa. Além do mais, muitos judeus do primeiro século seguiam um calendário lunar e praticamente a cada três anos eles achavam necessário intercalar (ou inserir) um mês inteiro antes do inicio de nisan. A intercalação de um outro mês lunar (29,5 dias) faria com que a páscoa caísse em abril.

Nos primeiros dois ou três séculos, os Cristãos confiavam no anuncio da páscoa judaica para calcular quando celebrar a páscoa. No fim do terceiro ou inicio do quarto século (particularmente em Nicea 325 D.C.), os Cristãos desenvolveram seus próprios métodos de calcular as datas para a páscoa baseados nos cálculos astronômicos de Alexandria para a duração do ano solar. Hoje em dia, a páscoa não representa mais o domingo após o inicio da páscoa judaica, mas representa uma data calculada de forma mais adequada.

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