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	<title>Vida Pré-mortal de Jesus Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>Jesus Cristo – O Criador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 15:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus como o Criador]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus o Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[Como demonstrado antes em relação a outro particular, o Pai participou da obra da criação através do Filho, que assim se tornou o executivo pelo qual foi efetuada a vontade, mandamento ou palavra do Pai. É absolutamente apropriado, portanto, que o Filho, Jesus Cristo, seja designado pelo apóstolo João como o Verbo; ou, como declarado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como demonstrado antes em relação a outro particular, <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nosso_Pai_Celestial">o Pai</a> participou da obra da criação através <a href="http://www.igrejamormon.org/crencas_mormon_jesus">do Filho</a>, que assim se tornou o executivo pelo qual foi efetuada a vontade, mandamento ou palavra do Pai. É absolutamente apropriado, portanto, que o Filho, Jesus Cristo, seja designado pelo apóstolo João como o Verbo; ou, como declarado pelo Pai &#8220;a palavra de meu poder&#8221; (Ver João 1:1; Pérola de Grande Valor: <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/1">Moisés 1:32</a>).<span id="more-360"></span> O papel de Jesus Cristo na criação, papel tão preeminente que justifica que o chamemos de Criador, é narrado em muitas Escrituras. O autor da Epístola aos Hebreus refere-se distintamente ao Pai e ao Filho como seres separados, embora associados: &#8221; Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a  nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo&#8221; (Hebreus 1:1-2; ver também I Coríntios 8:6). Paulo é ainda mais explícito em sua carta aos Colossenses, na qual, falando sobre Jesus, o Filho, diz: &#8220;Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele&#8221; (Colossenses 1:16-17). E seja repetido aqui o testemunho de João, de que, pelo Verbo que estava com Deus, e que era Deus desde o início, todas as coisas foram feitas; &#8220;e sem ele nada do que foi feito se fez&#8221; (João 1:1-3).</p>
<p>Que o Cristo, que deveria vir, era na realidade Deus, o Criador, foi revelado claramente aos profetas no hemisfério ocidental. Samuel, o <a href="http://pt.mormonwiki.com/Lamanitas">lamanita</a> convertido, na pregação aos <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a> descrentes, justificou seu testemunho, como segue: &#8220;E também para que saibais da vinda de Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Pai do Céu e da Terra, o Criador de todas as coisas desde o princípio; e para que sabais dos sinais de sua vinda e para que acrediteis em seu nome&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/hel/14">Helamã 14:12</a>, ver também <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/3">Mosias 3:8</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/4">4:2</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/alma/11">Alma 11:39</a>).</p>
<p>A essas citações da Escritura antiga pode, muito apropriadamente, ser adicionado o testemunho pessoal do Salvador Jesus, depois de se tornar um ser ressuscitado. Em Sua visita aos nefitas, proclamou: &#8220;Eis que sou Jesus Cristo, o Filho de Deus. Eu criei os céus, a Terra e todas as coisas que neles há. Eu estava com o Pai desde o princípio. Estou no Pai e o Pai está em mim, e em mim o Pai glorificou seu nome&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/9">3 Néfi 9:15</a>). Para os nefitas, que não compreenderam a relação entre o Evangelho a eles declarado pelo Senhor Ressurreto, e a lei mosaica, que mantinham tradicionalmente em vigor, e que se maravilharam por Ele dizer que as coisas antigas haviam passado, explicou: &#8220;Eis que eu sou aquele que deu a lei e eu sou aquele que fez convênio com meu povo, Israel; portanto a lei se cumpre em mim, porque eu vim para cumprir a lei; conseqüentemente, ela tem um fim&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/15">3 Néfi 15:4-5</a>).</p>
<p>Em revelação na presente ou última <a href="http://pt.mormonwiki.com/Dispensacao">Dispensação</a>, a voz de Jesus Cristo, o Criador do céu e da Terra, foi novamente ouvida: &#8220;Escutai, ó povo de minha igreja, a quem foi dado o reino; atentai e daí ouvidos àquele que estabeleceu os fundamentos da Terra, que fez os céus e todas as suas hostes, e por quem foram feitas todas as coisas que vivem, se movem, e têm seu ser&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/45">Doutrina e Convênios 45:1</a>). E novamente: &#8220;Eis que eu sou Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, que criou os céus e a Terra, uma luz que não pode ser escondida nas trevas&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/14">Doutrina e Convênios 14:9</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/29">29:1, 31</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/76">76:24</a>).</p>
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		<title>A Necessidade de um Redentor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Pré-mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Bom e Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Necessário para Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Progresso Eterno]]></category>
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					<description><![CDATA[Explicamos, até agora, que toda a raça humana existiu no mundo anterior, na forma de seres espirituais, e que esta Terra foi criada com o propósito de possibilitar a esses espíritos as experiências da mortalidade. Quando ainda nesse estado espiritual, foram investigados dos poderes de arbítrio ou escolha; e foi parte do plano divino que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-200" style="float: right; margin: 4px; border: black 3px solid;" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/forgiven.gif" alt="Christ is our Redeemer" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Explicamos, até agora, que toda a raça humana existiu no mundo anterior, na forma de seres espirituais, e que esta Terra foi criada com o propósito de possibilitar a esses espíritos as experiências da mortalidade. Quando ainda nesse estado espiritual, foram investigados dos poderes de arbítrio ou escolha; e foi parte do plano divino que nascessem livres na carne, herdeiros do direito inalienável de liberdade, para escolher e agir por si próprios na mortalidade. É inegavelmente essencial ao progresso eterno dos filhos de Deus que estejam sujeitos às influências tanto do bem como do mal, a fim de que sejam experimentados e provados, “para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar” ( Jó 38:7). O livre-arbítrio é um elemento indispensável a tal teste.<span id="more-72"></span></p>
<p>O Pai Eterno compreendeu bem as naturezas dessemelhantes e a variada capacidade de sua prole espiritual; e sua infinita presciência fez-lhe saber, mesmo no começo, que na escola da vida alguns de Seus filhos venceriam e outros falhariam; alguns seriam fiéis, outros falsos; alguns escolheriam o bem, outros o mal; alguns procurariam o caminho da vida, enquanto outros escolheriam a estrada que leva à destruição. Ademais, previu que a morte entraria no mundo e que a posse de corpos pelos Seus Filhos seria de breve duração individual. Viu que Seus mandamentos seriam desobedecidos e Sua lei violada, e que os homens, expulsos de Sua presença e sozinhos, sucumbiriam em vez de se elevarem, regrediriam em vez de progredirem, e seriam perdidos para os céus. Era necessário prover-se um meio de redenção, pelo qual o homem pecador pudesse fazer reparações e, cumprindo a lei estabelecida, ser salvo e alcançar exaltação nos mundos eternos. O poder da morte deveria ser sobrepujado de forma que, embora tivessem necessidade de morrer, vivessem novamente, com seus espíritos revestidos de corpos imortalizados, sobre os quais a morte não poderia novamente prevalecer.</p>
<p>Que a ignorância e irreflexão não nos guiem ao erro de supormos que a presciência do Pai quanto ao que aconteceria, em dadas condições, haja determinado que o mesmo acontecesse. Não era seu desígnio que as almas dos homens se perdessem; pelo contrário, era e é sua obra e glória “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem”. * Não obstante, Ele viu o mal em que Seus Filhos por certo cairiam; e com infinito amor e misericórdia, estabeleceu meios para evitar o terrível efeito, com a condição de que o transgressor decidisse beneficiar-se dos mesmos. A oferta do Primogênito de estabelecer, através de Seu próprio ministério entre os homens, o Evangelho de salvação e de sacrificar-Se, através de trabalho, humilhação e sofrimento mesmo até à morte, foi aceita, tornando-se o plano preordenado de redenção do homem da morte, de sua eventual salvação dos efeitos do pecado e de sua possível exaltação através de atos virtuosos.</p>
<p>*”O Pai das almas conferiu a Seus Filhos, desde o berço, o divino privilégio do livre-arbítrio; Ele não os controla e não os controlará por força arbitrária, não impele homem algum ao pecado; não força ninguém à retidão. Ao homem foi dada liberdade para agir por si próprio e, associada a essa independência está a certeza de uma responsabilidade estrita e individual. No julgamento que teremos de enfrentar, todas as condições e circunstâncias de nossa vida serão consideradas. As tendências inatas devidas à hereditariedade, o efeito do ambiente, tendo sido o mesmo conducente ao bem ou ao mal, os sadios ensinamentos da juventude ou a ausência de boa instrução – estes e todos os outros fatores contribuintes devem ser tomados em consideração, ao ser apresentado um veredito justo quanto à culpabilidade ou inocência da alma. Não obstante, a sabedoria divina torna claro qual será o resultado de tais condições agindo sobre as naturezas e disposições conhecidas dos homens, enquanto cada indivíduo é livre para escolher o bem ou o mal, dentro dos limites das muitas condições existentes e operantes.” – Do mesmo autor, A Grande Apostasia, p.21; ver também Regras de Fé, cap. 3.</p>
<p>James Talmage, Jesus o Cristo</p>
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