Posts Tagged ‘Crenças Mórmons’

O Plano de Compulsão de Satanás e o Plano de Arbítrio de Cristo

sexta-feira, maio 2nd, 2008

Antes de o homem ser colocado na Terra – desconhecemos quanto tempo antes – Cristo e Satanás, juntamente com hostes de filhos espirituais de Deus, existiram como indivíduos inteligentes, que possuíam o poder e a oportunidade de optar pelo rumo que tomariam, e os líderes que iriam seguir e a quem obedecer (ver Nota 1). Nesse grande conselho de inteligências espirituais, foi apresentado, e indubitavelmente discutido o plano do Pai, segundo o qual Seus Filhos avançariam para o segundo estado. A oportunidade assim colocada ao alcance dos espíritos, que teriam o privilégio de vir à Terra e nela receber corpos, era tão transcendentalmente gloriosa, que aquelas multidões celestiais romperam em cânticos e clamaram de júbilo (Jó 38:7). (mais…)

A vida pré-mortal de Cristo

sexta-feira, maio 2nd, 2008

Afirmamos, baseados na autoridade da Escritura Sagrada, que o Ser conhecido entre os homens como Jesus de Nazaré, e por todos os que reconhecem a Sua natureza divina, como Jesus, o Cristo, existiu com o Pai antes do nascimento na carne, e no estado preexistente, foi escolhido e ordenado para ser o único Salvador e Redentor da raça humana. Preordenação indica preexistência como condição essencial; portanto as Escrituras que tratam de uma, testificam igualmente da outra; conseqüentemente, nesta apresentação não será tentada nenhuma separação entre as evidências que se aplicam em particular à preexistência de Cristo e a Sua preordenação. (mais…)

Jesus o Cristo

sexta-feira, maio 2nd, 2008

É fato histórico que, no início, ou próximo do início da que veio a ser conhecida como a era cristã, o Homem Jesus, cognominado o Cristo, nasceu em Belém da Judéia. Os principais dados relativos ao Seu nascimento, vida e morte, são tão bem evidenciados, que se tornaram razoavelmente incontestáveis; são tão bem evidenciados, que se tornaram razoavelmente incontestáveis; são fatos registrados e aceitos como essencialmente autênticos pelo mundo civilizado em geral. É verdade que há divergências de deduções baseadas em pretensas discrepâncias nos registros antigos, relativas a detalhes circunstanciais; mas tais diferenças são de importância mínima, pois nenhuma delas em separado, nem todas, conjuntamente, lançam a menor sombra de dúvida racional sobre a história da existência terrena do Homem, conhecendo na literatura como Jesus de Nazaré. (mais…)

Quem foram os Reis Magos?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Os registros dos Reis Magos é uma parte da história Cristã muito bem conhecida e amada. Não obstante, os registros de Mateus simplesmente declaram que quando Jesus nasceu “uns magos vieram do oriente”, sem especificar quantos eles eram, quem exatamente eles eram, de onde vinham ou se eles eram reis. O número tradicional de três reis magos surgiu devido a associação de um rei para cada presente dado para o menino Jesus (Ouro, mirra e incenso). A identificação desses “reis” como Baltasar, Melquior e Gaspar não data antes do sexto século. O historiador Herodotus primeiro usa o termo grego magoi para se referir a uma casta sacerdotal entre os Medes e Persas que eram notados por interpretar sonhos. Mais tarde associados com os sacerdotes da religião Zoroastrina, magoi também foi usado para descrever vários tipos de sábios e divinos do oeste, incluindo os astrônomos Babilonos conhecidos como Chaldreans. Por volta do período romano, o termo latim Magi foi usado para todos os médicos, de diviners e astrólogos, mais respeitáveis que mágicos e charlatões. Embora alguns estudiosos tem sugerido que esses Magi possam ter sido Judeus da Babilônia ou algum outro lugar do oeste da Diáspora, as primeiras representações artísticas dos Magi os retrata com vestimentas persas ou outros trajes orientais. Alguns dos primeiros escritores Cristãos viam os Magi (reis magos) como mágicos que prontamente aceitaram a superioridade de Cristo e desistiram de suas mágicas para adora-lo. Outros os viam como os melhores sábios pagãos que foram inspirados por seus conhecimentos de astronomia a reconhecer sinais do nascimento de Cristo.

Muitos estudiosos vêem a ênfase do ambiente judeu de Mateus como um sinal que esse Evangelho foi escrito primeiramente para os Judeus e Cristãos Judeus. Portanto, se os “reis magos” eram de fato gentios, e não judeus do oeste de Diáspora, eles se unem a mulher da genealogia de Mateus, a mulher sirofeniciana, e o centurião ao pé da cruz como figuras demonstrando a inclusão dos Gentios bem como nas mensagens Cristãs no Evangelho de Mateus.

O que o Novo Testamento fala sobre o nascimento de Jesus?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Dos quatro evangelhos, apenas Mateus e Lucas fazem um relato da concepção e nascimento de Jesus. Escritos de duas perspectivas diferentes e contendo detalhes diferentes, essas duas narrativas completam uma a outra e juntas formam um importante fato do nascimento, incluindo que o nome da mãe de Jesus era Maria, que ela viveu em época em Nazaré, que ele nasceria perto de Jerusalém e que sua concepção foi um milagre divino.

Embora Mateus testifique que Maria concedeu pelo poder de Deus, ele enfatiza que Jesus era filho de David por genealogia no começo da narrativa do nascimento e por seu foco no papel de José, responsável por Jesus. Através de sonhos, José recebeu instruções de casar com Maria, aceitar o nome Jesus para a criança e de se mudar com a família quando ameaçado por Herodes e então por seu filho, Arquelau. Através do uso de citações do Velho Testamento, Mateus demonstra ainda como o nascimento de Jesus cumpriu as profecias messiânicas.

Os registros de Lucas, por outro lado, frequentemente ilustravam a perspectiva de Maria e incluía mais informações pessoas e da família. Ao contar a anunciação, ele preserva as instruções angelicais que Maria recebeu, e a sua visita a Elizabete provendo para ambas a confirmação espiritual concernente aos papeis que seus filhos cumpririam. Adicionalmente aos detalhes da noite do nascimento de Jesus, a narrativa de Lucas também inclui registros de quando nomearam Jesus e de sua circuncisão, sua apresentação no templo e seus ensinamentos no templo quando tinha doze anos.

Alguns dos aspectos dessas duas narrativas que os contos de natal tradicionais harmonizam frequentemente provêm detalhes interessantes quando lidos separadamente. Mateus não dá qualquer indicação que José seja de Nazaré, talvez sugerindo que ele ou sua família fossem de Belém, ou que possuíam propriedades lá, o lar tradicional do Rei Davi, ou que Maria fosse de Belém, talvez que possuísse propriedades lá. Nos registros de Lucas, quando José leva Maria para Belém logo após o seu casamento, suas acomodações parecem improvisadas. Interessante que a palavra Katalyma, tradicionalmente traduzido como “pousada” e frequentemente interpretado como uma caravana ou acampamento, pode também significar “quarto de hóspedes” (a segunda vez que Lucas usa essa palavra é para o que foi traduzido como cenáculo (ou quarto superior) da Ultima Ceia em Lucas 22:11-12). Os registros de Lucas falam sobre anjos e pastores, que encontram a criança na tão conhecida manjedoura, enquanto os registros de Mateus relata sobre os Magos chegando algum tempo após o nascimento, e eles encontram a família vivendo em uma casa.

José parece ter tido a intenção de ficar com a família em Belém, partindo apenas quando alertado que Herodes queria matar a criança. A morte de Herodes em 4 D.C.ajuda a datar os acontecimentos, pois foi nesta época que Jose trouxe sua família de volta do Egito para Nazaré. Encontrando o filho instável de Herodes, Arquelau, governando a Judéia, José é novamente alertado em um sonho, decide levar a família então para Nazaré, o qual parece ser a casa de Maria. Seu temor era justificado, no ano 6 D.C. os Romanos depuseram Arquelau para a investigação dos próprios Judeus por causa de sua violência e mau governo. Este também foi o ano em que P. Sulpicius Quirinus, ou “Cirenio” começou seu governo na Síria. Embora o ano 6 D.C. é a data que Lucas parece ter dado para o nascimento de Jesus, historicamente é o ano em que a Judéia se tornou uma província.