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	<title>Jesus O Cristo &#187; Jesus o Cristo</title>
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		<title>O Nascimento de Cristo: Filho de Davi, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 12:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[A Ressurreição de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crucificação de Jesus]]></category>
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		<category><![CDATA[Nascimento de Cristo]]></category>

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		<description><![CDATA[Keith L. Brown é um converso à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e serve como Líder de Grupo dos Sumo Sacerdotes na Ala Annapolis Maryland. O infante que estava na manjedoura em Belém não era uma criança comum. Algumas pessoas O chamaram de filho de Davi. Outros O chamaram de filho [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/747/o-nascimento-de-cristo-filho-de-davi-filho-do-homem-filho-de-deus-salvador' addthis:title='O Nascimento de Cristo: Filho de Davi, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p>Keith L. Brown é um converso à <a class="external_link_tool" href="http://pt.thomasmonson.com/25/16%C2%BA-presidente-de-a-igreja-de-jesus-cristo-dos-santos-dos-ultimos-dias">Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</a> e serve como Líder de Grupo dos Sumo Sacerdotes na Ala Annapolis Maryland.</p>
<p><a href="http://jesusocristo.org/files/2011/12/mormon-lds-ideas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-748" title="mormon-lds-ideas" src="http://jesusocristo.org/files/2011/12/mormon-lds-ideas-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a>O infante que estava na manjedoura em Belém não era uma criança comum. Algumas pessoas O chamaram de filho de Davi. Outros O chamaram de filho de José. As escrituras O chamam de o filho de Davi, o filho de Maria, o filho do homem, o Filho de Deus. Ele, cujo nome é Emanuel, que significa Deus conosco, nasceu para ser o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Esta criança era o Messias prometido &#8211; mesmo <a class="external_link_tool" href="http://mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html">Jesus</a> o Cristo, o Filho Unigênito de Deus. Por centenas de anos profecias tinha falado do nascimento de um Messias, e naquela noite estrelada na cidade de Davi, aquele que iria cumprir as profecias nasceu em um estábulo humilde tendo uma manjedoura como berço.</p>
<p>No Livro de <a class="external_link_tool" href="http://marcelotodaro.info/?tag=gay-mormon">Mórmon</a>, em 3 Néfi 1: 13 lemos: &#8220;Levanta a cabeça e tem bom ânimo; pois eis que é chegada a hora e esta noite será dado o sinal; e amanhã virei ao mundo para mostrar ao mundo que cumprirei tudo aquilo que fiz com que fosse dito pela boca de meus santos profetas &#8220;.</p>
<p>Seja por sua própria voz ou pela boca dos Seus santos profetas, Deus sempre cumpre Suas promessas. No Grande Conselho no Céu, nosso Pai Celestial prometeu enviar um Salvador que iria expiar os nossos pecados para que pudéssemos viver com Ele novamente. O apóstolo João dá testemunho disso e nos diz como registrado em João 3:16-17: &#8220;Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo através Dele pudesse ser salvo&#8221;.</p>
<p>Como o Pai Celestial enviou Seu Filho para a terra? Ele O enviou como um bebê recém-nascido e lhe permitiu aprender e crescer, assim como nós aprendemos e crescemos. Lemos em Lucas 2:40 que &#8220;e o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria: e a graça de Deus estava sobre ele&#8221;. Durante toda a sua vida mortal Ele fez tudo de acordo com a vontade de Seu Pai, que O tinha enviado. E por causa do Seu grande amor por nós, Ele estava disposto a dar a Sua vida em resgate pela nossa, tornando-se o ultimo sacrifício.<span id="more-747"></span> Mas, a boa notícia é que a história não termina aí. Três dias depois ele triunfantemente ressuscitou dos mortos e vive para sempre sentado à mão direita de Deus, o Pai. E por causa de Sua gloriosa ressurreição, a morte foi conquistada para sempre, e nós também seremos ressuscitados e viveremos novamente. Que maravilhosa bênção <a class="external_link_tool" href="http://lds.org/?lang=por">Jesus Cristo</a> é para a humanidade. O Pai Celeste havia prometido enviar um Salvador, e Ele cumpriu Sua promessa.</p>
<p>Antes de Seu humilde nascimento em Belém, os profetas do passado ensinaram sobre o Messias que estava por vir, e de fato veio. Vamos dar uma breve olhada em algumas das coisas que eles ensinaram.</p>
<p>Mais de 700 anos antes do nascimento de Cristo, o profeta Isaías, profetizou, como registrado em Isaías 7:14-15, que o Messias deveria nascer de uma virgem. Lemos: &#8220;Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel. Manteiga e mel comerá, quando ele souber rejeitar o mal e escolher o bem&#8221;.</p>
<p>O profeta Miquéias, como registrado em Miquéias 5:2, profetizou que o Messias deveria nascer em Belém. Lemos: &#8220;E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade&#8221;.</p>
<p>As profecias antigas também falam sobre a linhagem de Jesus Cristo. Aprendemos que o Messias seria um descendente de Abraão. Em Gênesis 12:3, lemos: “em ti serão benditas todas as famílias da terra”. O cumprimento dessa profecia encontra-se na árvore genealógica da <a class="external_link_tool" href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/contactos/centro-de-historia-da-familia.html">família</a> registrada em Mateus 1:1: &#8220;O livro da geração de Jesus Cristo, o filho de Davi, filho de Abraão&#8221;.</p>
<p>Seguindo a linha de Abraão, o Messias também deveria ser um descendente de David. Lemos em Isaías 9:7, &#8220;Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto&#8221;</p>
<p>Nós encontramos o cumprimento dessa profecia em Lucas 1:31-33.:</p>
<blockquote><p>E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.</p></blockquote>
<p>Aprendemos também do propósito do nascimento de Jesus. Lemos como registrado nas palavras do profeta Isaías, em Isaías 61:1-3:</p>
<blockquote><p>O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;</p>
<p>A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;</p>
<p>A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que ele seja glorificado</p></blockquote>
<p>E no Novo Testamento, no Evangelho de Lucas, no capítulo quatro, versículos de 16 a 21, lemos a respeito do Salvador Jesus Cristo em Nazaré:</p>
<blockquote><p>E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.</p>
<p>E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:</p>
<p>O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração,</p>
<p>A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor.</p>
<p>E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele.</p>
<p>Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos.</p></blockquote>
<p>Irmãos e Irmãs, para alguns, dia de Natal nada mais é do que outro dia de celebração. É um momento para comemorar, no entanto, devemos nos alegrar do fato de que dois mil anos atrás, nosso amoroso Pai Celestial deu ao mundo o maior presente de Natal já recebido pela humanidade. Foi um presente muito especial, envolto no amor divino do Pai, esse dom era o Seu Filho Unigênito &#8211; Aquele que nasceu para ser o Rei &#8211; o Messias &#8211; o Salvador do mundo &#8211; o Redentor de nossas almas &#8211; o Senhor Jesus Cristo. Quando perguntado, &#8220;Qual é o verdadeiro significado do Natal?&#8221; Essas são as coisas que devemos estar dispostos a compartilhar com a família, amigos e todos aqueles que encontrarmos em nosso caminho nesta época.</p>
<p>Infelizmente, há aqueles que duvidam e dizem que não precisamos Dele. Há mesmo aqueles que argumentam que Ele era apenas um homem. Sim, Ele era um homem, mas não um homem comum. Ele era Deus e homem. Ele viveu e andou entre os homens, mas a vida que Ele viveu não era uma vida normal. Sua vida teve um grande impacto no mundo inteiro. Nenhuma vida pode ser comparada a Sua peculiar existência.</p>
<p>Através das eras Ele foi ridicularizado, desprezado e rejeitado, e mesmo assim, os sábios ainda O buscam. Independentemente do que os homens dizem sobre Ele, isso não muda o fato de que Ele sempre foi e sempre será o Filho Eterno do Deus vivo. Um dia, como as Escrituras nos ensinam claramente, que &#8220;Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai&#8221;. (Filipenses 2:11). Ele é o único em que o universo gira ao redor; em quem as esperanças e os medos de todas as eras encontraram seu jubiloso cumprimento. “O Venha, Senhor Jesus!”</p>
<p>Deixo humildemente esses pensamentos com vocês, em nome Dele, cujo nome é de fato: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz &#8211; Ele que é a Luz e a Vida do mundo, mesmo o Senhor Jesus o Cristo. Amém.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vida Equilibrada e Auto Controle</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 14:38:24 +0000</pubDate>
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			   </div><p><strong><a href="http://jesusocristo.org/files/2011/03/Christ_visits_Book_of_Mormon_peoples.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-578" src="http://jesusocristo.org/files/2011/03/Christ_visits_Book_of_Mormon_peoples-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://jesusocristo.org/files/2011/03/Christ_visits_Book_of_Mormon_peoples.jpg"></a>O Verdadeiro Equilíbrio</strong></p>
<p>Antes da revolução industrial, no ocidente, o maior desafio pessoal era o de <em>sobreviver</em>.</p>
<p>Depois da revolução industrial, também no ocidente, o maior desafio pessoal era físico e econômico conhecido como <em>qualidade de vida.</em></p>
<p>Hoje no mundo ocidental o maior desafio pessoal é o <em>equilíbrio.</em></p>
<ul>
<li>Porque temos tantas possibilidades e responsabilidades, é difícil equilibrar nosso <em>tempo.</em></li>
<li>Porque temos tantas necessidades e demandas, é difícil equilibrar nossos pensamentos e <em>atenção</em>.</li>
<li>Porque temos tantas coisas disponíveis, é difícil equilibrar nossos <em>recursos</em> e desejos.</li>
<li>Porque temos tantas opções, alternativas, escolhas e oportunidades, é difícil equilibrar nossas <em>prioridades</em>.</li>
<li>Porque existem tantas coisas que queremos e tantos que precisam de nós ou que amamos, é difícil equilibrar nossos <em>objetivos</em>.</li>
<li>Porque para sermos bem sucedidos precisamos ser fortes e disciplinados e para nos divertir precisamos ser livres e flexíveis. É difícil equilibrar nossas <em>atitudes</em>.</li>
</ul>
<p>Nós temos a mesma quantidade de energia mental e o mesmo número de horas do dia das pessoas de outras gerações e outros lugares, mas temos tantas demandas mais, tantas coisas mais.<span id="more-574"></span></p>
<p>Vivemos no primeiro tempo e lugar da história do mundo onde os nossos desafios não se originam da escassez, mas do excedente, e não de opressão, mas de opções, e não de falta, mas da abundância.</p>
<p>Em vez de lutar para conseguir a nossa próxima refeição, estamos lutando para fazer com que nossa <a class="external_link_tool" href="http://lds.org/languages/gospeldoctrine/familyguidebook/start_here_59.pdf">família</a> esteja reunida o tempo suficiente para fazer uma refeição.</p>
<p>Em vez de lutar pela liberdade de poder fazer nossas escolhas, estamos perdidos na complexidade de 250 canais de TV, dezenas de milhares de itens de consumo, e quase incontáveis números de campos de estudo, trabalho e alternativas de vida.</p>
<p><em>Não é a simplicidade do muito pouco, mas a complexidade do muito que assola nossas vidas. E as respostas repousam não no equilíbrio das nossas capacidades, mas na nossa capacidade de encontrar equilíbrio.</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Cristo como o exemplo máximo de Equilíbrio</span></strong></p>
<p>Cristo permanece como o maior exemplo do equilíbrio de todas as boas características &#8211; mesmo aquelas que, num primeiro momento, parecem-nos ser opostos um do outro:</p>
<p>confiança / humildade</p>
<p>convicção / simpatia</p>
<p>normas de popa e tolerância</p>
<p>normas elevadas / tolerância</p>
<p>suscetível a tristeza / alegria profunda</p>
<p>ambição / interesse em pessoas comuns</p>
<p>educação e desenvolvimento pessoal / abnegação</p>
<p>cuidar de si mesmo / cuidar dos outros</p>
<p>comprometimento a uma causa / paciência, liberdade da ansiedade</p>
<p>compaixão / justa indignação</p>
<p>É realmente impressionante ser capaz de ponderar sobre essa lista e perceber que <a class="external_link_tool" href="http://jesusocristo.org/">Jesus</a> combinou e aperfeiçoou os &#8220;opostos&#8221; em sua vida.</p>
<p>Ele era completamente confiante e ainda plenamente humilde. Ele tinha força, e também sensibilidade. E a  lista parece não ter fim.</p>
<p>Há grandeza no equilíbrio, e equilíbrio é muitas vezes o resultado de duas grandes forças morais, cada um indo a direções opostas.</p>
<p>Até mesmo o planeta em que vivemos é mantido no seu lugar pela união das forças centrípeta (que impele a terra da sua orbita) e centrífuga (que a mantem em sua orbita). O perigo espreita quando um traço de caráter domina o seu oposto. Convicção sem empatia cria o intolerante. Liberalidade, sem a positiva convicção da verdade cria o tolo. Compaixão sem indignação produz o homem santo do Oriente que pacificamente medita, enquanto crianças morrem de fome ao seu redor.</p>
<p>O equilíbrio permeia todos os ensinamentos do Senhor. Ele não disse: &#8220;Ame o próximo.” Ele disse: “ame o próximo como a ti mesmo.” (ver Mateus 19:19). Ele quer que procuremos o melhor em nós e nos outros. Esse conceito é importante para Cristo. Ele não quer desenvolvamos um bom caráter em detrimento do próximo. Ele quer ambos para cada um de nós.</p>
<p>Ele disse: &#8220;Por eles me santifico a mim mesmo&#8221; (João 17:19). Ele quer dizer que fez a Si mesmo bom para que ele pudesse ajudar outros a também serem bons? Para Cristo, o pecado do egoísmo abrange não somente se importar consigo mesmo, mas não se importar com os outros.</p>
<p>Cristo simbolizou a perfeição não só nas qualidades de força e liderança, mas também nas qualidades de sensibilidade, ternura, lealdade e devoção.</p>
<p>Ele é o melhor exemplo das particularidades da juventude &#8211; emoção, aventura e novidade &#8211; mas ele também é o melhor exemplo das particularidades da velhice &#8211; a sabedoria e consistência.</p>
<p>Ele é o exemplo perfeito das &#8220;virtudes ocidentais&#8221; &#8211; praticidade e pro atividade -, mas também nas &#8220;qualidades do Leste&#8221; &#8211; a meditação e orientação motivada pelo pensamento.</p>
<p><a class="external_link_tool" href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/">Jesus Cristo</a> é o modelo para todo o bem, e o exemplo para todas as pessoas, de qualquer idade, de qualquer sexo, de qualquer época.</p>
<p>Lao-tsé, que viveu 600 anos antes de Cristo e que criou a filosofia seguida por centenas de milhões de taoístas, ensinou que todas as coisas foram colocadas em cheque por duas grandes forças opostas posicionadas em equilíbrio: o yin e o yang. Ele agrupou todas as forças opostas nestas duas categorias &#8211; o quente e o frio, o masculino e o feminino, os velhos e os jovens. Ele disse que se um dia aparecesse na terra um ser que possuísse todas as qualidades do yin e todas as qualidades do yang, esse ser seria Deus.</p>
<p>Seiscentos anos após a profunda declaração de Lao-tsé <a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo nasceu.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Apetites, Paixões e Contrapesos</span></strong><span style="text-decoration: underline">.</span></p>
<p>A fim de encontrar o equilíbrio, como mortais, devemos aprender a compreender e refrear nossas paixões e apetites. Deus fez com que os alimentos tivessem um sabor delicioso e fez do ato de se alimentar uma experiência agradável e prazerosa, deu-nos a capacidade de sentir gostos ilimitados de sabores. Por quê?</p>
<p>Será que nossos apetites por alimentos são a representação física mais básica de todos os outros apetites e que ao aprendermos a controla-lo poderemos aprender os princípios que controlam todos os outros apetites? Talvez aquilo que torna os homens substancialmente diferentes dos animais é que os animais atingem o seu destino cumprindo a medida de sua criação estando sujeitos aos seus instintos e apetites, enquanto os seres humanos são plenamente conscientes de suas potencialidades e podem alcançar seu potencial ao controlar e dominar os seus apetites.</p>
<p>A palavra &#8220;apetite&#8221; geralmente carrega uma conotação negativa, a menos que seja modificada por um adjetivo positivo como &#8220;saudável.&#8221; Se isso faz parecer que o “apetite” seja um inimigo ou, pelo menos, em um desafio desagradável. Na verdade, os apetites são o que tornam a vida emocionante.</p>
<p>São as nossas paixões, que nos guiam e nos motivam e que tornam a vida agradável. Sim, elas exigem controle, mas também nos conferem prazer. Tente imaginar uma vida sem apetite e encontramo-nos a contemplar uma vida sem desafios, sem esforço, chata. Poderia a alegria ser definida como o controle do apetite? É o autodomínio, que em última análise, seria pelo menos a origem da felicidade?</p>
<p>Em uma perspectiva mais ampla, os apetites podem ser percebidos como as paixões e alegrias potenciais que o acompanham a vida mortal, e a dieta pode ser compreendida como a forma que nós escolhemos de como pensar e viver, enquanto estamos aqui na terra.</p>
<p>Agora pense sobre alguns dos nossos outros apetites&#8230; Sexo&#8230; Sono&#8230; Propriedade&#8230; Controle&#8230; Independência&#8230; Conforto&#8230; Fama&#8230; (ou reconhecimento/ crédito) Aceitação&#8230; Realização&#8230; Posição&#8230; Ambição&#8230; Poder&#8230; Riqueza&#8230; Amor… Compreensão&#8230; Conhecimento. Eles correspondem aos (e se tornam exagerados por) esforços realizados para controla-los?</p>
<p>O que são os apetites? Eles são aquilo que precisamos? Aquilo que queremos? Aquilo que desejamos? Eles são instintos? Atrações naturais? São eles inerentes ou aprendidos? Nos animais os apetites ou instintos são inerentes e produzem aquilo que é necessário para que sobrevivam. Eles estão mais ou menos nisso conosco? Será que somos mais capazes de controla-los e dominá-los? Podemos fazer as duas coisas? Existem bons e maus apetites? São os nossos desejos por amor ou sabedoria muito elevados e puros para serem chamados de apetites? São aqueles com maiores ou menores apetites seres humanos superiores ou inferiores? O que significa refrear os apetites e paixões?</p>
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		<title>Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 22:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições Bíblicas]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
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		<description><![CDATA[A divindade de Jesus Cristo é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/362/divinos-nomes-e-titulos-de-jesus-cristo' addthis:title='Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p>A divindade de <a href="http://www.allaboutmormons.com/crencas_mormons_jesus_cristo.php" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo 20:7; Levítico 12; Deuteronômio 5:11) e de nomes dados por sua designação. No caso de filhos da promessa, nomes foram prescritos antes do nascimento; isto é verdade quanto a nosso Senhor <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo e João Batista, que foi enviado para preparar o caminho para o Cristo. Nomes de pessoas foram mudados por orientação divina, quando não suficientemente claros como títulos indicativos do trabalho específico a que esses indivíduos haviam sido chamados, ou das bênçãos especiais a eles conferidas. *<span id="more-362"></span></p>
<p><em><a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a> </em>é o nome individual do Salvador e, assim pronunciado, é derivado do grego. O equivalente hebreu era <em>Yehoshua ou Yeshua ou, </em>traduzido para o português, <em>Josué.</em> No original, o nome era bem compreendido, significando &#8220;Ajuda de Jeová&#8221; ou &#8220;Salvador&#8221;. Embora fosse um nome comum como João, Henrique ou Carlos hoje, foi divinamente prescrito, como já afirmado. O anjo disse a José, o esposo da Virgem: &#8220;&#8230;e chamarás o seu nome <em>Jesus;</em> porque ele salvará o seu povo dos seus pecados&#8221; (Mateus 1:21, 23, 25; Lucas 1:31).</p>
<p><em>Cristo </em>é um título sagrado e não um nome ou designação comum; é de origem grega; e tem significado idêntico ao seu equivalente hebreu Messiah ou Messias, isto é, o <em>Ungindo</em> (João 1:41; 4:25). Outros títulos, cada um possuindo um significado definido, como <em>Emanuel, Salvador, Redentor, Filho Unigênito, Senhor, Filho de Deus, Filho do Homem e </em>muitos outros, aparecem nas Escrituras; o fato de maior importância para nós agora é que esses vários títulos expressam a origem divina do Senhor e Sua posição como Deus. Como vimos, os nomes ou títulos essenciais de Jesus, o Cristo, foram dados a conhecer antes de Seu nascimento e revelados aos profetas, que o precederam no estado mortal (Lucas 1:31; 2:21; Mateus 1:21, 25; ver versículo 23 e comparar com Isaías 7:14; Lucas 2:11. Ver <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/6">Moisés 6:51, 57</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/7">7:20</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/8">8:24</a>. <a href="http://scriptures.lds.org/pt/1_ne/10">1 Néfi 10:4;</a> <a href="http://scriptures.lds.org/pt/2_ne/10">2 Néfi 10:3</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/3">Mosias 3:8</a>).</p>
<p><em>Jeová </em>é a tradução portuguesa do hebraico <em>Yaveh </em>ou <em>Jahveh, </em>que significa o que existe por si mesmo, ou o Eterno. Este nome é, geralmente, usado em nossa versão portuguesa do Velho Testamento como <em>Senhor</em>, impresso em maiúsculas (O nome assim aparece em Gênesis 2:5; ver também Êxodo 6:2-4, e ler para comparação Gênesis 17:1; 35:11). O hebraico, E<em>hyeh, </em>que quer dizer <em>Eu sou</em>, relaciona-se em significado e por derivação ao termo <em>Yahveh </em>ou<em> Jeová; </em>e nisto se encontra a importância deste nome, pelo qual o Senhor Se revelou a Moisés, quando este último recebeu a incumbência de ir ao Egito, para livrar os filhos de Israel do cativeiro: &#8220;então disse Moisés a Deus: Eis que quando vier aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disseram: Qual é o seu nome? Que lhes direi? E disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Disse mais: Assim dirá aos filhos de Israel: Eu Sou me enviou a vós&#8221; (Êxodo 3:13, 14. Comparar com Isaías 44:6; João 8:58; Colossenses 1:17; Hebreus 13:8; Apocalipse 1:4; Moisés 1:3 e outras referências encontradas, para entender melhor a idéia de duração eterna, indicada por esse nome). No verso seguinte, o Senhor declara ser &#8220;o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó.&#8221; Enquanto Moisés estava no Egito, o Senhor lhe revelou, dizendo: &#8220;Eu sou o Senhor. E eu apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui perfeitamente conhecido&#8221; (Êxodo 6:2-3). O fato central indicado por esse nome, <em>Eu Sou </em>ou <em>Jeová</em>, sendo que os dois possuem essencialmente o mesmo significado, é o de uma existência ou duração que não terá fim, e que, julgada por todos os padrões humanos de cálculo, não poderia ter tido início; o nome relaciona-se a outros títulos, tais como <em>Alfa</em> e <em>Ômega, </em>o primeiro e o último, o começo e o fim (Apocalipse 1:11, 17; 2:8; 22:13; comparar com Isaías 41:4; 44:6; 48:12).</p>
<p>Jesus, quando uma vez interrogado e criticado por certos judeus, que consideravam Sua descendência de Abraão como garantida da preferência divina, respondeu-lhes com esta declaração: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu sou&#8221; (João 8:58). O verdadeiro significado desta afirmação seria mais claramente expresso desta maneira: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que, antes de Abraão, existia Eu Sou&#8221;; o que significa o mesmo que &#8211; Antes de Abraão, existia Eu, Jeová. Os capciosos judeus ofenderam-se tanto ao ouviram-No usar um nome que, por interpretação errônea de uma antiga Escritura (Levítico 24:16), não devia ser pronunciado, sob pena de morte, que imediatamente apanharam pedras com a intenção de matá-Lo. Os judeus consideravam <em>Jeová</em> como um nome inexprimível, que não podia ser pronunciado; substituíram-no por outro nome sagrado, embora para eles não proibido, <em>Adonai,</em> que significa <em>o Senhor. </em>O original dos termos <em>Senhor e Deus,</em> como aparecem no Velho Testamento, era <em>Yahveh</em>  ou <em>Adonai</em>; e o Ser divino designado por esses nomes sagrados era, como, demonstrado pelas Escrituras citadas, Jesus, o Cristo. João, evangelista e apóstolo, identifica de maneira positiva <a href="http://mormon.org/learn/0,8672,810-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> com Adonai, ou o Senhor que falou pela voz de Isaías (Isaías 6:8-11; comparar com João 12:40-41, e com Jeová, que falou através de Zacarias (Zacarias 12:10; comparar com João 19:37).</p>
<p>O nome <em>Elohim</em> é de ocorrência freqüente nos textos hebraicos do Velho Testamento, embora não seja encontrado em nossas versões portuguesas. A palavra é um substantivo plural hebreu (&#8220;Eloá&#8221;, no singular, é usada apenas na linguagem poética); mas indica pluralidade de excelência ou intensidade, mais que quantidade. É expressão de exaltação e poder supremo ou absoluto. <em>Elohim, </em>como compreendido e usado na Igreja Restaurada de Jesus Cristo, é o nome de Deus, <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">o Pai Eterno</a>, cujo Primogênito em espírito é <em>Jeová</em> &#8211; o Unigênito na carne, Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus de Nazaré, que em solene testemunho aos judeus se declarou o <em>Eu Sou </em>ou <em>Jeová,</em> que era Deus antes que Abraão vivesse na terra, era o mesmo Ser que é repetidamente proclamado como o Deus que fez convênio com Abraão, Isaque e Jacó; o Deus que guiou Israel do cativeiro do Egito à liberdade da terra prometida, o único Deus conhecido pelos profetas hebreus em geral , por revelação pessoal e direta.</p>
<p>A identificação de Jesus Cristo com o Jeová dos Israelitas foi bem compreendida pelos profetas <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a> e a veracidade de seus ensinamentos foi confirmada pelo Senhor ressuscitado, que Se manifestou a eles logo após Sua ascensão do meio dos apóstolos em Jerusalém. Este é o relato: &#8220;E aconteceu que o Senhor lhes falou dizendo: ‘Levantai-vos e aproximai-vos de mim, para que possais meter as mãos no meu lado e também apalpar as marcas dos cravos em minhas mãos e em meus pés, a fim de que saibais que eu sou o Deus de Israel e o Deus de toda a Terra e fui morto pelos pecados do mundo&#8217;&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/11">3 Néfi 11:13-14</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/1_ne/17">1 Néfi 17:40</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/7">Mosias 7:19</a>).</p>
<p>*A importância de nomes dados por Deus encontra ilustração em muitos exemplos da Escritura. Citamos os seguintes: &#8220;Jesus&#8221; significa <em>Salvador</em> (Mateus 1:21; Lucas 1:31); João significa <em>dom de Jeová, </em>especialmente aplicado ao Batista que foi enviado à Terra para preparar o caminho da vinda de Jeová na carne (Lucas 1:13), &#8220;Ismael&#8221; significa <em>Deus ouvi-lo-á </em>(Gênesis 16:11); &#8220;Isaac&#8221;, significa <em>riso</em> (Gênesis 17:19, comparar com 18:10-15). Como exemplos de nomes mudados por autoridade divina, para expressar bênçãos adicionais ou chamados específicos, considere os seguintes: &#8220;Abrão&#8221;, que significa <em>nobreza </em>ou <em>exaltação</em> e, como geralmente traduzido, <em>pai de elevação, </em>foi mudado para &#8220;Abraão&#8221;, <em>pai de uma multidão,</em> que expressa o motivo da mudança, &#8220;porque por pai da multidão de nações te tenho posto&#8221; (Gênesis 17:5). &#8220;Sarai&#8221;, nome da esposa de Abraão e de significado indefinido, foi substituído por &#8220;Sara&#8221;, que significa <em>a princesa</em> (Gênesis 17:15); &#8220;Jacó&#8221;, nome dado ao filho de Isaque referindo-se a uma circunstância relacionada a seu nascimento e que significa <em>suplantador, </em>foi mudado para &#8220;Israel&#8221;, que significa <em>um soldado de Deus, um príncipe de Deus;</em> como expressado nas palavras que efetuaram a mudança: &#8220;Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste&#8221; (Gênesis 32:28; comparar com 35: 9-10). &#8220;Simão&#8221;, que significa <em>ouvinte, </em>nome do homem que se tornou o apóstolo principal de Jesus Cristo, foi mudado pelo Senhor para &#8220;Cefas&#8221; (Aramaico) ou &#8220;Pedro&#8221; (Grego), que significa <em>uma rocha</em> (João 1:42; Mateus 16:18; Lucas 6:14). A Tiago e João, filhos de Zebedeu, o Senhor conferiu o nome título de &#8220;Boanerges&#8221;, que significa <em>filhos do trovão </em>(Marcos 3:17).</p>
<p>James Talmage, <em>Jesus o Cristo</em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/362/divinos-nomes-e-titulos-de-jesus-cristo' addthis:title='Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Jesus Cristo – O Criador</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus como o Criador]]></category>

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		<description><![CDATA[Como demonstrado antes em relação a outro particular, o Pai participou da obra da criação através do Filho, que assim se tornou o executivo pelo qual foi efetuada a vontade, mandamento ou palavra do Pai. É absolutamente apropriado, portanto, que o Filho, Jesus Cristo, seja designado pelo apóstolo João como o Verbo; ou, como declarado [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/360/jesus-cristo-%e2%80%93-o-criador' addthis:title='Jesus Cristo – O Criador' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p>Como demonstrado antes em relação a outro particular, <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nosso_Pai_Celestial">o Pai</a> participou da obra da criação através <a href="http://www.igrejamormon.org/crencas_mormon_jesus">do Filho</a>, que assim se tornou o executivo pelo qual foi efetuada a vontade, mandamento ou palavra do Pai. É absolutamente apropriado, portanto, que o Filho, <a href="http://lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a>, seja designado pelo apóstolo João como o Verbo; ou, como declarado pelo Pai &#8220;a palavra de meu poder&#8221; (Ver João 1:1; Pérola de Grande Valor: <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/1">Moisés 1:32</a>).<span id="more-360"></span> O papel de <a href="http://lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo na criação, papel tão preeminente que justifica que o chamemos de Criador, é narrado em muitas Escrituras. O autor da Epístola aos Hebreus refere-se distintamente ao Pai e ao Filho como seres separados, embora associados: &#8221; Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a  nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo&#8221; (Hebreus 1:1-2; ver também I Coríntios 8:6). Paulo é ainda mais explícito em sua carta aos Colossenses, na qual, falando sobre <a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a>, o Filho, diz: &#8220;Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele&#8221; (Colossenses 1:16-17). E seja repetido aqui o testemunho de João, de que, pelo Verbo que estava com Deus, e que era Deus desde o início, todas as coisas foram feitas; &#8220;e sem ele nada do que foi feito se fez&#8221; (João 1:1-3).</p>
<p>Que o Cristo, que deveria vir, era na realidade Deus, o Criador, foi revelado claramente aos profetas no hemisfério ocidental. Samuel, o <a href="http://pt.mormonwiki.com/Lamanitas">lamanita</a> convertido, na pregação aos <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a> descrentes, justificou seu testemunho, como segue: &#8220;E também para que saibais da vinda de <a href="http://www.lds.org.br/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a>, o Filho de Deus, o Pai do Céu e da Terra, o Criador de todas as coisas desde o princípio; e para que sabais dos sinais de sua vinda e para que acrediteis em seu nome&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/hel/14">Helamã 14:12</a>, ver também <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/3">Mosias 3:8</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/4">4:2</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/alma/11">Alma 11:39</a>).</p>
<p>A essas citações da Escritura antiga pode, muito apropriadamente, ser adicionado o testemunho pessoal do Salvador Jesus, depois de se tornar um ser ressuscitado. Em Sua visita aos nefitas, proclamou: &#8220;Eis que sou Jesus Cristo, o Filho de Deus. Eu criei os céus, a Terra e todas as coisas que neles há. Eu estava com o Pai desde o princípio. Estou no Pai e o Pai está em mim, e em mim o Pai glorificou seu nome&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/9">3 Néfi 9:15</a>). Para os nefitas, que não compreenderam a relação entre o Evangelho a eles declarado pelo Senhor Ressurreto, e a lei mosaica, que mantinham tradicionalmente em vigor, e que se maravilharam por Ele dizer que as coisas antigas haviam passado, explicou: &#8220;Eis que eu sou aquele que deu a lei e eu sou aquele que fez convênio com meu povo, Israel; portanto a lei se cumpre em mim, porque eu vim para cumprir a lei; conseqüentemente, ela tem um fim&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/15">3 Néfi 15:4-5</a>).</p>
<p>Em revelação na presente ou última <a href="http://pt.mormonwiki.com/Dispensacao">Dispensação</a>, a voz de Jesus Cristo, o Criador do céu e da Terra, foi novamente ouvida: &#8220;Escutai, ó povo de minha igreja, a quem foi dado o reino; atentai e daí ouvidos àquele que estabeleceu os fundamentos da Terra, que fez os céus e todas as suas hostes, e por quem foram feitas todas as coisas que vivem, se movem, e têm seu ser&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/45">Doutrina e Convênios 45:1</a>). E novamente: &#8220;Eis que eu sou Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, que criou os céus e a Terra, uma luz que não pode ser escondida nas trevas&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/14">Doutrina e Convênios 14:9</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/29">29:1, 31</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/76">76:24</a>).</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/360/jesus-cristo-%e2%80%93-o-criador' addthis:title='Jesus Cristo – O Criador' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Trindade</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:50:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[As Escrituras especificam três personagens na Divindade; (1) Deus, o Pai Eterno, (2) Seu Filho Jesus Cristo, e (3) o Espírito Santo. Formam Eles a Santíssima Trindade, compreendendo três indivíduos fisicamente separados e distintos e que, juntos, constituem o conselho presidente dos céus. Pelo menos dois deles aparecem como participantes dirigentes na obra da criação; [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/357/a-trindade' addthis:title='A Trindade' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p><a href="http://jesusocristo.org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-661" src="http://jesusocristo.org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon.jpg" alt="Stephen-Jesus-God-Mormon" width="240" height="321" /></a>As Escrituras especificam três personagens na Divindade; (1) <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">Deus, o Pai Eterno</a>, (2) <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/jesus_cristo">Seu Filho Jesus Cristo</a>, e (3) o <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/espirito_santo">Espírito Santo</a>. Formam Eles a Santíssima Trindade, compreendendo três indivíduos fisicamente separados e distintos e que, juntos, constituem o conselho presidente dos céus. Pelo menos dois deles aparecem como participantes dirigentes na obra da criação; este fato é exemplificado pela pluralidade expressa em Gênesis: &#8220;E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança&#8221;; e mais tarde, ao deliberarem sobre o ato da transgressão de Adão, &#8220;disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós&#8221; (Gênesis 1: 26; 3: 22). <span id="more-357"></span>Pelas palavras de Moisés, reveladas novamente na presente Dispensação, aprendemos mais plenamente a respeito dos Deuses, que se ocupavam ativamente na criação desta Terra: &#8220;E eu, Deus, disse a meu Unigênito, que estava comigo deste o início: Façamos o homem segundo nossa imagem e semelhança.&#8221; E depois, referindo-Se à condição de Adão após <a href="http://pt.mormonwiki.com/Queda_de_Adao">a queda</a>: &#8220;Eu, Deus, disse ao meu Unigênito, que estava comigo desde o princípio&#8221; (Pérola de Grande Valor, <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/2">Moisés 2:26</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/4">4:28</a>). No relato da criação feito por Abraão, &#8220;os Deuses&#8221; são mencionados repetidamente (Pérola de Grande Valor, <a href="http://scriptures.lds.org/pt/abr/contents">Abraão 4 e 5</a>).</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/357/a-trindade' addthis:title='A Trindade' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Duplo Efeito da Expiação</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[A Ressurreição de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
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		<description><![CDATA[Através da expiação realizada por Jesus Cristo &#8211; uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente &#8211; o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/348/o-duplo-efeito-da-expiacao' addthis:title='O Duplo Efeito da Expiação' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/christ.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-192" style="float: left;margin: 5px;border: black 3px solid" src="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/christ.jpg" alt="Christ Suffering" width="186" height="168" /></a></p>
<p>Através da expiação realizada por <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/jesus_cristo">Jesus Cristo</a> &#8211; uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente &#8211; o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar de novo e para sempre na presença do seu <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">Pai Eterno</a>. Esta idéia fundamental está admiravelmente contida na palavra &#8220;expiação&#8221;, que significa &#8220;reconciliação, reparação, compensação&#8221;. O efeito da expiação pode ser convenientemente considerado de duas maneiras: </p>
<p>1 &#8211; Redenção universal da raça humana da morte provocada pela queda de nossos primeiros pais; e </p>
<p>2 &#8211; Salvação, que provê os meios pelos quais são aliviados os efeitos do pecado individual. <span id="more-348"></span></p>
<p>A vitória sobre a morte foi manifestada na ressurreição do Cristo crucificado; Ele foi o primeiro a passar da morte para a imortalidade e assim é adequadamente conhecido como &#8220;as primícias dos que dormem&#8221; (I Coríntios 15:20). Que a ressurreição dos mortos, assim iniciada, se estenderia a todos os que viveram, vivem ou viverão, é atestado por abundante evidência escriturística. Após a ressurreição de nosso Senhor, outros que dormiam no túmulo se levantaram e foram vistos por muitos, não como aparições de espíritos, mas como seres ressurretos possuindo corpos imortais: &#8220;E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos&#8221; (Mateus 27:52-53). </p>
<p>Aqueles que então apareceram são chamados de &#8220;santos&#8221;; e outras escrituras confirmam o fato de que somente os justos ressuscitarão nos primeiros estágios da ressurreição, ainda a ser consumada; mas que todos os mortos deverão, por sua vez, retomar corpos de carne e ossos, é estabelecido, além de qualquer dúvida, na palavra revelada. A afirmação direta do Salvador deve ser conclusiva: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. &#8230;Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação&#8221; (João 5:25,28-29). A doutrina de uma ressurreição universal foi ensinada pelos apóstolos antigos, como também pelos profetas <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a>; e o mesmo é confirmado por revelação dada nos presentes tempos. Mesmo os pagãos, que não conheceram Deus, serão trazidos de suas sepulturas, e, como viveram e morreram na ignorância da lei de salvação, foi provido um meio para que o conhecessem. &#8220;E então as nações pagãs serão redimidas, e os que não conheceram lei alguma tomarão parte na primeira ressurreição; e ser-lhes-á tolerável&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/45">Doutrina e Convênios 45:54</a>). </p>
<p>Jacó, um profeta nefita, ensinou a universidade da ressurreição e demonstrou a necessidade absoluta de um Redentor, sem o qual os propósitos de Deus na criação do homem seriam vãos. Suas palavras constituem um sumário conciso e poderoso da verdade revelada, tratando, diretamente, do presente assunto: </p>
<p>&#8220;Pois assim como a morte tem efeito sobre todos os homens, para que seja cumprido o plano misericordioso do grande Criador, deve existir um poder de ressurreição e a ressurreição deve vir ao homem em razão da transgressão; e porque os homens se tornaram decaídos, foram afastados da presença do Senhor. Portanto é necessário que haja uma expiação infinita &#8211; porque se a expiação não fosse infinita, esta corrupção não poderia revestir-se de incorrupção. Portanto o primeiro julgamento que recaiu sobre o homem deveria ter durado eternamente. E se assim fosse, esta carne teria que apodrecer e desfazer-se em sua terra mãe, para não mais se levantar. Oh! A sabedoria de Deus, sua misericórdia e graça! Pois eis que se a carne não mais se levantasse, nossos espíritos estariam à mercê daquele anjo que caiu da presença do Eterno Deus e tornou-se o diabo, para não mais se levantar. E nosso espírito deveria tornar-se como ele e nós nos tornaríamos diabos, anjos de um diabo, a fim de sermos afastados da presença de nosso Deus e permanecermos com o pai das mentiras, em miséria, como ele mesmo; sim, como aquele ser que enganou nossos primeiros pais, que se transformou quase em um anjo de luz e incita os filhos dos homens a combinações secretas de crimes e de toda sorte de obras secretas das trevas. Oh! Quão grande é a bondade de nosso Deus, que prepara um caminho para nossa fuga das garras desse terrível monstro, sim, aquele monstro, morte e inferno, que eu chamo morte do corpo e também morte do espírito. E por causa do caminho de liberação de nosso Deus, que prepara um caminho para nossa fuga das garras desse terrível monstro, sim, aquele monstro, morte e inferno, que eu chamo morte do corpo e também morte do espírito. E por causa do caminho de libertação de nosso Deus, o Santo de Israel, essa morte da qual falei, que é a física, libertará seus mortos; essa morte é a sepultura. E essa morte da qual falei, que é a morte espiritual, libertará seus mortos; e essa morte espiritual é o inferno; portanto morte e inferno deverão libertar seus mortos; e o inferno deverá libertar seus espíritos cativos e a sepultura deverá libertar seus corpos cativos; e o corpo e o espírito dos homens serão restituídos um ao outro; e é pelo poder da ressurreição do Santo de Israel. Oh! Quão grande é o plano de nosso Deus! Porque, por outro lado, o paraíso de Deus deverá libertar os espíritos dos justos, e a sepultura, libertar os corpos dos justos; e o espírito e o corpo serão reunidos novamente e todos os homens tornar-se-ão incorruptíveis e imortais e serão almas viventes, tendo um perfeito conhecimento, como nós na carne, com a diferença de que o nosso conhecimento será perfeito. (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/2_ne/9">2 Néfi 9:6-13</a>). </p>
<p>A observância da expiação na falta individual, tornando possível ao pecador ser absorvido, através do cumprimento das leis e ordenanças constantes do Evangelho de <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo, é atestada de maneira conclusiva pela Escritura. Uma vez que o perdão dos pecados não pode ser assegurado de outra maneira, não havendo no céu ou na Terra outro nome a não ser o de <a href="http://mormon.org/welcome/0,6929,403-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a>, pelo qual os filhos dos homens serão salvos, toda alma necessita da mediação do Salvador, pois todos são pecadores. &#8220;Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus&#8221;, disse Paulo, e João, o apóstolo, adicionou seu testemunho com estas palavras: &#8220;Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós&#8221;. </p>
<p>Quem duvidará da justiça de Deus, que nega salvação a todos os que não cumprem as condições prescritas, através das quais, unicamente, poderá essa salvação ser obtida? Cristo é a &#8220;causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem&#8221;, e Deus &#8220;recompensará cada um segundo suas obras, a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra e incorrupção; mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, e desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que obra o mal&#8221; (Romanos 2:6-9). </p>
<p>Tal, portanto, é a necessidade de um Redentor, pois, sem Ele, a humanidade permaneceria para sempre no estado decaído, perdendo, inevitavelmente, toda esperança de progresso eterno. A provação mortal representa uma oportunidade de progresso; mas tão grandes são as dificuldades e os perigos, tão</p>
<p>forte é a influência do mal no mundo, e tão fraca é a resistência do homem, que, sem o auxílio de um poder superior ao da humanidade, nenhuma alma encontrará seu caminho de volta a Deus de quem veio. A necessidade de um Redentor reside na capacidade do homem de se elevar do plano temporal para o espiritual, do reino inferior para o superior. Encontramos analogias desta concepção no mundo natural. Reconhecemos uma distinção fundamental entre a matéria inanimada e a matéria viva, entre o inorgânico e o orgânico, entre um mineral sem vida de um lado e a planta ou animal vivente de outro. Dentro das limitações de sua própria ordem, o mineral morto cresce por acréscimo de substância e pode atingir uma condição relativamente perfeita da estrutura e forma, como se vê nos cristais. Mas o mineral, embora trabalhado favoravelmente pelas forças da natureza &#8211; luz, calor, energia elétrica e outras &#8211; nunca pode tornar-se um organismo vivo; nem podem os elementos mortos, através de qualquer processo de combinação química desassociado da vida, entrar nos tecidos da planta para se tornar parte da mesma. Mas a planta, que é de uma ordem superior, encaminha suas raízes para dentro da terra, espalha suas folhas na atmosfera e, através desses órgãos, absorve as soluções do solo, aspira aos gases do ar e, desses materiais sem vida, fabrica os tecidos de sua maravilhosa estrutura. Nenhuma partícula mineral, nenhuma substância química morta jamais se tornou componente de um tecido orgânico, a não ser pela instrumentalidade da vida. Podemos, talvez com proveito, levar a analogia ainda mais adiante. A planta não tem capacidade de elevar o seu próprio tecido ao plano animal. Embora seja reconhecidamente a ordem da natureza que o &#8220;reino animal&#8221; dependa do &#8220;reino vegetal&#8221; para sua subsistência, a substância da planta torna-se parte do organismo animal somente quando este último, de seu plano superior e por sua própria ação vital, incorpora esses compostos vegetais ao seu organismo. Por sua vez, a matéria animal nunca pode tornar-se, mesmo transitoriamente, parte do corpo humano, exceto quando o homem assimila e, por processos vitais de sua própria existência, eleva a substância do animal que lhe deu alimento ao seu plano superior. A comparação aqui empregada é admitidamente frágil, se levada além dos limites razoáveis da aplicação; pois a elevação do mineral ao plano da planta, do tecido vegetal ao nível animal e a elevação de ambos ao plano humano não constituem senão uma mudança temporária; com a dissolução dos tecidos superiores, o material que lá se encontra volta ao nível do inanimado e morto. Mas, como ilustração, a analogia talvez não careça totalmente de valor. </p>
<p>Assim, para que o homem avance do seu atual estado de relativa decadência para a condição superior de uma vida espiritual, é preciso que haja cooperação de um poder acima do seu. Através da operação das leis que prevalecem no reino superior, o homem pode ser alcançado e elevado; não pode salvar a si mesmo por seu próprio esforço, sem auxílio. Um Redentor e Salvador da humanidade é, sem qualquer dúvida, essencial à realização do plano do Pai Eterno, levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/1">Moisés 1:39</a>), e esse Redentor e Salvador é <a href="http://mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a>, além do qual não há e não pode haver outro.  </p>
<p>James Talmage, <em><a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a> o Cristo</em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/348/o-duplo-efeito-da-expiacao' addthis:title='O Duplo Efeito da Expiação' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A necessidade da expiação de Jesus Cristo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 19:41:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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			   </div><p><a href="http://jesusocristo.org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-642" src="http://jesusocristo.org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg" alt="mormon-jesus-christ-nephites" width="320" height="254" /></a>A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas naturais; mas virá, como Satanás bem o sabe; e neste conhecimento está o seu atual, embora temporário, triunfo. Mas são os propósitos de Deus, como sempre o foram e sempre o serão, infinitamente superiores aos mais profundos desígnios dos homens ou demônios; e, mesmo antes que o primeiro homem fosse criado na carne, tomaram-se providências contra as maquinações satânicas que pretendiam fazer da morte um mal inevitável, perpétuo e supremo. A expiação a ser efetuada por <a class="external_link_tool" href="http://jesusocristo.org/">Jesus</a> Cristo foi estabelecida para sobrepujar a morte e prover um meio de resgate do poder de Satanás.<span id="more-110"></span></p>
<p>Como a penalidade a que está sujeita a queda recaiu sobre a raça humana, através de um ato individual, seria manifestamente injusto e, portanto, impossível como parte do propósito divino, fazer com que todos os homens sofressem as conseqüências da mesma, sem uma providência para a sua libertação. Ademais, uma vez que pela transgressão de um homem o pecado veio ao mundo e a morte foi transmitida a todos, é razoável que a expiação necessária tenha sido efetuada por um homem*. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida” (Romanos 5:12,18). Assim ensinou o apóstolo Paulo; e ainda: “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (I Coríntios 15:21,22).</p>
<p>A expiação deveria ser evidentemente um sacrifício vicário, voluntário e inspirado no amor por parte de <a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a>; universal em sua aplicação à humanidade, desde que os homens aceitassem os meios de salvação postos ao seu alcance. Para tal missão, poderia ser eleito apenas alguém que não tivesse pecado. Mesmo as vítimas do altar, que a antiga Israel oferecia como propiciação provisória pelas ofensas do povo sob a lei mosaica, tinham quer ser limpas e destituídas de mácula ou imperfeição; de outra maneira, seriam inaceitáveis e a tentativa de oferecê-las era sacrilégio. <a class="external_link_tool" href="http://mormon.org/welcome/0,6929,403-2,00.html">Jesus Cristo</a> era o único Ser que possuía os requisitos para o grande sacrifício:</p>
<p>1 – Como único Homem sem pecado;</p>
<p>2 – Como o Unigênito do Pai e, portanto, o único Ser nascido na Terra, possuindo em Sua plenitude os atributos tanto de Deus como do homem.</p>
<p>3 – Como o único que tinha sido escolhido no céu e preordenado para esse serviço.</p>
<p>Que outro homem houve sem pecado e, portanto, completamente isento do domínio de Satanás e a quem a morte, salário do pecado, não foi naturalmente devida? Tivesse <a href="http://mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> encontrado a morte como os outros homens – resultado do poder que Satanás adquiriu sobre eles, através de seus pecados – Sua morte não teria sido senão uma experiência individual, expiatória apenas de Suas próprias faltas e ofensas. A absoluta inexistência de pecados em Cristo qualificou-O. Sua humildade e voluntariedade tornaram-No aceitável ao Pai, como sacrifício expiatório para a propiciação de todos os pecados dos homens.</p>
<p>Que outro homem viveu com poder para resistir à morte, sobre o qual a morte não poderia prevalecer, senão através de Sua própria submissão? Jesus Cristo, entretanto, não podia ser morto até que “chegasse Sua hora”, sendo esta a hora em que voluntariamente entregasse Sua vida, permitindo Sua própria morte através de um ato espontâneo. Nascido de mãe mortal, Ele herdara a capacidade de morrer; gerado por um Ser imortal, possuía por herança o poder de resistir à morte indefinidamente. Ele literalmente entregou Sua vida; e esta é Sua própria afirmação: “Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a toma-la” (João 10:17-18). E ainda: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo”. (João 5:26). Somente tal Ser poderia conquistar a morte; e ninguém, senão Jesus Cristo, possuía esta condição indispensável ao Redentor do mundo.</p>
<p>Que outro homem veio à Terra com tal desígnio, revestido da autoridade de tal preordenação? Jesus Cristo, no entanto, não se apropriou da missão expiatória. É verdade que Ele Se ofereceu quando do chamado dos céus; é verdade que foi aceito, e no devido tempo veio à Terra, para levar a efeito os termos daquela anuência; mas Ele foi escolhido por Um maior que Ele próprio. Sua afirmação de autoridade teve sempre como essência o fato de que agia sob a direção do pai, como o testemunham estas palavras: “Porque eu desci do céu; não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:30).</p>
<p>*Redenção do efeito da queida – “O <a class="external_link_tool" href="http://www.familiamormon.com/mormons_sao_cristaos">Mormonismo</a> aceita a doutrina da queda e o relato da transgressão no Édem, como apresentados em Gênesis; mas afirma que ninguém, senão Adão, pode ou poderá responder pela desobediência de Adão; que a humanidade em geral está completamente absolvida da responsabilidade daquele ‘pecado original’ e que cada um terá que prestar contas apenas de suas próprias transgressões; que Deus tinha presciência da queda, que a mesma foi usada como meio pelo qual se inaugurou a indispensável condição de mortalidade; e que um Redentor foi provido antes que o mundo existisse; que a salvação geral, no que se refere à redenção dos efeitos da queda, é dada a todos sem que a busquem; mas que a salvação individual ou libertação dos efeitos dos pecados pessoais deve ser conquistada pela fé e obras de cada pessoa através da redenção efetuada por Jesus Cristo”.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo e Story and Philosophy of Mormonism</p>
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		<title>Quais contribuições únicas sobre Jesus são encontradas no evangelho de Lucas?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 18:12:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho de Lucas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tentação no Deserto]]></category>

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		<description><![CDATA[Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre Jesus. O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que Jesus disse e fez e o Livro de Atos revela o que [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/96/quais-contribuicoes-unicas-sobre-jesus-sao-encontradas-no-evangelho-de-lucas' addthis:title='Quais contribuições únicas sobre Jesus são encontradas no evangelho de Lucas?' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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						</div>
			   </div><p>Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre <a href="http://jesusocristo.org/" class="external_link_tool">Jesus</a>.</p>
<p>O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que <a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a> disse e fez e o Livro de Atos revela o que Jesus fez através do Espírito Santo após sua ascensão – uma continuação que foi escrita para ser lida junta.</p>
<p>Lucas contém uma extensa narrativa do nascimento, destacando a história de Isabel e de Maria (Lucas 1), e é o único Evangelho que registra a história de Jesus ir para Jerusalém quando ele tinha doze anos de idade (Lucas 2:41-50). Assim como Mateus, o Evangelho de Lucas provê um registro detalhado das tentações no deserto (Lucas 4:1-13). <span id="more-96"></span>Adicionalmente, Lucas provê mais parábolas que os outros evangelhos, incluindo algumas que das historias mais memoráveis de Jesus, tal como o Bom Samaritano ou o Filho Prodigo (Lucas 10: 30-37; 15: 11-32).</p>
<p>Como podemos perceber, Lucas também destacou o papel da mulher e proveu informações importantes sobre Maria Madalena, João, Susana e muitas outras (Lucas 8:2-3). O autor parecia interessado em Jesus como um curador e registra suas atividades com relação a esse assunto (veja, por exemplo, Lucas 8:41-56).</p>
<p>Lucas destaca a semana final de Jesus, enfatizando que Jesus ensinou no templo todos os dias (Lucas 19:47). Adicionalmente, Lucas detalha como Jesus preparou seus discípulos para sua partida.</p>
<p>Finalmente, os Evangelhos provêem uma discussão detalhada do que aconteceu no primeiro dia da semana, quando Jesus foi levantado dos mortos (Lucas 24).</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/96/quais-contribuicoes-unicas-sobre-jesus-sao-encontradas-no-evangelho-de-lucas' addthis:title='Quais contribuições únicas sobre Jesus são encontradas no evangelho de Lucas?' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Necessidade de um Redentor</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 16:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Bom e Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
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			   </div><p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-200" style="float: right;margin: 4px;border: black 3px solid" src="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif" alt="Christ is our Redeemer" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Explicamos, até agora, que toda a raça humana existiu no mundo anterior, na forma de seres espirituais, e que esta Terra foi criada com o propósito de possibilitar a esses espíritos as experiências da mortalidade. Quando ainda nesse estado espiritual, foram investigados dos poderes de arbítrio ou escolha; e foi parte do plano divino que nascessem livres na carne, herdeiros do direito inalienável de liberdade, para escolher e agir por si próprios na mortalidade. É inegavelmente essencial ao progresso eterno dos filhos de Deus que estejam sujeitos às influências tanto do bem como do mal, a fim de que sejam experimentados e provados, “para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar” ( Jó 38:7). O livre-arbítrio é um elemento indispensável a tal teste.<span id="more-72"></span></p>
<p>O Pai Eterno compreendeu bem as naturezas dessemelhantes e a variada capacidade de sua prole espiritual; e sua infinita presciência fez-lhe saber, mesmo no começo, que na escola da vida alguns de Seus filhos venceriam e outros falhariam; alguns seriam fiéis, outros falsos; alguns escolheriam o bem, outros o mal; alguns procurariam o caminho da vida, enquanto outros escolheriam a estrada que leva à destruição. Ademais, previu que a morte entraria no mundo e que a posse de corpos pelos Seus Filhos seria de breve duração individual. Viu que Seus mandamentos seriam desobedecidos e Sua lei violada, e que os homens, expulsos de Sua presença e sozinhos, sucumbiriam em vez de se elevarem, regrediriam em vez de progredirem, e seriam perdidos para os céus. Era necessário prover-se um meio de redenção, pelo qual o homem pecador pudesse fazer reparações e, cumprindo a lei estabelecida, ser salvo e alcançar exaltação nos mundos eternos. O poder da morte deveria ser sobrepujado de forma que, embora tivessem necessidade de morrer, vivessem novamente, com seus espíritos revestidos de corpos imortalizados, sobre os quais a morte não poderia novamente prevalecer.</p>
<p>Que a ignorância e irreflexão não nos guiem ao erro de supormos que a presciência do Pai quanto ao que aconteceria, em dadas condições, haja determinado que o mesmo acontecesse. Não era seu desígnio que as almas dos homens se perdessem; pelo contrário, era e é sua obra e glória “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem”. * Não obstante, Ele viu o mal em que Seus Filhos por certo cairiam; e com infinito amor e misericórdia, estabeleceu meios para evitar o terrível efeito, com a condição de que o transgressor decidisse beneficiar-se dos mesmos. A oferta do Primogênito de estabelecer, através de Seu próprio ministério entre os homens, o Evangelho de salvação e de sacrificar-Se, através de trabalho, humilhação e sofrimento mesmo até à morte, foi aceita, tornando-se o plano preordenado de redenção do homem da morte, de sua eventual salvação dos efeitos do pecado e de sua possível exaltação através de atos virtuosos.</p>
<p>*”O Pai das almas conferiu a Seus Filhos, desde o berço, o divino privilégio do livre-arbítrio; Ele não os controla e não os controlará por força arbitrária, não impele homem algum ao pecado; não força ninguém à retidão. Ao homem foi dada liberdade para agir por si próprio e, associada a essa independência está a certeza de uma responsabilidade estrita e individual. No julgamento que teremos de enfrentar, todas as condições e circunstâncias de nossa vida serão consideradas. As tendências inatas devidas à hereditariedade, o efeito do ambiente, tendo sido o mesmo conducente ao bem ou ao mal, os sadios ensinamentos da juventude ou a ausência de boa instrução – estes e todos os outros fatores contribuintes devem ser tomados em consideração, ao ser apresentado um veredito justo quanto à culpabilidade ou inocência da alma. Não obstante, a sabedoria divina torna claro qual será o resultado de tais condições agindo sobre as naturezas e disposições conhecidas dos homens, enquanto cada indivíduo é livre para escolher o bem ou o mal, dentro dos limites das muitas condições existentes e operantes.” – Do mesmo autor, A Grande Apostasia, p.21; ver também Regras de Fé, cap. 3.</p>
<p>James Talmage, <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> o Cristo</p>
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		<title>O Plano de Compulsão de Satanás e o Plano de Arbítrio de Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 16:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de o homem ser colocado na Terra – desconhecemos quanto tempo antes – Cristo e Satanás, juntamente com hostes de filhos espirituais de Deus, existiram como indivíduos inteligentes, que possuíam o poder e a oportunidade de optar pelo rumo que tomariam, e os líderes que iriam seguir e a quem obedecer (ver Nota 1). [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://jesusocristo.org/71/o-plano' addthis:title='O Plano de Compulsão de Satanás e o Plano de Arbítrio de Cristo' ><a class="addthis_button_facebook"></a><a class="addthis_button_twitter"></a><a class="addthis_button_orkut"></a><a class="addthis_button_formspring"></a><a class="addthis_button_live"></a><a class="addthis_button_email"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
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			   </div><p>Antes de o homem ser colocado na Terra – desconhecemos quanto tempo antes – Cristo e Satanás, juntamente com hostes de filhos espirituais de Deus, existiram como indivíduos inteligentes, que possuíam o poder e a oportunidade de optar pelo rumo que tomariam, e os líderes que iriam seguir e a quem obedecer (ver Nota 1). Nesse grande conselho de inteligências espirituais, foi apresentado, e indubitavelmente discutido o plano do Pai, segundo o qual Seus Filhos avançariam para o segundo estado. A oportunidade assim colocada ao alcance dos espíritos, que teriam o privilégio de vir à Terra e nela receber corpos, era tão transcendentalmente gloriosa, que aquelas multidões celestiais romperam em cânticos e clamaram de júbilo (Jó 38:7).<span id="more-71"></span></p>
<p>O plano de compulsão de Satanás, pelo qual todos seriam conduzidos em segurança através da mortalidade, destituídos da liberdade de ação e do direito de escolha, tão limitados, que seriam compelidos a fazer o certo – de maneira que nenhuma alma fosse perdida – foi rejeitado; e a humilde oferta de <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/" class="external_link_tool">Jesus</a>, o Primogênito – para assumir a mortalidade e viver entre os homens como Exemplo e Mestre, respeitando a santidade do arbítrio do homem, mas ensinando-o a usar sabiamente essa divina herança – foi aceito. Essa decisão provocou uma guerra, que resultou na derrota de Satanás e seus anjos, que foram expulsos e destituídos dos ilimitados privilégios decorrentes do estado mortal, ou segundo estado.</p>
<p>Naquele augusto conselho dos anjos e dos Deuses, o Ser que mais tarde nasceu na carne como Jesus, o filho de Maria, teve atuação destacada, e ali mesmo foi ordenado pelo Pai para ser o Salvador da humanidade. Quanto ao tempo, usando-se o termo no sentido de toda a duração passada, é esta a nossa primeira referência ao Primogênito entre os filhos de Deus; para nós que a lemos, marca o início da história escrita de Jesus, o Cristo (ver Nota 2).</p>
<p>As escrituras do Velho Testamento, conquanto abundantes em promessas relativas ao advento de Cristo na carne, são menos taxativas quanto às informações concernentes à Sua existência pré-mortal. Os filhos de Israel, que viviam sob a lei e não estavam preparados para receber o Evangelho, esperavam que o Messias fosse alguém nascido da linhagem de Abraão e Davi, com poderes para livrá-los de seus fardos pessoais e nacionais, e para vencer seus inimigos. A condição do Messias como filho escolhido de Deus, que estava com o Pai desde o princípio, um Ser com força e glória preexistentes, foi pelo povo em geral; e embora a grande verdade tenha sido revelada (Salmos 25:14; Amós 3:7) aos profetas especialmente comissionados com a autoridade e privilégios do Santo Sacerdócio, eles a transmitiram ao povo em linguagem simbólica e por parábolas, ao invés de fazê-lo de maneira simples e direta. Não obstante o testemunho dos evangelistas e dos apóstolos, a confirmação do próprio Cristo enquanto na carne e as revelações que nos foram dadas na presente dispensação fornecem-nos suficientes provas escriturísticas.</p>
<p>Nas linhas iniciais do Evangelho escrito pelo apóstolo João, lemos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez&#8230; E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:1-3; 14; ver também I João 1:1; 5:7, Apocalipse 19:13; comparar com Doutrina e Convênios 93:1-17, 21).</p>
<p>A passagem é simples, precisa e inequívoca. Podemos, com boas razões, dar à expressão “No Princípio” o mesmo significado que lhe é dado nas primeiras linhas do Gênesis, e isso pode significar um tempo anterior às primeiras etapas da existência humana sobre a Terra. Que o Verbo é <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a>, que estava com o Pai naquele princípio, achando-Se investido de poderes e posição divina, e que veio ao mundo e habitou entre os homens, são verdades afirmadas de maneira definitiva. Essas declarações são corroboradas por um revelação dada a Moisés, na qual lhe foi permitido ver muitas das criações de Deus, e ouvir a voz do Pai a respeito das coisas que haviam sido feitas: “E pela palavra de meu poder criei-as, a qual é meu Filho Unigênito que é cheio de graça e verdade.” (Pérola de Grande Valor, Moisés 1:32, 33; ver também 2:5).</p>
<p>O apóstolo João afirma repetidamente a preexistência do Cristo, bem como o fato de Sua autoridade e poder no estado pré-mortal (I João 1:1-3; 2:13-14, 4:9; Apocalipse 3:14). Paulo (II Timóteo 1:9, 10; Romanos 16:25; Efésios 1:4; 3:9, 11; Tito 1:2. Ver especialmente Romanos 3:25 e notar a tradução marginal – “preordenado” – modificando a passagem para: “Ao qual Deus preordenou para propiciação.”) e Pedro dão o mesmo testemunho. Ao instruir os santos sobre as bases da fé, Pedro afirmou-lhes que a sua redenção não poderia ser garantida através de coisas corruptíveis, ou pela observância exterior de requisitos tradicionais. “Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, , o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós.” (I Pedro 1:19-20).</p>
<p>Ainda mais impressionantes e convincentes são os testemunhos pessoais do Salvador quanto à Sua própria vida na preexistência, e à missão entre os homens, para qual havia sido designado. Nenhuma pessoa que aceite Jesus como Messias, pode, consistentemente rejeitar estas evidências de Sua natureza eterna. Certa ocasião, quando os judeus discutiam entre si na sinagoga, e murmuravam por não poderem compreender a doutrina de Cristo concernente a si próprio, especialmente no tocante à Sua relação com o Pai, Jesus lhes disse:”Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” E depois, continuando a lição baseada no contraste entre o maná que alimentara seus pais no deserto, e o pão da vida que Ele oferecia, acrescentou: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu”, e novamente declarou: “&#8230; o Pai, que vive, me enviou.” Não foram poucos os discípulos incapazes de compreender Seus ensinamentos; e seus protestos provocaram estas palavras: “Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do Homem para onde primeiro estava?” (João 6:38, 51, 57, 61, 62).</p>
<p>A certos judeus iníquos, envoltos no manto do orgulho racial, e que se jactavam de sua descendência através da linhagem de Abraão, tentando desculpar seus próprios pecados com o uso injustificado do nome do grande patriarca, nosso Senhor assim proclamou Sua própria preeminência: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu sou.” (João 8:58; ver também 17:5, 24; comparar com Êxodo 3:14). O significado mais amplo deste comentário será discutido adiante; é suficiente, no momento, que se considere esta escritura como uma franca admissão da precedência e supremacia do Senhor sobre Abraão. Mas como o nascimento de Abraão precedeu o de Cristo por mais de dezenove séculos, tal prioridade deve referir-se a uma existência anterior ao estado mortal.</p>
<p>Ao se aproximar a hora da traição, na Sua última entrevista com os apóstolos, antes da angustiante experiência em Getsêmani, Jesus confortou-os, dizendo: “Pois o mesmo Pai vos ama&#8230;; &#8230;outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai.” (João 16:27, 28; ver também 13:3). Ademais, na oração por aqueles que haviam sido fiéis aos seus testemunhos da função messiânica de Jesus, Ele dirigiu-se ao Pai com esta invocação solene: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.” (João 17:3-5, ver também versículos 24 e 25).</p>
<p>As Escrituras do <a href="http://profetajosephsmith.org/faq/livros-mormons" class="external_link_tool">Livro de Mórmon</a> são igualmente explícitas quanto às provas da preexistência de Cristo e da pré-designação de sua tarefa. Somente uma das muitas evidências ali encontradas será citada aqui. Um profeta antigo, designado nos registros como “o irmão de Jarede”( ver nota 3), certa vez demandou com o Senhor em súplica especial: “E o Senhor disse-lhe: Crês nas palavras que eu direi? E ele respondeu: Sim, Senhor, eu sei que falas a verdade, porque és um Deus da verdade e não podes mentir. E quando disse estas palavras, eis que o Senhor se mostrou a ele e disse: Por saberes estas coisas, ficas redimido da queda; portanto és conduzido de volta a minha presença; portanto, mostro-me a ti. Eis que eu sou aquele que foi preparado desde a fundação do mundo para redimir meu povo. Eis que eu sou Jesus Cristo. Eu sou o Pai e o Filho. Em mim toda a humanidade terá vida e tê-la-á eternamente, sim, aqueles que crerem em meu nome; e eles tornar-se-ão meus filhos e minhas filhas. E nunca me mostrei ao homem que criei, porque nunca o homem creu em mim como tu creste. Vês que foste criado segundo minha própria imagem? Sim, todos os homens foram criados, no princípio, à minha própria imagem. Eis que este corpo que ora vês é o corpo do meu espírito; e o homem foi por mim criando segundo o corpo do meu espírito; e assim como te apareço em espírito, aparecerei a meu povo na carne.” (Livro de <a href="http://www.alaum.net/index.php?OPCAO=6&amp;SUBOPCAO=30" class="external_link_tool">Mórmon</a>, Éter 3:11-16. Ver também 1 Néfi 17:30; 19:7; 2 Néfi 9:5; 11:7; 25:12; 26:12; Mosias 3:5; 7:27; 13:34; 15:1; Alma 11:40; Helamã 14:12; 3 Néfi 9:15). Os fatos principais evidenciados por esta Escritura, e que têm relação direta com o assunto presente, são as manifestações do Cristo enquanto ainda no Seu estado pré-mortal, e a Sua declaração de que havia sido escolhido desde a fundação do mundo para ser o Redentor.</p>
<p>As revelações dadas através dos profetas de Deus na atual dispensação estão repletas de evidências sobre a designação e ordenação de Cristo no mundo pré-mortal; e todo o conteúdo das Escrituras encontradas em Doutrinas e Convênios pode ser chamado em testemunho. Os seguintes exemplos ilustram particularmente este ponto. Em maio de 1833, em uma comunicação a <a href="http://profetajosephsmith.org/" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>, o Profeta, o Senhor declarou ser aquele que havia, em outros tempos, vindo do Pai para o mundo, e de quem João havia prestado testemunho como sendo o Verbo; e é reiterada a verdade solene de que Ele, Jesus Cristo, “era no princípio, antes de o mundo existir”, e mais, que Ele era o Redentor que “veio ao mundo porque o mundo foi feito por ele, e nele estava a vida dos homens e a luz dos homens.” Novamente, a Escritura refere-se a Ele como “Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade, &#8230;que veio e habitou na carne.” Na mesma revelação, o Senhor disse: “E agora, na verdade vos digo: “Eu estava no princípio com o Pai, e eu sou o Primogênito.” (Doutrina e Convênios 93:1-17,21). Numa ocasião anterior, como testifica o profeta moderno, ele e seu companheiro de sacerdócio foram iluminados pelo Espírito, de maneira que se tornaram capazes de ver e compreender as coisas de Deus – “Até as coisas que existiram desde o princípio, antes do mundo existir, as quais foram ordenadas pelo Pai, por meio do seu Filho Unigênito, que estava no seio do Pai desde o princípio; de quem testemunhamos; e o testemunho que prestamos é a plenitude do Evangelho de Jesus Cristo, que é o Filho, o qual vimos e com quem conversamos na visão celestial” (Doutrina e Convênios 76:13-14).</p>
<p>O testemunho das Escrituras dadas a ambos os hemisférios, tanto as antigas quanto as modernas; as inspiradas declarações dos profetas e apóstolos e as palavras do próprio Mestre são unânimes em proclamar a preexistência de Cristo e Sua ordenação para Salvador e Redentor da humanidade – no começo, sim, mesmo antes da fundação do mundo.</p>
<p>Nota 1 – Diferentes Níveis das Inteligências no Estado Pré-Mortal. – Uma revelação a Abraão mostra com grande clareza que os espíritos dos homens existiram como inteligências individuais, de vários graus de habilidade e poder antes de estabelecido o estado mortal na terra, e mesmo antes da criação do mundo como habitação adequada para os seres humanos: “Ora, o Senhor mostrara a mim, Abraão, as inteligências que foram organizadas antes de o mundo existir; e entre todas essas havia muitas nobres e grandes. E Deus viu que essas almas eram boas; e ele estava no meio delas e disse: A estes farei meus governantes; pois ele se encontrara entre aqueles que eram espíritos e viu que eles eram bons; e disse-me: Abraão, tu és um deles; foste escolhido antes de nasceres.” (Pérola de Grande Valor, Abraão 3:22-23).</p>
<p>Os versículos seguintes demonstram que tanto Cristo quanto Satanás estavam entre aquelas inteligências exaltadas, e que Cristo foi escolhido, enquanto Satanás foi rejeitado como futuro Salvador da humanidade: “E estava entre eles um que era semelhante a Deus, e ele disse aos que se achavam com ele: Desceremos, pois há espaço lá, e tomaremos destes materiais e faremos uma terra onde estes possam habitar; e assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar; e os que guardarem seu primeiro estado receberão um acréscimo; e os que não guardarem seu primeiro estado, não terão glória no mesmo reino que aqueles que guardarem seu primeiro estado; e os que guardarem o seu segundo estado terão um acréscimo de glória sobre sua cabeça para todo o sempre. E o Senhor disse: Quem enviarei? E um semelhante ao Filho do Homem, respondeu: Eis-me aqui, envia-me. E outro respondeu e disse: Eis-me aqui, envia-me. E o Senhor disse: Enviarei o primeiro. E o segundo irou-se e não guardou seu primeiro estado; e, naquele dia, muitos os seguiram.”(versículos 24-28).</p>
<p>Nota 2 – O Primeiro Conselho nos Céus – “É declarado de maneira definitiva no Livro de Gênesis que Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança’. E novamente, depois que Adão havia tomado do fruto proibido, o Senhor afirmou: ‘Eis que o homem é como um de nós’; pelo que se conclui que houve deliberação conjunta sobre todo o trabalho relativo à criação do mundo, e, embora Deus tenha falado da maneira registrada na Bíblia, é evidente que Ele conferenciou com outros. As Escrituras nos dizem que há ‘muitos deuses e muitos senhores. Todavia para nós há um só Deus, o Pai’ (I Coríntios 8:5). E é por essa razão que, embora outros tenham estado envolvidos na criação dos mundos, o relato da Bíblia foi feito da forma que conhecemos, pois a plenitude dessas verdades só é revelada a pessoas altamente favorecidas, por certas razões conhecidas por Deus. As escrituras nos dizem que ‘O segredo do Senhor é para os que o temem; e ele lhes fará saber o seu concerto’ – Salmos 25:14.</p>
<p>“É razoável acreditar que nesse Conselho nos Céus, foi devidamente considerado o plano que deveria ser adotado em relação aos filhos de Deus, que até então eram espíritos, e ainda não tinham recebido tabernáculos. Pois, em vista da criação do mundo e da colocação do homem nele, onde lhe seria possível obter um tabernáculo, e nesse tabernáculo obedecer às leis da vida e com ele ser novamente exaltado entre Deuses ‘as estrelas da manhã juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam.’ Segundo nos é revelado, aí levantou-se a questão de como, e sobre que princípio deveria ser efetuada a salvação, exaltação e glória eterna dos filhos de Deus. É que depois de um debate total sobre esses princípios, e da declaração da vontade do Pai concernente aos seus desígnios, Lúcifer apresentou-se com um plano próprio, dizendo: ‘Eis-me aqui, manda-me e serei teu filho e redimirei a humanidade toda, de modo que nem uma só alma se perderá, e sem dúvida o farei; portanto dá-me tua honra.’ Mas Jesus, ouvindo a declaração de Lúcifer, disse: ‘Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre.’ Pelas palavras do Filho bem-amado, podemos deduzir que durante a discussão desse assunto, o Pai havia manifestado Sua vontade, e apresentado Seus planos, e tudo o que o Primogênito desejava fazer era cumprir a vontade do Pai, a qual tudo indica, havia sido expressa anteriormente. Ele também desejava que a glória fosse dada a Deus, o Pai, que como arquiteto e criador do plano tinha direito a toda honra e glória. Mas Lúcifer desejava introduzir um plano contrário à vontade do Pai, reclamando para si a honra e disse: ‘Ele quis obrar contrariamente à vontade do Pai, e, presunçosamente, tentou despojar o homem do seu livre-arbítrio, tornando-o servo, e colocando-o numa tal posição, que lhe seria impossível obter aquela exaltação que, segundo os desígnios de Deus, deveria pertencer-lhes, através da obediência à lei que ele havia sugerido; e novamente Lúcifer desejava a honra e glória de seu Pai que lhe possibilitaria levar avante princípios contrários à sua vontade.” – John Taylor, Mediation and Atonement, PP. 93,94.</p>
<p>Nota 3 – Os Jareditas – “Das duas nações cujas histórias constituem o Livro de Mórmon a primeira em ordem cronológica é a do povo de Jarede, que segui seu líder desde a torre de Babel na época da confusão das línguas. Sua história foi escrita sobre vinte e quatro placas de ouro, por Éter, o último de seus profetas, que prevendo a destruição de seu povo por causa da iniqüidade, escondeu as placas históricas. Elas foram encontradas em 123 a.C., por uma expedição enviada pelo rei Lími, governante dos nefitas. O registro gravado sobre essas placas foi posteriormente resumido por Morôni, que o anexou ao Livro de Mórmon. Esse resumo aparece na tradução moderna sob o nome de Livro de Éter.</p>
<p>“O nome do primeiro e principal profeta dos jareditas não é mencionado no registro que possuímos; ele é conhecido apenas como o irmão de Jarede. Sobre o povo aprendemos que, em meio à confusão de Babel, Jarede e seu irmão pediram ao Senhor que os poupasse, juntamente com seus companheiros, da dispersão iminente. Suas orações foram atendidas e o Senhor os guiou, com um número considerável de pessoas que, como eles, não se haviam contaminado com a idolatria, para longe de seus lares, prometendo conduzi-los a uma terra escolhida sobre todas as outras. A rota de sua viagem não é dada com exatidão; somente sabemos que atravessaram o oceano e lá construíram oito embarcações, nas quais se fizeram ao mar. Esses barcos eram pequenos, e seu interior escuro; mas o Senhor fez com que algumas pedras se tornassem luminosas, as quais forneceram a claridade necessária aos viajantes. Depois de uma viagem de trezentos e quarenta e quatro dias, a colônia desembarcou numa praia do oeste da América do Norte provavelmente em um lugar ao sul do golfo da Califórnia, e ao norte do istmo do Panamá.</p>
<p>“Ali, a colônia transformou-se numa nação florescente mas, em conseqüência de dissensões internas, dividiu-se em grupos que lutaram entre si até que todo o povo fosse destruído. Essa destruição, que ocorreu perto da colina Ramá, mais tarde conhecida entre os nefitas como Cumora, deu-se, aproximadamente, na época do desembarque de Leí na América do Sul, 590 a.C.” – O autor, Regra de Fé, Cap.14.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo</p>
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