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	<title>Redenção Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>A necessidade da expiação de Jesus Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Redenção]]></category>
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					<description><![CDATA[A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg"><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-642" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg" alt="mormon-jesus-christ-nephites" width="320" height="254" /></a>A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas naturais; mas virá, como Satanás bem o sabe; e neste conhecimento está o seu atual, embora temporário, triunfo. Mas são os propósitos de Deus, como sempre o foram e sempre o serão, infinitamente superiores aos mais profundos desígnios dos homens ou demônios; e, mesmo antes que o primeiro homem fosse criado na carne, tomaram-se providências contra as maquinações satânicas que pretendiam fazer da morte um mal inevitável, perpétuo e supremo. A expiação a ser efetuada por Jesus Cristo foi estabelecida para sobrepujar a morte e prover um meio de resgate do poder de Satanás.<span id="more-110"></span></p>
<p>Como a penalidade a que está sujeita a queda recaiu sobre a raça humana, através de um ato individual, seria manifestamente injusto e, portanto, impossível como parte do propósito divino, fazer com que todos os homens sofressem as conseqüências da mesma, sem uma providência para a sua libertação. Ademais, uma vez que pela transgressão de um homem o pecado veio ao mundo e a morte foi transmitida a todos, é razoável que a expiação necessária tenha sido efetuada por um homem*. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida” (Romanos 5:12,18). Assim ensinou o apóstolo Paulo; e ainda: “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (I Coríntios 15:21,22).</p>
<p>A expiação deveria ser evidentemente um sacrifício vicário, voluntário e inspirado no amor por parte de Jesus; universal em sua aplicação à humanidade, desde que os homens aceitassem os meios de salvação postos ao seu alcance. Para tal missão, poderia ser eleito apenas alguém que não tivesse pecado. Mesmo as vítimas do altar, que a antiga Israel oferecia como propiciação provisória pelas ofensas do povo sob a lei mosaica, tinham quer ser limpas e destituídas de mácula ou imperfeição; de outra maneira, seriam inaceitáveis e a tentativa de oferecê-las era sacrilégio. Jesus Cristo era o único Ser que possuía os requisitos para o grande sacrifício:</p>
<p>1 – Como único Homem sem pecado;</p>
<p>2 – Como o Unigênito do Pai e, portanto, o único Ser nascido na Terra, possuindo em Sua plenitude os atributos tanto de Deus como do homem.</p>
<p>3 – Como o único que tinha sido escolhido no céu e preordenado para esse serviço.</p>
<p>Que outro homem houve sem pecado e, portanto, completamente isento do domínio de Satanás e a quem a morte, salário do pecado, não foi naturalmente devida? Tivesse Jesus Cristo encontrado a morte como os outros homens – resultado do poder que Satanás adquiriu sobre eles, através de seus pecados – Sua morte não teria sido senão uma experiência individual, expiatória apenas de Suas próprias faltas e ofensas. A absoluta inexistência de pecados em Cristo qualificou-O. Sua humildade e voluntariedade tornaram-No aceitável ao Pai, como sacrifício expiatório para a propiciação de todos os pecados dos homens.</p>
<p>Que outro homem viveu com poder para resistir à morte, sobre o qual a morte não poderia prevalecer, senão através de Sua própria submissão? Jesus Cristo, entretanto, não podia ser morto até que “chegasse Sua hora”, sendo esta a hora em que voluntariamente entregasse Sua vida, permitindo Sua própria morte através de um ato espontâneo. Nascido de mãe mortal, Ele herdara a capacidade de morrer; gerado por um Ser imortal, possuía por herança o poder de resistir à morte indefinidamente. Ele literalmente entregou Sua vida; e esta é Sua própria afirmação: “Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a toma-la” (João 10:17-18). E ainda: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo”. (João 5:26). Somente tal Ser poderia conquistar a morte; e ninguém, senão Jesus Cristo, possuía esta condição indispensável ao Redentor do mundo.</p>
<p>Que outro homem veio à Terra com tal desígnio, revestido da autoridade de tal preordenação? Jesus Cristo, no entanto, não se apropriou da missão expiatória. É verdade que Ele Se ofereceu quando do chamado dos céus; é verdade que foi aceito, e no devido tempo veio à Terra, para levar a efeito os termos daquela anuência; mas Ele foi escolhido por Um maior que Ele próprio. Sua afirmação de autoridade teve sempre como essência o fato de que agia sob a direção do pai, como o testemunham estas palavras: “Porque eu desci do céu; não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:30).</p>
<p>*Redenção do efeito da queida – “O Mormonismo aceita a doutrina da queda e o relato da transgressão no Édem, como apresentados em Gênesis; mas afirma que ninguém, senão Adão, pode ou poderá responder pela desobediência de Adão; que a humanidade em geral está completamente absolvida da responsabilidade daquele ‘pecado original’ e que cada um terá que prestar contas apenas de suas próprias transgressões; que Deus tinha presciência da queda, que a mesma foi usada como meio pelo qual se inaugurou a indispensável condição de mortalidade; e que um Redentor foi provido antes que o mundo existisse; que a salvação geral, no que se refere à redenção dos efeitos da queda, é dada a todos sem que a busquem; mas que a salvação individual ou libertação dos efeitos dos pecados pessoais deve ser conquistada pela fé e obras de cada pessoa através da redenção efetuada por Jesus Cristo”.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo e Story and Philosophy of Mormonism</p>
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		<title>O Poder Qualificador da Expiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Redenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Conferência Geral de outubro de 1995 de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de ‘Igreja Mórmon’), presidente Boyd K. Packer, um dos apóstolos atuais, disse: “Exceto pelos poucos que [agiram] para a perdição, não há habito, vício, rebelião, transgressão, apostasia, ninguém excluso da promessa do perdão completo. Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Conferência Geral de outubro de 1995 de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de ‘Igreja Mórmon’), presidente Boyd K. Packer, um dos apóstolos atuais, disse:</p>
<p>“Exceto pelos poucos que [agiram] para a perdição, não há habito, vício, rebelião, transgressão, apostasia, ninguém excluso da promessa do perdão completo. Essa é a promessa da expiação de Cristo” (A Manhã Brilhante do Perdão, Ensign, nov. 1995, p. 20).<span id="more-78"></span></p>
<p>Claramente a expiação tem o poder de nos redimir de nossos pecados e dos efeitos da Queda. Mas a Expiação tem o poder de nos qualificar. Qualificar significa “tornar capaz”; dar poder, meios ou habilidades; tornar competente. O poder redentor da Expiação a qual é ativada pela fé em Jesus Cristo, nos torna poderoso, capaz, competente e santo. É o poder que compensa quando fazemos os nosso melhor e ainda caímos. É o poder que magnífica nossas habilidades, nos permitindo alcançar coisas além de nossa capacidade natural. É o poder que nos qualifica para continuar tentando mesmo quando sentimos vontade de desistir. É o poder pelo qual “nascemos novamente” (João 3:3) e nos tornamos perfeitos (João 17:23).</p>
<p>Expiação é a reconciliação do homem com Deus. No contexto das escrituras, expiar significa sofrer a penalidade pelo pecado, removendo assim os efeitos da transgressão do pecador arrependido e permitindo-lhe reconciliar-se com Deus. Jesus Cristo foi o único ser capaz de realizar uma expiação perfeita por toda a humanidade. Ele pôde fazer isto por ter sido escolhido e preordenado no Grande Conselho que se realizou antes que o mundo fosse formado, por ser filho literal de Deus e por ter vivido sem pecado. Sua expiação inclui o sofrimento pelos pecados da humanidade, o derramamento de seu sangue, sua morte e ressurreição.</p>
<p>Nossa meta não é apenas nos tornarmos limpos. Nossa meta é nos tornar como Deus! Mas não podemos fazer isso por nós mesmos. C.S. Lewis disse:</p>
<p>“Quando eu era uma criança, tinha dores de dente com freqüência, e eu sabia que se eu procurasse minha mãe ela me daria alguma coisa que diminuiria a dor por aquela noite e me deixaria dormir. Mas eu não procurei minha mãe – pelo menos não até a dor ficar muito pior… Eu não duvidava que ela me daria uma aspirina; mas eu sabia que ela faria algo mais. Eu sabia que ela me levaria ao dentista na manhã seguinte. Eu não podia conseguir dela algo que eu queria sem conseguir algo mais, o qual eu não queria. Eu queria alivio imediato para a dor, mas eu não podia conseguir isso sem [também ir ao dentista].</p>
<p>Nosso Senhor é como o dentista… Dezenas de pessoas o procuram para ser curados de algum pecado particular do qual se envergonham… ou o qual obviamente deteriora a vida diária… Bem, Ele irá curar isto, mas Ele não vai parar ali. Aquilo pode ser tudo o que você pediu; mas uma vez que você o chama, Ele lhe dará um tratamento completo… ‘Não cometa erros’ diz Ele, ‘se você me permitir, eu lhe farei perfeito. O momento em que se colocar em minhas mãos, é por isso que está aqui. Nada menos do que isso. Você tem livre escolha, e se você escolher, você pode me expulsar. Mas se não fizer isso, entenda que eu farei esse trabalho… Eu nunca descansarei, nem deixarei você descansar, até que esteja literalmente perfeito – até que meu Pai possa dizer sem reservas que Ele está satisfeito com você, bem como Ele me disse que estava satisfeito comigo”.</p>
<p>Ainda assim – esse é um outro lado igualmente importante disto – esse Ajudante que irá, na longa jornada, estar satisfeito por nada menos do que a absoluta perfeição, ele também ficará encantado com a primeira debilitação, os tropeços no esforço que fará amanhã para realizar as mais simples tarefas.</p>
<p>Assim como o poder redentor da Expiação, o poder qualificador é possível pela graça de Deus. Podemos, por nosso pecados, nos desqualificar espiritualmente. Mas não podemos, sem Sua ajuda, nos tornar espiritualmente capazes. Ele é a fonte de nosso poder. Se aceitarmos Sua expiação e fazermos da nossa vontade a Dele, podemos nos “ligar” nessa fonte infalível de poder e energia.</p>
<p>Sperry Symposium Classics, 2006, Brigham Young University &amp; Deseret Book, 169-170.</p>
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