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	<title>Vida Mortal de Jesus Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>Semana Santa: Senhor, Eu Te Seguirei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Destro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2015 08:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crucificação de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Estava me lembrando do domingo de ramos, conhecido no calendário cristão como o dia em que o Salvador fez sua entrada triunfal em Jerusalém. Ela também marca a ultima semana do ministério mortal de Jesus Cristo. Eu cresci em uma família ortodoxa e a “Semana Santa” era levada muito a sério. Quando eu era jovem, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2015/04/jesus-cristo-entrada-triunfal.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft size-medium wp-image-1883" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2015/04/jesus-cristo-entrada-triunfal-300x197.jpg" alt="jesus-cristo-entrada-triunfal" width="300" height="197" srcset="https://jesusocristo.org/files/2015/04/jesus-cristo-entrada-triunfal-300x197.jpg 300w, https://jesusocristo.org/files/2015/04/jesus-cristo-entrada-triunfal.jpg 664w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Estava me lembrando do domingo de ramos, conhecido no calendário cristão como o dia em que o Salvador fez sua entrada triunfal em Jerusalém. Ela também marca a ultima semana do ministério mortal de Jesus Cristo. Eu cresci em uma família ortodoxa e a “Semana Santa” era levada muito a sério. Quando eu era jovem, eu senti a profunda necessidade de me apegar ao Senhor e seus discípulos, isto me ajudou a me lembrar dos eventos dos últimos dias da vida do Salvador na terra e o que aquilo significava para mim. Isso, juntamente com os muitos filmes sobre Cristo, que eu tinha visto ao longo dos anos, realmente me ajudaram a me aproximar Dele durante esta semana.</p>
<p><strong>Andar Pelo Caminho Indicado</strong></p>
<p>Eu sempre imaginei como seria ter o privilegio de andar lado a lado como um discípulo do Senhor. Vê-lo estender seus braços aos homens nos barcos e dizer-lhes. “Vinde após mim, e Eu os farei pescadores de homens,” como esses homens devem ter sido corajosos. Eles abandonaram sua profissão para testemunhar milagres que ninguém poderia imaginar que fossem possíveis. Mas, aquilo veio com um preço. Eles testemunharam também, a crucificação de seu Salvador e Senhor.</p>
<p><strong>Encontrando Forças Além da Minha</strong></p>
<p>Sem duvida, durante a ultima semana da vida mortal do Salvador, muitas pessoas testemunharam Sua divindade. Deve ter sido uma semana plena de espiritualidade para aqueles que O amavam. Os milagres aconteciam por toda a parte. Multidões se reuniam para serem curados por Ele, ouvir Seus sermões e aprender as boas novas. Na noite que antecedeu Sua crucificação, o sacramento foi instituído como lembrança do iminente sacrifício do Salvador. Este foi Seu momento de maior popularidade, tenho certeza que aqueles que eram íntimos Dele, se sentirem fortalecidos.</p>
<p><strong>Quem Sou Eu Para Julgar?</strong></p>
<p>Alguns, porém, O temiam e O odiavam, tentaram até mesmo destruí-Lo. Os legisladores da época acreditavam que Ele estava buscando poder politico e que eventualmente os eliminaria. Outros temiam que Ele não conseguisse controlar o crescente numero de seguidores que procuravam Suas bênçãos e curas. Aqueles que duvidavam de Sua divindade podiam não compreender Seu poder espiritual, Seu papel como Filho Unigênito do Pai. O poder de Cristo estava além da compreensão dos mortais. E, ao invés, de serem atraídos por Ele, eram repelidos. Seu medo e ódio levaram a crucificação de Cristo.</p>
<p><strong>Eu Cuidarei de Meu Irmão</strong></p>
<p>Muitos estavam tão envolvidos com seus próprios problemas; que os milagres do Salvador passaram desapercebidos. Eles poderiam não ter compreendido. Eles deixaram de ver. Talvez nem mesmo se importaram. Se talvez, eles tivessem um amigo que os convidasse a participar de um sermão, seus olhos seriam abertos. Seja qual for a razão, o ministério do Salvador não os afetou.</p>
<p><strong>A Fé no Senhor Jesus Cristo Nos Torna Seus Discípulos</strong></p>
<p>Dieter F. Uchtdorf, Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos disse:</p>
<blockquote><p>“Quando ouvimos as verdades transcendentes do evangelho de Jesus Cristo, a esperança e a fé começam a brotar dentro de nós. Quanto mais suprimos nosso coração e nossa mente com a mensagem do Cristo ressuscitado, maior é nosso desejo de segui-Lo e de viver os Seus ensinamentos. Isso, por sua vez, faz com que a nossa fé cresça e permite que a luz de Cristo ilumine nosso coração. Quando isso acontece, reconhecemos as imperfeições de nossa vida e desejamos ser purificados do deprimente fardo do pecado. Ansiamos pela libertação do pecado, e isso nos inspira a nos arrependermos.” (<a href="https://www.lds.org/general-conference/2009/04/the-way-of-the-disciple?lang=por"><em>O Caminho do Discípulo</em></a><em>, </em>Conferência Geral, Abril de 2009).</p></blockquote>
<p>Os apóstolos que seguiram o Salvador tiveram que deixar suas redes, seus lares, suas famílias, mesmo, seu modo de vida para segui-Lo. Sem um testemunho, eles seguiram o desconhecido. Tiveram fé no homem que clamava ser o Filho de Deus. Cada dia com Ele, provou ser uma profusão de bênçãos. Seus corações eram consolados pelos milagres. Mesmo, depois que Sua vida mortal terminou, eles não desistiram da fé. Ela já havia criado raízes espirituais em seus corações. A medida que continuaram seguindo Seus mandamentos, a semente da fé brotou. Eles não apenas foram capazes de nutri-la, mas também espalharam a semente de seus frutos por gerações.</p>
<p><strong>Salvador, Me Ajude a Amá-Lo</strong></p>
<p>Mesmo hoje, bilhões de pessoas celebram a Semana Santa. Elas celebram as verdades espirituais deixadas por Seus ensinamentos, vida exemplar e sacrifício. Milhões dessas pessoas são cristãos devotados. Outros, são levados pelas festividades, celebram com as massas, e então, voltam a sua rotina se esquecendo do dom divino que lhes foi dado. Para mim, a Semana Santa tem um novo significado.</p>
<p>Quando eu me uni a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, me senti surpresa de que não havia nenhum tipo de celebração especial durante a Semana Santa. Mas, logo compreendi. Todo domingo, centenas de Santos dos Últimos Dias (mórmons) se reuniam para adorar. A capela estava cheia. As pessoas eram bem recebidas, me dando aquele sentimento de que o domingo era um dia sagrado, reverente, diferente dos outros dias da semana. Senti a presença do Espirito Santo enquanto participava do sacramento, renovando meus convênios. Então, os sermões, oferecidos por membros da congregação, sempre eram baseados em Cristo. Logo recebi um chamado para servir o próximo através de atividades espirituais, ensinando as irmãs e ajudando os pobres em espirito. De repente, a Semana Santa, durou todo o ano, acontecia todo domingo.</p>
<blockquote><p>“Nossa religião é de ação, não de observação. Não podemos receber as bênçãos do evangelho simplesmente observando o bem que outras pessoas fazem. Precisamos sair da arquibancada e praticar o que pregamos.” (<a href="https://www.lds.org/general-conference/2009/04/the-way-of-the-disciple?lang=por"><em>O Caminho do Discípulo</em></a><em>, </em>Conferência Geral, Abril de 2009).</p></blockquote>
<p>Elder Joseph B. Wirthlin disse:</p>
<blockquote><p>Como é maravilhoso saber que o Pai Celestial nos ama, mesmo com todos os nossos defeitos! Seu amor é tão intenso que, ainda que nos consideremos um caso perdido, (&#8230;) a percepção que temos de nós mesmos se baseia apenas no passado e no presente, mas a visão que o Pai Celestial tem de nós é eterna. (&#8230;) O evangelho de Jesus Cristo é um evangelho de transformação. A partir de homens e mulheres terrenos, refina-nos para que nos tornemos homens e mulheres eternos. (<a href="https://www.lds.org/general-conference/2007/10/the-great-commandment?lang=por"><em>O Grande Mandamento</em></a><em>, </em>Conferência Geral, outubro de 2007)</p></blockquote>
<p>Presidente Uchtdorf também disse:</p>
<blockquote><p>Que nos lembremos de que, neste Domingo de Ramos, durante esta época de Páscoa — e sempre — o evangelho restaurado de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo tem o poder de preencher qualquer vazio, curar qualquer ferida e transpor qualquer vale de lágrimas. Ele é o caminho da esperança, da fé e da confiança no Senhor. O evangelho de Jesus Cristo é ensinado em sua plenitude nesta, que é A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Esta Igreja é dirigida por um profeta vivo, autorizado pelo Senhor Jesus Cristo a fim de proporcionar orientação e direção para ajudar-nos a enfrentar os desafios de nossos dias não importando quão sérios venham a ser. (<a href="https://www.lds.org/general-conference/2009/04/the-way-of-the-disciple?lang=por"><em>O Caminho do Discípulo</em></a><em>, </em>Conferência Geral, Abril de 2009).</p></blockquote>
<p><strong>Senhor, Eu Te Seguirei</strong></p>
<p>Eu admiro muito os doze apóstolos originais – suas escolhas, sua fé, sua perseverança. Nessa Páscoa, em que tudo se renova, vamos renovar nossa conexão com o Salvador, com nossos convênios, afinal nossa religião é uma religião de transformação e de ação. Prometo procurar fazer com que minhas ações reflitam minha convicção religiosa, como se eu estivesse vivendo ao lado do Salvador assim como os primeiros apóstolos viveram, e como os nossos apóstolos modernos fazem agora.</p>
<p>Artigo escrito por Nanette O&#8217;Neal</p>
<p><strong>Recursos Adicionais</strong></p>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://www.mormon.org/por/jesus-cristo">Jesus Cristo</a></p>
<p><iframe loading="lazy" width="1080" height="810" src="https://www.youtube.com/embed/fUufIKH47BY?wmode=transparent&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Escudo da Fé Contra os Dardos Inflamados da Dúvida e do Medo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Destro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2014 15:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns anos atrás, não muito tempo depois que minha irmã foi diagnosticada com câncer, eu me senti imobilizada pelos meus medos. Eu parecia não conseguir me livrar do abismo da ansiedade, um frio no estômago que me acompanhava do momento em que eu me levantava até quando ia dormir. Eu tinha medo de perdê-la. Medo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2013/01/Mórmon-oração.jpg"><img loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-1086" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2013/01/Mórmon-oração-238x300.jpg" alt="Mórmon-oração" width="238" height="300" srcset="https://jesusocristo.org/files/2013/01/Mórmon-oração-238x300.jpg 238w, https://jesusocristo.org/files/2013/01/Mórmon-oração.jpg 392w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></a>Alguns anos atrás, não muito tempo depois que minha irmã foi diagnosticada com câncer, eu me senti imobilizada pelos meus medos. Eu parecia não conseguir me livrar do abismo da ansiedade, um frio no estômago que me acompanhava do momento em que eu me levantava até quando ia dormir. Eu tinha medo de perdê-la. Medo de vê-la sofrer, medo da minha incapacidade em ajudá-la a passar por isto, um medo que dominava minha mente. Não importava qual cenário se apresentasse, eu sempre me via com grande medo.</p>
<p>Eu orei por paz. Houve momentos em que eu tive vislumbres dela, mas eram momentâneos. Eu acreditava que esses momentos de paz eram breves, porque o Senhor desejava que eu reconhecesse o quão preciosos eram e que verdadeiramente era um dom que vinha Dele, e talvez se eu o sentisse o tempo todo, chegaria o momento em que eu não lhe daria mais o devido valor. Por esse motivo, eu simplesmente aceitei que teria que viver a vida com o medo.</p>
<p>Assim foi, até que participei de um serão na BYU (Universidade Brigham Young) com o Elder Roger Merrill. Eu nunca me esquecerei do efeito que suas palavras tiveram sobre mim. Ele disse que Satanás estava procurando destruir os membros da Igreja através de sentimentos de duvida e medo. Ele disse: “Devemos ter tolerância zero em relação ao medo e a dúvida em nossas vidas!” Tolerância zero? Eu pensei comigo mesma, “Como eu posso ter tolerância zero com algo que é uma reação involuntária?” Eu podia entender como esse conceito se aplicava ao uso de drogas, pornografia, ou em qualquer coisa em que poderíamos exercer nossa ESCOLHA e evitar, mas como eu poderia rejeitar o que parecia para mim uma reação involuntária e fora do meu controle?</p>
<p>Eu refleti sobre isso por vários dias e então pensei em como Cristo lidou com as tentações no deserto. Cada vez que Satanás o tentava, Ele usava o poder das escrituras para resistir a ele. Claro, eu sabia que ler as escrituras era um método eficiente para dispersar o medo e a duvida, mas eu não podia lê-las a cada segundo do dia, será que poderia? Acima de tudo, eu estava usando o poder da Palavra do modo que Cristo usou?</p>
<p>Eu examinei profundamente os pensamentos que estava me permitindo ter. Muitos deles eram cheios de duvida e medo. Embora a aparência inicial daqueles pensamentos e sentimentos parecessem involuntários, estaria eu me esforçando para expulsá-los de minha mente? Eu havia ouvido falar que um pássaro pode pousar em sua cabeça, mas não precisaria fazer um ninho lá. Eu percebi que havia hospedado em minha mente intrincados ninhos, resultados dos efeitos do medo e da dúvida. Eu percebi que muitos desses pensamentos haviam se tornado um entretenimento “inocente” que afrontavam diretamente tudo aquilo em que deveria acreditar. Em essência, eles eram um insulto ao Senhor. Não era de se admirar que eu não tinha paz. Eu estava afastando o espírito.</p>
<p>Eu sabia o que fazer. Ao aumentar minha consciência desses pensamentos, eu poderia identificar cada vez que um deles entrasse em minha mente e o consideraria como um dardo inflamado voltado contra mim, e então, levantaria meu escudo da fé com o poder da palavra de Deus em posição de combate.</p>
<p>Por exemplo: Quando eu saia da casa da minha irmã, sabendo que sua situação estava se deteriorando e pensando em todas as coisas que não faríamos mais juntas, eu pensava: “Isto não era para ter acontecido.” Eu imediatamente diria, (algumas vezes, mesmo em voz alta) “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8:28), ou “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.” (Provérbios 3:5) Ou, quando eu pensava em tudo aquilo que ela não faria em sua vida, e algo negativo viria a minha mente dizendo: “Isso não é justo,” Eu imediatamente diria a mim mesma o que Joseph Smith ensinou: “Todas as perdas serão restituídas a nós na Ressurreição se permanecermos fiéis. Pelo poder do Todo Poderoso eu assim vi.”</p>
<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2011/05/jesus-cristo.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-592 size-full" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2011/05/jesus-cristo.jpg" alt="jesus cristo-mormons" width="266" height="190" /></a>Outro galho do meu ninho de medo e duvida era proveniente dos meus pensamentos de pena de mim mesmo. “Eu não teria mais ninguém de minha família. Por que isto tinha que acontecer comigo?” Eu iria expulsá-los com , “Todas essas coisas te servirão de experiência e serão para o seu bem. O Filho do Homem desceu abaixo de todas elas. És tu maior do que Ele?” (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/122">D&amp;C 22:7-8</a>) ou “Porque o Senhor corrige o que ama” (Hebreus 12:6).</p>
<p>Um dos pensamentos mais difíceis para mim foi, “Por que ela precisa sofrer tanto?” Eu então lembrei das palavras de Pedro que disse, “Nossos desafios serão mais valiosos para nós que o ouro.” (1 Pedro 1:7) E eu sabia que mesmo que eu fizesse tudo em meu poder para aliviar seu sofrimento eu não deveria considerar Deus responsável, porque é através de nossos sofrimentos é que aprendemos a conhecê-Lo.</p>
<p>A coisa mais maravilhosa que senti foi o efeito imediato que este exercício teve sobre mim. O Espirito Santo se sentiu tão atraído por estes pensamentos que a duvida e o medo simplesmente não puderam permanecer. Eu percebi que o Senhor estava honrando meus esforços com uma porção de Seu Espirito, que minha ansiedade começou a se dissipar quase que instantaneamente. E a paz que acompanhava esses pensamentos e palavras permaneceram comigo por muito mais tempo. Na verdade, posso senti-lo ainda hoje, mesmo depois de todas as terríveis coisas que temia passar. Esta paz estava lá para me suster através dos últimos dias e momentos da sua vida e além.</p>
<p>Hoje, eu me encontro fazendo as mesmas coisas com outros medos de minha vida – receios sobre os meus filhos, netos, trabalho e o futuro. Todos os “E se?” em minha vida. E a cada momento que aqueles pensamentos vêem a minha mente, eu sou capaz de levantar o escudo da fé e verdadeiramente me defender dos dardos inflamados do medo e da duvida que podem ser debilitantes e ameaçar a vida abundante e minha habilidade para servir.</p>
<p>No passado, eu certamente poderia citar aquelas escrituras se eu estivesse preparando um discurso ou uma lição, mas eu não as estava usando como o Salvador havia usado contra as tentações incapacitantes da duvida e do medo.</p>
<p>Quando eu compartilhei com minha classe do instituto na BYU sobre a minha experiência, decidimos praticar esse exercício em classe. Eu os desafiei a compartilhar um pensamento negativo ou um dardo inflamado.</p>
<p>Eles me disseram coisas como, “Eu sou um perdedor.” Então nós citaríamos uma escritura que repelisse aquele dardo, como “O valor de MINHA alma é grande a vista de Deus.” Ou, se seus pensamentos fossem, “ELE é um perdedor,” “O valor de SUA alma é grande aos olhos de Deus.”</p>
<p>E assim por diante.</p>
<p>“Eu tenho muitas fraquezas, nunca vou conseguir.” &#8211; “Eu irei a Cristo e serei aperfeiçoado Nele.”</p>
<p>“Isto é muito difícil para mim.” &#8211; “Com Deus nada é impossível.”</p>
<p>“Estou cansado.” &#8211; “Lhe darei repouso.”</p>
<p>“Tenho medo.” &#8211; “Eu não lhes dei o espirito de temor.”</p>
<p>“Me sinto sozinho.” &#8211; “Eu estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.”</p>
<p>Em questão de minutos o espirito naquela sala estava tão forte, testemunhando a todos nós, uma vez mais, o poder da Palavra.</p>
<p>Isso aconteceu porque elas são mais do que apenas palavras. Elas são mais do que belas frases em uma mensagem de encorajamento. Elas são mais do que declarações de incentivo. Estas palavras, pronunciadas com fé, liberam o poder das verdades que representam. Estas palavras são as palavras de Cristo, que nos permite falar a língua dos anjos e sermos ministrados por eles.</p>
<p>Estas são as palavras do Verbo revestido de carne, palavras proferidas por Ele e por quem possui o poder de criar todas as coisas a nós manifestado. Estas palavras, proferidas com fé, nos dão acesso a uma fonte divina de graça e de verdade que não pode ser encontrada de nenhuma outra maneira.</p>
<p>Desde que era criança, eu tenho lutado com o medo e a ansiedade. Eu sei que esta é a verdade que tive que aprender e reaprender em minha vida. Mas, eu testifico do poder que experimentamos quando demonstramos fé na Palavra de Deus para vencer os dardos inflamados do adversário. Eu testifico que não preciso viver minha vida com uma ansiedade debilitante, seja voando em um avião, ou pelo bem-estar dos meus filhos e netos.</p>
<p>Na literatura, existem lendas que nos contam que se uma pessoa usa uma certa palavra, seus inimigos podem ser aniquilados pela mera pronuncia dela. Poder não antes acessível, se torna disponível por intermédio desta palavra.</p>
<p>Talvez esses relatos surgiram inspirados pela verdade de que a Palavra de Deus, o Verbo que se tornou carne em Cristo, que deu-nos a Sua palavra, que todas as coisas podem ser obtidas por aqueles que O amam e procuram viver pelo poder dela.</p>
<p>Elder Holland disse:</p>
<blockquote><p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2014/12/mormon-Holland.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-1743 size-thumbnail" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2014/12/mormon-Holland-150x150.jpg" alt="mormon-Holland" width="150" height="150" /></a>O Salvador disse, “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; &#8230; Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).</p>
<p>Eu digo a todos vocês que existe um mandamento do Salvador, que mesmo no coração dos Santos dos Últimos Dias mais fiéis, é quase universalmente desobedecido; e também me pergunto se a nossa resistência a este convite não inflige uma pungente dor ao coração misericordioso do Senhor. Mas, uma coisa eu posso lhes dizer, que como pai, eu estaria muito preocupado se um dos meus filhos estivessem seriamente envolvidos em problemas, infelizes ou fossem desobedientes, e no entanto, eu estaria infinitamente mais desolado se eu soubesse que em momentos como esses, meus filhos acreditassem que não poderiam confiar em mim para que eu os ajudasse ou pensassem que não me importava com eles, ou se sentissem inseguros em relação aos meus cuidados. Nesse mesmo espírito, estou convencido de que nenhum de nós pode imaginar quão profundas são as feridas no amoroso coração do Salvador do mundo, quando Ele descobre que seu povo não se sente confiante em seus cuidados ou seguro em suas mãos ou não confiam em Seus mandamentos . &#8220;(<em>Come Unto Me</em>, Ensign, abril de 1998, p. 19)</p></blockquote>
<p>E eu acrescentaria “que confiemos em suas palavras.”</p>
<p>“Buscai-me em cada pensamento, não duvideis, não temais.” <a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/6.36?lang=por">Doutrina e Convênios, Seção 6:36</a></p>
<p>Extrato do diário de</p>
<p>Bianca Palmieri Lisonbee 2006</p>
<p><strong>Recursos Adicionais</strong></p>
<p>Saiba mais sobre a <a href="https://www.lds.org/?lang=por">Igreja de Jesus Cristo</a></p>
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		<title>Por que Deus, o Pai, não se mostra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 20:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Deus, o Pai, se mostrou nestes últimos dias Deus se mostra; Ele o fez no passado e Ele o fez no que conhecemos como esta dispensação ou tempo espiritual, precedendo Sua vinda. Ele vai se mostrar novamente na Segunda Vinda. Existem muitas crenças concernentes a natureza de Deus, o Pai. Tantas, na verdade, que pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deus, o Pai, se mostrou nestes últimos dias</strong></p>
<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/03/Primeira-Visão.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft size-medium wp-image-856" title="Primeira Visão" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/03/Primeira-Visão-227x300.jpg" alt="" width="227" height="300" srcset="https://jesusocristo.org/files/2012/03/Primeira-Visão-227x300.jpg 227w, https://jesusocristo.org/files/2012/03/Primeira-Visão.jpg 547w" sizes="(max-width: 227px) 100vw, 227px" /></a>Deus se mostra; Ele o fez no passado e Ele o fez no que conhecemos como esta dispensação ou tempo espiritual, precedendo Sua vinda. Ele vai se mostrar novamente na Segunda Vinda.</p>
<p>Existem muitas crenças concernentes a natureza de Deus, o Pai. Tantas, na verdade, que pode ser difícil para aqueles que se engajam em uma discussão religiosa para se assegurar que estão falando sobre o mesmo Ser. Todos temos uma ideia ou imagem para &#8220;quem&#8221; e &#8220;o que&#8221; Deus é dentro de nossa visão, e frequentemente esquecemos que as outras pessoas podem não ver Deus do mesmo modo que nós vemos. Essas diferenças estão presentes porque as crenças sobre Deus tem sido diluídas e modificadas com o passar do tempo, após a morte do Salvador e Seus apóstolos. Deus como um Ser perfeito e glorificado era um dado. Jesus como o Cristo, o Filho de Deus, foi ensinado e exemplificado em sua vida e missão. Então, por que o Pai Celestial não se mostra para todos imediatamente? Bem, podemos ver nos escritos tanto da Bíblia quanto do Livro de Mórmon (um outro testamento de Jesus Cristo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) que Deus de fato se mostra&#8230; mas não para todos de uma só vez, e que existem boas razões para quando isso acontece.</p>
<p>Deus, o Pai, quer que nós aprendamos sobre Ele e que venhamos a conhecê-Lo, para que possamos aproximar-nos Dele e eventualmente virmos a morar com ele. Entretanto, em Sua perfeição, Ele não pode ser manchado com iniquidade, ou &#8220;[pode] encarar o pecado com o mínimo grau de tolerância &#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/1">D&amp;C 1:31</a>), e devido a condição causada pela Queda, todos nós ficamos aquém daquela perfeição. Nós simplesmente não podemos morar com Deus enquanto permanecemos neste estado iníquo e imperfeito. O mais importante para nós em nossa jornada é a expiação de Jesus Cristo. Um Salvador foi providenciado para nos redimir de nossos pecados para que assim pudéssemos ser limpos de nossos pecados e retornar a presença de Deus. Enquanto vivemos aqui nesta terra, experimentamos uma separação temporária que deve continuar &#8211; uma consequência de nosso estado decaído e uma parte de Seu plano para nosso progresso, até que Seus propósitos para esta terra sejam cumpridos.<span id="more-855"></span></p>
<p>Uma outra parte de importante de nosso progresso é a fé &#8211; a qual &#8221; não é ter um perfeito conhecimento das coisas; portanto, se tendes fé, tendes esperança nas coisas que se não veem e que são verdadeiras&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/alma/32">Alma 32:21</a>). Deus &#8220;não é visto&#8221; e não se mostra para todos para que possamos exercitar nossa fé! Então por que a fé é uma parte tão importante do Seu plano? Por que simplesmente não se revela para que possamos todos ter um &#8220;perfeito conhecimento&#8221; e não precisar mais de fé?</p>
<p>&#8221; Pois eis que não é conveniente que em todas as coisas eu mande; pois o que é compelido em todas as coisas é servo indolente e não sábio; portanto não recebe recompensa&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/58">D&amp;C 58:26</a>).</p>
<p>Se somos &#8220;compelidos em todas as coisas&#8221; ou temos todas as respostas, nós não aprendemos, crescemos ou progredimos. Lembre-se, Deus quer que todos nós tenhamos progresso e crescimento. Todo seu plano e propósito para nós nesta terra é um plano para nosso progresso eterno. Nossa meta é maior do que a presença de Deus, já que estávamos na sua presença antes da Queda. Nossa meta deve ser crescer e progredir. Fomos feitos a imagem e semelhança de Deus, o Pai, somos Sues filhos, e o futuro que Ele planejou para nós é maior do que podemos imaginar. Para nos preparar para o futuro, precisamos passar por desafios que irão nos moldar e fortalecer nosso caráter. Os esforços para encontrar respostas por nós mesmos, caminhar a segunda milha e se esforçar para fazer mais do que nos é mandado nos levam para nossa &#8220;recompensa&#8221;.</p>
<p>&#8221; E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá&#8221; (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/lc/12">Lucas 12:48</a>).</p>
<p>Isto dito, voltamos para o fato de que Deus se mostra e tem se mostrado em tempos passados e presente. Esta é uma notícia gloriosa. Não somos deixados na escuridão sem testemunhas Dele, nem sem a promessa de que nós também, podemos contemplá-Lo se O seguirmos com firme propósito de coração, através de cada desafio da vida. Quanto mais recebemos, mais será requerido de nós. Aqueles que viram Deus e que O conhecem possuem um nível muito maior de responsabilidade do que aqueles que não O viram. Deus não quer nos forçar a algo maior que podemos suportar. Ele nos ensina linha sobre linha, para que não fiquemos sobrecarregados. Lembre-se novamente, somos Seus filhos &#8211; e quem esperaria que seus filhos aprendessem equações matemáticas antes de aprender a tabuada? Assim também é com Deus. Ele não nos dará mais conhecimento, mandamentos, ou expectativas do que as que estamos prontos para receber , uma vez que a responsabilidade pelo conhecimento será cobrada. Há um profeta vivo e doze apóstolos na terra hoje que conhecem o Salvador. Eles testificam e prestam um testemunho especial de Sua realidade.</p>
<p>Embora estejamos todos juntos nesta terra, estamos todos em estágios diferentes de nosso progresso, e todos recebemos níveis diferentes de conhecimento e responsabilidades. Para alguns é dado mais, para outros menos &#8211; mas a todos nós é dado a quantidade exata que nos é necessário para continuar com nosso progresso pessoal. Existem muitos poucos a quem Deus se revelou pessoalmente, mas Ele se mostra a todos que estão espiritualmente preparados &#8211; aqueles que Ele escolheu para serem seus representantes para nos guiar em nosso desafio de nos tornarmos como Ele é. Ele se mostrou para Moisés e falou com ele face a face, Se mostrou para o irmão de Jarede que tinha fé suficiente para pedir ao Senhor para tocar as pedras com seus dedos para fazer com que brilhassem (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/ether/3">Éter 2-3</a>), e ele se mostrou a Joseph Smith no bosque sagrado, em resposta a sua oração para saber qual igreja era a verdadeira. A verdade havia caído pelas ruas e ele precisava saber. Sua resposta veio como uma maravilhosa teofanía, ao ver Deus, o Pai, e Seu Filho, Jesus Cristo. Através de Joseph Smith, Ele restaurou a Igreja de Cristo sobre a terra. Eles apareceram. E o conhecimento obtido por Joseph, que compartilha para você e eu é que eles eram seres reais, que eles vivem, e que são dois Seres distintos e glorificados. Joseph testificou que nós, ao sermos batizados no reino de Deus, podemos progredir e receber todas as bênçãos possíveis ao homem, incluindo ver o Salvador, se nos tornarmos santificados através Dele. Quer seja nesta vida ou na próxima, ou na Segunda Vinda, todos nós O veremos novamente.</p>
<p>Os exemplos são poucos, como na maioria dos casos, aqueles escolhidos para ser profetas apenas ouvem a voz de Deus ou recebem visões para serem guiados, mas o dia está próximo em que Deus se mostrará para todos, e é importante que estejamos preparados para este dia. Quando o propósito desta terra for cumprido, Ele virá em sua glória e todos O verão.</p>
<p><strong>Fontes Adicionais</strong></p>
<p>Leia &#8220;<a href="https://www.lds.org/bc/content/shared/content/portuguese/pdf/language-materials/36299_por.pdf?lang=por">O Cristo Vivo</a>: O testemunho dos Apóstolos [Mórmons]&#8221; no site oficial de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamado por amigos e por outros de &#8220;Igreja Mórmon&#8221;).</p>
<p>O <a href="http://www.mormon.org/por/livro-de-mormon-gratis">Livro de Mórmon</a> é um outro testamento de Jesus Cristo, peça uma cópia gratuita hoje mesmo.</p>
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		<title>Quais contribuições únicas sobre Jesus são encontradas no evangelho de Lucas?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 12:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho de Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Tentação no Deserto]]></category>
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					<description><![CDATA[Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre Jesus. O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que Jesus disse e fez e o Livro de Atos revela o que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre Jesus.</p>
<p>O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que Jesus disse e fez e o Livro de Atos revela o que Jesus fez através do Espírito Santo após sua ascensão – uma continuação que foi escrita para ser lida junta.</p>
<p>Lucas contém uma extensa narrativa do nascimento, destacando a história de Isabel e de Maria (Lucas 1), e é o único Evangelho que registra a história de Jesus ir para Jerusalém quando ele tinha doze anos de idade (Lucas 2:41-50). Assim como Mateus, o Evangelho de Lucas provê um registro detalhado das tentações no deserto (Lucas 4:1-13). <span id="more-96"></span>Adicionalmente, Lucas provê mais parábolas que os outros evangelhos, incluindo algumas que das historias mais memoráveis de Jesus, tal como o Bom Samaritano ou o Filho Prodigo (Lucas 10: 30-37; 15: 11-32).</p>
<p>Como podemos perceber, Lucas também destacou o papel da mulher e proveu informações importantes sobre Maria Madalena, João, Susana e muitas outras (Lucas 8:2-3). O autor parecia interessado em Jesus como um curador e registra suas atividades com relação a esse assunto (veja, por exemplo, Lucas 8:41-56).</p>
<p>Lucas destaca a semana final de Jesus, enfatizando que Jesus ensinou no templo todos os dias (Lucas 19:47). Adicionalmente, Lucas detalha como Jesus preparou seus discípulos para sua partida.</p>
<p>Finalmente, os Evangelhos provêem uma discussão detalhada do que aconteceu no primeiro dia da semana, quando Jesus foi levantado dos mortos (Lucas 24).</p>
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		<title>Por que Jesus deixou Nazaré?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Evangelhos provêem algumas dicas que podem esclarecer porque Jesus deixou a vila de sua juventude ao começar o seu ministério. Jesus era associado com Nazaré durante todo o seu ministério. Mesmo no fim, Pilatos colocou sobre sua cruz um sinal: “JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (João 19:19). Ele é associado com Nazaré de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Evangelhos provêem algumas dicas que podem esclarecer porque Jesus deixou a vila de sua juventude ao começar o seu ministério.</p>
<p>Jesus era associado com Nazaré durante todo o seu ministério. Mesmo no fim, Pilatos colocou sobre sua cruz um sinal: “JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (João 19:19). Ele é associado com Nazaré de alguma forma. José e Maria (mãe de Jesus) se mudaram para Nazaré, uma pequena vila da Galiléia poucos anos após o nascimento de Jesus em Belém, na Judéia (ver Mateus 2:19-23) onde ele aparentemente viveu ate aparecer no Rio Jordão para ser batizado por João o Batista.<span id="more-83"></span></p>
<p>Lucas indica que Jesus se aventurou além desta vila pelo menos uma vez, quando ele tinha doze anos para viajar com seus pais, familiares e amigos para a Cidade Santa de Jerusalém (ver Lucas 2:42-51). Os Evangelhos, como notado acima, são silenciosos sobre o que acontece a seguir, exceto que Jesus “desceu com [José e Maria], e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito… E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lucas 2: 51-52).</p>
<p>Mais de quinze anos se passaram antes do próximo evento registrado sobre a vida de Jesus mencionado em Lucas 3:23. Era na época em que João pregava no deserto da Judéia e batizava no Rio Jordão. Cada um dos Evangelhos cita que Jesus veio a João e foi batizado. Os Evangelhos Sinópticos também registram que Jesus foi então guiado pelo Espírito para o deserto, onde ele foi tentado.</p>
<p>Algum tempo depois desses eventos, Jesus apareceu mais uma vez em Nazaré – a via de sua juventude. Certamente, os Evangelhos não provem um registro diário de seu ministério. Como resultado disto, é de extrema dificuldade as tentativas de reconstituição da vida de Jesus, especialmente uma vez que os Evangelhos somente preservam poucos dias e semanas preciosas de sua vida durante o que parece ter sido um período de três anos de seu ministério mortal. Quaisquer argumentos desse silêncio são argumentos fracos, portanto é exigido certa precaução.</p>
<p>Lucas escreveu: “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaias; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:</p>
<p>“O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a por em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor” (Lucas 4:16-19).</p>
<p>Jesus então anunciou a familiares, amigos e vizinhos: “Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos” (Lucas 4:21). As pessoas ficaram chocadas. Enquanto Jesus continuava as pessoas se zangaram e aparentemente o expulsaram da sinagoga e para fora da vila com o intuito de lhe empurrar morro abaixo em algum lugar (ver Lucas 4:2-27). Lucas concluiu: “Ele, porém, passando pelo meio deles, retirou-se” – aparentemente para não voltar mais (Lucas 4:30).</p>
<p>Os evangelhos concordam que Jesus se mudou para Cafarnaum, uma cidade muito maior situada a nordeste do mar da Galiléia, cerca de 11 km de Nazaré (ver Marcos 1:14-21). Todas as razões para essa mudança, se é que houve mais do que uma, não são especificamente citadas nas narrativas dos Evangelhos. Elas podem ter incluído um desejo de encontrar um centro missionário mais conveniente que Cafarnaum podia prover. Jesus pode ter sido convidado para se mudar para Cafarnaum por Pedro e André ou Tiago e João – uma mudança que provia certo apoio temporal para sua missão.</p>
<p>Certamente, a razão principal porque Jesus deixou Nazaré foi que ele sentiu compelido a assim fazer porque a comunidade, incluindo amigos e familiares, rejeitaram seus clamores messiânicos e em fúria ameaçaram sua vida (ver Lucas 4:16-30).</p>
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		<title>A Necessidade de um Redentor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Bom e Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Necessário para Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Progresso Eterno]]></category>
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					<description><![CDATA[Explicamos, até agora, que toda a raça humana existiu no mundo anterior, na forma de seres espirituais, e que esta Terra foi criada com o propósito de possibilitar a esses espíritos as experiências da mortalidade. Quando ainda nesse estado espiritual, foram investigados dos poderes de arbítrio ou escolha; e foi parte do plano divino que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif"><img loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-200" style="float: right; margin: 4px; border: black 3px solid;" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif" alt="Christ is our Redeemer" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Explicamos, até agora, que toda a raça humana existiu no mundo anterior, na forma de seres espirituais, e que esta Terra foi criada com o propósito de possibilitar a esses espíritos as experiências da mortalidade. Quando ainda nesse estado espiritual, foram investigados dos poderes de arbítrio ou escolha; e foi parte do plano divino que nascessem livres na carne, herdeiros do direito inalienável de liberdade, para escolher e agir por si próprios na mortalidade. É inegavelmente essencial ao progresso eterno dos filhos de Deus que estejam sujeitos às influências tanto do bem como do mal, a fim de que sejam experimentados e provados, “para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar” ( Jó 38:7). O livre-arbítrio é um elemento indispensável a tal teste.<span id="more-72"></span></p>
<p>O Pai Eterno compreendeu bem as naturezas dessemelhantes e a variada capacidade de sua prole espiritual; e sua infinita presciência fez-lhe saber, mesmo no começo, que na escola da vida alguns de Seus filhos venceriam e outros falhariam; alguns seriam fiéis, outros falsos; alguns escolheriam o bem, outros o mal; alguns procurariam o caminho da vida, enquanto outros escolheriam a estrada que leva à destruição. Ademais, previu que a morte entraria no mundo e que a posse de corpos pelos Seus Filhos seria de breve duração individual. Viu que Seus mandamentos seriam desobedecidos e Sua lei violada, e que os homens, expulsos de Sua presença e sozinhos, sucumbiriam em vez de se elevarem, regrediriam em vez de progredirem, e seriam perdidos para os céus. Era necessário prover-se um meio de redenção, pelo qual o homem pecador pudesse fazer reparações e, cumprindo a lei estabelecida, ser salvo e alcançar exaltação nos mundos eternos. O poder da morte deveria ser sobrepujado de forma que, embora tivessem necessidade de morrer, vivessem novamente, com seus espíritos revestidos de corpos imortalizados, sobre os quais a morte não poderia novamente prevalecer.</p>
<p>Que a ignorância e irreflexão não nos guiem ao erro de supormos que a presciência do Pai quanto ao que aconteceria, em dadas condições, haja determinado que o mesmo acontecesse. Não era seu desígnio que as almas dos homens se perdessem; pelo contrário, era e é sua obra e glória “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem”. * Não obstante, Ele viu o mal em que Seus Filhos por certo cairiam; e com infinito amor e misericórdia, estabeleceu meios para evitar o terrível efeito, com a condição de que o transgressor decidisse beneficiar-se dos mesmos. A oferta do Primogênito de estabelecer, através de Seu próprio ministério entre os homens, o Evangelho de salvação e de sacrificar-Se, através de trabalho, humilhação e sofrimento mesmo até à morte, foi aceita, tornando-se o plano preordenado de redenção do homem da morte, de sua eventual salvação dos efeitos do pecado e de sua possível exaltação através de atos virtuosos.</p>
<p>*”O Pai das almas conferiu a Seus Filhos, desde o berço, o divino privilégio do livre-arbítrio; Ele não os controla e não os controlará por força arbitrária, não impele homem algum ao pecado; não força ninguém à retidão. Ao homem foi dada liberdade para agir por si próprio e, associada a essa independência está a certeza de uma responsabilidade estrita e individual. No julgamento que teremos de enfrentar, todas as condições e circunstâncias de nossa vida serão consideradas. As tendências inatas devidas à hereditariedade, o efeito do ambiente, tendo sido o mesmo conducente ao bem ou ao mal, os sadios ensinamentos da juventude ou a ausência de boa instrução – estes e todos os outros fatores contribuintes devem ser tomados em consideração, ao ser apresentado um veredito justo quanto à culpabilidade ou inocência da alma. Não obstante, a sabedoria divina torna claro qual será o resultado de tais condições agindo sobre as naturezas e disposições conhecidas dos homens, enquanto cada indivíduo é livre para escolher o bem ou o mal, dentro dos limites das muitas condições existentes e operantes.” – Do mesmo autor, A Grande Apostasia, p.21; ver também Regras de Fé, cap. 3.</p>
<p>James Talmage, Jesus o Cristo</p>
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		<title>O Plano de Compulsão de Satanás e o Plano de Arbítrio de Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo e Satanás]]></category>
		<category><![CDATA[Espíritos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Terrena]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de o homem ser colocado na Terra – desconhecemos quanto tempo antes – Cristo e Satanás, juntamente com hostes de filhos espirituais de Deus, existiram como indivíduos inteligentes, que possuíam o poder e a oportunidade de optar pelo rumo que tomariam, e os líderes que iriam seguir e a quem obedecer (ver Nota 1). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de o homem ser colocado na Terra – desconhecemos quanto tempo antes – Cristo e Satanás, juntamente com hostes de filhos espirituais de Deus, existiram como indivíduos inteligentes, que possuíam o poder e a oportunidade de optar pelo rumo que tomariam, e os líderes que iriam seguir e a quem obedecer (ver Nota 1). Nesse grande conselho de inteligências espirituais, foi apresentado, e indubitavelmente discutido o plano do Pai, segundo o qual Seus Filhos avançariam para o segundo estado. A oportunidade assim colocada ao alcance dos espíritos, que teriam o privilégio de vir à Terra e nela receber corpos, era tão transcendentalmente gloriosa, que aquelas multidões celestiais romperam em cânticos e clamaram de júbilo (Jó 38:7).<span id="more-71"></span></p>
<p>O plano de compulsão de Satanás, pelo qual todos seriam conduzidos em segurança através da mortalidade, destituídos da liberdade de ação e do direito de escolha, tão limitados, que seriam compelidos a fazer o certo – de maneira que nenhuma alma fosse perdida – foi rejeitado; e a humilde oferta de Jesus, o Primogênito – para assumir a mortalidade e viver entre os homens como Exemplo e Mestre, respeitando a santidade do arbítrio do homem, mas ensinando-o a usar sabiamente essa divina herança – foi aceito. Essa decisão provocou uma guerra, que resultou na derrota de Satanás e seus anjos, que foram expulsos e destituídos dos ilimitados privilégios decorrentes do estado mortal, ou segundo estado.</p>
<p>Naquele augusto conselho dos anjos e dos Deuses, o Ser que mais tarde nasceu na carne como Jesus, o filho de Maria, teve atuação destacada, e ali mesmo foi ordenado pelo Pai para ser o Salvador da humanidade. Quanto ao tempo, usando-se o termo no sentido de toda a duração passada, é esta a nossa primeira referência ao Primogênito entre os filhos de Deus; para nós que a lemos, marca o início da história escrita de Jesus, o Cristo (ver Nota 2).</p>
<p>As escrituras do Velho Testamento, conquanto abundantes em promessas relativas ao advento de Cristo na carne, são menos taxativas quanto às informações concernentes à Sua existência pré-mortal. Os filhos de Israel, que viviam sob a lei e não estavam preparados para receber o Evangelho, esperavam que o Messias fosse alguém nascido da linhagem de Abraão e Davi, com poderes para livrá-los de seus fardos pessoais e nacionais, e para vencer seus inimigos. A condição do Messias como filho escolhido de Deus, que estava com o Pai desde o princípio, um Ser com força e glória preexistentes, foi pelo povo em geral; e embora a grande verdade tenha sido revelada (Salmos 25:14; Amós 3:7) aos profetas especialmente comissionados com a autoridade e privilégios do Santo Sacerdócio, eles a transmitiram ao povo em linguagem simbólica e por parábolas, ao invés de fazê-lo de maneira simples e direta. Não obstante o testemunho dos evangelistas e dos apóstolos, a confirmação do próprio Cristo enquanto na carne e as revelações que nos foram dadas na presente dispensação fornecem-nos suficientes provas escriturísticas.</p>
<p>Nas linhas iniciais do Evangelho escrito pelo apóstolo João, lemos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez&#8230; E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:1-3; 14; ver também I João 1:1; 5:7, Apocalipse 19:13; comparar com Doutrina e Convênios 93:1-17, 21).</p>
<p>A passagem é simples, precisa e inequívoca. Podemos, com boas razões, dar à expressão “No Princípio” o mesmo significado que lhe é dado nas primeiras linhas do Gênesis, e isso pode significar um tempo anterior às primeiras etapas da existência humana sobre a Terra. Que o Verbo é Jesus Cristo, que estava com o Pai naquele princípio, achando-Se investido de poderes e posição divina, e que veio ao mundo e habitou entre os homens, são verdades afirmadas de maneira definitiva. Essas declarações são corroboradas por um revelação dada a Moisés, na qual lhe foi permitido ver muitas das criações de Deus, e ouvir a voz do Pai a respeito das coisas que haviam sido feitas: “E pela palavra de meu poder criei-as, a qual é meu Filho Unigênito que é cheio de graça e verdade.” (Pérola de Grande Valor, Moisés 1:32, 33; ver também 2:5).</p>
<p>O apóstolo João afirma repetidamente a preexistência do Cristo, bem como o fato de Sua autoridade e poder no estado pré-mortal (I João 1:1-3; 2:13-14, 4:9; Apocalipse 3:14). Paulo (II Timóteo 1:9, 10; Romanos 16:25; Efésios 1:4; 3:9, 11; Tito 1:2. Ver especialmente Romanos 3:25 e notar a tradução marginal – “preordenado” – modificando a passagem para: “Ao qual Deus preordenou para propiciação.”) e Pedro dão o mesmo testemunho. Ao instruir os santos sobre as bases da fé, Pedro afirmou-lhes que a sua redenção não poderia ser garantida através de coisas corruptíveis, ou pela observância exterior de requisitos tradicionais. “Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, , o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós.” (I Pedro 1:19-20).</p>
<p>Ainda mais impressionantes e convincentes são os testemunhos pessoais do Salvador quanto à Sua própria vida na preexistência, e à missão entre os homens, para qual havia sido designado. Nenhuma pessoa que aceite Jesus como Messias, pode, consistentemente rejeitar estas evidências de Sua natureza eterna. Certa ocasião, quando os judeus discutiam entre si na sinagoga, e murmuravam por não poderem compreender a doutrina de Cristo concernente a si próprio, especialmente no tocante à Sua relação com o Pai, Jesus lhes disse:”Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” E depois, continuando a lição baseada no contraste entre o maná que alimentara seus pais no deserto, e o pão da vida que Ele oferecia, acrescentou: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu”, e novamente declarou: “&#8230; o Pai, que vive, me enviou.” Não foram poucos os discípulos incapazes de compreender Seus ensinamentos; e seus protestos provocaram estas palavras: “Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do Homem para onde primeiro estava?” (João 6:38, 51, 57, 61, 62).</p>
<p>A certos judeus iníquos, envoltos no manto do orgulho racial, e que se jactavam de sua descendência através da linhagem de Abraão, tentando desculpar seus próprios pecados com o uso injustificado do nome do grande patriarca, nosso Senhor assim proclamou Sua própria preeminência: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu sou.” (João 8:58; ver também 17:5, 24; comparar com Êxodo 3:14). O significado mais amplo deste comentário será discutido adiante; é suficiente, no momento, que se considere esta escritura como uma franca admissão da precedência e supremacia do Senhor sobre Abraão. Mas como o nascimento de Abraão precedeu o de Cristo por mais de dezenove séculos, tal prioridade deve referir-se a uma existência anterior ao estado mortal.</p>
<p>Ao se aproximar a hora da traição, na Sua última entrevista com os apóstolos, antes da angustiante experiência em Getsêmani, Jesus confortou-os, dizendo: “Pois o mesmo Pai vos ama&#8230;; &#8230;outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai.” (João 16:27, 28; ver também 13:3). Ademais, na oração por aqueles que haviam sido fiéis aos seus testemunhos da função messiânica de Jesus, Ele dirigiu-se ao Pai com esta invocação solene: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.” (João 17:3-5, ver também versículos 24 e 25).</p>
<p>As Escrituras do Livro de Mórmon são igualmente explícitas quanto às provas da preexistência de Cristo e da pré-designação de sua tarefa. Somente uma das muitas evidências ali encontradas será citada aqui. Um profeta antigo, designado nos registros como “o irmão de Jarede”( ver nota 3), certa vez demandou com o Senhor em súplica especial: “E o Senhor disse-lhe: Crês nas palavras que eu direi? E ele respondeu: Sim, Senhor, eu sei que falas a verdade, porque és um Deus da verdade e não podes mentir. E quando disse estas palavras, eis que o Senhor se mostrou a ele e disse: Por saberes estas coisas, ficas redimido da queda; portanto és conduzido de volta a minha presença; portanto, mostro-me a ti. Eis que eu sou aquele que foi preparado desde a fundação do mundo para redimir meu povo. Eis que eu sou Jesus Cristo. Eu sou o Pai e o Filho. Em mim toda a humanidade terá vida e tê-la-á eternamente, sim, aqueles que crerem em meu nome; e eles tornar-se-ão meus filhos e minhas filhas. E nunca me mostrei ao homem que criei, porque nunca o homem creu em mim como tu creste. Vês que foste criado segundo minha própria imagem? Sim, todos os homens foram criados, no princípio, à minha própria imagem. Eis que este corpo que ora vês é o corpo do meu espírito; e o homem foi por mim criando segundo o corpo do meu espírito; e assim como te apareço em espírito, aparecerei a meu povo na carne.” (Livro de Mórmon, Éter 3:11-16. Ver também 1 Néfi 17:30; 19:7; 2 Néfi 9:5; 11:7; 25:12; 26:12; Mosias 3:5; 7:27; 13:34; 15:1; Alma 11:40; Helamã 14:12; 3 Néfi 9:15). Os fatos principais evidenciados por esta Escritura, e que têm relação direta com o assunto presente, são as manifestações do Cristo enquanto ainda no Seu estado pré-mortal, e a Sua declaração de que havia sido escolhido desde a fundação do mundo para ser o Redentor.</p>
<p>As revelações dadas através dos profetas de Deus na atual dispensação estão repletas de evidências sobre a designação e ordenação de Cristo no mundo pré-mortal; e todo o conteúdo das Escrituras encontradas em Doutrinas e Convênios pode ser chamado em testemunho. Os seguintes exemplos ilustram particularmente este ponto. Em maio de 1833, em uma comunicação a Joseph Smith, o Profeta, o Senhor declarou ser aquele que havia, em outros tempos, vindo do Pai para o mundo, e de quem João havia prestado testemunho como sendo o Verbo; e é reiterada a verdade solene de que Ele, Jesus Cristo, “era no princípio, antes de o mundo existir”, e mais, que Ele era o Redentor que “veio ao mundo porque o mundo foi feito por ele, e nele estava a vida dos homens e a luz dos homens.” Novamente, a Escritura refere-se a Ele como “Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade, &#8230;que veio e habitou na carne.” Na mesma revelação, o Senhor disse: “E agora, na verdade vos digo: “Eu estava no princípio com o Pai, e eu sou o Primogênito.” (Doutrina e Convênios 93:1-17,21). Numa ocasião anterior, como testifica o profeta moderno, ele e seu companheiro de sacerdócio foram iluminados pelo Espírito, de maneira que se tornaram capazes de ver e compreender as coisas de Deus – “Até as coisas que existiram desde o princípio, antes do mundo existir, as quais foram ordenadas pelo Pai, por meio do seu Filho Unigênito, que estava no seio do Pai desde o princípio; de quem testemunhamos; e o testemunho que prestamos é a plenitude do Evangelho de Jesus Cristo, que é o Filho, o qual vimos e com quem conversamos na visão celestial” (Doutrina e Convênios 76:13-14).</p>
<p>O testemunho das Escrituras dadas a ambos os hemisférios, tanto as antigas quanto as modernas; as inspiradas declarações dos profetas e apóstolos e as palavras do próprio Mestre são unânimes em proclamar a preexistência de Cristo e Sua ordenação para Salvador e Redentor da humanidade – no começo, sim, mesmo antes da fundação do mundo.</p>
<p>Nota 1 – Diferentes Níveis das Inteligências no Estado Pré-Mortal. – Uma revelação a Abraão mostra com grande clareza que os espíritos dos homens existiram como inteligências individuais, de vários graus de habilidade e poder antes de estabelecido o estado mortal na terra, e mesmo antes da criação do mundo como habitação adequada para os seres humanos: “Ora, o Senhor mostrara a mim, Abraão, as inteligências que foram organizadas antes de o mundo existir; e entre todas essas havia muitas nobres e grandes. E Deus viu que essas almas eram boas; e ele estava no meio delas e disse: A estes farei meus governantes; pois ele se encontrara entre aqueles que eram espíritos e viu que eles eram bons; e disse-me: Abraão, tu és um deles; foste escolhido antes de nasceres.” (Pérola de Grande Valor, Abraão 3:22-23).</p>
<p>Os versículos seguintes demonstram que tanto Cristo quanto Satanás estavam entre aquelas inteligências exaltadas, e que Cristo foi escolhido, enquanto Satanás foi rejeitado como futuro Salvador da humanidade: “E estava entre eles um que era semelhante a Deus, e ele disse aos que se achavam com ele: Desceremos, pois há espaço lá, e tomaremos destes materiais e faremos uma terra onde estes possam habitar; e assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar; e os que guardarem seu primeiro estado receberão um acréscimo; e os que não guardarem seu primeiro estado, não terão glória no mesmo reino que aqueles que guardarem seu primeiro estado; e os que guardarem o seu segundo estado terão um acréscimo de glória sobre sua cabeça para todo o sempre. E o Senhor disse: Quem enviarei? E um semelhante ao Filho do Homem, respondeu: Eis-me aqui, envia-me. E outro respondeu e disse: Eis-me aqui, envia-me. E o Senhor disse: Enviarei o primeiro. E o segundo irou-se e não guardou seu primeiro estado; e, naquele dia, muitos os seguiram.”(versículos 24-28).</p>
<p>Nota 2 – O Primeiro Conselho nos Céus – “É declarado de maneira definitiva no Livro de Gênesis que Deus disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança’. E novamente, depois que Adão havia tomado do fruto proibido, o Senhor afirmou: ‘Eis que o homem é como um de nós’; pelo que se conclui que houve deliberação conjunta sobre todo o trabalho relativo à criação do mundo, e, embora Deus tenha falado da maneira registrada na Bíblia, é evidente que Ele conferenciou com outros. As Escrituras nos dizem que há ‘muitos deuses e muitos senhores. Todavia para nós há um só Deus, o Pai’ (I Coríntios 8:5). E é por essa razão que, embora outros tenham estado envolvidos na criação dos mundos, o relato da Bíblia foi feito da forma que conhecemos, pois a plenitude dessas verdades só é revelada a pessoas altamente favorecidas, por certas razões conhecidas por Deus. As escrituras nos dizem que ‘O segredo do Senhor é para os que o temem; e ele lhes fará saber o seu concerto’ – Salmos 25:14.</p>
<p>“É razoável acreditar que nesse Conselho nos Céus, foi devidamente considerado o plano que deveria ser adotado em relação aos filhos de Deus, que até então eram espíritos, e ainda não tinham recebido tabernáculos. Pois, em vista da criação do mundo e da colocação do homem nele, onde lhe seria possível obter um tabernáculo, e nesse tabernáculo obedecer às leis da vida e com ele ser novamente exaltado entre Deuses ‘as estrelas da manhã juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam.’ Segundo nos é revelado, aí levantou-se a questão de como, e sobre que princípio deveria ser efetuada a salvação, exaltação e glória eterna dos filhos de Deus. É que depois de um debate total sobre esses princípios, e da declaração da vontade do Pai concernente aos seus desígnios, Lúcifer apresentou-se com um plano próprio, dizendo: ‘Eis-me aqui, manda-me e serei teu filho e redimirei a humanidade toda, de modo que nem uma só alma se perderá, e sem dúvida o farei; portanto dá-me tua honra.’ Mas Jesus, ouvindo a declaração de Lúcifer, disse: ‘Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre.’ Pelas palavras do Filho bem-amado, podemos deduzir que durante a discussão desse assunto, o Pai havia manifestado Sua vontade, e apresentado Seus planos, e tudo o que o Primogênito desejava fazer era cumprir a vontade do Pai, a qual tudo indica, havia sido expressa anteriormente. Ele também desejava que a glória fosse dada a Deus, o Pai, que como arquiteto e criador do plano tinha direito a toda honra e glória. Mas Lúcifer desejava introduzir um plano contrário à vontade do Pai, reclamando para si a honra e disse: ‘Ele quis obrar contrariamente à vontade do Pai, e, presunçosamente, tentou despojar o homem do seu livre-arbítrio, tornando-o servo, e colocando-o numa tal posição, que lhe seria impossível obter aquela exaltação que, segundo os desígnios de Deus, deveria pertencer-lhes, através da obediência à lei que ele havia sugerido; e novamente Lúcifer desejava a honra e glória de seu Pai que lhe possibilitaria levar avante princípios contrários à sua vontade.” – John Taylor, Mediation and Atonement, PP. 93,94.</p>
<p>Nota 3 – Os Jareditas – “Das duas nações cujas histórias constituem o Livro de Mórmon a primeira em ordem cronológica é a do povo de Jarede, que segui seu líder desde a torre de Babel na época da confusão das línguas. Sua história foi escrita sobre vinte e quatro placas de ouro, por Éter, o último de seus profetas, que prevendo a destruição de seu povo por causa da iniqüidade, escondeu as placas históricas. Elas foram encontradas em 123 a.C., por uma expedição enviada pelo rei Lími, governante dos nefitas. O registro gravado sobre essas placas foi posteriormente resumido por Morôni, que o anexou ao Livro de Mórmon. Esse resumo aparece na tradução moderna sob o nome de Livro de Éter.</p>
<p>“O nome do primeiro e principal profeta dos jareditas não é mencionado no registro que possuímos; ele é conhecido apenas como o irmão de Jarede. Sobre o povo aprendemos que, em meio à confusão de Babel, Jarede e seu irmão pediram ao Senhor que os poupasse, juntamente com seus companheiros, da dispersão iminente. Suas orações foram atendidas e o Senhor os guiou, com um número considerável de pessoas que, como eles, não se haviam contaminado com a idolatria, para longe de seus lares, prometendo conduzi-los a uma terra escolhida sobre todas as outras. A rota de sua viagem não é dada com exatidão; somente sabemos que atravessaram o oceano e lá construíram oito embarcações, nas quais se fizeram ao mar. Esses barcos eram pequenos, e seu interior escuro; mas o Senhor fez com que algumas pedras se tornassem luminosas, as quais forneceram a claridade necessária aos viajantes. Depois de uma viagem de trezentos e quarenta e quatro dias, a colônia desembarcou numa praia do oeste da América do Norte provavelmente em um lugar ao sul do golfo da Califórnia, e ao norte do istmo do Panamá.</p>
<p>“Ali, a colônia transformou-se numa nação florescente mas, em conseqüência de dissensões internas, dividiu-se em grupos que lutaram entre si até que todo o povo fosse destruído. Essa destruição, que ocorreu perto da colina Ramá, mais tarde conhecida entre os nefitas como Cumora, deu-se, aproximadamente, na época do desembarque de Leí na América do Sul, 590 a.C.” – O autor, Regra de Fé, Cap.14.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo</p>
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		<title>A vida pré-mortal de Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo e Satanás]]></category>
		<category><![CDATA[Dragão]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-ordenação de Jesus Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[Afirmamos, baseados na autoridade da Escritura Sagrada, que o Ser conhecido entre os homens como Jesus de Nazaré, e por todos os que reconhecem a Sua natureza divina, como Jesus, o Cristo, existiu com o Pai antes do nascimento na carne, e no estado preexistente, foi escolhido e ordenado para ser o único Salvador e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Afirmamos, baseados na autoridade da Escritura Sagrada, que o Ser conhecido entre os homens como Jesus de Nazaré, e por todos os que reconhecem a Sua natureza divina, como Jesus, o Cristo, existiu com o Pai antes do nascimento na carne, e no estado preexistente, foi escolhido e ordenado para ser o único Salvador e Redentor da raça humana. Preordenação indica preexistência como condição essencial; portanto as Escrituras que tratam de uma, testificam igualmente da outra; conseqüentemente, nesta apresentação não será tentada nenhuma separação entre as evidências que se aplicam em particular à preexistência de Cristo e a Sua preordenação.<span id="more-70"></span></p>
<p>João, o Revelador, presenciou em visão algumas das cenas que aconteceram no mundo espiritual antes do início da história humana. Testemunhou lutas e contendas entre a lealdade e a rebelião, nas quais as hostes que defendiam a primeira eram chefiadas por Miguel, o arcanjo, e as forças rebeldes, capitaneadas por Satanás, também chamado diabo, serpente e dragão. Conforme lemos: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão e os seus anjos.” (Apocalipse 12:2; ver também versículos 8 e 9).</p>
<p>Nesta luta entre hostes espirituais, as forças estavam divididas de maneira desigual; Satanás congregava  sob seu estandarte somente uma terça parte dos filhos de Deus, simbolizados como as “as estrelas do céu” (Apocalipse 12:4; ver também Doutrina e Convênios 29:36-38; e 76:25-27), a maioria, ou lutou ao lado de Miguel, ou , pelo menos, absteve-se de oposição ativa, cumprindo, dessa maneira, o propósito de seu “primeiro estado” enquanto os anjos que formavam ao lado de Satanás, “não guardaram o seu principado” (Judas 6), perdendo o direito às gloriosas possibilidades de uma condição avançada, ou “segundo estado” (Pérola de Grande Valor, Abraão 3:26). Coube a vitória a Miguel e seus anjos; e Satanás ou Lúcifer, até então um “filho da manhã”, foi expulso do céu, sim, “ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apocalipse 12:9). O profeta Isaías, a quem essas graves ocorrências foram reveladas, cerca de oito séculos antes do tempo dos escritos de João, lamenta, com inspirado sentimento, a queda de um ser tão grandioso; e especifica a ambição como causa principal dessa queda: “Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei  sobre as alturas de nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo dos abismo.” (Isaías 14:12-15; comparar com Doutrina e Convênios 29:36-38; e 76:23-27).</p>
<p>A justificativa para citarmos estas criaturas em relação ao assunto que estamos considerando, será encontrada na causa dessa grande contenda – as condições que levaram a essa guerra no céu. As palavras de Isaías tornam claro que Lúcifer, já possuindo uma posição elevada, tentou exaltar-se ainda mais, sem consideração pelos direitos e arbítrio dos outros. O assunto é consideração pelos direitos e arbítrio dos outros. O assunto é considerado em palavras que não deixam dúvidas, numa revelação dada a Moisés e repetida através do primeiro profeta da presente dispensação: “E eu, o <span style="color: #000000;">Senhor</span> Deus, falei a Moisés, dizendo: Aquele Satanás a quem tu desde  o princípio; e ele apresentou-se a mim, dizendo: Eis-me aqui, envia-me; serei teu Filho e redimirei a humanidade toda, de modo que nenhuma alma se perca, e sem dúvida, eu o farei; portanto dá-me a tua honra. Mas eis que meu Filho Amado, que foi meu Amado e meu  Escolhido desde o princípio, disse-me: Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre. Portanto, por ter Satanás se rebelado contra mim e procurado destruir o arbítrio do homem, o qual eu, o Senhor Deus, lhe dera,; e também, por querer que eu lhe desse meu próprio poder, fiz com que ele fosse expulso pelo poder do meu Unigênito. E ele tornou-se Satanás, sim, o próprio diabo, o pai de todas as mentiras, para enganar e cegar os homens e levá-los cativos segundo sua vontade, sim, todos os que não deram ouvidos a minha voz.” (Pérola de Grande Valor, Moisés 4:1-4; ver também Abraão 3:27-28).</p>
<p>James Talmage, <em>Jesus o Cristo</em></p>
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		<title>Mulheres seguiram Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 16:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Milagres de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres seguidoras de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres das Escrituras]]></category>
		<category><![CDATA[Priscilla]]></category>
		<category><![CDATA[Viúva de Zarafate]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim! Jesus tinha um grande respeito pelas mulheres, geralmente as incluindo como um papel positivo de fé e dedicação em seus ensinamentos e parábolas (ver, para um exemplo, a viúva de Sarepta que alimentou Elias, Lucas 4:25-26; e a mulher que deu suas duas moedas para o tesouro, Marcos 12:42-44). Embora os registros do Novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Jesus tinha um grande respeito pelas mulheres, geralmente as incluindo como um papel positivo de fé e dedicação em seus ensinamentos e parábolas (ver, para um exemplo, a viúva de Sarepta que alimentou Elias, Lucas 4:25-26; e a mulher que deu suas duas moedas para o tesouro, Marcos 12:42-44). Embora os registros do Novo Testamento das mulheres que seguiram Jesus são limitados em seus números e escopos, ainda assim fica claro que elas tiveram um papel importante no ministério de Jesus.<span id="more-66"></span></p>
<p>Desde o inicio, Maria, Elizabete e Ana entenderam quem o infante Jesus era e testificaram de seu ministério. Maria recebeu instruções angelicais de que ela conceberia um filho “e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e seu reino não terá fim.” (Lucas 1:31-33). Elizabete, quando foi visitada por Maria que estava grávida “exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre.” (Lucas 1:42). Da mesma forma foi com Ana, quando Maria e José levaram Jesus ao templo, viu o bebê e “dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém.” (Lucas 2:38). Embora não tenhamos registros de quaisquer outros papeis que Ana ou Elizabete tiveram como seguidoras de Jesus, Maria está presente e até mesmo facilita o primeiro milagre de Jesus, ao transformar água em vinho (ver João 2:1-11), na cruz quando Jesus a deixou aos cuidados do apostolo João (ver João 19:25-26) e está registrada entre os membros de Jerusalém que se encontraram após a ascensão de Jesus (Atos 1:14).</p>
<p>Através seu ministério mortal, podemos encontrar um grande número de outras mulheres que seguiam Jesus. Lucas, ao começa suas narrativas da viagem, escreve: “E aconteceu, depois disto, que [Jesus] andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele, E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada de Madalena, da qual saíram sete demônios; E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.” (Lucas 8:1-3). Maria Madalena parece ter sido a líder das mulheres discípulas porque ela é sempre mencionada como a primeira da lista de mulheres “que o serviam com seus bens” indicando que elas providenciavam sustento material para Jesus durante sua jornada. A palavra aqui traduzida como “serviam” (diakone?) é, entretanto, também usado por Lucas como um nome para descrever o “ministério (diakonia) da palavra” dos apóstolos (ver Atos 6:4). Esse forma que foi usado em Lucas pode sugerir que a mulher também participava dos ensinamentos da palavra. Essas mulheres discípulas estão também constantemente presentes na crucificação e sepultamente de Jesus, com Maria Madalena sendo a primeira pessoa a ver Jesus ressuscitado e quem foi anunciar a ressurreição aos discípulos (ver João 19:11-18).</p>
<p>Adicionalmente, os evangelhos descrevem um número de outras mulheres cuja fé as levou a procurar Jesus. A mulher sito-feniciana, embora fosse gentia, implorou a Jesus que curasse sua filha que estava possuída por um demônio. Seu compromisso para com Jesus, apesar da resposta inicial negativa por Jesus e seus discípulos, resultou na declaração de Jesus “Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas” e a sua filha foi imediatamente curada. (Mateus 15:21-28). A mulher com um problema de fluxo sanguíneo por doze anos, se esforçou para tocar as vestimentas de Jesus, reconhecendo que “virtude havia saído” dele e imediatamente parou e procurou a mulher. Ele declarou a ela: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste mal” (Marcos 5:25-34). A mulher cujo nome não foi citado que veio a casa de Simão amou Jesus grandemente porque ele havia perdoado os pecados dela. Ela veio e ungiu os pés de Jesus com suas lágrimas, enxugou-os com seus cabelos e o ungiu com ungüento. Jesus declarou para ela: “A tua fé te salvou; vai-te em paz” (Lucas 7:36-50).</p>
<p>Por fim, ambos os evangelhos de Lucas e João também mencionam duas irmãs, Maria e Marta. João registra: “Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro” (João 11:5). Lucas diz que Marta recebeu Jesus em seu lar durante a parte narrativa da viagem de seu evangelho quando Jesus estava viajando para Jerusalém. Jesus foi para aquele lar completamente esperando ser alimentado uma vez que ele e seus discípulos confiavam na generosidade de outros durante sua jornada (Lucas 8:3; 9:58 e 10:4). Enquanto estava naquela casa, Maria “sentou aos pés do Senhor e ouviu os seus ensinamentos”. Alguns manuscritos incluem um pronome relativo na sentença a qual poderia ser lido da seguinte maneira: Maria, “também se sentou aos pés do Senhor” (itálicos adicionados) indicando que Maria se uniu a suas irmãs para ouvir Jesus. No evangelho de João ambas irmãs são discípulas proeminentes. Marta, juntamente com Pedro, é um exemplo quintessencial de pessoas que tinham testemunho de que Jesus é o Cristo. Ela declarou, “Escrever escritura” (João 11:27; cf. declaração de Pedro em João 6:68-69). Maria mostra sua devoção Jesus ficando atentamente ouvindo a seus ensinamentos (Lucas 10:39) e por ungir seus pés com um ungüento extremamente caro e então secando seus pés com o cabelo (cf. a mulher cujo nome não foi citado e que realizou um ato de devoção semelhante em Lucas 7:36-50). Embora Judas critique suas ações, “Escrever escritura” (João 12:7-8).</p>
<p>Após o falecimento de Jesus, mulheres continuaram a ter um papel importante em sua Igrjea. Lídia e Chloe podem ter sido patronas de casas de igrejas nas Filipinas e Coríntios (Atos 16:14-15; 1 Coríntios 1:11). Lucas registra que um número significante de mulheres se unindo à Igreja (Atos 5:14; 8:12; 17:4, 12). Priscila participa juntamente com seu marido Áquila ao ensinar o evangelho para Apolo (Atos 18:24-26; ver também Romanos 16:3; 1 Coríntios 16:19). Embora às vezes Paulo castigue as mulheres membros da Igreja por seus comportamentos (1 Coríntios 14:34-35; 1 Timoteo 21:8-9), e é uma mulher, Febe, “uma serva da Igreja a qual está na Cencréia”, a quem Paulo confiou carregar sua carta pivotal aos Romanos (Romanos 16:1-2).</p>
<p><strong>Ben Witherington III</strong></p>
<p>“A visão de Jesus das mulheres e seus papeis não encaixem bem em qualquer das categorias de seus dias. Ele não era um Qumranite, nem era um rabino tradicional sobre esse assunto, embora tenha algumas coisas em comum com ambos os grupos. Seu uso das mulheres, tanto fictício quanto real, como exemplos de fé de seus seguidores, e Seus ensinamentos sobre honrar os pais, não é algo sem precedentes na literatura rabínica. Seu chamado aos homens e mulheres a comprometimentos radicais com Deus, em visão de não quebrar o Reino, tem certas afinidades com os ensinamentos tanto de João o Batista e Qumran. Ainda assim, num todo, e especialmente na sua visão do contexto judaico, Jesus parecia ser único e algumas vezes um reformador radical das visões das mulheres e seus papeis que eram mais comummente mantido entre o seu povo. Talvez essa é a razão pela qual os Terceiros e Quartos Evangelhos levam as dores a várias mulheres presentes como modelos religiosos em suas audiências” (Ben Witherington III, Mulheres no Ministério de Jesus: Um Estudo das Atitudes de Jesus para com as Mulheres e seus Papeis como Refletido em Sua Vida Terrena (Cambridge: Cambridge University Press, 1984), 126).</p>
<p>O Dr. Witherington III é Professore de Interpretação do Novo Testamento no Seminário Teológico Asbury em Wilmore, Kentucky.</p>
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		<title>Jesus de Nazaré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 16:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Infância de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré]]></category>
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					<description><![CDATA[Porque Jesus é associado com Nazaré? Nazaré, uma pequena vila ao norte da Galiléia, foi o lar da juventude de Jesus. José e Maria, de acordo com o Novo Testamento, voltaram para lá algum tempo depois do nascimento de Jesus em Belém, uma pequena cidade no sul da Judéia, (ver Mateus 2:23). Da infância de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Porque Jesus é associado com Nazaré?</strong></p>
<p><a title="jesushealingblind.jpg" href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/03/jesushealingblind.jpg"><img loading="lazy" class="floatleft" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/03/jesushealingblind.jpg" alt="jesushealingblind.jpg" width="175" height="220" /></a></p>
<p>Nazaré, uma pequena vila ao norte da Galiléia, foi o lar da juventude de Jesus. José e Maria, de acordo com o Novo Testamento, voltaram para lá algum tempo depois do nascimento de Jesus em Belém, uma pequena cidade no sul da Judéia, (ver Mateus 2:23). Da infância de Jesus até os seus trinta anos de idade, Nazaré foi o seu lar.</p>
<p>Durante este período não era incomum que uma pessoa fosse identificada com o nome da cidade onde ele ou ela havia nascido ou vivido (ver para exemplo Lucas 8:2, onde Maria de Magdala é mencionada). Como resultado disto, Jesus é identificado com Nazaré cerca de dezessete vezes no Novo Testamento, como “Jesus de Nazaré”.</p>
<p>Mesmo em sua morte, embora ele já tivesse deixado Nazaré aproximadamente três anos antes, Jesus era identificado com a pequena vila que ficava ao lado da via principal dos montes da Galiléia: “E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS” (Lucas 19:19).<span id="more-65"></span></p>
<p>Alguns anos depois, após a ressurreição, Pedro começou a ensinar os povos que não eram Judeus quando ele visitou o centurião romano, Cornélio, em Cesaréia Marítima para compartilhar as “boas novas”. Nesta reunião monumental, Pedro começou seu famoso sermão com a identificação geográfica do lar da infância de Jesus: “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele” (Atos 10:38). À medida que o trabalho missionário do apostolo começava a se espalhar por toda a bacia mediterrânea e ao Novo Oeste, as pessoas bem distantes da Terra Santa aprenderam sobre Jesus de Nazaré.</p>
<p>Adicionalmente à tradicional conexão do nome com um lugar, Mateus acreditava que a identificação com Nazaré já era conhecida pelos primeiros profetas hebraicos, (ver Mateus 2:23).</p>
<p>Provável aparência de Nazaré durante o primeiro século d.C., Usado com permissão de Balage Balogh</p>
<p><a title="Nazareth" href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image001.jpg"><img src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image001.jpg" alt="Nazareth" /></a></p>
<p><strong>O Lugar de Nazaré nas Histórias do Novo Testamento</strong></p>
<p>O retorno do Rei, Mateus 2:19-23.</p>
<p>Essa terceira passagem em Mateus 2 começa com a mesma estrutura que encontramos na passagem anterior, sobre a fuga para o Egito – o anjo do Senhor apareceu para José em um sonho e deu uma mandamento de se levantar e pegar seu filho e a mãe dele e ir para a terra de Israel, mandamento o qual José se levantou e fez exatamente como foi falado (note o paralelo lingüístico nos versículos 14 e 21). Indo novamente para a Judeia era verdadeiramente uma boa idéia, uma vez que o filho de Herodes, Arquelau, estava reinando lá, e por isso foi avisado sobre isso em um sonho, ele partiu pra o “distrito” da Galiléia, indo viver na pequena cidade de Nazaré. Isso, também, parece ter sido o cumprimento da escritura, mas perceba que aqui, profetas (plural) são referidos pela cotação “ele será chamado de Nazareno”.</p>
<p>Deve ter sido difícil encontrar uma escritura ou até mesmo uma combinação de escrituras que combinassem essas palavras. Uma sugestão ingênua é que Isaias 11:1 em Hebreu foca no background, o qual de NZR “ramo” da vara de Jessé, uma referencia a figura messiânica também chamada como Emanuel em Isaias 7:14. Em favor dessa associação está o fato de que em Qumran, o “ramo” nesta passagem foi também interpretada messianicamente (1 QH 6.15:7.6-19).Embora uma palavra diferente em Hebreu seja usada para ramo, essa mesma maneira de falar de uma figura messiânica é encontrada em Jeremias 23:5; 33:15; Zacarias 3:8 e 6:12.</p>
<p>Uma outra sugestão é que Mateus tinha em mente a noção de ser um Nazireu, cujo termo pode ser substituído por “alguém separado” ou “santo para o Senhor” em LXX: “Porque eis que tu conceberás e terás um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu de Deus desde o ventre; e ele começará a livrar a Israel da mão dos Filisteus.Então a mulher entrou, e falou a seu marido, dizendo: Um homem de Deus veio a mim, cuja aparência era semelhante de um anjo de Deus, terribilíssima; e não lhe perguntei donde era, nem ele me disse o seu nome. Porém disse: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora pois, não bebas vinho, nem bebida forte, e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até o dia da sua morte.” Juízes13:5-7 (Isaias 4:3; Juizes: 16:17). Jesus então é visto como alguém santo para Deus, uma conclusão que pode encontrar apoio em Mateus 19:10-12 se Jesus está se referindo a si mesmos. Entretanto, a caracterização comum de Jesus com alguém que comia e bebia com os pecadores e nos casamentos (ver João 2 a Marcos 1-3) não condizem com as noções que comportam dos votos Nazireus. Essa sugestão então parece menos provável do que a conexão com o ramo oráculo.</p>
<p>Na superfície das coisas, a impressão deixada por esse registro é que José e sua família estão mudando para Nazaré pela primeira vez. O que é estranho sobre esta história é que certamente, um outro filho de Herodes; Herodes Antipas, estava governando a Galiléia, então porque a Galiléia seria melhor para a família do que a Judéia? Mas então precisa se questionar também porque José se mudou pra uma cidade tão fora de mão a menos que houvesse conexões familiares ali. Ou ela foi escolhida precisamente porque em uma cidade de 500 a 1500 habitantes no máximo, eles poderiam desaparecer ou ficar imperceptível? Não é uma cidade mencionada em lugar nenhum do Velho Testamento ou nas antigas fontes Judaicas, o que pode explicar o porquê era tão difícil relacionar Nazaré com o Velho Testamento. Embora muitos estudiosos pensem que seja difícil reconciliar esse assunto com o que Lucas 2:39-40: “E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré. E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” que diz, o qual sugere que a família de Jesus era originalmente de Nazaré, ambos registros concordam neste ponto chave – que Jesus cresceu em Nazaré e veio a ser chamado de Jesus de Nazaré. É interessante que um dos principais dos sacerdotes se mudaram para lá após a queda de Jerusalém em 70 D.C., o que sugere que ela era vista como um lugar ritualmente puro.</p>
<p>Ben Witherington III, <em>Matthew</em>, (Macon: Smyth &amp; Helwys Publishing, 2006) .</p>
<p>Bem Witherington III é professor de Interpretação do Novo Testamento em Ashbury Teologial em Wilmore, Kentucky.<br />
<a title="Ben Witherington III Photo" href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image0031.jpg"><img src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image0031.thumbnail.jpg" alt="Ben Witherington III Photo" /></a></p>
<p><strong>Cidades, Vilas e Aldeias: Nazaré em Contexto</strong></p>
<p>Cidades, como o local de habitação das elites, dominando as paisagens geográficas e sociais de grego-romana antiga. As elites construíam, controlavam e habitavam as cidades. Cesaréia e Jerusalém, certamente, eram os maiores centros urbano na Judéia. Herodes, o Grande, construiu Cesareia para prover um porto na costa da Palestina e uma declaração monumental de lealdade a César Augusto. As cidades principais na Galiléia da época de Jesus incluíam a Sepphoris (atual Zippori) e Tiberias. Essas cidades foram fundadas por Herodes Antipas e eram a sede dos oficiais Herodianos. Não surpreendentemente, na visão de interesse do movimento de Jesus, elas nunca são mencionadas nos Evangelhos. Cafarnaum, Tarichese (Magdala), e Cana eram cidades administrativas para pesca e agricultura. Camponeses da zona rural da Galiléia viviam em pequenas vilas semelhantes a Nazaré ou Nain.</p>
<p>K.C. Hanson and Douglas E. Oakman, <em>Palestine</em><em> in the time of Jesus: Social Structures and social Conflicts</em> (Minneapolis: Fortress Press, 1998), 116-117</p>
<p><a title="Photo" href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image004.jpg"><img src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image004.jpg" alt="Photo" /></a></p>
<p>K.C. Hanson tem ensinado estudos bíblicos na Escola Teológica Episcopal e na Escola de Teologia em Claremont, Universidade de Creighton e Faculdade São Olavo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a title="Photo" href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image005.jpg"><img src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/02/image005.jpg" alt="Photo" /></a></p>
<p>Douglas E. Oakman é o reitor de Humanidades e professor de Religião na Universidade Pacífico Luterana, Tacoma, Washington.</p>
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