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	<title>Registros Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>História da Família: Movendo Montanhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Destro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 14:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a história da humanidade os homens sempre foram ordenados ou procuraram manter registros de suas famílias, podemos ver ainda hoje os registros em pedra e metal de muitas civilizações antigas, assim como os registros religiosos dos judeus escritos pelos profetas e do Salvador, durante séculos, quando os processos para se registrar e conservar era [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2014/07/homem-mormon-missionario.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1693 size-medium" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2014/07/homem-mormon-missionario-300x240.jpg" alt="homem-mormon-missionario" width="300" height="240" srcset="https://jesusocristo.org/files/2014/07/homem-mormon-missionario-300x240.jpg 300w, https://jesusocristo.org/files/2014/07/homem-mormon-missionario.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Durante a história da humanidade os homens sempre foram ordenados ou procuraram manter registros de suas famílias, podemos ver ainda hoje os registros em pedra e metal de muitas civilizações antigas, assim como os registros religiosos dos judeus escritos pelos profetas e do Salvador, durante séculos, quando os processos para se registrar e conservar era dificílimo, derreter metal e escrever nele, não era fácil. Nos nossos dias, os membros da Igreja são convidados a fazer a mesma coisa, escrevendo a história das nossas próprias famílias. No entanto, ao invés de escrever sobre a pedra ou metais, precisamos apenas pressionar as teclas e deslizar nossos dedos nas telas sensíveis ao toque de nossos dispositivos móveis nas palmas de nossas mãos. Bibliotecas inteiras, estão literalmente ao nosso alcance.</p>
<p><strong>Avanços Tecnológicos Nos Ajudam a Avançar na História Familiar</strong></p>
<p>Há trinta anos atrás, eu estava envolvido em um debate a respeito de um projeto da Universidade de Brigham Young (BYU) que desejava compartilhar os recursos da sua biblioteca com outros campus ao redor do mundo. Isto foi muito antes da internet e parecia um desafio imenso. Naquela época, desafios tecnológicos gigantescos tiveram que ser superados para atingir esse objetivo. Este objetivo foi realizado, não apenas pela BYU, mas por toda a igreja – os discursos da conferencia geral, apresentações, musicas e mensagens estão disponíveis online – e a tecnologia permite o acesso as escrituras, devocionais, e uma miríade de lições, vídeos, família, registros e outros recursos que alguns anos atrás estavam além das mais loucas previsões.</p>
<p>Presidente James E. Faust, disse o seguinte na Sessão da <a href="https://www.lds.org/general-conference/1999/10/of-seeds-and-soils?lang=por">Conferencia Geral de outubro de 1999</a>:</p>
<blockquote><p>Os modernos milagres da tecnologia proporcionaram eficiência à nossa vida de maneiras jamais sonhadas há uma geração; mas com essa nova tecnologia surgiu uma enxurrada de novos desafios&#8230;</p>
<p>Apresso-me em acrescentar que o conhecimento científico, as maravilhas da comunicação e da medicina moderna foram trazidos à luz pelo Senhor para ampliar Seu trabalho em todo o mundo. Como exemplo, o site do <a href="https://familysearch.org/">FamilySearch</a>® na Internet recebe, em média, mais de 7 milhões de visitas por dia.</p></blockquote>
<p>Hoje, nós somos os beneficiários daqueles que mantiveram suas promessas e narraram suas experiências de vida, registrando suas histórias, testemunhos e acontecimentos para nos edificar. Desta forma, a obra de Deus se move para frente ao abençoar Seus filhos em todo o mundo. As influências enobrecedores da oração, estudo das escrituras, frequência a igreja e ao templo, e obediência às leis e ordenanças do evangelho pode literalmente mover montanhas. Devemos simplesmente olhar para presenciar o cumprimento dessas promessas e perseverar na fé para ver a obra de Deus realizar o seu destino. &#8220;As chaves do reino de Deus foram confiadas ao homem na Terra e daí rolará o evangelho até os confins da Terra, como a pedra cortada da montanha, sem mãos, rolará até encher toda a Terra.&#8221; (<a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/65.2?lang=por">Doutrina e Convênios 65:2</a>).</p>
<p>Escrito por Walter Penning</p>
<p><strong>Recursos Adicionais</strong></p>
<p>Saiba mais sobre a <a href="https://www.lds.org/?lang=por">Igreja de Jesus Cristo</a></p>
<p><iframe loading="lazy" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/FtbEIMAsBsY?wmode=transparent&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Por que os Mórmons se interessam pelos Escritos do Mar Morto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Assim como muitos Judeus e outros Cristãos, os Santos dos Últimos Dias (SUD ou mórmons) ficaram ansiosos quando se espalhou a noticia da descoberta de antigos textos judaicos próximos do Mar Morto, começando em 1947. Eventualmente, onze cavernas entregaram os seus tesouros – manuscritos que datava cerca de 200 A.C. a 66 D.C.; colecionados, copiados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como muitos Judeus e outros Cristãos, os Santos dos Últimos Dias (SUD ou mórmons) ficaram ansiosos quando se espalhou a noticia da descoberta de antigos textos judaicos próximos do Mar Morto, começando em 1947. Eventualmente, onze cavernas entregaram os seus tesouros – manuscritos que datava cerca de 200 A.C. a 66 D.C.; colecionados, copiados e feitos por um grupo de Judeus vivendo na antecipação de um conflito cósmico entre os “filhos da luz” e os “filhos da escuridão”. Os manuscritos, incluindo vários outros fragmentos, são conhecidos atualmente como os Escritos do Mar Morto.<span id="more-92"></span></p>
<p>A princípio, as historias sensacionais sobre o conteúdo dos escritos e as teorias conspiradoras sobre sua supressão chamou a atenção de alguns Santos dos Últimos Dias. Rumores e más informações sobre os manuscritos espalharam rapidamente na mídia popular e encontraram uma audiência interessada. Eventualmente, a medida que estudiosos competentes completaram seu trabalho cuidadosamente e metodicamente, os Santos dos Últimos Dias e outros aprenderam que os escritos era de fato um tesouro ainda que a maioria, para não dizer todas, das historias sensacionais foram provadas serem falsas.</p>
<p>Por fim, os escritos são considerados umas das descobertas arqueológicas mais importantes do século XX. Eles revelam muito sobre o período antes e durante o ministério de Jesus Cristo, incluindo informações sobre um grupo Judeu que floresceu na época, os Essenes.</p>
<p>Mais importante ainda, os escritos a mais antiga copia da Bíblia Hebraica, exceto pelo livro de Ester, permitindo aos estudiosos estudar como os livros da Bíblia foram transmitidos. Adicionalmente, copias de antigos comentários Bíblicos e traduções em Aramaico (a linguagem comum do primeiro século dos Judeus que viviam na Judéia e Galiléia) também foram descobertos – provendo esclarecimentos sobre como alguns judeus entendiam e interpretavam o Velho Testamento.</p>
<p>Por causa dos escritos também possuíam registros não inclusos na Bíblia Hebraica tradicional (que foi estabelecida no fim do primeiro século D.C.), incluindo as primeiras copias dos livros de Apócrifa  e outros textos judaicos, tais como o Livro de Enoque, os escritos também revelam algumas coisas interessantes com relação a atitudes com relação a natureza e composição das bibliotecas sagradas judaicas.</p>
<p>Os Mórmons não têm ficado interessados apenas nos relatos dos estudiosos sobre os escritos, mas tem participado ativamente nas pesquisas para se ter mais conhecimento sobre os mesmos. Por exemplo, quatro professores da Universidade Brigham Young serviram como editores dos volumes na publicação oficial, <em>Descobertas do Deserto Judaico</em>. Adicionalmente, a Universidade Brigham Young fundou e participou de vários esforços para colaborar, preservar, registrar e interpretar a importância dos escritos.</p>
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		<title>O que é um Targum?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 00:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Um Targum (no plural Targumim) é uma tradução aramaica e/ou frase da Bíblia Hebraica. Elas são conhecidas do período medieval, mas com a descoberta dos Escritos do Mar Morto no século XX incluíram alguns Targumim (4QtgLev, 4QtgJob, 11Qtgjog e 6Q19), estudiosos voltaram suas atenções para esses textos importantes em um esforço para descobrir algo sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um Targum (no plural Targumim) é uma tradução aramaica e/ou frase da Bíblia Hebraica. Elas são conhecidas do período medieval, mas com a descoberta dos Escritos do Mar Morto no século XX incluíram alguns Targumim (4QtgLev, 4QtgJob, 11Qtgjog e 6Q19), estudiosos voltaram suas atenções para esses textos importantes em um esforço para descobrir algo sobre como os Judeus viviam no primeiro século antes de Cristo e o primeiro século depois de Cristo interpretados nos textos bíblicos.</p>
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		<title>Qual é a relação entre os Evangelhos Sinópticos e João?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora os Evangelhos Sinópticos contenham um material comum e frequentemente tem “a mesma visão”, o Evangelho de João contem muita informação única, cerca de 92 por cento do texto sendo incluso neste material. Esse fato, combinado com o entendimento único freqüente do evangelho sobre a pessoa e missão de Jesus, levou o primeiro papa da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora os Evangelhos Sinópticos contenham um material comum e frequentemente tem “a mesma visão”, o Evangelho de João contem muita informação única, cerca de 92 por cento do texto sendo incluso neste material. Esse fato, combinado com o entendimento único freqüente do evangelho sobre a pessoa e missão de Jesus, levou o primeiro papa da Igreja, Clemente, a escrever: “depois de tudo, João, percebendo que os fatos externos haviam sido feitos planos no evangelho, sendo aconselhado por seus amigos e inspirado pelo Espírito, compôs um evangelho espiritual (c. 150-215 D.C., Eusebius, Histórias Eclesiásticas 6.14.7). Implícito nessa declaração está a idéia que João propositalmente evitou muito do que os outros evangelhos já haviam registrados, focando nos eventos e ensinamentos que tinham significância espiritual mais profunda.<span id="more-35"></span></p>
<p>Alguns estudiosos notaram, entretanto, que o Evangelho de João não precisa ter sido uma composição mais recente. Dos evangelhos sinópticos, Lucas tem o maior número de material único: aproximadamente 41 por cento são comuns aos outros evangelhos e 59 por cento é exclusivo de Lucas. Alguns desses materiais exclusivos, na verdade, parecem muito semelhantes ao encontrado em João, levantando assim a possibilidade que Lucas usou o evangelho de João ou o próprio João como uma fonte. Da mesma maneira, a diferença de João dos evangelhos sinópticos pode sugerir que ele escreveu antes a língua dos três Evangelhos.</p>
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		<title>Existem outros textos antigos que podem nos ajudar a entender o que Jesus fez e disse?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Um número crescente de estudiosos está defendendo que substituímos os Evangelhos do Novo Testamento com alguns textos recentemente descobertos da antiguidade, primariamente os Códigos Nag Hammadi descobertos no Egito em 1945. Eles argumentam que estes textos pré-datam os Evangelhos canônicos. A descoberta dos textos do Egito é importante porque eles provêm uma janela sobre o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um número crescente de estudiosos está defendendo que substituímos os Evangelhos do Novo Testamento com alguns textos recentemente descobertos da antiguidade, primariamente os Códigos Nag Hammadi descobertos no Egito em 1945. Eles argumentam que estes textos pré-datam os Evangelhos canônicos. A descoberta dos textos do Egito é importante porque eles provêm uma janela sobre o mundo do segundo e terceiro séculos d.C.</p>
<p>Ainda que os textos canônicos sejam nossa primeira fonte para o estudo do Cristianismo no primeiro século, alguns estudiosos têm defendido datas anteriores para alguns destes textos recém descobertos. Se, por exemplo, algum texto do Nag Hammadi tiver uma data anterior aos nossos textos canônicos, então poderíamos reescrever a história do Cristianismo de uma outra perspectiva – a perspectiva do Cristianismo Gnostico. O clamor de que um certo texto promete reescrever o Cristianismo é continuamente usado como um ponto de venda para muitas destas descobertas textuais.</p>
<p>Surpreendentemente, alguns textos no próprio Novo Testamento – as cartas pastorais (1 e 2 Timóteo e Tito) e as epístolas de João – foram julgados como falsificações Cristãs recentes, porque eles denunciam o Gnosticismo. Os estudiosos já tem reconhecido a muito tempo que o gnosticismo é uma heresia Cristã que começou no final da metade do primeiro século, e ainda assim, quando novas descobertas textuais escritas por Cristãos gnosticos aparecem, parece haver um empurrão geral para data-las com datas anteriores aos de nossas escrituras canônicas. Se as epístolas pastorais e as epístolas de João são amplamente reconhecidas como textos escritos depois que os Evangelhos porque eles tratam do assunto do gnosticismo, então, da mesma forma, os textos gnosticos devem ter aproximadamente a mesma data.<span id="more-22"></span></p>
<p>A verdadeira pergunta que estes textos devem encorajar é se os Cristãos Gnosticos eram maioria no fim do primeiro século ou se a proliferação dos textos gnosticos é uma testemunha da popularidade regional daquele movimento em certas áreas do império, tais como o Egito. Dezenas e dezenas de textos gnosticos foram identificados; para cada texto canônico existem pelo menos três ou quatro texto gnostico. O volume de textos testifica a popularidade do movimento.</p>
<p>Mas o volume de textos não nos provê evidências sobre quando eles começaram a ser escrito. Eles são amplamente conhecidos como documentos do final do primeiro século, e mesmo quando um documento é datado como se fosse mais antigo, há uma nova data posterior para os documentos gnosticos. Em outras palavras, ainda que os documentos sejam datados como mais antigos, eles contém informações que provam que eles são mais recentes. Por exemplo, o Evangelho de Tomé pode conter alguns elementos da década anterior a 70 D.C, mas a maioria dele vem do final do primeiro século.</p>
<p>A mesma declaração não é verdadeira para os Evangelhos. Eles possuem materiais datados mais antigos e também materiais do final do primeiro século, mas o tempo que é coberto não é tão amplo quanto os materiais não canônicos. O evangelho de Mateus, por exemplo, contém materiais que voltam diretamente para o tempo de Jesus Cristo, enquanto algumas informações, tais como as narrativas e genealogia escritas por Mateus foram feitas posteriormente, por volta de 70 d.C. Portanto, o ultimo material do Evangelho de Mateus é semelhante em tempo ao primeiro material do Evangelho de Tomé. Os Evangelhos e epístolas do Novo Testamento são as fontes mais antigas do que Jesus fez e disse.</p>
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		<title>O que é o “Evangelho Secreto de Marcos”?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma suposta carta de Clemente da Alexandria (C. 150 D.C.)se refere a uma segunda edição do Evangelho de Marcos, um registro privado, conhecido atualmente como “O Evangelho Secreto de Marcos”. Uma cópia medieval da carta foi descoberta em um monastério Grego Ortodoxo de Mar Saba no deserto da Judéia em 1958 e foi publicada em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma suposta carta de Clemente da Alexandria (C. 150 D.C.)se refere a uma segunda edição do Evangelho de Marcos, um registro privado, conhecido atualmente como “O Evangelho Secreto de Marcos”. Uma cópia medieval da carta foi descoberta em um monastério Grego Ortodoxo de Mar Saba no deserto da Judéia em 1958 e foi publicada em 1973 (ver O Evangelho Secreto de Marcos, 15-17).</p>
<p>A carta provê uma tradição previamente desconhecida sobre Marcos e suas atividades como escritor. “Marcos, durante a estadia de Pedro em Roma, escreveu um registro dos feitos do Senhor, não declarando, entretanto, todos eles, nem sequer indicando qualquer indício sobre os atos que não deveria ser articulados, mas selecionados aqueles mais úteis para aumentar a fé daqueles que estavam sendo instruídos. Mas quando Pedro morreu como um mártir, Marcos veio para a Alexandria, trazendo tanto os seus registros quanto os de Pedro, dos quais ele transferiu para seu antigo livro as coisas cabíveis para que pudessem levar ao conhecimento (gn?sis). Assim ele compôs um Evangelho mais espiritual para o uso daqueles que estavam se aperfeiçoando. Não obstante, ainda assim ele não divulgou as coisas que não deveriam ser tratadas, nem escreveu um ensinamento hierofântico do Senhor, mas às histórias já escritas ele adicionou outras, (…), levando os ouvintes ao mais íntimo santuário daquela verdade escondida por sete véus. Assim, em suma, ele pré-arranjou os assuntos, sem inveja ou descuido, em minha opinião, e morrendo, ele deixou sua composição para a Igreja em Alexandria, onde até hoje é muito bem guardada, sendo lida apenas por aqueles que são introduzidos aos grandes mistérios”.<span id="more-13"></span></p>
<p>Uma segunda passagem, embora extremamente curta, preenche a lacuna bem conhecida em Marcos 10:46, quando Jesus veio para Jericó. Seguindo Marcos 10:46 “Depois, foram para Jericó” e antes de “E, saindo Ele de Jericó” o Evangelho Secreto de Marcos adiciona a seguinte frase” E as irmãs da juventude quem Jesus amava e sua mãe e Salomé estavam lá, e Jesus não as recebeu”. Essa adição interessante inclui uma referência a Salomé, que é mencionada apensas em Marcos (ver Marcos 15:40; 16:1) e em um paralelo à história dos “discípulos amados” em João (ver João 13:23; 19:26; 20:2; 21:7, 20 e 24).</p>
<p>Debate dos estudiosos sobre a validade da declaração da descoberta e a autenticidade da carta em si tem sido, as vezes, ásperas, e existem acusações de fraude – alguns sugerem que o documento é uma fraude antiga e que a pessoa que o descobriu o forjou e fabricou toda a história do descobrimento do documento. Embora alguns estudiosos rejeitem o “Evangelho Secreto”, assim como fazem com todos os outros textos não canônicos, outros debatem sobre a data de postagem do Evangelho Secreto, acreditando que o Evangelho Canônico de Marcos é baseado no Evangelho Secreto. Adicionalmente, interpretações de passagens do Evangelho Secreto preservados na carta de Clemente, também geram debate entre os estudiosos, alguns dos quais proveram interpretações altamente controversas de seus significados. A menos que os estudiosos possam ter acesso ao documento original, muitos acreditam que não é eficiente considerá-lo um texto antigo autentico que provê informações adicionais ao Evangelho de Marcos.</p>
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		<title>O Código Da Vinci nos prove quaisquer informações adicionais sobre Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:42:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro bestseller O Código Da Vinci, escrito por Dan Brown, tem levantado inúmeras questões sobre Jesus de Nazaré, a história do feitio do Novo Testamento e do estabelecimento da primeira Igreja Cristã. Tanto estudiosos conservadores quanto liberais do Novo Testamento leram cuidadosamente e publicaram críticas extensivas sobre os clamores históricos do livro. Eles observaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro bestseller O Código Da Vinci, escrito por Dan Brown, tem levantado inúmeras questões sobre Jesus de Nazaré, a história do feitio do Novo Testamento e do estabelecimento da primeira Igreja Cristã. Tanto estudiosos conservadores quanto liberais do Novo Testamento leram cuidadosamente e publicaram críticas extensivas sobre os clamores históricos do livro. Eles observaram universalmente que não há nada novo no romance e que virtualmente todos os clamores sobre Jesus, o Novo Testamento e a Igreja Cristã são baseadas em teorias prévias. De onde o autor emprestou as idéias ou as adaptou, a maioria dos estudiosos notaram que Brown, com bastante freqüência, interpreta estes fatos importantes erroneamente e, portanto faz conclusões sem fundamentos do passado como se elas fossem “verdades do evangelho”. Na análise final, o romance não ajuda o leitor a reconstruir a história de Jesus, o Novo Testamento ou o surgimento do Cristianismo. Por fim, é preciso lembrar que o livro é vendido na seção de ficção das livrarias e que o livro é apenas um romance.<span id="more-8"></span></p>
<p>O Professor de teologia na Universidade Gregoriana Pontifica de Roma, Gerald O’ Collins declarou:</p>
<p>“O Código Da Vinci de Dan Brown é [um livro] bem produzido sobre o mistério de um assassinato que leva o leitor através do Louvre, uma longa noite de assassinatos e uma caçada policial para fora de Paris para uma manhã úmida de Londres. Ali a identidade do mal “Professor: que planejou os assassinatos é revelado no Capitulo Casa de Westminster Abby… Usando como sua obra prima de evidencias a “Ultima Ceia” de Leonardo Da Vinci, Brown sugere que a figura ao lado direito de Cristo não é o amado discípulo, mas Maria Madalena, que casou com Jesus e teve um filho dele. Ela era o Santo Gral para o seu sangue e Jesus queria que ela o sucedesse na liderança de seus seguidores. A igreja oficial suprimiu a verdade sobre o relacionamento de Maria com Jesus e fez o seu melhor para a depreciar como prostituta… [Entretanto], O Código Da Vinci abunda em informações históricas erradas… Em suma, aproveite a leitura, mas esqueça o contexto histórico” (Gerald O’ Collins, América, dez. 2003, p. 15-16).</p>
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		<item>
		<title>Quais são as primeiras fontes sobre a Vida de Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Registros]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[O Novo Testamento contém as primeiras fontes de informação sobre Jesus de Nazaré. Alguns desses materiais, tais como as cartas de Pedro, foram escritas aproximadamente 48 a 49 D.C. e um pouco depois destas datas (Gálatas, 1 e 2 Tessalonicenses e 1 e 2 Coríntios). Os Evangelhos começaram a circular por volta do ano 60 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Novo Testamento contém as primeiras fontes de informação sobre Jesus de Nazaré. Alguns desses materiais, tais como as cartas de Pedro, foram escritas aproximadamente 48 a 49 D.C. e um pouco depois destas datas (Gálatas, 1 e 2 Tessalonicenses e 1 e 2 Coríntios). Os Evangelhos começaram a circular por volta do ano 60 d.C. Virtualmente todos os estudiosos concordam que o Novo Testamento contem materiais que são diretamente da época de Jesus de Nazaré. Um número significativo de atividades estudiosas é focado em isolar os materiais substratos que formam a base das narrativas dos Evangelhos, incluindo registros de testemunhas oculares, e fontes orais tradicionais e até mesmo escritas. Nenhuma outra fonte do primeiro ou segundo século d.C. provêem materiais que podem ser usados com segurança que o Novo Testamento provê ao reconstruir a vida e ministério de Jesus.<span id="more-6"></span></p>
<p>Bart D. Ehrman, Professor distinto de Estudos Religiosos na Universidade da Carolina do Norte, declarou:</p>
<p>“Isto significa que se historiadores querem conhecer o que Jesus disse é fez eles são constrangidos a usar mais ou menos os Evangelhos do Novo Testamento como sua principal fonte de pesquisa. Deixe-me enfatizar que isso não é por razões religiosas ou teológicas – por exemplo, que esses, e somente esses são confiáveis. É por razões históricas, pura e simples. Jesus é raramente mencionado por fontes não Cristãs por mais de um século após a sua morte, e os outros autores do Novo Testamento estão mais concentrados com outros assuntos. Os Evangelhos fora do Novo Testamento tendem a ser mais tardio e legendário, de interesse considerável (…), mas de pouco uso para os interesses dos historiadores em saber o que aconteceu durante a vida de Jesus…. A única fonte real disponível para os interesses de historiadores sobre a vida de Jesus são, portanto, os Evangelhos do Novo Testamento” (EHRMAN, Bart D. , O Novo Testamento: Uma Introdução Histórica aos Escritos dos Primeiros Cristãos, 4 ed. (Nova York: Oxford University Press, 2008), 229).</p>
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		<title>Os escritos do Mar Morto nos contam algo sobre Jesus Cristo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:37:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Escritos do Mar Morto, um número desconhecido de antigos textos judaicos descobertos próximo do Mar Morto no inicio de 1947, foram preservados por um grupo de Judeus que não aceitaram aos chamados de Jesus para o arrependimento e para crer nas boas novas (Marcos 1:15). Indiferente dos clamores sensacionalistas, os escritos não contêm qualquer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Escritos do Mar Morto, um número desconhecido de antigos textos judaicos descobertos próximo do Mar Morto no inicio de 1947, foram preservados por um grupo de Judeus que não aceitaram aos chamados de Jesus para o arrependimento e para crer nas boas novas (Marcos 1:15). Indiferente dos clamores sensacionalistas, os escritos não contêm qualquer referencia a Jesus ou seus discípulos. Entretanto, eles são importantes por várias razões, incluindo a ajuda significante que eles provêm para estudiosos em seus esforços para reconstruir o mundo de Jesus, uma vez que eles provêem uma janela importante para o mundo dos Judeus da Palestina do ultimo século a.C. e do primeiro século d.C.<span id="more-5"></span></p>
<p>Craig A. Evans, Professor Distinto do Novo Testamento na Faculdade Divinity Acádia, na Universidade Acádia, em Wolfville, Nova Escócia, Canadá, relatou:</p>
<p>“Os Escritos do Mar Morto provavelmente constituem maior descoberta bíblica única do século vinte. Os Escritos tem contribuído significantemente para os estudiosos bíblicos em vários campos: (1) o estudo dos escritos antigos e fabricação de livros/papiros; (2) criticismo textual do Velho Testamento; (3) estudos lingüísticos em Hebreu e Aramaico; (4) estudos apócrifos e pseudo-epígrafos; (5) o estudo de seitas e grupos, particularmente os Essenes, dentro da Judéia Palestina; (6) métodos antigos de interpretação bíblica; (7) história intertestamento; (8) doutrinas do primeiro século e idéias religiosas; e (9) estudos do panorama histórico do Novo Testamento” (EVANS, Craig A., Textos Antigos para Estudos do Novo Testamento: Um Guia para a Literatura do Panorama Histórico (Peabody: Hendrickson Plubishers, 2005), 80-81).</p>
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