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	<title>Salvador Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>O poder redentor da Expiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 14:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Arrependimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Queda de Adão trouxe para o mundo tanto a morte física, que é a separação do corpo e do espírito: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto &#8230;” ( Tiago 2:26), e a morte espiritual, que é a separação de Deus ou a alienação das coisas de Deus (ver Alma 12:32). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Queda de Adão trouxe para o mundo tanto a morte física, que é a separação do corpo e do espírito: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto &#8230;” ( Tiago 2:26), e a morte espiritual, que é a separação de Deus ou a alienação das coisas de Deus (ver Alma 12:32). A Expiação de Cristo nos redime dos efeitos da Queda. “Redenção” ensinou o Elder Bruce R. McConkie, “são duas coisas: condicional e incondicional” (Doutrina Mórmon, 2d ed., Bookcraft, 1966, p. 623).</p>
<p>A redenção incondicional provê dois dons gratuitos para a humanidade. O primeiro dom incondicional é que todos que já viveram na mortalidade serão redimidos de sua morte física através da ressurreição, porque Jesus “[provou] a morte por todos” (Hebreus 2:9). João registrou o próprio testemunho do Salvador: “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação” (João 5:29).</p>
<p>Quer seja justo ou injusto, todos serão ressuscitados com um corpo imortal, nunca mais sujeito a morte ou a dores, doenças e fatigas do corpo mortal (Alma 11:41-45). Eu vim a apreciar essas bênçãos quando adolescente. Meu pai sofria com os efeitos da diabetes, incluindo a perda de visão nos últimos dois anos de sua vida. Embora Eu tenho experimentado uma grande perda quando meu pai morreu…, eu senti paz sabendo que seu espírito seria reunido novamente um dia com um corpo físico perfeito que seria livre das aflições físicas que ele havia sofrido em sua vida. Eu regozijei por saber que seu falecimento havia restaurado sua visão e que ele podia ver sua família pela primeira vez depois que havia ficado sego. “E disse-lhes Jesus: Eu vim a este mundo… a fim de que os que não vêem vejam” (João 9:39).<span id="more-80"></span></p>
<p>A segunda bênção incondicional da Expiação é expressada em nossa segunda Regra de Fé: “Cremos que os homem serão punidos por seus próprios pecados e não pela transgressão de Adão”. Embora todos sejamos certamente influenciados pela Queda de Adão (ou seja, todos experimentamos a dor, sofrimento, doenças e a morte), a misericórdia infinita de Cristo nos protege da punição pela transgressão de Adão ou pelos pecados de qualquer outra pessoa. Podemos sofrer por causa dos pecados de outra pessoa, mas esse sofrimento não ocorre como punição imposta por Deus. Para Deus punir uma pessoa pelo pecado de outra seria injusto. João registrou as palavras de Jesus: “E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo” (João 5:22) e “o meu juízo é justo” (João 5:30).</p>
<p>A redenção da morte física é incondicional, mas a redenção da morte espiritual não é. “A redenção condicional” disse o Elder McConkie, “é sinônimo com exaltação ou vida eterna. Ela vem pela graça de Deus juntamente com as boas obras e redenção inclusa do efeito de ambas quedas temporal e espiritual” (Doutrina Mórmon, 6:23). Nos alienamos de Deus e morremos espiritualmente quando pecamos. E devido ao pecado, João ponderou, todos têm a necessidade da Expiação: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.” (1 João 1:8). João explica mais adiante que a Expiação provê redenção da morte espiritual sobre condições de arrependimento e obediência subseqüente e assim faz o “renascimento” espiritual possível: “Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” “Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.” (João 3:3-5, 8:51). “Mas se alguém pecar e se arrepender”, testifica João, “temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo; e ele é a propiciação para nossos pecados: e não apenas para o nosso, mas também para os pecados de todo o mundo” (TJS, 1 João 2:1-2).</p>
<p>A palavra Expiação literalmente significa se reconciliar ou ser um – ser um com Deus. Jesus, que foi uno com o Pai, media uma conciliação entre Deus e portanto somos “trazidos novamente em comunhão com o Pai, e [somos] capacitados a viver e avançar como seres ressuscitados nos mundos eternos” (James E. Talmage em Hugh B, Brown, A Vida Abundante, 1965, p. 315). Por assim fazer, Jesus, o “autor e finalizador de nossa fé” respondeu os fins da lei, assim levando a efeito nossa felicidade eterna, a qual é o fim ou o “objeto e desígnio de nossa existência” (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, 1976, 255)…</p>
<p>Arrependimento condicional requer que nos arrependamos completamente de todos os nosso pecados. O arrependimento que traz perdão completo requer sofrimento. Spencer W. Kimball disse: “Não pode haver perdão sem um arrependimento real e total, e não pode haver arrependimento total sem punição”. O pecador não arrependido precisa pagar completamente o preço do pecado (Portar o Sacerdócio Dignamente, Ensign, 1975, 78).</p>
<p>Pode o pecador arrependido escapar totalmente dos sofrimentos, ou ele ainda será sujeito a parte da demanda da justiça? Pode o pecador arrependido satisfazer a demanda da justiça por seu próprio sofrimento, por seu próprio trabalho de arrependimento?</p>
<p>Dallin H. Oaks, um apostolo do Senhor, respondeu essas perguntas. Ele disse:</p>
<p>“Esses versículos significam que uma pessoa que se arrepende não precisa sofrer por causa de todo a punição suportada pelo Salvador? [Não, elas significam] que a pessoa que se arrepende não precisa sofrer “como” o Salvador sofreu por aqueles pecados. Os pecadores que estão se arrependendo experimentarão algum sofrimento, mas, por causa de seu arrependimento e por causa da Expiação, eles não experimentarão todo a… extensão do sofrimento que o Salvador sofreu por aquele pecado… O sofrimento que impele o transgressor em direção ao arrependimento é seu ou sofrimento. Mas o sofrimento que satisfaz as demandas da justiça para toda transgressão arrependida é o sofrimento de nosso Salvador e Redentor… Alguns transgressores… [perguntam] “Por que eu preciso sofrer afinal?”… Agora que eu disse me desculpe, por que você não pode me dar apenas misericórdia e esquecer tudo sobre o acontecido? O transgressor arrependido precisa ser mudado, e as condições do arrependimento, incluindo a confissão e o sofrimento pessoal, são essenciais para cumprir essa mudança. Excluir um transgressor destas condições o privaria das mudanças necessárias para a Salvação” (O Que Pensais de Cristo, Ensign, nov. 1988, 67).</p>
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		<title>Jesus o Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É fato histórico que, no início, ou próximo do início da que veio a ser conhecida como a era cristã, o Homem Jesus, cognominado o Cristo, nasceu em Belém da Judéia. Os principais dados relativos ao Seu nascimento, vida e morte, são tão bem evidenciados, que se tornaram razoavelmente incontestáveis; são tão bem evidenciados, que se tornaram razoavelmente incontestáveis; são fatos registrados e aceitos como essencialmente autênticos pelo mundo civilizado em geral. É verdade que há divergências de deduções baseadas em pretensas discrepâncias nos registros antigos, relativas a detalhes circunstanciais; mas tais diferenças são de importância mínima, pois nenhuma delas em separado, nem todas, conjuntamente, lançam a menor sombra de dúvida racional sobre a história da existência terrena do Homem, conhecendo na literatura como Jesus de Nazaré.<span id="more-68"></span></p>
<p>Quanto a quem e o Ele era, há dissensões de graves conseqüências, dividindo as opiniões dos homens; e essa divergência de concepção e crença é mais pronunciada nas questões de maior importância. Os testemunhos solenes de milhões de mortos e de milhões de vivos unem-se, proclamando-O como divino, Filho do Deus Vivo, Redentor e Salvador da raça humana, Juiz Eterno das almas dos homens, o Escolhido e Ungido do Pai – em resumo, o Cristo. Outros há que negam Sua divindade, enquanto exaltam as qualidades transcendentes de Sua inigualável e incomparável virilidade.</p>
<p>Para o estudante de história, este Homem, entre os homens, é o primeiro e permanece na frente sozinho como personalidade guia no desenvolvimento do mundo. A humanidade jamais produziu um líder que se Lhe compare. Considerado exclusivamente como personagem histórico, Ele é único. Julgado pelo padrão da apreciação humana, Jesus de Nazaré é supremo entre os homens, pela excelência de Seu caráter pessoal, pela simplicidade, beleza e valor genuíno de Seus preceitos, e pela influência de Seu exemplo e doutrinas no desenvolvimento da raça. A estas características notáveis de grandeza extraordinária, o cristão devoto adiciona um atributo que excede muito a soma de todos os outros – a divindade da origem de Cristo e a realidade eterna de Sua condição de Senhor e Deus.</p>
<p>Cristãos e descrentes reconhecem, igualmente, Sua hegemonia como Homem e respeitam a importância de Seu nascimento para a história. Cristo nasceu no meridiano dos tempos; e Sua vida na Terra marcou, simultaneamente, a culminância do passado e o início de uma era de esperança, esforço e realização humana. Seu advento determinou uma nova ordem no contar dos anos; e, por consentimento comum, os séculos anteriores a Seu nascimento passaram a ser contados em sentido contrário, partindo do acontecimento pivô, e são designados de acordo. O desenvolvimento e queda de dinastias, o nascimento e dissolução de nações, todos os ciclos da história concernentes à guerra e paz, prosperidade e adversidade, saúde e pestilência, abundância e escassez, terremotos e tempestades, triunfos da invenção e descoberta, épocas de desenvolvimento do homem em santidade e longos períodos de degeneração na descrença – todas as ocorrências que fazem a história – são narradas em todo o mundo cristão, fazendo-se referência ao ano antes ou depois do nascimento de Jesus Cristo.</p>
<p>Sua vida terrena durou 33 anos; e destes, apenas três Ele os passou como um Mestre reconhecido, abertamente envolvido nas atividades do ministério público. Sofreu morte violenta, antes que tivesse atingido o que agora conhecemos como a plenitude da vida. Como indivíduo foi conhecido pessoalmente por poucos; e Sua fama como personalidade mundial generalizou-se apenas depois de Sua morte.</p>
<p>Um breve relato sobre algumas de Suas palavras e obras foi preservado, chegando até nós; e este registro, embora fragmentário e incompleto, é devidamente avaliado como o maior tesouro do mundo. A mais antiga e mais extensa história de Sua existência mortal encontra-se na compilação de Escrituras, conhecidas como Novo Testamento; na verdade, pouco foi dito sobre Ele pelos historiadores seculares do Seu tempo. Ainda que poucas e curtas sejam as alusões feitas por escritores não-bíblicos, no período imediato ao do Seu ministério, são entretanto suficientes para corroborar o registro sagrado, no que concerne à realidade e ao período da existência terrena de Cristo.</p>
<p>Nenhuma biografia adequada de Jesus, como menino e homem, foi o pôde ser escrita, pela simples razão de que não existem dados para compô-la. No entanto, homem algum jamais viveu, sobre o qual tanto tenha sido dito ou cantado, e nenhum a quem tenha sido devotada uma porção maior da literatura mundial. É exaltado por cristãos, maometanos e judeus, por céticos e infiéis, pelos maiores poetas, filósofos, estadistas, cientistas e historiadores do mundo. Até mesmo o pecador herético, no abominável sacrilégio de suas imprecações, proclama divina supremacia daquele cujo nome profana.</p>
<p>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias afirma possuir autoridade divina para usar o nome sagrado, Jesus Cristo, como parte essencial de Sua designação característica. Em vista desta elevada afirmação, é razoável inquirir a respeito da mensagem particular ou especial que a Igreja tem para dar ao mundo, concernente ao Redentor e Salvador da raça e quanto ao que tem para declarar, justificando Sua solene afirmação, ou em defesa de Seu nome e título exclusivos. Ao prosseguirmos em nosso estudo, descobrimos que, entre os ensinamentos específicos da Igreja a respeito do Cristo, encontram-se os seguintes:</p>
<p>1. A unidade e continuação de Sua obra em todas as espocas envolvendo necessariamente a veracidade de Sua preexistência e preordenação.<br />
2. O fato de Sua Divindade pré-mortal.<br />
3. A realidade de Seu nascimento na carne, como produto inerente se Sua linhagem divina e mortal.<br />
4. A realidade de Sua morte e ressurreição física, em conseqüência da qual o poder da morte está, eventualmente, sobrepujado.<br />
5. O rigor da expiação, efetuada por Ele incluindo a exigência absoluta de obediência individual às leis e ordenanças do evangelho, como o meio pelo qual pode ser atingida a salvação.<br />
6. A restauração de Seu Sacerdócio e o restabelecimento de Sua Igreja na corrente época, que é, verdadeiramente, a Dispensação da Plenitude dos Tempos.<br />
7. A certeza de Seu retorno à Terra, em futuro próximo, com poder e grande glória, para reinar em pessoa e presença física como Senhor e Rei.</p>
<p>James Talmage, Jesus o Cristo</p>
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