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A Segunda Vinda de Jesus Cristo

segunda-feira, janeiro 28th, 2013

O capitulo 24 de Mateus contem as profecias do Salvador a respeito da destruição de Jerusalém e sobre a Sua Segunda Vinda. Com o tempo, os versículos deste capitulo foram modificados e rearranjados, fazendo com que ficasse difícil compreender qual evento em particular o versículo descreve. Ainda bem que como parte de sua tradução inspirada da Bíblia, Joseph Smith esclareceu as duas profecias e restaurou informações adicionais. Sua tradução inspirada de Mateus 24 é encontrada em Joseph Smith – Mateus na Pérola de Grande Valor (Manual de Doutrina do Evangelho, Novo Testamento, p. 86).

mormon-jesus-cristo-doutrinaAlguns dias antes da crucificação de Cristo, Seus apóstolos estavam com Ele no Monte das Oliveiras. Eles lhe fizeram algumas perguntas. Olhando o complexo do templo de Jerusalém, Jesus profetizou que ele seria destruído. Os apóstolos perguntaram: Dize-nos quando serão essas coisas que disseste a respeito da destruição do templo e dos judeus; e qual é o sinal de tua vinda e do fim do mundo, ou seja, a destruição dos iníquos, que é o fim do mundo? (JSM).

A respeito da destruição do templo, Jesus explicou a tribulação que os Judeus sofreriam. Ele advertiu que somente aqueles que fugissem para as montanhas seriam poupados. No ano de 66 d.C., os judeus se levantaram contra os Romanos, e por volta do ano 70 d.C., Jerusalém e seu templo foram destruídos. O cerco de Jerusalém sob Tito ocorreu durante a Pascoa, quando haviam aproximadamente dois milhões e meio de residentes e peregrinos dentro e fora dos muros da cidade. Eles rapidamente ficaram sem alimentos e foram pegos no fogo cruzado das facções rivais que existiam dentro da sociedade judaica.

Aqueles que haviam se convertido ao Cristianismo abandonaram Jerusalém sob a liderança dos profetas antes de sua destruição, de acordo com o historiador Josefo, e não sofrerão a mesma sorte que os cidadãos e peregrinos. O cerco dos Romanos forçou os judeus ao exilio e a grande Diáspora.

Joseph Smith – Mateus 1:21-55 (veja também Mateus 24:6–8, 14, 23–51) Jesus respondeu as perguntas dos apóstolos sobre a Sua Segunda Vinda e a destruição dos iníquos.

Porque nesses dias surgirão também falsos Cristos e falsos profetas; e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível, enganarão até os eleitos, que são os eleitos de acordo com o convênio.

Curiosamente, as pessoas frequentemente acusam Joseph Smith de ser um falso profeta, quando ele foi um dos verdadeiros profetas de Deus (assim como os outros profetas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), sendo preordenado para restaurar as verdades e a autoridade perdidas na terra.

Pois aqueles que são prudentes e tiverem recebido a verdade e tomado o Santo Espírito por seu guia e não tiverem sido enganados—em verdade vos digo que não serão cortados e lançados no fogo, mas suportarão o dia. (Doutrina e Convênios 45:57)

Jesus também profetizou que guerras e rumores de guerras iriam encher a terra antes da Segunda Vinda. A dispensação da “plenitude dos tempos” começou quando a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi restaurada. Desde então, temos vivido nos “últimos dias”, que antecedem a Segunda Vinda. Joseph Smith profetizou que uma guerra civil nos Estados Unidos iniciaria o período de guerras predito pelo Salvador:

Em verdade, assim diz o Senhor em relação às guerras que logo ocorrerão, a começar pela rebelião da Carolina do Sul que, por fim, terminará com a morte e sofrimento de muitas almas;

E chegará o tempo em que a guerra se derramará sobre todas as nações, começando desse lugar.

Pois eis que os estados do sul se dividirão contra os estados do norte e os estados do sul recorrerão a outras nações, mesmo à nação da Grã-Bretanha, como é chamada, e eles também recorrerão a outras nações a fim de se defenderem contra outras nações; e então a guerra se derramará sobre todas as nações. (Doutrina e Convênios 87:1-3, uma revelação recebida em 1832).

Elder Melvin J. Ballard, uma Autoridade Geral de A Igreja de Jesus Cristo, disse o seguinte:

“…O Senhor esta no controle. Ele sabe o fim desde o principio. Ele nos deu instruções adequadas que, se seguidas, nos guiarão por meio de qualquer crise. Seus propósitos serão cumpridos, e um dia compreenderemos as eternas razões para todos esses eventos. Portanto, hoje devemos ser cuidadosos e não nos desesperarmos, ou sermos apanhados despreparados por termos sido indolentes, mas o que devemos fazer é guardar os mandamentos de Deus e nunca perder a esperança!

“Mas onde podemos encontrar esperança no meio da tempestade e da catástrofe? É muito simples, nossa única esperança de segurança espiritual durante estes tempos turbulentos é voltar nossas mentes e nossos corações a Jesus Cristo…

Armados com o escudo da fé, podemos vencer muitos de nossos desafios diários e nossas fraquezas e medos, sabendo que podemos fazer o melhor para guardar os mandamentos de Deus, venha o que vier, tudo estará bem” (Conference Report, outubro de 1992, 41–43; ou Ensign, novembro de 1992, 31–32).

Jesus então disse que o evangelho seria pregado a todo o mundo antes da destruição dos iníquos. (Veja Joseph Smith – Mateus 1:27 e Joseph Smith – Mateus 1:31). A força missionaria da Igreja de Jesus Cristo possuía em 2012, 58.000 mil missionários, isso antes da diminuição da idade requerida para que os homens e mulheres servissem como missionários Mórmons. Imediatamente depois do anuncio do Profeta Thomas S. Monson, a aplicação para novos missionários aumentou quase 500%. Com o desenvolvimento da internet e dos meios de comunicação de massa, grande parte do trabalho missionário esta sendo realizado online. O site introdutório da Igreja SUD, mórmon.org, recebeu mais de 650 mil requisições de missionários e escrituras em menos de um ano.

Jesus profetizou da fome, pestilências e terremotos, em vários lugares nos últimos dias. Exatamente como aqueles que vemos hoje, desastres frequentes e padrões de climáticos erráticos. Os Mórmons são aconselhados a possuírem provisões como alimentos, roupas e combustível suficientes para um ano, além de estarem preparados espiritualmente para emergências.

Jesus profetizou que a iniquidade iria aumentar. Igrejas estabelecidas para obter lucro com os sacramentos estabelecidos por Cristo. O bem seria chamado de mal, e o mal de bem. O amor esfriaria. Estas coisas estão acontecendo diante de nossos olhos.

Jesus ensinou que as seguintes coisas nos ajudaria a nos preparar:

  • A parábola da figueira (Joseph Smith – Mateus 1: 38-40).
  • A comparação da Segunda Vinda com os dias de Noé (versículos 41-43).
  • A profecia das duas pessoas trabalhando no campo e no moinho (versículos 44-46).
  • A parábola do homem justo e do ladrão (versículos 47-48).
  • A parábola do senhor e seus servos (versículos 49-54).
  • Ele também falou do que esperava os justos ao Seu retorno. (Veja Joseph Smith—Mateus 1:37, 44–45, 50; 1 Tessalonicenses 4:16–18; D&C 88:96–98.)
  • O Profeta Joseph Smith recebeu uma revelação que repete e esclarece as profecias feitas por Jesus aos antigos discípulos. Esta revelação pode ser encontrada em Doutrina e Convênios 45.

Recursos Adicionais

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Parabolas de Jesus

segunda-feira, dezembro 20th, 2010

Uma parábola é uma história simples usada para ilustrar e ensinar uma verdade espiritualJesus O Cristo ou princípio. Uma parábola é baseada na comparação entre um objeto comum ou evento a uma verdade, e o significado subjacente ou a mensagem de uma parábola é muitas vezes oculta dos ouvintes que não estão preparados espiritualmente para recebê-la.

Cristo ensinou muitas vezes por parábolas. Suas parábolas são discutidas em todos os quatro evangelhos da Bíblia. A seguir está a lista das parábolas de Cristo e onde elas são encontrados na versão do Rei Tiago da Bíblia.

Parábola do Semeador: Esta parábola mostra o que acontece quando diferentes tipos de pessoas ouvem o evangelho. Em alguns, o evangelho cria raízes, alimenta-se através dos esforços do crente, e se aprofunda no compromisso. Para outros, o Evangelho se enraíza, mas nunca é nutrido e a fé morre. Em outros, o evangelho é pregado aos ouvidos surdos e corações duros, que proporcionam um ambiente inóspito para o testemunho crescer.

Parábola do joio e do trigo: O Senhor permite que o justo e o ímpio, cresçam em maturidade juntos, até que estejam completamente maduros em qualquer dos dois, bondade ou maldade. Então Ele vai separar o trigo (o bom) do joio (os maus, que parecem ser de trigo no início), e queimar os ímpios no último dia. (mais…)

O que Jesus ensinou sobre a oração?

segunda-feira, maio 12th, 2008

Os autores do Novo Testamento, que provêem as primeiras informações confiáveis sobre Jesus de Nazaré, notaram que Jesus orava com freqüência durante sua vida, especialmente em momentos críticos de seu ministério. Como está registrado em Lucas 9:28 “E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar.”; e em Lucas 5:16: “Ele porém, retirava-se para os desertos, e ali orava.” (mais…)

O que é uma parábola?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Uma parábola, literalmente uma comparação (do grego parabole), relata a essência de coisas ao invés de falar os meios de existência dos fatos em si. Por essa razão, as parábolas transcendiam os limites de tempos e tem significados em um mundo que está sempre mudando. O Novo Testamento uma definição mais ampla de uma parábola quando comparada com o sentido mais restrito mantido pelos pensadores gregos. Ao contrario, “parábola” no Novo Testamento pode ser descrito como uma metáfora, uma alegoria, ou até mesmo uma verdadeira narrativa como parábola. O Novo Testamento segue bem a risca a tradição de iniciada nas escrituras judaicas (Bíblia Hebraica ou Velho Testamento) de que uma parábola é qualquer coisa que compara dois objetos entre si. “Como pode Satanás expulsar Satanás?” como uma parábola (Marcos 3:23), usando as mesmas termologias para falar da Parábola do Semeador. A predominância de parábolas no Novo Testamento revela que a parábola era o método favorito de ensino de Jesus, provendo aos leitores modernos uma janela para o que ele realmente era e como ele via o mundo. Jesus preferia falar de coisas como elas eram, seriam, e poderiam ser, ao invés de instruir seus discípulos diretamente em como resolver um problema. Raramente Jesus interpretava suas próprias parábolas (Mateus 13:36-43); ele preferia que os discípulos se encarregassem da interpretação por si mesmos. Por esta razão, as parábolas oferecem um convite aberto para que cada geração que a use a interprete. Sem essa janela contínua de interpretação as parábolas se tornam historicamente confinadas e explicáveis apenas para um determinado período da historia. No Novo Testamento o Evangelho de Mateus contém mais parábolas de Jesus do que qualquer outra fonte. Seu autor aparentemente parecia ser bastante atraído pelos ensinamentos de Jesus através de parábolas. Diferente de Marcos, Lucas e João, Mateus não registrou apenas as parábolas, mas também reuniu-os em várias coleções concisas (Mateus 13 e 25) com um propósito distinto em mente.

Quais são os nomes das parábolas de Jesus?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Surpreendentemente, apenas duas das parábolas de Jesus receberam nomes nos textos manuscritos do Novo Testamento: a “Parábola do Semeador” (Mateus 13:18) e a “Parábola do Joio do Campo”. Os outros nomes das parábolas são o fruto dos comentários descritos, nos títulos e notas de rodapé na Bíblia e discursos secundários. Originalmente, essas outras parábolas não tinham nomes padrão. A importância dessa informação é que a interpretação das parábolas está indissoluvelmente ligada a seus nomes. O título “O Filho Pródigo”, por exemplo, foca no filho desobediente que desperdiça a herança do pai. Na verdade, entretanto, a parábola do filho pródigo é sobre um pai amoroso que tem dois filhos desobedientes, um que vai embora e se arrepende e outro que se torna duro de coração por causa de ciúmes. Talvez o intuito original era demonstrar o amor do pai, mas infelizmente esse intuito foi obscurecido através do nome atual (e incompleto) da parábola.

Considere os seguintes nomes e seus impactos sobre o entendimento do significado da parábola: “A parábola do joio e do trigo” e “parábola das bodas”. No primeiro exemplo o nome atual sugere que o trigo e o joio recebem foco igual, mas quando os discípulos de Jesus pediram para que Ele interpretasse essa parábola, ele a chamou de “parábola dos joios do campo” (Mateus 13:36). Seus entendimentos foram direcionados para a preocupação imediata – o reconhecimento do joio dentro do reino e de suas obrigações de discerni-los – enquanto o nome atual identifica ambos, o trigo e o joio, como elementos iguais.

A parábola das bodas do filho do rei inicialmente parece ter o foco em uma parte de uma rica história – chamada atualmente de cerimônia de casamento, o qual é mencionado uma vez, mas nunca recontado (Mateus 22:2). Entretanto, o tema da parábola muda para o assunto principal das pessoas convidadas e não convidadas, com aqueles que deviam supostamente assistir o casamento sendo expulsos e aqueles que haviam sido desconsiderados sendo convidados e bem-vindos para a cerimônia. O nome atual perde a poderosa conclusão que um convite não garante a entrada no casamento. Ao ler os textos bíblicos, devemos distinguir entre o texto atual e os comentários mais recentes, como os cabeçalhos, notas de rodapé e outras ajudas interpretativas.