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	<title>Expiação Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>A necessidade da expiação de Jesus Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg"><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-642" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg" alt="mormon-jesus-christ-nephites" width="320" height="254" /></a>A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas naturais; mas virá, como Satanás bem o sabe; e neste conhecimento está o seu atual, embora temporário, triunfo. Mas são os propósitos de Deus, como sempre o foram e sempre o serão, infinitamente superiores aos mais profundos desígnios dos homens ou demônios; e, mesmo antes que o primeiro homem fosse criado na carne, tomaram-se providências contra as maquinações satânicas que pretendiam fazer da morte um mal inevitável, perpétuo e supremo. A expiação a ser efetuada por Jesus Cristo foi estabelecida para sobrepujar a morte e prover um meio de resgate do poder de Satanás.<span id="more-110"></span></p>
<p>Como a penalidade a que está sujeita a queda recaiu sobre a raça humana, através de um ato individual, seria manifestamente injusto e, portanto, impossível como parte do propósito divino, fazer com que todos os homens sofressem as conseqüências da mesma, sem uma providência para a sua libertação. Ademais, uma vez que pela transgressão de um homem o pecado veio ao mundo e a morte foi transmitida a todos, é razoável que a expiação necessária tenha sido efetuada por um homem*. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida” (Romanos 5:12,18). Assim ensinou o apóstolo Paulo; e ainda: “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (I Coríntios 15:21,22).</p>
<p>A expiação deveria ser evidentemente um sacrifício vicário, voluntário e inspirado no amor por parte de Jesus; universal em sua aplicação à humanidade, desde que os homens aceitassem os meios de salvação postos ao seu alcance. Para tal missão, poderia ser eleito apenas alguém que não tivesse pecado. Mesmo as vítimas do altar, que a antiga Israel oferecia como propiciação provisória pelas ofensas do povo sob a lei mosaica, tinham quer ser limpas e destituídas de mácula ou imperfeição; de outra maneira, seriam inaceitáveis e a tentativa de oferecê-las era sacrilégio. Jesus Cristo era o único Ser que possuía os requisitos para o grande sacrifício:</p>
<p>1 – Como único Homem sem pecado;</p>
<p>2 – Como o Unigênito do Pai e, portanto, o único Ser nascido na Terra, possuindo em Sua plenitude os atributos tanto de Deus como do homem.</p>
<p>3 – Como o único que tinha sido escolhido no céu e preordenado para esse serviço.</p>
<p>Que outro homem houve sem pecado e, portanto, completamente isento do domínio de Satanás e a quem a morte, salário do pecado, não foi naturalmente devida? Tivesse Jesus Cristo encontrado a morte como os outros homens – resultado do poder que Satanás adquiriu sobre eles, através de seus pecados – Sua morte não teria sido senão uma experiência individual, expiatória apenas de Suas próprias faltas e ofensas. A absoluta inexistência de pecados em Cristo qualificou-O. Sua humildade e voluntariedade tornaram-No aceitável ao Pai, como sacrifício expiatório para a propiciação de todos os pecados dos homens.</p>
<p>Que outro homem viveu com poder para resistir à morte, sobre o qual a morte não poderia prevalecer, senão através de Sua própria submissão? Jesus Cristo, entretanto, não podia ser morto até que “chegasse Sua hora”, sendo esta a hora em que voluntariamente entregasse Sua vida, permitindo Sua própria morte através de um ato espontâneo. Nascido de mãe mortal, Ele herdara a capacidade de morrer; gerado por um Ser imortal, possuía por herança o poder de resistir à morte indefinidamente. Ele literalmente entregou Sua vida; e esta é Sua própria afirmação: “Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a toma-la” (João 10:17-18). E ainda: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo”. (João 5:26). Somente tal Ser poderia conquistar a morte; e ninguém, senão Jesus Cristo, possuía esta condição indispensável ao Redentor do mundo.</p>
<p>Que outro homem veio à Terra com tal desígnio, revestido da autoridade de tal preordenação? Jesus Cristo, no entanto, não se apropriou da missão expiatória. É verdade que Ele Se ofereceu quando do chamado dos céus; é verdade que foi aceito, e no devido tempo veio à Terra, para levar a efeito os termos daquela anuência; mas Ele foi escolhido por Um maior que Ele próprio. Sua afirmação de autoridade teve sempre como essência o fato de que agia sob a direção do pai, como o testemunham estas palavras: “Porque eu desci do céu; não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:30).</p>
<p>*Redenção do efeito da queida – “O Mormonismo aceita a doutrina da queda e o relato da transgressão no Édem, como apresentados em Gênesis; mas afirma que ninguém, senão Adão, pode ou poderá responder pela desobediência de Adão; que a humanidade em geral está completamente absolvida da responsabilidade daquele ‘pecado original’ e que cada um terá que prestar contas apenas de suas próprias transgressões; que Deus tinha presciência da queda, que a mesma foi usada como meio pelo qual se inaugurou a indispensável condição de mortalidade; e que um Redentor foi provido antes que o mundo existisse; que a salvação geral, no que se refere à redenção dos efeitos da queda, é dada a todos sem que a busquem; mas que a salvação individual ou libertação dos efeitos dos pecados pessoais deve ser conquistada pela fé e obras de cada pessoa através da redenção efetuada por Jesus Cristo”.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo e Story and Philosophy of Mormonism</p>
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		<title>Por que Cristo sofreu no Getsemane?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 12:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Crucificação de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Getsemane]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/gethsemane.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-189 alignleft" style="margin: 7px 10px; vertical-align: text-top; border: black 2px solid;" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/gethsemane-231x300.jpg" alt="Christ in Gethsemane" width="231" height="300" /></a>De todas as questões que ponderamos sobre o Getsemane, a que certamente mais intriga os estudiosos e os santos é esta: Por que Jesus Cristo sofreu no Getsemane? Os escritores dos Evangelhos nos dizem o que aconteceu naquele lugar, mas não falam com clareza o porquê aquilo aconteceu. Em um esforço para responder a essa pergunta, alguns sugerem que Cristo sofreu porque Ele reconheceu a ingratidão dos homens que não aceitariam o Sacrifício que ele estava fazendo para eles, ou porque ele nos ama e sabia que cometeríamos ou enfrentaríamos no futuro tais pecados, traições, perseguições, etc. Outros afirmam que talvez Cristo sofreu porque Ele percebeu que Ele teria que colocar de lado sua natureza divina e se tornar obediente a morte, se tornando, portanto, um &#8220;Servo sofrido&#8221;, ou ser requerido de desistir de tudo de bom que ele poderia fazer em sua vida. Ainda, outros sugerem que Seu sofrimento simplesmente veio de seu desejo de encontrar outro meio para ser o Messias, ao invés do meio que o Pai havia planejado. Comumente, alguns concluem que a dor e o sofrimento de Jesus Cristo vieram devido ao medo do que ele sabia que estava para acontecer, até mesmo sua morte na cruz e o sofrimento e humilhação que ele passaria antes disto&#8230;<span id="more-310"></span></p>
<p>Os Santos dos Últimos Dias ( mórmons ou SUDs) entendem que não foi simplesmente o medo da morte que estava por vir, nem a traição, as dificuldades ou outras coisas que fizeram o Salvador questionar se ele precisava tomar da amarga taça e recuar, mas algo mais imediato e muito maior em significância (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/19">Doutrina e Convênios 19:18</a>). Como o Salvador revelou através de <a href="http://profetajosephsmith.org/">Joseph Smith</a>, &#8220;Pois eis que eu, Deus, sofri essas coisas por todos, para que não precisem sofrer caso se arrependam; mas se não se arrependerem, terão que sofrer assim como eu sofri; sofrimento que fez com que eu, Deus, o mais grandioso de todos, tremesse de dor e sangrasse por todos os poros; e sofresse, tanto no corpo como no espírito &#8211; e desejasse não ter de beber a amarga taça e recuar &#8211; todavia, gloria seja para o Pai; eu bebi e terminei meus preparativos para os filhos dos homens&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/19">Doutrina e Convênios 19:16-19</a>).</p>
<p>O Rei Benjamim [um profeta no antigo continente americano] ensinou seu povo a mesma verdade: &#8220;E eis que sofrerá tentações e dores corporais, fome, sede e cansaço maiores do que o homem pode suportar sem morrer; eis que sairá sangue de cada um de seus poros, tão grande será a sua angustia pelas iniqüidades e abominações de seu povo&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/3">Mosias 3:7</a>). O Salvador ressuscitado prestou testemunho semelhantes aos descendentes de Leí reunidos no templo de Abundância: &#8220;E eis que eu sou a luz e a vida do mundo; e bebi da taça amarga que o Pai me deu e glorifiquei o Pai, tomando sobre mim os pecados do mundo, no que me submeti à vontade do Pai em todas as coisas desde o princípio&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/11">3 Néfi 11:11</a>). Jacó adicionou o seu testemunho a esta verdade: &#8220;E ele vem ao mundo para salvar todos os homens, se eles derem ouvidos a sua voz; pois eis que ele sofre as dores dos homens, sim, as dores de toda criatura vivente, tanto homens como mulheres e crianças, que pertencem à família de Adão&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/2_ne/9">2 Néfi 9:21</a>).</p>
<p>Assim entendemos que a causa primária do sofrimento do Salvador foi por nós, ao tomar sobre si todas as dores, todos os sofrimentos e todo o peso, medo e angústia de nossos pecados e assim realizando o Sacrifício infinito. Embora muita de sua angústia viesse pela humilhação, tortura e crucificação que ele passaria após a traição e o julgamento, podemos entender que grande parte de seu incrível sacrifício ocorreu no Getsemane.</p>
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		<title>Tocado com o Sentimento de nossas Enfermidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 17:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermidades]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Fraquezas]]></category>
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					<description><![CDATA[Era necessário, quando o Salvador estava sobre a Terra, que Ele fosse tentado em todos os pontos, assim como nós, e “ser tocado com o sentimento de nossas enfermidades”, para compreender a fraqueza e a força, as perfeições e as imperfeições da pobre decaída natureza humana (Hebreus 4:15). E tendo concluído o objetivo pelo qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Era necessário, quando o Salvador estava sobre a Terra, que Ele fosse tentado em todos os pontos, assim como nós, e “ser tocado com o sentimento de nossas enfermidades”, para compreender a fraqueza e a força, as perfeições e as imperfeições da pobre decaída natureza humana (Hebreus 4:15). E tendo concluído o objetivo pelo qual veio ao mundo; tendo que lutar contra a hipocrisia, corrupção, fraqueza e imbecilidade do homem; tendo enfrentado a tentação e os desafios em todas variadas formas, e vencido; ele se tornou um “sumo sacerdote fiel” para interceder por nós no eterno reino do Pai (Hebreus 2:17).<span id="more-93"></span></p>
<p>Ele sabe como estimar e colocar um valor próprio sobre a natureza humana, pois ele, tendo sido colocado na mesma posição que estamos, sabe como lidar com nossas fraquezas e enfermidades, e pode compreender completamente a profundeza, poder e força das aflições e dificuldades que o homem tem que passar neste mundo. E assim, através de conhecimento e por experiência, ele pode os ajudar.</p>
<p>Ensinamentos dos Presidentes da Igreja, John Taylor, 53.</p>
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		<title>O poder redentor da Expiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 14:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Arrependimento]]></category>
		<category><![CDATA[Clemência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Queda de Adão trouxe para o mundo tanto a morte física, que é a separação do corpo e do espírito: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto &#8230;” ( Tiago 2:26), e a morte espiritual, que é a separação de Deus ou a alienação das coisas de Deus (ver Alma 12:32). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Queda de Adão trouxe para o mundo tanto a morte física, que é a separação do corpo e do espírito: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto &#8230;” ( Tiago 2:26), e a morte espiritual, que é a separação de Deus ou a alienação das coisas de Deus (ver Alma 12:32). A Expiação de Cristo nos redime dos efeitos da Queda. “Redenção” ensinou o Elder Bruce R. McConkie, “são duas coisas: condicional e incondicional” (Doutrina Mórmon, 2d ed., Bookcraft, 1966, p. 623).</p>
<p>A redenção incondicional provê dois dons gratuitos para a humanidade. O primeiro dom incondicional é que todos que já viveram na mortalidade serão redimidos de sua morte física através da ressurreição, porque Jesus “[provou] a morte por todos” (Hebreus 2:9). João registrou o próprio testemunho do Salvador: “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação” (João 5:29).</p>
<p>Quer seja justo ou injusto, todos serão ressuscitados com um corpo imortal, nunca mais sujeito a morte ou a dores, doenças e fatigas do corpo mortal (Alma 11:41-45). Eu vim a apreciar essas bênçãos quando adolescente. Meu pai sofria com os efeitos da diabetes, incluindo a perda de visão nos últimos dois anos de sua vida. Embora Eu tenho experimentado uma grande perda quando meu pai morreu…, eu senti paz sabendo que seu espírito seria reunido novamente um dia com um corpo físico perfeito que seria livre das aflições físicas que ele havia sofrido em sua vida. Eu regozijei por saber que seu falecimento havia restaurado sua visão e que ele podia ver sua família pela primeira vez depois que havia ficado sego. “E disse-lhes Jesus: Eu vim a este mundo… a fim de que os que não vêem vejam” (João 9:39).<span id="more-80"></span></p>
<p>A segunda bênção incondicional da Expiação é expressada em nossa segunda Regra de Fé: “Cremos que os homem serão punidos por seus próprios pecados e não pela transgressão de Adão”. Embora todos sejamos certamente influenciados pela Queda de Adão (ou seja, todos experimentamos a dor, sofrimento, doenças e a morte), a misericórdia infinita de Cristo nos protege da punição pela transgressão de Adão ou pelos pecados de qualquer outra pessoa. Podemos sofrer por causa dos pecados de outra pessoa, mas esse sofrimento não ocorre como punição imposta por Deus. Para Deus punir uma pessoa pelo pecado de outra seria injusto. João registrou as palavras de Jesus: “E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo” (João 5:22) e “o meu juízo é justo” (João 5:30).</p>
<p>A redenção da morte física é incondicional, mas a redenção da morte espiritual não é. “A redenção condicional” disse o Elder McConkie, “é sinônimo com exaltação ou vida eterna. Ela vem pela graça de Deus juntamente com as boas obras e redenção inclusa do efeito de ambas quedas temporal e espiritual” (Doutrina Mórmon, 6:23). Nos alienamos de Deus e morremos espiritualmente quando pecamos. E devido ao pecado, João ponderou, todos têm a necessidade da Expiação: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.” (1 João 1:8). João explica mais adiante que a Expiação provê redenção da morte espiritual sobre condições de arrependimento e obediência subseqüente e assim faz o “renascimento” espiritual possível: “Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” “Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.” (João 3:3-5, 8:51). “Mas se alguém pecar e se arrepender”, testifica João, “temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo; e ele é a propiciação para nossos pecados: e não apenas para o nosso, mas também para os pecados de todo o mundo” (TJS, 1 João 2:1-2).</p>
<p>A palavra Expiação literalmente significa se reconciliar ou ser um – ser um com Deus. Jesus, que foi uno com o Pai, media uma conciliação entre Deus e portanto somos “trazidos novamente em comunhão com o Pai, e [somos] capacitados a viver e avançar como seres ressuscitados nos mundos eternos” (James E. Talmage em Hugh B, Brown, A Vida Abundante, 1965, p. 315). Por assim fazer, Jesus, o “autor e finalizador de nossa fé” respondeu os fins da lei, assim levando a efeito nossa felicidade eterna, a qual é o fim ou o “objeto e desígnio de nossa existência” (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, 1976, 255)…</p>
<p>Arrependimento condicional requer que nos arrependamos completamente de todos os nosso pecados. O arrependimento que traz perdão completo requer sofrimento. Spencer W. Kimball disse: “Não pode haver perdão sem um arrependimento real e total, e não pode haver arrependimento total sem punição”. O pecador não arrependido precisa pagar completamente o preço do pecado (Portar o Sacerdócio Dignamente, Ensign, 1975, 78).</p>
<p>Pode o pecador arrependido escapar totalmente dos sofrimentos, ou ele ainda será sujeito a parte da demanda da justiça? Pode o pecador arrependido satisfazer a demanda da justiça por seu próprio sofrimento, por seu próprio trabalho de arrependimento?</p>
<p>Dallin H. Oaks, um apostolo do Senhor, respondeu essas perguntas. Ele disse:</p>
<p>“Esses versículos significam que uma pessoa que se arrepende não precisa sofrer por causa de todo a punição suportada pelo Salvador? [Não, elas significam] que a pessoa que se arrepende não precisa sofrer “como” o Salvador sofreu por aqueles pecados. Os pecadores que estão se arrependendo experimentarão algum sofrimento, mas, por causa de seu arrependimento e por causa da Expiação, eles não experimentarão todo a… extensão do sofrimento que o Salvador sofreu por aquele pecado… O sofrimento que impele o transgressor em direção ao arrependimento é seu ou sofrimento. Mas o sofrimento que satisfaz as demandas da justiça para toda transgressão arrependida é o sofrimento de nosso Salvador e Redentor… Alguns transgressores… [perguntam] “Por que eu preciso sofrer afinal?”… Agora que eu disse me desculpe, por que você não pode me dar apenas misericórdia e esquecer tudo sobre o acontecido? O transgressor arrependido precisa ser mudado, e as condições do arrependimento, incluindo a confissão e o sofrimento pessoal, são essenciais para cumprir essa mudança. Excluir um transgressor destas condições o privaria das mudanças necessárias para a Salvação” (O Que Pensais de Cristo, Ensign, nov. 1988, 67).</p>
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		<title>O Poder Qualificador da Expiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Redenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Conferência Geral de outubro de 1995 de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de ‘Igreja Mórmon’), presidente Boyd K. Packer, um dos apóstolos atuais, disse: “Exceto pelos poucos que [agiram] para a perdição, não há habito, vício, rebelião, transgressão, apostasia, ninguém excluso da promessa do perdão completo. Essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Conferência Geral de outubro de 1995 de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de ‘Igreja Mórmon’), presidente Boyd K. Packer, um dos apóstolos atuais, disse:</p>
<p>“Exceto pelos poucos que [agiram] para a perdição, não há habito, vício, rebelião, transgressão, apostasia, ninguém excluso da promessa do perdão completo. Essa é a promessa da expiação de Cristo” (A Manhã Brilhante do Perdão, Ensign, nov. 1995, p. 20).<span id="more-78"></span></p>
<p>Claramente a expiação tem o poder de nos redimir de nossos pecados e dos efeitos da Queda. Mas a Expiação tem o poder de nos qualificar. Qualificar significa “tornar capaz”; dar poder, meios ou habilidades; tornar competente. O poder redentor da Expiação a qual é ativada pela fé em Jesus Cristo, nos torna poderoso, capaz, competente e santo. É o poder que compensa quando fazemos os nosso melhor e ainda caímos. É o poder que magnífica nossas habilidades, nos permitindo alcançar coisas além de nossa capacidade natural. É o poder que nos qualifica para continuar tentando mesmo quando sentimos vontade de desistir. É o poder pelo qual “nascemos novamente” (João 3:3) e nos tornamos perfeitos (João 17:23).</p>
<p>Expiação é a reconciliação do homem com Deus. No contexto das escrituras, expiar significa sofrer a penalidade pelo pecado, removendo assim os efeitos da transgressão do pecador arrependido e permitindo-lhe reconciliar-se com Deus. Jesus Cristo foi o único ser capaz de realizar uma expiação perfeita por toda a humanidade. Ele pôde fazer isto por ter sido escolhido e preordenado no Grande Conselho que se realizou antes que o mundo fosse formado, por ser filho literal de Deus e por ter vivido sem pecado. Sua expiação inclui o sofrimento pelos pecados da humanidade, o derramamento de seu sangue, sua morte e ressurreição.</p>
<p>Nossa meta não é apenas nos tornarmos limpos. Nossa meta é nos tornar como Deus! Mas não podemos fazer isso por nós mesmos. C.S. Lewis disse:</p>
<p>“Quando eu era uma criança, tinha dores de dente com freqüência, e eu sabia que se eu procurasse minha mãe ela me daria alguma coisa que diminuiria a dor por aquela noite e me deixaria dormir. Mas eu não procurei minha mãe – pelo menos não até a dor ficar muito pior… Eu não duvidava que ela me daria uma aspirina; mas eu sabia que ela faria algo mais. Eu sabia que ela me levaria ao dentista na manhã seguinte. Eu não podia conseguir dela algo que eu queria sem conseguir algo mais, o qual eu não queria. Eu queria alivio imediato para a dor, mas eu não podia conseguir isso sem [também ir ao dentista].</p>
<p>Nosso Senhor é como o dentista… Dezenas de pessoas o procuram para ser curados de algum pecado particular do qual se envergonham… ou o qual obviamente deteriora a vida diária… Bem, Ele irá curar isto, mas Ele não vai parar ali. Aquilo pode ser tudo o que você pediu; mas uma vez que você o chama, Ele lhe dará um tratamento completo… ‘Não cometa erros’ diz Ele, ‘se você me permitir, eu lhe farei perfeito. O momento em que se colocar em minhas mãos, é por isso que está aqui. Nada menos do que isso. Você tem livre escolha, e se você escolher, você pode me expulsar. Mas se não fizer isso, entenda que eu farei esse trabalho… Eu nunca descansarei, nem deixarei você descansar, até que esteja literalmente perfeito – até que meu Pai possa dizer sem reservas que Ele está satisfeito com você, bem como Ele me disse que estava satisfeito comigo”.</p>
<p>Ainda assim – esse é um outro lado igualmente importante disto – esse Ajudante que irá, na longa jornada, estar satisfeito por nada menos do que a absoluta perfeição, ele também ficará encantado com a primeira debilitação, os tropeços no esforço que fará amanhã para realizar as mais simples tarefas.</p>
<p>Assim como o poder redentor da Expiação, o poder qualificador é possível pela graça de Deus. Podemos, por nosso pecados, nos desqualificar espiritualmente. Mas não podemos, sem Sua ajuda, nos tornar espiritualmente capazes. Ele é a fonte de nosso poder. Se aceitarmos Sua expiação e fazermos da nossa vontade a Dele, podemos nos “ligar” nessa fonte infalível de poder e energia.</p>
<p>Sperry Symposium Classics, 2006, Brigham Young University &amp; Deseret Book, 169-170.</p>
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