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	<title>Jesus O Cristo &#187; O Novo Testamento</title>
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		<title>Jesus Cristo no Mormonismo</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 01:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[A Ressurreição de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roy A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (com frequência chamada erroneamente de Igreja Mórmon) está centrada em Jesus Cristo. Os Mórmons frequentemente são acusados de não serem Cristão, mas está é uma declaração ridícula. Os Santos dos Últimos Dias acreditam Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Redentor [...]]]></description>
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			   </div><p><em>Por Roy</em></p>
<p><a href="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Jesus-Cristo-e-os-Pescadores.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-906" title="Jesus Cristo e os Pescadores" src="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Jesus-Cristo-e-os-Pescadores-251x300.jpg" alt="" width="251" height="300" /></a></p>
<p>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (com frequência chamada erroneamente de Igreja Mórmon) está centrada em Jesus Cristo. Os <a href="http://www.mormons.eng.br/" class="external_link_tool">Mórmons</a> frequentemente são acusados de não serem Cristão, mas está é uma declaração ridícula. Os Santos dos Últimos Dias acreditam <a href="http://igrejadejesuscristo.org/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> é o Filho de Deus e o Redentor e Salvador do mundo. Ele é o único caminho de volta para Deus.</p>
<p>No Novo Testamento o apóstolo João disse &#8220;No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.<br />
Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.&#8221; (João 1:1 &#8211; 5, 14).</p>
<p>A doutrina que Jesus Cristo é o Verbo, conforme citado pelo Apostolo João, é central para o Cristianismo, incluindo o Mormonismo. Jesus Cristo veio ao mundo e através Dele o mundo será salvo. Ele é o Unigênito do Pai na carne. Ele é também o Grande Exemplo para a humanidade. E através do poder redentor de Sua expiação, todas as pessoas que se arrependerem de seus pecados e aceitar a plenitude do evangelho eterno poderão voltar um dia a presença de Deus.</p>
<p>O Apostolo Paulo em sua carta aos Efésios disse: &#8220;E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo;&#8221; (Efésios 3:9). Nosso Senhor Jesus Cristo, sobe a direção do Pai, criou os céus e a terra e tudo o que neles há. A <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/noticias/article-view/archive/2011/december/article/compreendendo-a-doutrina-mormon.html" class="external_link_tool">doutrina Mórmon</a> ensina isso.</p>
<p>A Expiação é o grande ato de amor que Jesus Cristo demonstrou por toda a humanidade. A Expiação nos possibilita voltar a presença do Pai através da obediência às ordenanças do evangelho. Um dos maiores dons da Expiação é o poder que ganhamos de vencer a morte através da ressurreição. &#8220;Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.<br />
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.<br />
Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.&#8221; (1 Coríntios 15:16-26).</p>
<p><a href="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Jesus-Cristo-e-as-crianças.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-907" title="Jesus Cristo e as crianças" src="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Jesus-Cristo-e-as-crianças-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
<p>A doutrina Mórmon, bem como as doutrinas básicas Cristãs, ensinam que durante Seu ministério terreno, o Salvador estabeleceu Seu evangelho e Sua Igreja. Após Sua ressurreição, Ele apareceu a Seus Apóstolos e deu autoridade (o Sacerdócio) para pregar o evangelho a todas as nações e a continuar a ministrar na igreja. Muitas pessoas, entretanto, não acreditam nos ensinamentos dos profetas e apóstolos. Foi-lhes ensinado o evangelho mas eles o rejeitaram. Aqui é onde a doutrina Mórmon se diferencia de outras doutrinas Cristãs. Eventualmente, houve uma grande rejeição da plenitude do evangelho de Jesus Cristo, um periodo conhecido como A Grande Apostasia. Isto aconteceu quando os apóstolos foram mortos e aqueles que tomaram os seus lugares começaram a misturar filosofias com a doutrina pura, se desviando, assim, da verdade do evangelho. Este período durou muitos anos.</p>
<p>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que o sacerdócio de Deus foi restaurada para a terra depois de séculos de apostasia. No ano de 1820, um rapaz chamado <a href="http://socprofetasvivos.blogspot.com/2008/10/joseph-smith-e-jesus-cristo.html" class="external_link_tool">Joseph Smith</a> recebeu uma visão do Pai e do Seu Filho Jesus Cristo lhe falando que a plenitude do evangelho de Jesus Cristo havia sido perdida na terra. Joseph Smith, um jovem fazendeiro iletrado, foi chamado como profeta de Deus nesta dispensação para restaurar o evangelho em sua totalidade. No dia 15 de maio de 1829, em cumprimento a profecia de que o evangelho e a autoridade de Deus seriam restaurados,  João, o Batista, apareceu para Joseph e restaurou o Sacerdócio Aarônico. Algum tempo depois Pedro, Tiago e João apareceram e restauram o Sacerdócio de Melquisedeque.</p>
<p>Embora nenhum de nós tenhamos total conhecimento das coisas que Deus nos dá, podemos seguir o exemplo de profetas fiéis, como Moroni, que guardou os mandamentos de Deus apesar da iniquidade tão presente em seus dias. Moroni compartilhou a conselho que seu pai havia lhe dado perto de fim de sua vida: &#8221;  Sê fiel em Cristo, meu filho; e oxalá não te aflijam as coisas que te escrevi, a ponto de causar-te a morte, mas possa Cristo animar-te; e os seus <a title="GEE Expiação, Expiar." href="http://scriptures.lds.org/pt/moro/9/25a">sofrimentos</a> e a sua morte e a manifestação do seu corpo a nossos pais e sua misericórdia e longanimidade e a esperança de sua glória e da <a title="GEE Vida Eterna." href="http://scriptures.lds.org/pt/moro/9/25b">vida</a> eterna permaneçam em tua <a title="GEE Mente." href="http://scriptures.lds.org/pt/moro/9/25c">mente</a> para sempre. E que a graça de Deus, o Pai, cujo trono se acha nas alturas dos céus, e de nosso Senhor Jesus Cristo, que se assenta à <a title="Lc. 22:69; At. 7:55–56; Mos. 5:9; Al. 28:12." href="http://scriptures.lds.org/pt/moro/9/26a">mão</a> direita de seu poder até que todas as coisas se sujeitem a ele, te acompanhe e permaneça contigo para sempre.&#8221; (<a href="http://profetajosephsmith.org/crencas_mormons/faq/livros-mormons" class="external_link_tool">Livro de Mórmon</a>, Moroni 9:25-26).</p>
<p><strong>Recursos Adicionais:</strong></p>
<p>Mais sobre a visão dos Mórmons sobre <a href="http://mormonsacreditam.org/105/como-jesus-cristo-nos-salvou">Jesus Cristo</a></p>
<p><a href="http://fundacaoparaomelhor.com.br/806/principais-crencas-mormons">Crenças Mórmons</a></p>
<p><a href="http://youtu.be/Enp-qzNsh5Q">Link vídeo sobre Jesus Cristo (em inglês)</a></p>
<p><a href="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Roy-Patrick.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-905" title="Roy Patrick" src="http://jesusocristo.org/files/2012/04/Roy-Patrick-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a></p>
<p>Roy Patrick trabalha atualmente como Agente de Call Center nas Filipinas. Ele serviu uma missão de tempo integral em San Francisco, Califórnia. Sua família é uma das pioneiras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na Ilha Panay, Filipinas.</p>
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		<title>Novas Criaturas em Cristo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 14:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
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		<description><![CDATA[Paulo ensina que para vir a Cristo é preciso entrar em um novo reino de existência, um reino espiritual. É abandonar a morte e vir para a vida, expulsar o mal e as trevas e aprender a caminhar em retidão e na luz. “Ou não sabeis”, perguntou Paulo aos romanos, “que todos quantos fomos batizados [...]]]></description>
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			   </div><p>Paulo ensina que para vir a Cristo é preciso entrar em um novo reino de existência, um reino espiritual. É abandonar a morte e vir para a vida, expulsar o mal e as trevas e aprender a caminhar em retidão e na luz. “Ou não sabeis”, perguntou Paulo aos romanos, “que todos quantos fomos batizados em <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.<span id="more-81"></span> Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança de sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; sabendo isso, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado” (Romanos 6:3-6).</p>
<p>A nova vida em Cristo requer nova energia, um novo dinamismo, uma nova fonte de força e poder. Esse poder é Cristo. Frequentemente as pessoas passam por emoção, fazem o bem e realizam seus deveres, mas encontram pouca satisfação em fazê-los. Um escritor Cristão ofereceu o seguinte pensamento:</p>
<p>“Existem poucas coisas tão entediantes quanto ser um religioso, mas não há nada mais animador do que ser um Cristão!</p>
<p>A maioria das pessoas nunca descobriu a diferença entre uma e outra, tanto que há aqueles que sinceramente tentam viver uma vida que eles não tem, substituindo religião por Deus, Cristianismo por Cristo, e seus próprios nobres empenham energia, alegria e poder do Espírito Santo. Na ausência da realidade, eles podem apenas se ater a um ritual e obstinadamente defender o posterior na ausência do anterior, a menos que não sejam encontrados sem ambos!</p>
<p>Eles são lâmpadas sem óleos, carros sem combustível, e canetas sem tintas, confundidos em sua próprio impotência na ausência de todas que o sozinho pode fazer um homem funcional; pois o homem foi arquitetado assim por Deus que a presença do Criador dentro da criatura é indispensável para Sua humanidade. Cristo deu de Si mesmo para nós para Se dar a nós! Sua presença coloca Deus de volta no homem! Ele veio para que possamos ter vida – a vida de Deus!</p>
<p>Existem aqueles que tem uma vida que eles nunca viveram. Eles vieram a Cristo e agradeceram a Ele apenas pelo que Ele fez, mas não vivem o poder do que Ele é. Entre <a href="http://mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> que “era” e o Jesus que “será” eles vivem um vácuo espiritual, tentando sem nenhum zelo viver uma vida Cristã que apenas Ele pode viver através deles” (W. Iam Thomas, Classic Christianity, 1989).</p>
<p>Os discípulos de Jesus precisam se esforçar para fazer o que é certo. Eles devem cumprir com o seu dever na Igreja e no lar, mesmo quando não têm vontade de fazê-lo. Eles não podem apenas largar o trabalho do reino para outros porque eles não foram mudados e renascidos. Mas isso não significa que eles precisam permanecer desta maneira. Cada um de nós pode mudar; podemos mudar; devemos mudar; e é o Senhor quem ira operar essa mudança em nós. Vir a Cristo requer mais do que ser purificado, tão importante quanto isso. É requerido ser preenchido. Falamos com freqüência da importância de sermos purificados, ou santificados. É ter o Espírito Santo, que não é um revelador apenas, mas um santificador, removendo sujeiras e manchas de nossa alma. Referimos a este processo como “batismo pelo fogo”. Ser purificado é essencial, mas parar ali é parar uma grande seqüência de bênçãos. Paulo apresenta a idéia (em certo sentido) de nos pregar na cruz de Cristo – pregar nosso antigo eu, o antigo homem ou mulher de pecados. Ele escreveu: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gálatas 2:20).</p>
<p>Isso é uma nova vida em Cristo.</p>
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		<title>O que é o Novo Testamento Apócrifa?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 12:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritos não-canônicos]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Escrituras não-canônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Testamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A palavra grega apokrypha significa “escritos ocultos”. Clemente de Alexandria usou essa palavra em seu sentido literal (Stromateis 1.13.69.9). Mas, na maior parte, antigos autores Cristãos usaram o termo para se referir aos escritos dos seus oponentes, os quais consideravam espúrios. Clemente disse que seus oponentes “derivavam suas doutrinas de trabalhos apócrifas… onde eles pegam [...]]]></description>
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			   </div><p>A palavra grega apokrypha significa “escritos ocultos”. Clemente de Alexandria usou essa palavra em seu sentido literal (Stromateis 1.13.69.9). Mas, na maior parte, antigos autores Cristãos usaram o termo para se referir aos escritos dos seus oponentes, os quais consideravam espúrios. Clemente disse que seus oponentes “derivavam suas doutrinas de trabalhos apócrifas… onde eles pegam o som de uma doutrina e perversamente eles a aplicam erroneamente” (Stromateis 4.29). Irineu descreve “escritos apócrifas” aos textos escritos por seus oponentes “que são ignorantes nas escrituras da verdade” (Contra a Heresia, 1.20.1). Tertuliano recusou a reconhecer os ensinamentos do Pastor de Hermas porque ele não “encontrava um lugar no cânone divino” e “havia sido julgado espiritualmente por todos os conselhos das Igrejas… entre os (escritos) falsos e apócrifas” (On Modesty 10.6). a frase Novo Testamento Apócrifa não foi usada na antiguidade. Na realidade, é um título moderno referindo a uma grande variedade de textos Cristãos que não foram inclusos no cânone do Novo Testamento.</p>
<p>Na maior parte, estudiosos seguem as três categorias do Novo Testamento apócrifas usadas por Wilhelm Schneemelcher: 1 – Evangelhos, os quais incluem materiais não bíblicos sobre a vida de <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a>; 2 – escritos relacionado aos apóstolos; 3 – apocalipses e assuntos relacionados. Alguns dos evangelhos apócrifas, tais como os Evangelhos dos Nazarenos e Os Evangelhos dos Ebionitas são conhecidos hoje apenas por que autores Cristãos antigos citaram-nos em seus escritos. Alguns, como o Evangelho de Tomé e Evangelho de Judas, foram mencionados em fontes antigas, mas foram descobertos apenas recentemente. Alguns textos, tais como Os Atos de Tomé, foram usados tanto pelos grupos ortodoxos quanto pelos heterodoxos.</p>
<p>Nos anos recentes, estudiosos reexaminaram o papel do Novo Testamento apócrifa para a compreensão do antigo Cristianismo. As visões mais tradicionais foram para estudá-los para determinar em que luz eles derramaram para o desenvolvimento da Igreja Cristã, com atenção particular para como eles se comparam com os textos que mais tarde foram canonizados. Entretanto, uma tendência crescente é estudar esses textos em seu próprio direito e deixa-los falar independentemente sobre a diversidade de expressões referentes ao que significa ser um Cristão na antiguidade.</p>
<p>“Cerca de uma dezena de evangelhos não canônicos eram conhecidos no segundo século… a evidência desses escritos apócrifas comparam bem com as evidências para os evangelhos canônicos. As atestações não suportam a distinção entre os evangelhos canônicos e apócrifas. Escritos de ambas as categorias foram usados e são referidos […] pelos mesmos escritores” Helmut Koester é professor da Divindade do Centro de PEsqisa John H. Morrison e professor Win de Pesquisa de Historia Eclesiástica da Faculdade Divinity de Harvard.</p>
<p>Helmut Koester, “Evangelhos Canônicos e Apócrifas”, Revisão Teológica de Harvard, 73, (1980): 110</p>
<p>“O valor é extraído de esforços para entender a literatura apócrifa é dividida em dois: primeiro, uma vez que entendemos a situação de composição de um texto apócrifa, podemos então acertar seu potencial de preservar o credito de informações sobre <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> ou a Igreja que ele fundou. Segundo, uma vez que entendemos como os documentos impactavam as comunidades Cristãs, podemos começar a discernir os desenvolvimentos históricos da apostasia dentro dessas comunidades”. Thomas Wayment é um Professor Associado de Escrituras Antigas da Universidade Brigham Young.</p>
<p>Thomas A. Wayment, “Falsos Evangelhos: Uma Aproximação para Estudar o Novo Testamento Apócrifa”, em Como o Novo Testamento Apareceu (ed. Kent P. Jackson e Frank F. Judd, Jr.; Salt Lake City: Deseret Book, 2006), 294.</p>
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		<title>O que é o Novo Testamento?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:24:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Definições Bíblicas]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O Novo Testamento consiste de vinte e um livros sobre Jesus de Nazaré e a divulgação das “boas novas” sobre ele além da Galiléia, principalmente na Bacia do Mediterrâneo. Escrito por vários autores diferentes, ao decorrer do primeiro século D.C., esses livros vieram a ser visto como autoritários e logo após ganharam status de escrituras [...]]]></description>
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			   </div><p>O Novo Testamento consiste de vinte e um livros sobre <a href="http://www.mormon.org/welcome/0,6929,403-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> de Nazaré e a divulgação das “boas novas” sobre ele além da Galiléia, principalmente na Bacia do Mediterrâneo. Escrito por vários autores diferentes, ao decorrer do primeiro século D.C., esses livros vieram a ser visto como autoritários e logo após ganharam status de escrituras – juntamente com as escrituras Judaicas (a Bíblia Hebraica ou o Velho Testamento) o qual <a href="http://www.lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> havia aprovado (ver Lucas 24-44). De fato, algum tempo se passou entre a morte de ressurreição de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> e o período em que os textos que vieram a ser conhecidos como Novo Testamento foram escritos. Os livros do Novo Testamento são divididos e organizados por gênero ou tipo literário: primeiro, os quatro Evangelhos, contando as historias de Jesus; próximo, Atos, um livro “histórico” sobre a divulgação da mensagem de através do ministério dos apóstolos e missionários escolhido; por ultimo as vinte e uma epístolas ou cartas; e finalmente Apocalipse (em algumas Bíblias chamadas de Revelações).</p>
<p>Embora os Evangelhos apareçam primeiro na seqüência do Novo Testamento, eles foram escritos após muitas das cartas. O termo Novo Testamento deriva de “novo convenio”. Neste contexto os livros do Novo Testamento contem a historia de como através e por Jesus de Nazaré foi revelado um novo convênio para Israel, substituindo o “velho ou antigo convênio” registrado nas escrituras Judaicas (Velho Testamento).</p>
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		<title>Jesus nasceu no dia de Natal?</title>
		<link>http://jesusocristo.org/40/jesus-nasceu-no-dia-de-natal?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jesus-nasceu-no-dia-de-natal</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:59:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os quatro evangelhos concordam que Jesus nasceu antes da morte de Herodes, o Grande (morto em 13 de maço de 4 A.C.) e morreu quando Pôncio Pilatos era o governador da Judéia (26-36 D.C.). O desafio encontrado em qualquer reconstrução da vida de Jesus, o tempo de duração quase exato de trinta e quatro [...]]]></description>
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			   </div><p>Todos os quatro evangelhos concordam que <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> nasceu antes da morte de Herodes, o Grande (morto em 13 de maço de 4 A.C.) e morreu quando Pôncio Pilatos era o governador da Judéia (26-36 D.C.). O desafio encontrado em qualquer reconstrução da vida de <a href="http://www.mormon.org/welcome/0,6929,403-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a>, o tempo de duração quase exato de trinta e quatro anos, é permitir tempo suficiente antes da morte de Herodes para os acontecimentos da infância de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> acontecer enquanto ao mesmo tempo ter uma data de falecimento na sexta antes da Páscoa (Mateus, Marcos e Lucas) ou o dia da Páscoa (João).</p>
<p>Historicamente, estudiosos assumiram que os Cristãos assimilaram suas celebrações do nascimento de Cristo ou na celebração do festival de inverno romano de Saturnalia, o dia de natal do sol Invictus (o sol invicto) no solstício de inverno, ou o nascimento do deus ocidental Mithras, cujo aniversário era celebrado no dia 25 de dezembro. Por séculos, estudiosos sugeriram que os pagãos que se converteram ao Cristianismo eram relutantes em deixar para trás suas antigas tradições e práticas e subsequentemente adaptaram ou até mesmo inventaram a data para a celebração do aniversario de Cristo para corresponder com as antigas celebrações pagãs.</p>
<p>As primeiras listas de celebrações Cristãs dadas pelo líderes da Igreja Irineu (130-200 D.C.), Tertuliano (160-225 D.C.) não mencionam a data do nascimento de Cristo, e Origen (185-254 D.C.) desacredita aqueles que colocavam ênfase em calcular a data de nascimento de Cristo. No segundo século, Clemente de Alexandria ( 150-215 D.C.) referiu aos Cristãos Egípcios que celebraram o nascimento de Cristo no fim de maio e outros que eram seguidores dos Basilides que celebraram o nascimento de Jesus no dia 6 de janeiro (Stromateis 1.21).</p>
<p>A tradição de celebrar o nascimento de Jesus em janeiro parece ser bastante antiga. Os Cristãos Ortodoxos Ocidentais tem celebrado a data do batismo de Cristo, chamada de epifane, no dia 6 ou 10 de janeiro desde o primeiro século, e embora a data do Epifane nunca foi realmente disputada, alguns outros Cristãos dos séculos posteriores confundiram a data do Epifane com a data do nascimento de Jesus.</p>
<p>Alguns manuscritos antigos contem leituras erradas em Lucas 3:22 que podem explicar, em partes, a confusão das duas datas. Essa versão de Lucas 3 cita o Pai dizendo a Cristo “És meu Filho amado; neste dia te gerei”, o que indica que alguns dos primeiros Cristãos que era a data do batismo de Jesus (6 ou 10 de janeiro) era também a data do seu nascimento. Essa celebração da data do nascimento de Jesus no início de janeiro e uma celebração de seu nascimento em meados de janeiro têm clamores iguais de ser a primeira data celebrada pelos Cristãos. Por razões desconhecidas, as celebrações de primavera (no hemisfério norte de final de março a final de maio) nunca obtiveram êxito no Cristianismo popular.</p>
<p>A mudança da celebração do nascimento de Jesus de janeiro para 25 de dezembro pode ser traçado apenas após o quarto século D.C. O que forçou a mudança da celebração de janeiro para dezembro é desconhecida atualmente, mas ela se tornou uma prática predominante entre todos os Cristãos, tanto no ocidente quanto no oriente, por volta de 350 D.C. Portanto, as primeiras celebrações do nascimento de Jesus pode ter sido uma celebração de inverno em janeiro – mas quase certo é que não foi originalmente no dia 25 de dezembro.</p>
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		<title>Como era Nazaré no primeiro século?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 16:58:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jesus de Nazaré, uma frase que aparece dezessete vezes no Novo Testamento, tem identificado uma cidade pequena e sem muros que fica a sudeste da Galiléia com Jesus o tempo todo. Localizada a cerca de 25 km a oeste do Mar da Galiléia e cerca de 32 km a oeste do Mar Mediterrâneo, Nazaré tinha [...]]]></description>
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			   </div><p><a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> de Nazaré, uma frase que aparece dezessete vezes no Novo Testamento, tem identificado uma cidade pequena e sem muros que fica a sudeste da Galiléia com <a href="http://www.lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> o tempo todo. Localizada a cerca de 25 km a oeste do Mar da Galiléia e cerca de 32 km a oeste do Mar Mediterrâneo, Nazaré tinha uma população entre duzentos e quatrocentos habitantes no começo do primeiro século. Uma cidade obscura, Nazaré não é mencionada no Velho Testamento, por Josephus, ou no Talmud. Ela fica situada nos morros a 6 km a sudeste de Seforis, primeira capital de Herodes Antipas.</p>
<p>Os registros arqueológicos de Nazaré indicam que os habitantes exploravam as macias pedras calcarias nas áreas para construir porões, cisternas, instalações para armazenamento de grãos, prensas de olivas e vinhas, refletindo que sua principal fonte econômica era a agricultura. Nazaré não tinha palácios, casas de banho, ou ruas pavimentadas, indicando que as pessoas viviam em casas humildes que se espalharam por um declive voltado para o sul. Era uma vila completamente judaica que parece ter sido fundada durante o período expansionista Hasmonean pouco antes do nascimento de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a>.</p>
<p>Em contraste direto com a sua política do primeiro século e sua obscuridade econômica, Nazaré tem um papel significante nas narrativas do Evangelho. Em Nazaré, o anjo Gabriel apareceu para Maria e anunciou o nascimento do Messias (ver Lucas 1:26). José e Maria voltaram para lá algum tempo após o nascimento de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> em Belém (Mateus 2:23). Da juventude de Jesus ate os seus trinta anos de idade, Nazaré foi o lar de Jesus. Finalmente, foi o lugar onde Jesus escolheu para anunciar o cumprimento da profecia messiânica referente a ele (ver Isaias 61:1-2) ao começar seu ministério (Lucas 4:16-30).</p>
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		<title>Como era a Belém do primeiro século?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:57:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Belém (que em Hebreu significa “Casa [ou lugar] do Pão”) foi o local de nascimento do Rei Davi (1 Samuel 16:1-4). Uma aldeia sem muros a cerca de 8,05 km ao sul de Jerusalém com pouco mais de 100 pessoas durante o período de Herodes, era, no entanto, o local prometido para o nascimento do [...]]]></description>
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			   </div><p>Belém (que em Hebreu significa “Casa [ou lugar] do Pão”) foi o local de nascimento do Rei Davi (1 Samuel 16:1-4). Uma aldeia sem muros a cerca de 8,05 km ao sul de Jerusalém com pouco mais de 100 pessoas durante o período de Herodes, era, no entanto, o local prometido para o nascimento do Messias (Miquéias 5:2-4). José, Maria, e talvez os seus parentes, possivelmente nascidos em Belém antes de migrarem para a Galiléia. Mateus e Lucas mencionam Belém nas narrativas do nascimento (Mateus 2:1, 5-6 e Lucas 2:4, 15). A frase “porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lucas 2:7) poderia ser compreendida como a seguir: “porque não havia espaço no quarto”, indicando que José e Maria encontraram abrigo na casa de um parente na época.</p>
<p>Embora o Novo Testamento não mencione uma caverna, uma fonte do segundo século declara que <a href="http://www.lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> foi nascido em uma. Muitos lares em Belém eram construídos a partir de cavernas, então podemos facilmente visionar José e Maria procurando uma privacidade apropriada em uma área atrás da casa que era usada como estábulo e como dispensa. Mateus indica que eles permaneceram em Belém por algum tempo, haja vista que <a href="http://www.lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> não é descrito como bebê, mas como uma criança quando os Reis Magos o visitaram (Mateus 2:11-14).</p>
<p>A ultima menção de Belém é encontrada em João quando alguns dos ouvintes de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> disseram que Belém é o local de nascimento do filho de Davi (João 7:42). Após isso Belém desaparece dos registros do Novo Testamento.</p>
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		<title>Podemos confiar nas histórias apócrifas da infância de Jesus?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Os interesses dos Cristãos interpretam o nascimento e infância de Jesus era surpreendentemente apenas uma preocupação periférica para os escritores do Novo Testamento. Apenas Mateus e Lucas registraram alguns detalhes do nascimento de Jesus, enquanto Marcos, João e Paulo, e outros não comentaram qualquer coisa sobre esse período da vida de Jesus. Uma das características [...]]]></description>
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			   </div><p>Os interesses dos Cristãos interpretam o nascimento e infância de <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> era surpreendentemente apenas uma preocupação periférica para os escritores do Novo Testamento. Apenas Mateus e Lucas registraram alguns detalhes do nascimento de <a href="http://www.mormon.org/welcome/0,6929,403-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a>, enquanto Marcos, João e Paulo, e outros não comentaram qualquer coisa sobre esse período da vida de <a href="http://lds.org/plan/jesus-christ-is-the-way?lang=por" class="external_link_tool">Jesus</a>. Uma das características chaves dos primeiros registros feitos por eles são da tradição de testemunhas oculares; portanto, os eventos que foram testemunhados pelos discípulos ou outros são os que foram registrados pelos evangelistas. Apenas em um número muito limitado de exemplos dos interesses dos Evangelhos em outros eventos parece ter sido desenvolvido apenas no segundo século, atestado em parte pelo fato que os primeiros Cristãos celebravam a data do batismo de Jesus (6 de janeiro) antes de celebrar a data do seu nascimento. Entretanto, do segundo século em diante, autores Cristãos começaram a reportar os relatos dos atos e comportamentos lendários de Jesus que de outra forma seriam desconhecidos, uma vez que não estavam relatados no Novo Testamento. Esses relatos apócrifos tiveram sucesso no segundo século em diante porque eles foram construídos em uma fundação canônica muito bem conhecida que poderia ser emprestada; eles também alimentaram um interesse em conhecer mais do que os registros relatados publicamente.</p>
<p>Os escritos a seguir representam habilmente o tenor da improbabilidade das narrativas da infância: “Agora depois de alguns dias Jesus estava brincando no telhado em uma andar superior, e uma das crianças que estava brincando com ele caiu do telhado e morreu. E quando as outras crianças viram elas fugiram e Jesus permaneceu sozinho. E os pais do menino que havia morrido vieram e acusaram Jesus de tê-lo empurrado para baixo. E Jesus respondeu: ‘Eu não o empurrei’. Mas eles continuaram a acusá-lo. Jesus, então, pulou para baixo do telhado e se colocou ao lado do corpo da criança, e clamou em voz alta: ‘Zenon’ –pois esse era o seu nome &#8211; ‘Levante e me diga, eu lhe empurrei?’ e a criança se levantou imediatamente e disse: ‘Não, Senhor, você não me empurrou, mas me elevou’” (A História da Infância de Thomas 9:1-3, traduzida para o Ingles por Oscar Cullman, em Novo Testamento Apócrifa 1:446).</p>
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		<title>O que são as adições escribas dos manuscritos do Novo Testamento?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dos materiais conectados com os livros do Novo Testamento nas edições atuais da Bíblia não eram partes dos seus autógrafos, ou composições originais, feitas pelos autores. Ao contrário, esses materiais são traduções das adições e comentários e possuem títulos, subscrições e glossários. Quando os escritos do Novo Testamento começaram a ser reunidos e copiados [...]]]></description>
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			   </div><p>Alguns dos materiais conectados com os livros do Novo Testamento nas edições atuais da Bíblia não eram partes dos seus autógrafos, ou composições originais, feitas pelos autores. Ao contrário, esses materiais são traduções das adições e comentários e possuem títulos, subscrições e glossários.</p>
<p>Quando os escritos do Novo Testamento começaram a ser reunidos e copiados em grupos – tais como um codex dos quatro Evangelhos ou a coleção de cartas de Paulo – ou quando uma variedade de evangelhos começou a ser disponibilizado para uma congregação única, começou a ser necessário a identificar os livros por títulos. Esses títulos foram escritos como uma subscrição acima do começo de cada texto sendo copiado. Para os quatro Evangelhos, sendo todos internamente anônimos, sendo que nenhum deles contém nome explicito de seus autores nos textos, esses títulos representam antigas tradições Cristãs de quem escreveu o Evangelho. <span id="more-25"></span>Uma vez que eles vieram a ser interpretados como versões diferentes ou entendimentos diferentes do mesmo Evangelho, cada um foi intitulado simplesmente de “O Evangelho Segundo…”, com cada indivíduo evangelista escrevendo um Evangelho de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo e com uma tradução sendo efetuada posteriormente com a designação de distinguir quem é o autor. A Tradução de <a href="http://pt.mormonwiki.com/Joseph_Smith_Jr." class="external_link_tool">Joseph Smith</a> intitulou novamente dois dos evangelhos, o de Mateus e de João, para “Os Testemunhos de”. Os títulos adicionados às epístolas eram bastante simples “Para os Romanos” (<em>pros <em>R?maious</em></em>). Os endereçados, e mais tarde os autores, pois esses títulos geralmente podiam ser derivados diretamente das referências nos textos ou das próprias cartas; entretanto, em alguns casos, tais como em Hebreus, o título “Para os Hebreus” e a atribuição a Paulo teve que ser deduzida do conteúdo geral e por tradição.</p>
<p>Embora os termos “subtítulos” e “subscritos” algumas vezes sejam usados como sinônimos, um subtítulo era tecnicamente um sumário formal do conteúdo ou uma adição feita pelo próprio autor, usado para verificar a carta, o corpo do qual foi escrito por um escrevente. Um exemplo disto é 2 Tessalonicenses 3: 17, onde Paulo escreveu: “Saudação da minha própria mão, de mim, Paulo, que é o sinal em todas as epístolas; assim escrevo”. Um subscrito, por outro lado, foi adicionado por alguém fazendo a cópia depois de o texto ter sido copiado. As primeiras subscrições simplesmente indicavam o fim do livro mas levava ao registro, de forma crescente, informação tradicional sobre onde se pensa que o livro foi escrito e quem foi o escrevente ou quem foi que entregou a carta. Devido ao aparecimento destes ter sido apenas no quarto século e geralmente eram somente a opinião dos escreventes, algumas vezes eles parecem estar errados. Por exemplo, a subscrição de 1 Tessalonicenses diz: “A primeira epístola para os Tessalonicenses foi escrita de Atenas”.</p>
<p>Tessalonicenses 3:1-6, juntamente com Atos 18:1-5, esclarecem que Paulo escreveu as cartas de Corinto, após ter deixado Atenas e quando Timóteo havia vindo a Corinto com novas sobre a igreja em Tessalonica.</p>
<p><strong>Glossários</strong> são breves explanações de palavras e frases que copistas escreveram nas margens ou entre as linhas dos manuscritos. Longas explicações interpretativas são chamadas de <em>scholia</em>. Exemplos de glossários incluem sinônimos para palavras difíceis que um copista não achava que seus leitores entenderiam, bem como frases esclarecendo uma palavra em particular. Embora a scholia fosse geralmente mantida separada do texto em si, copistas subseqüentes as vezes incluíam os glossários dentro do próprio texto. Como resultado disto, alguns manuscritos de Marcos 3:14 seguem “E ele ordenou doze” com a frase explanatória “o qual ele também chamou de apóstolos”, que é provavelmente um glossário emprestado de Lucas 6:13 para esclarecer exatamente quem esses doze homens eram. Um longo glossário feito em muitas bíblias em inglês é João 5:4, “Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro ali descia,&#8230;”, sobre um anjo que agitou as águas do Tanque de Betesda, o qual não aparece em muitos manuscritos e que pode ter sido uma explanação escriba.</p>
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		<title>O que o Novo Testamento fala sobre o nascimento de Jesus?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Herodes]]></category>
		<category><![CDATA[Nascimento de Jesus]]></category>
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		<description><![CDATA[Dos quatro evangelhos, apenas Mateus e Lucas fazem um relato da concepção e nascimento de Jesus. Escritos de duas perspectivas diferentes e contendo detalhes diferentes, essas duas narrativas completam uma a outra e juntas formam um importante fato do nascimento, incluindo que o nome da mãe de Jesus era Maria, que ela viveu em época [...]]]></description>
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			   </div><p>Dos quatro evangelhos, apenas Mateus e Lucas fazem um relato da concepção e nascimento de <a href="http://www.lds.org/languages/mainmenu/0,5362,88-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a>. Escritos de duas perspectivas diferentes e contendo detalhes diferentes, essas duas narrativas completam uma a outra e juntas formam um importante fato do nascimento, incluindo que o nome da mãe de <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,802-2,00.html" class="external_link_tool">Jesus</a> era Maria, que ela viveu em época em Nazaré, que ele nasceria perto de Jerusalém e que sua concepção foi um milagre divino.</p>
<p>Embora Mateus testifique que Maria concedeu pelo poder de Deus, ele enfatiza que Jesus era filho de David por genealogia no começo da narrativa do nascimento e por seu foco no papel de José, responsável por Jesus. Através de sonhos, José recebeu instruções de casar com Maria, aceitar o nome Jesus para a criança e de se mudar com a <a href="http://www.mormon.org/learn/0,8672,1149-2,00.html" class="external_link_tool">família</a> quando ameaçado por Herodes e então por seu filho, Arquelau. Através do uso de citações do Velho Testamento, Mateus demonstra ainda como o nascimento de Jesus cumpriu as profecias messiânicas.</p>
<p>Os registros de Lucas, por outro lado, frequentemente ilustravam a perspectiva de Maria e incluía mais informações pessoas e da <a href="http://www.lds.org/pa/primary/pdf/Portuguese%20PR_2009_ChildrenSacramentMeetingProgram_02396_059.pdf" class="external_link_tool">família</a>. Ao contar a anunciação, ele preserva as instruções angelicais que Maria recebeu, e a sua visita a Elizabete provendo para ambas a confirmação espiritual concernente aos papeis que seus filhos cumpririam. Adicionalmente aos detalhes da noite do nascimento de Jesus, a narrativa de Lucas também inclui registros de quando nomearam Jesus e de sua circuncisão, sua apresentação no templo e seus ensinamentos no templo quando tinha doze anos.</p>
<p>Alguns dos aspectos dessas duas narrativas que os contos de natal tradicionais harmonizam frequentemente provêm detalhes interessantes quando lidos separadamente. Mateus não dá qualquer indicação que José seja de Nazaré, talvez sugerindo que ele ou sua <a href="http://lds.org/languages/gospeldoctrine/familyguidebook/start_here_59.pdf" class="external_link_tool">família</a> fossem de Belém, ou que possuíam propriedades lá, o lar tradicional do Rei Davi, ou que Maria fosse de Belém, talvez que possuísse propriedades lá. Nos registros de Lucas, quando José leva Maria para Belém logo após o seu casamento, suas acomodações parecem improvisadas. Interessante que a palavra Katalyma, tradicionalmente traduzido como “pousada” e frequentemente interpretado como uma caravana ou acampamento, pode também significar “quarto de hóspedes” (a segunda vez que Lucas usa essa palavra é para o que foi traduzido como cenáculo (ou quarto superior) da Ultima Ceia em Lucas 22:11-12). Os registros de Lucas falam sobre anjos e pastores, que encontram a criança na tão conhecida manjedoura, enquanto os registros de Mateus relata sobre os Magos chegando algum tempo após o nascimento, e eles encontram a família vivendo em uma casa.</p>
<p>José parece ter tido a intenção de ficar com a família em Belém, partindo apenas quando alertado que Herodes queria matar a criança. A morte de Herodes em 4 D.C.ajuda a datar os acontecimentos, pois foi nesta época que Jose trouxe sua família de volta do Egito para Nazaré. Encontrando o filho instável de Herodes, Arquelau, governando a Judéia, José é novamente alertado em um sonho, decide levar a família então para Nazaré, o qual parece ser a casa de Maria. Seu temor era justificado, no ano 6 D.C. os Romanos depuseram Arquelau para a investigação dos próprios Judeus por causa de sua violência e mau governo. Este também foi o ano em que P. Sulpicius Quirinus, ou “Cirenio” começou seu governo na Síria. Embora o ano 6 D.C. é a data que Lucas parece ter dado para o nascimento de Jesus, historicamente é o ano em que a Judéia se tornou uma província.</p>
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