Archive for the ‘Ensinamentos de Jesus’ Category

Os Profetas Mórmons

quarta-feira, maio 5th, 2010

Os Profetas Mórmons

Dentre todas as crença mórmons uma desfruta de uma posição especial, a crença no princípio da profecia. Os mórmons acreditam que assim como Deus falou aos profetas do Velho Testamento, para ajudá-los a aprender e ensinar a verdade, e para ajudar ao seu povo a entender o que estava acontecendo no mundo, Deus mais uma vez fala aos Seus filhos. Os profetas do Antigo Testamento preparam o mundo para a primeira vinda do Salvador, os profetas modernos preparam-no para a segunda vinda.

Os profetas falam de Deus. O Senhor providenciou profetas desde o início do mundo, quando falou com Adão. Desde então, os profetas seriam retirados do meio do povo por causa da sua iniquidade e da relutância em ouvir os conselhos dos profetas. No entanto, no seu devido tempo, Deus sempre chama um novo profeta para os habitantes da terra.

Depois da morte de Jesus Cristo, e da morte dos Seus apóstolos, não houve mais profetas. Isso conduziu a Grande Apostasia, na qual muitos conflitos sobre a doutrina fez com que as pessoas fracassassem em  encontrar a verdade. Porém, Deus sempre prometeu que haveria uma restauração de todas as coisas.

“19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,

20 E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado:

21 O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.”

Para que a restauração acontecesse, um profeta deveria ser escolhido por Deus. Somente um profeta estaria autorizado a falar oficialmente por Ele. Isto ocorreu quando Joseph Smith foi escolhido por Deus para liderar a restauração como um profeta. Deus prometeu que jamais nos deixaria novamente sem um profeta e, portanto quando Joseph Smith foi assassinado, Ele escolheu um novo profeta. Desde aquela época, sempre houve um profeta para guiar e aconselhar-nos sobre como nos prepararmos para os últimos dias, e para lidar com as rápidas mudanças do mundo em que vivemos.

Atualmente as pessoas estão vivendo em um mundo tão diferente, que não poderiam sequer ter imaginado 100 anos atrás. As pessoas estão se esforçando para encontrar respostas a questões que não existiam quando a Bíblia foi escrita, sofrendo grandes pressões na vida. Provavelmente nunca houve uma época na história em que os filhos de Deus necessitassem mais desesperadamente de Sua orientação do que hoje.

Com o nosso tempo na terra chegando ao fim, nos devemos saber exatamente o caminho que devemos seguir para chegar aonde queremos, e o que Deus deseja que façamos para nos prepararmos para este momento. Um profeta nos dá a certeza de que estamos fazendo aquilo que Deus quer que façamos em um mundo complexo. Com tantas igrejas, no mundo de hoje, cada uma ensinando doutrinas conflitantes até sobre em áreas tradicionais como o casamento, no qual não haviam dúvidas, necessitamos ter uma fonte segura da verdade. Os Mórmons encontram isso através de seu profeta.

Os Mórmons são ensinados a orar a Deus para receberem uma confirmação pessoal de que a pessoa que recebe o chamado de profeta é verdadeiramente um profeta de Deus. Se, em qualquer momento, eles se sentirem inseguros sobre qualquer ensinamento do profeta, eles são ensinados a pedir orientação diretamente a Deus. Isso significa que os Mórmons não seguem ninguém cegamente, ao invés disso, procuram ao Senhor para saber onde encontrar a verdade. Em última análise, toda a verdade vem de Deus. O profeta apresenta e interpreta a verdade, mas a responsabilidade pessoal esta sempre com o indivíduo.

Os Duros Dizeres de Jesus

terça-feira, julho 8th, 2008

As narrativas do Evangelho geralmente destacam as reações das pessoas às palavras de Jesus, incluindo as perspectivas de Marcos de que eles ficavam constantemente “maravilhados” ou “admirados” com está registrado em Marcos 1:22: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas”; e no versículo 27: “E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!”. João relembrou a reação do Sermão do Pão da Vida deixado em Carfanaum quando Jesus declarou que ele era o “Maná Vivo” e que todos precisavam “comer sua carne e beber seu sangue”, notando que muitos dos discípulos de Jesus responderam “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (ver João 6:60). Aparentemente, para muitos, esse a palha que figurativamente quebrou as costas do camelo, como João percebeu, “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele” (ver João 6:66). (mais…)

Por que Jesus convidou o povo a “Vir a Ele”?

sexta-feira, maio 30th, 2008

Mateus registrou uma frase de Jesus que veio a ser bastante conhecida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28). Em contraste com os mestres judeus da época, Jesus convidou o povo a vir a ele, não a Lei. Nenhum mestre antes ou qualquer um depois, convidou Israel a vir a eles; ao invés ele convidava o povo a seguir a Lei em si ou os sábios ensinamentos que incluíam a Lei. Esse convite provou novamente que Jesus não era igual a todos e que ele estava acima de todos os mestres da Lei – e que ele estava acima da Lei e de toda a sabedoria. (mais…)

Novas Criaturas em Cristo

segunda-feira, maio 12th, 2008

Paulo ensina que para vir a Cristo é preciso entrar em um novo reino de existência, um reino espiritual. É abandonar a morte e vir para a vida, expulsar o mal e as trevas e aprender a caminhar em retidão e na luz. “Ou não sabeis”, perguntou Paulo aos romanos, “que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. (mais…)

O poder redentor da Expiação

segunda-feira, maio 12th, 2008

A Queda de Adão trouxe para o mundo tanto a morte física, que é a separação do corpo e do espírito: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto …” ( Tiago 2:26), e a morte espiritual, que é a separação de Deus ou a alienação das coisas de Deus (ver Alma 12:32). A Expiação de Cristo nos redime dos efeitos da Queda. “Redenção” ensinou o Elder Bruce R. McConkie, “são duas coisas: condicional e incondicional” (Doutrina Mórmon, 2d ed., Bookcraft, 1966, p. 623). (mais…)

O que é a Segunda Vinda?

quinta-feira, maio 8th, 2008

Jesus Cristo veio a terra como um ser mortal no meridiano dos tempos. Ele ensinou o evangelho, deu autoridade divina, organizou a Igreja, e sofreu e morreu com um sacrifício expiatório infinito para os pecados do mundo. Ele declarou que Ele viria novamente, que retornaria não como um humilde e solitário Nazareno, mas como o Senhor de Sabaoth, o Senhor das Hostes, o Senhor dos Exércitos. Sua Segunda Vinda é a sua vinda “em glória”, significando que Ele virá em sua verdadeira identidade como Deus de toda criação, o Redentor e Juiz. Sua Segunda Vinda é descrita como Grande e Terrível – grande para aqueles que estão sendo verdadeiros e fiéis, portanto esperando Sua vinda, e terrível para aqueles que não deram espaço para o espírito da graça e que esperavam que Ele não voltaria novamente. (mais…)

O que Jesus ensinou sobre a Lei de Moisés?

quinta-feira, maio 8th, 2008

O Novo Testamento retrata José e Maria, a mãe de Jesus, como Judeus observante:”E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor.(Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo macho primogênito será consagrado ao Senhor); E para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos” Lucas 2:22-24. Lucas revela que Jesus criado segundo os costumes do povo (Lucas 2:41-42). Podemos assumir, portanto, que Jesus observou a Lei de Moises como um filho obediente e fiel a Lei. (mais…)

A Queda e a Expiação de Jesus Cristo

sexta-feira, maio 2nd, 2008

Que a ignorância e irreflexão não nos guiem ao erro de supormos que a presciência do Pai quanto ao que aconteceria, em dadas condições, haja determinado que o mesmo acontecesse. Não era seu desígnio que as almas dos homens se perdessem; pelo contrário, era e é sua obra e glória “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem” (Moisés 1:39). Não obstante, Ele viu o mal em que Seus Filhos por certo cairiam; e com infinito amor e misericórdia, estabeleceu meios para evitar o terrível efeito, com a condição de que o transgressor decidisse beneficiar-se dos mesmos. (mais…)

O que é o Sermão da Montanha?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

O Sermão da Montanha é o discurso mais famoso de Jesus. Muitos Cristãos e não Cristãos se sentiram profundamente tocados e motivados por esses ensinamentos. Algumas pessoas se referem a tal como a revelação da lei maior na época quando o povo de Deus ainda estava sob a obrigação da lei menor. Em um nível superficial, o Sermão da Montanha e sua contraparte em Lucas – o Sermão da Planície – são comentários sobre as éticas da Lei de Moisés. Alguns elementos eles preservam – como evidenciado com o silencio em muitos assuntos importantes – enquanto outros eles especificamente reformam ou transformam.

Três pontos chaves do Sermão da Montanha são representantes do significado e foco do sermão como um todo: As bem-aventuranças, as seis antíteses de Mateus 5 e as direções dadas aos discípulos de como eles deveriam cuidar do rebanho. As bem-aventuranças, um termo antigo que vem do latim “abençoado”, embora seja simples em linguajar e direto em apresentação, oferecem um dos ensinamentos mais profundos do sermão. As bem-aventuranças formam uma unidade coesiva, e quando lida como uma seqüência, elas detalham o processo de conversão para a salvação. A primeira bem-aventurança promete aos pobres um lugar no reino dos céus (Mateus 5:3), um processo que se encaixa bem com aqueles que ouvem o evangelho e preparam a si mesmos para o batismo. A segunda promete aos que “choram” que eles “serão confortados” (Mateus 5:4), um sentimento que descreve todos que estão entrando no reino e que passam com freqüência por um processo doloroso de arrependimento.

Cada uma das bem-aventuranças é construída sobre essa fundação em ordem seqüencial. Entretanto, as oito bem-aventuranças seguem todos os que têm uma vida Cristã, nos relembrando que o mal não nos permitirá progredir para a salvação sem a oposição (“Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa”). A ordem seqüencial das bem-aventuranças também parece ter uma correspondência direta às ordenanças do evangelho em ordem. As bem-aventuranças representam a essência do que é requerido daqueles que desejam entrar no reino dos céus.

Um segundo ponto principal são as cinco leis que são transformadas em Mateus 5. Sequencialmente elas são “Não matarás”, “Não cometerás adultério”, “Não perjurarás”, “olho por olho, e dente por dente” e “Amarás o teu vizinho e odiarás o teu inimigo” (Mateus 5:21, 27, 33, 38, 43). Surpreendentemente, nem todas essas passagens são citações diretas do Velho Testamento, algumas, por exemplo, referem especificamente a escritura (Êxodos 20), e algumas parecem resumir a interpretação da lei: “não perjurarás”. Destas cinco leis ou conceitos importantes que foram mudados, vários pontos são notados. Por exemplo, a lei de sacrifício e a lei do dizimo e ofertas são alteradas aqui.

As cinco leis de Mateus 5 não são compreensivas em conteúdo, mas é consistente em método de ensino – o método de internalizar um mandamento externo. Em essência, a questão é, qual é maior, o mandamento externou ou um princípio interno? Se obedecermos o mandamento externo, seremos sempre obedientes ao princípio? Ou se obedecermos o princípio, seremos sempre obedientes ao mandamento? Um dos pontos principais do Sermão da Montanha é ensinar como internalizar um mandamento externo e portanto atingir um nível maior de obediência.

O capitulo final do Sermão da Montanha não ensina aos discípulos novas doutrinas, mas os treina para os assuntos futuros e o governo da Igreja. Por exemplo, ele ensina como diferenciar entre aqueles que parecem ovelhas, mas não são e a distinguir entre aqueles que buscam ao senhor em retidão e aqueles que conhecem seu nome e pretendem fazer as suas obras, mas por dentro estão cheios de iniqüidade. O assunto não é sobre a aparência externa, mas sobre a corrupção interna. A pureza do reino é a preocupação principal, e os discípulos do Senhor foram ensinados como manter essa pureza. Em praticamente todos os aspectos, o Sermão da Montanha ensina como ser um Cristão de dentro pra fora, uma transformação que mais tarde mudará todo o ambiente. Mudanças no comportamento têm uma influencia muito maior no ambiente do que o ambiente tem no comportamento.