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	<title>Historiadores Bíblicos Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>O Cristianismo Restaurado, Um Estudo de Bob Larsen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Destro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Historiadores Bíblicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Benvindos aos Estudos do Cristianismo Restaurado. Eu sou Bob Larsen, e quando eu tinha 16 anos de idade meus pais me encorajaram a ler as Escrituras Sagradas por mim mesmo. Eu mergulhei nelas com tanto interesse que 60 anos depois, eu ainda posso me lembrar da primeira vez que as li, e dos versículos que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Benvindos aos Estudos do Cristianismo Restaurado. Eu sou Bob Larsen, e quando eu tinha 16 anos de idade meus pais me encorajaram a ler as Escrituras Sagradas por mim mesmo. Eu mergulhei nelas com tanto interesse que 60 anos depois, eu ainda posso me lembrar da primeira vez que as li, e dos versículos que se destacaram entre todos os outros.</p>
<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/12/mormon-Christus2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1052" title="mormon-Christus2" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/12/mormon-Christus2-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" srcset="https://jesusocristo.org/files/2012/12/mormon-Christus2-240x300.jpg 240w, https://jesusocristo.org/files/2012/12/mormon-Christus2.jpg 576w" sizes="auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a>Se algo fica com você por 60 anos, deve valer a pena memoriza-lo palavra por palavra. Me certifiquei daquilo que estava lendo e as memorizei. Desde aquele momento eu senti o desejo de listar as escrituras  que mais haviam significado para mim, e que se depositaram nas profundezas de meu coração por toda a minha vida. Eu listei varias delas, as memorizei, e as organizei por assunto em um grande panorama da Restauração do Evangelho, da Expiação do Senhor Jesus Cristo e do Plano do Nosso Pai Celestial para seus filhos. Eu olhei para aquilo que tinha, e percebi que era um Estudo do Cristianismo Restaurado. Foi assim que este projeto começou.</p>
<p>Antes que eu compartilhe minhas escrituras com vocês, eu acho que seria interessante explicar o que significa o termo “Cristianismo Restaurado”, e sua perspectiva com o resto do mundo. Para começar, eu acredito que o Cristianismo Histórico pode ser melhor compreendido se o dividirmos em quatro estágios: o Cristianismo Original, o Cristianismo Tradicional, o Cristianismo Protestante e o Cristianismo Restaurado.</p>
<p>O <strong><em>Cristianismo Original</em></strong> é o puro e belo cristianismo ensinado e praticado pelo Senhor Jesus Cristo e Seus apóstolos, incluindo todas as verdades ensinadas por todos os santos profetas desde o começo do mundo, e termina, provavelmente, um pouco depois da morte do ultimo dos Pais Cristãos que realmente conheciam o que era ensinado pelos apóstolos originais.<span id="more-1050"></span></p>
<p>O segundo estagio do Cristianismo Histórico é o <strong><em>Cristianismo Tradicional</em></strong>, que começou com a Igreja Católica Romana e as Igrejas Ortodoxas do Leste Europeu e se desenvolveu por muitos séculos. Eu sei que muitos dos Protestantes também desejariam serem chamados de Cristãos Tradicionais, mas aqueles da fé Católica ou da Ortodoxa certamente não dão a mínima para essas aspirações! E pensando no que a idade das trevas fez com o Catolicismo e o Ortodoxismo, ou mesmo o Protestantismo, acredito que seria sábio evitar a etiqueta “tradicional” a qualquer custo. Entretanto, eu ainda defendo o titulo “Tradicional” para esta fase do Cristianismo, por causa dos grandes concílios que foram realizados e as crenças, politicas e praticas que se desenvolveram a partir deles, e com os ensinamentos dos Padres cristãos posteriores a tradição cresceu em proeminência. A Tradição acabou recebendo a vestimenta da autoridade e da igualdade junto com as Escrituras Sagradas. Por isso do título “Cristianismo Tradicional”.</p>
<p>O terceiro estagio do Cristianismo Histórico é o <strong><em>Cristianismo Protestante</em></strong>, que se constitui de todas as denominações que romperam, ou se separaram do Cristianismo Tradicional. Martinho Lutero foi o primeiro de um série de grandes reformadores que se rebelaram contra as tradições do Cristianismo Tradicional. Com as suas “95 Teses”, Martinho Lutero especificamente se opôs a venda de indulgencias, a ideia de que uma pessoa muito rica poderia pagar grandes somas de dinheiro para ter seus futuros pecados perdoados. Isto é simplesmente inacreditável! Mas realmente aconteceu! Ele e seus seguidores formaram uma nova religião com o seu nome. Seus controversos escritos foram amplamente divulgados, e rapidamente Lutero começou a ter grande poder e influencia. Seus escritos também influenciaram muitas pessoas que se tornaram Luteranos ou fundaram suas próprias igrejas. Na Inglaterra, muito tempo depois, John Wesley fez uma analise minuciosa do Cristianismo Tradicional de sua época, que incluía também a Igreja da Inglaterra, e ele chegou a uma conclusão surpreendente. Eu sinto uma grande emoção nas palavras de John Wesley, quando disse: “Os Cristãos tornaram-se pagãos novamente, sua religião é apenas uma formalidade sem nenhuma essência”.</p>
<p>Quero deixar claro que cada um dos reformadores da Reforma Protestante discordavam profundamente entre si sobre quais das tradições e doutrinas manter e ensinar. Houve também muitas contendas entre as denominações e dentro delas, que causaram apenas mais cismas, resultando nas milhares de denominações existentes hoje, com uma vastidão de ensinamentos e praticas. O Cristianismo tem sido frequentemente comparado com uma orquestra em que cada instrumento segue uma partitura diferente. De fato, a Orquestra Cristã produz um som discordante!</p>
<p>Por outro lado, com toda a justiça, deve-se dizer também que qualquer observador objetivo poderá encontrar vestígios do cristianismo original em cada uma das denominações do cristianismo protestante e tradicional, muito do que é bom, piedoso e digno de louvor. Agora, antes de passarmos para o outro tópico, gostaria de falar sobre o meu reformador favorito, Roger Williams. Roger Williams era um corajoso e independente pensador tão dedicado à verdade de Deus que estava disposto a sacrificar tudo por ela. Este exímio estudioso e teólogo de Cambridge fugiu para a América a fim de escapar da perseguição religiosa, somente para descobrir que os puritanos do estado de Massachusetts praticavam o mesmo tipo de perseguição.</p>
<p>Roger Williams foi banido de Massachusetts e tornou-se o fundador do Estado de Rhode Island, o pai da liberdade religiosa nos Estados Unidos, muitos o consideram como o fundador da Igreja Batista na América. Em 1638, ele e outros fundaram uma congregação Batista em Providence, Rhode Island, mas pouco tempo depois, Roger Williams abandonou a congregação e se tornou um “Seeker”. A filosofia dos “seekers” é tão importante para a minha apresentação, que eu desejo documentar cuidadosamente a minha fonte, o livro se chama <em>Annuls of the</em><em> Town of Providence</em>, no capítulo sobre a História Eclesiástica, página 409:</p>
<blockquote><p>&#8220;De acordo com a nova visão do Senhor Williams como “seeker”, não havia uma igreja regularmente constituída na terra, nem qualquer pessoa autorizada a administrar qualquer ordenança da igreja, nem poderia haver, até que novos apóstolos fossem enviados pelo grande Cabeça da igreja, cuja vinda ele estava procurando”.</p></blockquote>
<p>Observe como esta maravilhosa afirmação se harmoniza com as palavras de John Wesley, quando disse que “Os Cristãos tornaram-se pagãos novamente, sua religião é apenas uma formalidade sem nenhuma essência”. Continuando – “Ele não foi o único a compartilhar desta opinião. Muitos de sua época, acreditavam que o ministério e ordenanças da Igreja Cristã foram irremediavelmente perdidos, durante a usurpação papal”. Eu gostaria de salientar a palavra “irremediavelmente” aqui. Em poucas palavras, os “seekers” acreditavam que, com a usurpação papal e as corrupções da idade das trevas, o cristianismo sofreu tanats alterações que nenhum mortal poderia restaura-lo em sua forma original; somente Deus poderia fazer isso, através do envio de novos apóstolos para a terra.</p>
<p>Nos próximos dois séculos, muitos “seekers” tanto individualmente quanto em grupo surgiram, em muitos países, especialmente na América e na Inglaterra. Deus assim preparou seus corações e mentes, para receber uma nova luz do céu. Foi neste momento que a Restauração aconteceu, através do primeiro profeta da última dispensação do tempo, Joseph Smith, com as visões angelicais e revelações que ocorreram em Nova York e Ohio, nos anos de 1820 até 1830. Os “seekers” aceitaram a realidade da Restauração, primeiramente as centenas, depois aos milhares, e em seguida, às dezenas de milhares. Os “seekers” se tornaram o coração e o centro do Cristianismo Restaurado, que floresceu. O Cristianismo Restaurado já se enraizou, e tornou-se uma poderosa força para o bem em mais de 170 países.</p>
<p>E isso nos leva ao quarto estágio do Cristianismo Histórico, que é o <strong><em>Cristianismo Restaurado</em></strong>. Por definição, o Cristianismo Restaurado é o belo e puro Cristianismo Original, superando completamente o Cristianismo Tradicional e do Cristianismo Protestante, e novamente restaurado na terra por revelação direta do Senhor Jesus Cristo. Este é o Cristianismo Restaurado.</p>
<p>Isto conclui a primeira parte do Cristianismo Restaurado, um estudo realizado por Bob Larsen. Por favor, clique <a href="http://jesusocristo.org/1056/parte-2-as-evidencias-escrituristicas-do-cristianismo-restaurado">neste link</a> para ler a segunda parte deste pequeno curso, intitulado “A Fundação Bíblica do Cristianismo Restaurado”. Só mais uma coisa, o Senhor ordenou que todas as coisas sejam feitas em Seu Santo Nome, e seguindo essa linha, eu quero ressaltar que a alegação principal do Cristianismo Restaurado, e o que o torna único em todo o mundo, é esta: a Autoridade Divina por revelação direta. Eu sei que esta afirmação é verdadeira porque foi confirmado para mim em dezenas de poderosas manifestações do Espírito Santo, manifestações tão indeléveis que eu jamais poderia negá-las. Eu presto meu testemunho que esta reivindicação central, a autoridade divina por revelação direta, é absolutamente verdadeira, no Santo Nome do Senhor Jesus Cristo, amém. Que Deus abençoe a todos vocês.</p>
<p>Artigo escrito por Robert A. Larsen</p>
<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/12/bob-larsen-mormon1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft  wp-image-1051" title="bob-larsen-mormon1" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/12/bob-larsen-mormon1.jpg" alt="" width="74" height="87" /></a>Robert A. Larsen nasceu em Logan, Utah em 1935 mas foi criado em Idaho. Ele obteve um bacharel em Gerenciamento Industrial com ênfase em Inglês pela Universidade de Brigham Young. Sua carreira foi dividida em três partes: Engenheiro Industrial, Gerente de Produção e Vendedor Técnico de Aeronaves. Ele serviu como um missionário Mórmon quando era jovem nos Estados do Norte dos Estados Unidos, e como Presidente do Distrito Missionário de Wisconsin do Norte.</p>
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		<title>O que a.C. e d.C. têm a ver com Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Historiadores Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Dinoysius]]></category>
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					<description><![CDATA[O calendário mais popular em uso no mundo atual é conhecido como Calendário Gregoriano ou Calendário Ocidental, estabelecido em 1582. Ele é baseado presumindo que Jesus Cristo nasceu no ano 1. Aqueles anos antes do nascimento de Jesus são designados como a.C. e os anos após o seu nascimento são chamados d.C. Dionísio propôs o uso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calendário mais popular em uso no mundo atual é conhecido como Calendário Gregoriano ou Calendário Ocidental, estabelecido em 1582. Ele é baseado presumindo que Jesus Cristo nasceu no ano 1. Aqueles anos antes do nascimento de Jesus são designados como a.C. e os anos após o seu nascimento são chamados d.C.</p>
<p>Dionísio propôs o uso de a.C. e d.C. pela primeira vez por volta do ano 525. Foram necessários vários séculos até que todos os países Cristãos Ocidentais finalmente adotassem o sistema, mas finalmente foi incorporado ao Calendário Gregoriano ou Ocidental.<span id="more-90"></span> Em português a.C. significa Antes de Cristo e d.C. depois de Cristo. Em inglês existe um fato interessante. Antes de Cristo em inglês se le <em>Before Christ</em>, portanto o ano a.C. em inglês é b.C. Entretanto, o d.C. em português é lido a.D. em inglês, que significa Ano Domini ou Ano do nosso Senhor, o que mais propriamente pode ser escrito “Ano Domini Nostri Iesus Christi” (o Ano de nosso Senhor Jesus Cristo), se referindo ao nascimento de Cristo.</p>
<p>De acordo com essa maneira de identificar os anos, o ano 435 a.C. representa o ano 435 antes do nascimento de Jesus Cristo. Uma data de 1.776 d.C. representa o ano 1776 de nosso Senhor Jesus Cristo. Nas sociedades seculares ocidentais, incluindo o Canadá, Brasil, Estados Unidos, Austrália, etc., a sigla d.C. foi deixada de lado e hoje não é mais usado 2008 d.C., mas apenas 2008.</p>
<p>Hoje, o calendário ocidental é universalmente usado em negócios, eventos políticos e seculares, ainda que outras culturas não aceitem Jesus Cristo como o Senhor. Para sua própria religião e vida cultural eles usam seu próprio sistema de calendários. Por exemplo, o calendário judaico começa com o ano presumido da criação (3761 a.C.); o calendário muçulmano começa com o ano presumido da partida de Maomé de Meca para Medina (622 d.C.). O calendário chinês é usado pela maioria dos asiáticos para determinar feriados, como o Ano Novo, por exemplo.</p>
<p>Não obstante, uma vez que o calendário ocidental é usado como o calendário trabalhista na maior parte do mundo, ajudando a coordenar partidas e chegadas de transportes, reuniões de negócios e outras atividades seculares, houve um movimento para adotar um sistema neutro, mudando a.C. para A.E.C (Antes da Era Comum) e d.C para E.C. (Era Comum), fazendo com que o uso do calendário seja imparcial.</p>
<p>Ironicamente, os estudiosos afirmam que Dionísio errou em seus cálculos com relação ao ano do nascimento de Jesus Cristo. De acordo com confiáveis fontes históricas,  Jesus Cristo nasceu entre 4 e 6 a.C. Neste sentido, o uso de a.C. e d.C. não tem qualquer significado religioso como uma maneira de determinar uma nova época com o nascimento do filho único de Deus, uma vez que ele é baseado em um calculo não correto do evento.</p>
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		<title>O que Tacitus disse sobre Jesus e os primeiros Cristãos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro Anais de Tacitus é mais conhecido por seus registros do grande fogo em Roma em 64 D.C. Nero, procurando por bodes expiatórios, aproveitando a crescente falta de popularidade dos Cristãos e suas expectativas da destruição do mundo “por fogo”, expondo-os a acusação de provocar incêndio. Ele iniciou uma perseguição local e breve que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro Anais de Tacitus é mais conhecido por seus registros do grande fogo em Roma em 64 D.C. Nero, procurando por bodes expiatórios, aproveitando a crescente falta de popularidade dos Cristãos e suas expectativas da destruição do mundo “por fogo”, expondo-os a acusação de provocar incêndio. Ele iniciou uma perseguição local e breve que resultou no assassinato de muitos Cristãos. Concernente aos Cristãos, Tacitus escreveu brevemente: “Para esse propósito ele puniu, com tortura rara, uma raça de homens detestados por suas práticas malévolas, por apelação vulgar chamados de Cristãos. O nome foi derivado de Cristo, que no reinado de Tiberius, sofreu com Pôncio Pilatos, o procurador da Judéia. Por esse acontecimento a seita, da qual ele era o fundador, recebeu um golpe, no qual, por um tempo, verificou o crescimento de uma superstição perigos; mas ela reviveu logo depois, e se espalhou com vigor recrutado, não apenas na Judéia, o solo onde ela nasceu, mas ate mesmo na cidade de Roma” (Anais 15:44).</p>
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		<title>Quem foi Tacitus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:03:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cornelius Tacitus, nascido por volta de 56 d.C., era de uma família senatorial relativamente nova. O inicio de sua carreira política foi sob a direção dos emperadores Flavianos Vespasiano, Titus e Dominitian. Ele sobreviveu com sucesso aos purgatórios senatoriais do reino Dominicano, mesmo mantendo um alto oficio sob ele, e ele então recebeu o consulado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cornelius Tacitus, nascido por volta de 56 d.C., era de uma família senatorial relativamente nova. O inicio de sua carreira política foi sob a direção dos emperadores Flavianos Vespasiano, Titus e Dominitian. Ele sobreviveu com sucesso aos purgatórios senatoriais do reino Dominicano, mesmo mantendo um alto oficio sob ele, e ele então recebeu o consulado sob o “bom” imperador Trajano. Após esta época, ele procedeu com uma carreira literária produtiva, escrevendo uma biografia do sogro de Tacitus, um estudo etnográfico dos Alemães, uma ligação em oratória e dois estudos históricos notáveis, ambos dos quais sobraram apenas fragmentos.</p>
<p>O primeiro destes, Histórias, começou com a guerra civil que seguiu a queda do imperador Nero e também traçou a ascensão dos Flavianos. Ele contem informações importantes sobre a revolta Judaica, recontando os primeiros comandos de Vespasiano da reconquista da Judéia pelos romanos e sua própria proclamação como imperador por sua legião quando ali servia. Histórias então continua a descrever a prisão de Titus em Jerusalém, embora os registros de Tacitus terminam antes de sua conclusão.<span id="more-49"></span></p>
<p>O segundo trabalho histórico de Tacitus, Anais, cobrem um período anterior, o dos imperadores Julio-Claudianos após Augustus. As porções restantes cobrem partes dos reinos de Tiberius e Nero. Muitos das novas famílias senatoriais do império criaram um anexo nostálgico para a “republica livre” antes de Augustus, e Tacitus não foi uma exceção. Ele admirava grandemente Augustus, mas ele era crítico ao seu sucessor e focou entre os conflitos entre os imperadores e as classes senatoriais. Ele tinha uma antipatia particular por Tiberius, que o lembrava com desconforto de Dominitian, cujo reino era não popular com Tacitus e outros senadores.</p>
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		<title>O que Josephus disse sobre Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:02:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos estudiosos concorda que Josephus escreveu sobre Jesus em seu livro, Antiguidades Judaicas (ver Antiguidades 18.3.3). Entretanto, porque os Cristãos preservaram seus escritos, eles argumentam que os escritores Cristãos que suportam seus clamores sobre Jesus falsificaram o relatório original que falava de Jesus como o Messias e de sua ressurreição. Que Josephus era [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos estudiosos concorda que Josephus escreveu sobre Jesus em seu livro, Antiguidades Judaicas (ver Antiguidades 18.3.3). Entretanto, porque os Cristãos preservaram seus escritos, eles argumentam que os escritores Cristãos que suportam seus clamores sobre Jesus falsificaram o relatório original que falava de Jesus como o Messias e de sua ressurreição. Que Josephus era um Judeu convicto que não se tornou um Cristão parece apoiar essa interpretação dos dados.</p>
<p>Adicionalmente, nenhum dos primeiros escritores Cristãos citou Josephus para apoiar seus clamores o que parece sugerir que a composição original não incluía os elementos confessionários do texto que foi preservado. No entanto, porque a maioria do texto em questão é característico do seu estilo, exceto as partes que são questionadas, parece provável que aquela porção é originalmente de Josephus. A seguir é a leitura preferida dos estudiosos, referente ao texto:<span id="more-48"></span></p>
<p>Após essa época apareceu Jesus, um homem sábio. Pois ele era um feitor de feitos assombrosos, um professor de pessoas que recebia a verdade com prazer. E ele ganhou um seguidor tanto entre muitos Judeus e entre muitos de origem grega. E quando Pilatos, por causa de uma acusação feita pelos homens que os liderava, o condenou a cruz, aqueles que o amaram previamente não o cessaram de fazer. E até esse dia a tribo de Cristãos, nomeadas após ele, não morreram.</p>
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		<title>Quem foi Josephus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 00:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Historiadores Bíblicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Joseph Bem Matthias Há-Cohen, mais comumente conhecido como Josephus, foi um Judeu, nascido em 37 d.C. em uma família aristocrática de sacerdotes. Seu idioma natal era o aramaico, embora ele também tivesse o conhecimento do hebraico, e todos os seus escritos que sobreviveram ao tempo são em grego. Em diferentes épocas, seus interesses religiosos o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Joseph Bem Matthias Há-Cohen, mais comumente conhecido como Josephus, foi um Judeu, nascido em 37 d.C. em uma família aristocrática de sacerdotes. Seu idioma natal era o aramaico, embora ele também tivesse o conhecimento do hebraico, e todos os seus escritos que sobreviveram ao tempo são em grego. Em diferentes épocas, seus interesses religiosos o levaram a estudar ou se afiliar a Saduceus, Essenes, e Fariseus, as três maiores facções religiosas Judaica. Como um general, durante os primeiros dias da revolta judaica de 66 a 73 D.C., ele foi capturado pelos Romanos em uma emboscada de Jotapata na Galiléia e prontamente mudou de lado, se tornando um cliente do futuro imperador Flaviano Vespasiano, recebendo cidadania romana, e tomando para si o nome Flavius Josephus.</p>
<p>Seus trabalhos literais incluem Guerra Judaica, Antiguidades Judaicas, Contra Apion e uma autobiografia. Os primeiros dois são lidos com freqüência por estudantes da Bíblia por causa das informações que ele provê sobre a historia Judaica e os eventos acerca da vida de Cristo e seus Apóstolos. Guerra Judaica, entretanto, é primariamente um trabalho de historigrafia clássica e precisa ser avaliada como tal. Nela, Josephus procurou explicar porque Deus permitiu os Romanos derrotarem os Judeus e destruir seu templo. Em retrospecto, Josephus viu a rebelião como um grande resultado de ações políticas revolucionárias quem ele viu como pouco mais do que bandidos que eram hostis à classe de Josephus, a aristocracia judaica. Josephus também procurou defender seus próprios patronos, os imperadores Flavianos Vespasiano e Titus, sugerindo, por exemplo, que quando Titus capturou Jerusalém m 70 D.C. ele queria poupar o templo, mas os soldados romanos, agindo por si mesmos, incendiaram o santuário. As famosas últimas palavras que Josephus colocou na boca de Eleazar na Masada é um discurso retórico típico, e o suicídio dos Zelotes houve um paralelo historigraficos em grego e romano.<span id="more-47"></span></p>
<p>Nos anos seguintes, Josephus sentiu a necessidade de defender a reputação e o status do povo Judeu. Antiguidades Judaicas parece ser um subgênero de historia algumas vezes chamada de “Historigrafia apologética”, um tipo de escritos históricos que procura defender e explicar seus assuntos a uma grande cultura dominante. Nele, Josephus enfatiza a antiguidade do povo Judeu e da nobreza das suas tradições. As últimas seções desse trabalho continham alguns dos mesmos materiais encontrados em Guerra Judaica frequentemente representam esses episódios muito diferentemente. Consequentemente, embora muitos leitores hoje tendem a aceitar suas obras sem cristicismo, precisamos lembrar como suas obras mudaram com o passar do tempo como um resultado das mudanças políticas e das circunstancias pessoais.</p>
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