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	<title>Escrituras não-canônicas Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>O que é o Novo Testamento Apócrifa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 12:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escritos não-canônicos]]></category>
		<category><![CDATA[O Novo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Escrituras não-canônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra grega apokrypha significa “escritos ocultos”. Clemente de Alexandria usou essa palavra em seu sentido literal (Stromateis 1.13.69.9). Mas, na maior parte, antigos autores Cristãos usaram o termo para se referir aos escritos dos seus oponentes, os quais consideravam espúrios. Clemente disse que seus oponentes “derivavam suas doutrinas de trabalhos apócrifas… onde eles pegam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra grega apokrypha significa “escritos ocultos”. Clemente de Alexandria usou essa palavra em seu sentido literal (Stromateis 1.13.69.9). Mas, na maior parte, antigos autores Cristãos usaram o termo para se referir aos escritos dos seus oponentes, os quais consideravam espúrios. Clemente disse que seus oponentes “derivavam suas doutrinas de trabalhos apócrifas… onde eles pegam o som de uma doutrina e perversamente eles a aplicam erroneamente” (Stromateis 4.29). Irineu descreve “escritos apócrifas” aos textos escritos por seus oponentes “que são ignorantes nas escrituras da verdade” (Contra a Heresia, 1.20.1). Tertuliano recusou a reconhecer os ensinamentos do Pastor de Hermas porque ele não “encontrava um lugar no cânone divino” e “havia sido julgado espiritualmente por todos os conselhos das Igrejas… entre os (escritos) falsos e apócrifas” (On Modesty 10.6). a frase Novo Testamento Apócrifa não foi usada na antiguidade. Na realidade, é um título moderno referindo a uma grande variedade de textos Cristãos que não foram inclusos no cânone do Novo Testamento.</p>
<p>Na maior parte, estudiosos seguem as três categorias do Novo Testamento apócrifas usadas por Wilhelm Schneemelcher: 1 – Evangelhos, os quais incluem materiais não bíblicos sobre a vida de Jesus; 2 – escritos relacionado aos apóstolos; 3 – apocalipses e assuntos relacionados. Alguns dos evangelhos apócrifas, tais como os Evangelhos dos Nazarenos e Os Evangelhos dos Ebionitas são conhecidos hoje apenas por que autores Cristãos antigos citaram-nos em seus escritos. Alguns, como o Evangelho de Tomé e Evangelho de Judas, foram mencionados em fontes antigas, mas foram descobertos apenas recentemente. Alguns textos, tais como Os Atos de Tomé, foram usados tanto pelos grupos ortodoxos quanto pelos heterodoxos.<span id="more-63"></span></p>
<p>Nos anos recentes, estudiosos reexaminaram o papel do Novo Testamento apócrifa para a compreensão do antigo Cristianismo. As visões mais tradicionais foram para estudá-los para determinar em que luz eles derramaram para o desenvolvimento da Igreja Cristã, com atenção particular para como eles se comparam com os textos que mais tarde foram canonizados. Entretanto, uma tendência crescente é estudar esses textos em seu próprio direito e deixa-los falar independentemente sobre a diversidade de expressões referentes ao que significa ser um Cristão na antiguidade.</p>
<p>“Cerca de uma dezena de evangelhos não canônicos eram conhecidos no segundo século… a evidência desses escritos apócrifas comparam bem com as evidências para os evangelhos canônicos. As atestações não suportam a distinção entre os evangelhos canônicos e apócrifas. Escritos de ambas as categorias foram usados e são referidos […] pelos mesmos escritores” Helmut Koester é professor da Divindade do Centro de PEsqisa John H. Morrison e professor Win de Pesquisa de Historia Eclesiástica da Faculdade Divinity de Harvard.</p>
<p>Helmut Koester, “Evangelhos Canônicos e Apócrifas”, Revisão Teológica de Harvard, 73, (1980): 110</p>
<p>“O valor é extraído de esforços para entender a literatura apócrifa é dividida em dois: primeiro, uma vez que entendemos a situação de composição de um texto apócrifa, podemos então acertar seu potencial de preservar o credito de informações sobre Jesus ou a Igreja que ele fundou. Segundo, uma vez que entendemos como os documentos impactavam as comunidades Cristãs, podemos começar a discernir os desenvolvimentos históricos da apostasia dentro dessas comunidades”. Thomas Wayment é um Professor Associado de Escrituras Antigas da Universidade Brigham Young.</p>
<p>Thomas A. Wayment, “Falsos Evangelhos: Uma Aproximação para Estudar o Novo Testamento Apócrifa”, em Como o Novo Testamento Apareceu (ed. Kent P. Jackson e Frank F. Judd, Jr.; Salt Lake City: Deseret Book, 2006), 294.</p>
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