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	<title>Jesus Cristo Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 16:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Definições Bíblicas]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Criador]]></category>
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					<description><![CDATA[A divindade de Jesus Cristo é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A divindade de Jesus Cristo é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo 20:7; Levítico 12; Deuteronômio 5:11) e de nomes dados por sua designação. No caso de filhos da promessa, nomes foram prescritos antes do nascimento; isto é verdade quanto a nosso Senhor Jesus Cristo e João Batista, que foi enviado para preparar o caminho para o Cristo. Nomes de pessoas foram mudados por orientação divina, quando não suficientemente claros como títulos indicativos do trabalho específico a que esses indivíduos haviam sido chamados, ou das bênçãos especiais a eles conferidas. *<span id="more-362"></span></p>
<p><em>Jesus </em>é o nome individual do Salvador e, assim pronunciado, é derivado do grego. O equivalente hebreu era <em>Yehoshua ou Yeshua ou, </em>traduzido para o português, <em>Josué.</em> No original, o nome era bem compreendido, significando &#8220;Ajuda de Jeová&#8221; ou &#8220;Salvador&#8221;. Embora fosse um nome comum como João, Henrique ou Carlos hoje, foi divinamente prescrito, como já afirmado. O anjo disse a José, o esposo da Virgem: &#8220;&#8230;e chamarás o seu nome <em>Jesus;</em> porque ele salvará o seu povo dos seus pecados&#8221; (Mateus 1:21, 23, 25; Lucas 1:31).</p>
<p><em>Cristo </em>é um título sagrado e não um nome ou designação comum; é de origem grega; e tem significado idêntico ao seu equivalente hebreu Messiah ou Messias, isto é, o <em>Ungindo</em> (João 1:41; 4:25). Outros títulos, cada um possuindo um significado definido, como <em>Emanuel, Salvador, Redentor, Filho Unigênito, Senhor, Filho de Deus, Filho do Homem e </em>muitos outros, aparecem nas Escrituras; o fato de maior importância para nós agora é que esses vários títulos expressam a origem divina do Senhor e Sua posição como Deus. Como vimos, os nomes ou títulos essenciais de Jesus, o Cristo, foram dados a conhecer antes de Seu nascimento e revelados aos profetas, que o precederam no estado mortal (Lucas 1:31; 2:21; Mateus 1:21, 25; ver versículo 23 e comparar com Isaías 7:14; Lucas 2:11. Ver <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/6">Moisés 6:51, 57</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/7">7:20</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/8">8:24</a>. <a href="http://scriptures.lds.org/pt/1_ne/10">1 Néfi 10:4;</a> <a href="http://scriptures.lds.org/pt/2_ne/10">2 Néfi 10:3</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/3">Mosias 3:8</a>).</p>
<p><em>Jeová </em>é a tradução portuguesa do hebraico <em>Yaveh </em>ou <em>Jahveh, </em>que significa o que existe por si mesmo, ou o Eterno. Este nome é, geralmente, usado em nossa versão portuguesa do Velho Testamento como <em>Senhor</em>, impresso em maiúsculas (O nome assim aparece em Gênesis 2:5; ver também Êxodo 6:2-4, e ler para comparação Gênesis 17:1; 35:11). O hebraico, E<em>hyeh, </em>que quer dizer <em>Eu sou</em>, relaciona-se em significado e por derivação ao termo <em>Yahveh </em>ou<em> Jeová; </em>e nisto se encontra a importância deste nome, pelo qual o Senhor Se revelou a Moisés, quando este último recebeu a incumbência de ir ao Egito, para livrar os filhos de Israel do cativeiro: &#8220;então disse Moisés a Deus: Eis que quando vier aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disseram: Qual é o seu nome? Que lhes direi? E disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Disse mais: Assim dirá aos filhos de Israel: Eu Sou me enviou a vós&#8221; (Êxodo 3:13, 14. Comparar com Isaías 44:6; João 8:58; Colossenses 1:17; Hebreus 13:8; Apocalipse 1:4; Moisés 1:3 e outras referências encontradas, para entender melhor a idéia de duração eterna, indicada por esse nome). No verso seguinte, o Senhor declara ser &#8220;o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó.&#8221; Enquanto Moisés estava no Egito, o Senhor lhe revelou, dizendo: &#8220;Eu sou o Senhor. E eu apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui perfeitamente conhecido&#8221; (Êxodo 6:2-3). O fato central indicado por esse nome, <em>Eu Sou </em>ou <em>Jeová</em>, sendo que os dois possuem essencialmente o mesmo significado, é o de uma existência ou duração que não terá fim, e que, julgada por todos os padrões humanos de cálculo, não poderia ter tido início; o nome relaciona-se a outros títulos, tais como <em>Alfa</em> e <em>Ômega, </em>o primeiro e o último, o começo e o fim (Apocalipse 1:11, 17; 2:8; 22:13; comparar com Isaías 41:4; 44:6; 48:12).</p>
<p>Jesus, quando uma vez interrogado e criticado por certos judeus, que consideravam Sua descendência de Abraão como garantida da preferência divina, respondeu-lhes com esta declaração: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse Eu sou&#8221; (João 8:58). O verdadeiro significado desta afirmação seria mais claramente expresso desta maneira: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que, antes de Abraão, existia Eu Sou&#8221;; o que significa o mesmo que &#8211; Antes de Abraão, existia Eu, Jeová. Os capciosos judeus ofenderam-se tanto ao ouviram-No usar um nome que, por interpretação errônea de uma antiga Escritura (Levítico 24:16), não devia ser pronunciado, sob pena de morte, que imediatamente apanharam pedras com a intenção de matá-Lo. Os judeus consideravam <em>Jeová</em> como um nome inexprimível, que não podia ser pronunciado; substituíram-no por outro nome sagrado, embora para eles não proibido, <em>Adonai,</em> que significa <em>o Senhor. </em>O original dos termos <em>Senhor e Deus,</em> como aparecem no Velho Testamento, era <em>Yahveh</em>  ou <em>Adonai</em>; e o Ser divino designado por esses nomes sagrados era, como, demonstrado pelas Escrituras citadas, Jesus, o Cristo. João, evangelista e apóstolo, identifica de maneira positiva Jesus Cristo com Adonai, ou o Senhor que falou pela voz de Isaías (Isaías 6:8-11; comparar com João 12:40-41, e com Jeová, que falou através de Zacarias (Zacarias 12:10; comparar com João 19:37).</p>
<p>O nome <em>Elohim</em> é de ocorrência freqüente nos textos hebraicos do Velho Testamento, embora não seja encontrado em nossas versões portuguesas. A palavra é um substantivo plural hebreu (&#8220;Eloá&#8221;, no singular, é usada apenas na linguagem poética); mas indica pluralidade de excelência ou intensidade, mais que quantidade. É expressão de exaltação e poder supremo ou absoluto. <em>Elohim, </em>como compreendido e usado na Igreja Restaurada de Jesus Cristo, é o nome de Deus, <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">o Pai Eterno</a>, cujo Primogênito em espírito é <em>Jeová</em> &#8211; o Unigênito na carne, Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus de Nazaré, que em solene testemunho aos judeus se declarou o <em>Eu Sou </em>ou <em>Jeová,</em> que era Deus antes que Abraão vivesse na terra, era o mesmo Ser que é repetidamente proclamado como o Deus que fez convênio com Abraão, Isaque e Jacó; o Deus que guiou Israel do cativeiro do Egito à liberdade da terra prometida, o único Deus conhecido pelos profetas hebreus em geral , por revelação pessoal e direta.</p>
<p>A identificação de Jesus Cristo com o Jeová dos Israelitas foi bem compreendida pelos profetas <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a> e a veracidade de seus ensinamentos foi confirmada pelo Senhor ressuscitado, que Se manifestou a eles logo após Sua ascensão do meio dos apóstolos em Jerusalém. Este é o relato: &#8220;E aconteceu que o Senhor lhes falou dizendo: ‘Levantai-vos e aproximai-vos de mim, para que possais meter as mãos no meu lado e também apalpar as marcas dos cravos em minhas mãos e em meus pés, a fim de que saibais que eu sou o Deus de Israel e o Deus de toda a Terra e fui morto pelos pecados do mundo'&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/3_ne/11">3 Néfi 11:13-14</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/1_ne/17">1 Néfi 17:40</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/mosiah/7">Mosias 7:19</a>).</p>
<p>*A importância de nomes dados por Deus encontra ilustração em muitos exemplos da Escritura. Citamos os seguintes: &#8220;Jesus&#8221; significa <em>Salvador</em> (Mateus 1:21; Lucas 1:31); João significa <em>dom de Jeová, </em>especialmente aplicado ao Batista que foi enviado à Terra para preparar o caminho da vinda de Jeová na carne (Lucas 1:13), &#8220;Ismael&#8221; significa <em>Deus ouvi-lo-á </em>(Gênesis 16:11); &#8220;Isaac&#8221;, significa <em>riso</em> (Gênesis 17:19, comparar com 18:10-15). Como exemplos de nomes mudados por autoridade divina, para expressar bênçãos adicionais ou chamados específicos, considere os seguintes: &#8220;Abrão&#8221;, que significa <em>nobreza </em>ou <em>exaltação</em> e, como geralmente traduzido, <em>pai de elevação, </em>foi mudado para &#8220;Abraão&#8221;, <em>pai de uma multidão,</em> que expressa o motivo da mudança, &#8220;porque por pai da multidão de nações te tenho posto&#8221; (Gênesis 17:5). &#8220;Sarai&#8221;, nome da esposa de Abraão e de significado indefinido, foi substituído por &#8220;Sara&#8221;, que significa <em>a princesa</em> (Gênesis 17:15); &#8220;Jacó&#8221;, nome dado ao filho de Isaque referindo-se a uma circunstância relacionada a seu nascimento e que significa <em>suplantador, </em>foi mudado para &#8220;Israel&#8221;, que significa <em>um soldado de Deus, um príncipe de Deus;</em> como expressado nas palavras que efetuaram a mudança: &#8220;Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste&#8221; (Gênesis 32:28; comparar com 35: 9-10). &#8220;Simão&#8221;, que significa <em>ouvinte, </em>nome do homem que se tornou o apóstolo principal de Jesus Cristo, foi mudado pelo Senhor para &#8220;Cefas&#8221; (Aramaico) ou &#8220;Pedro&#8221; (Grego), que significa <em>uma rocha</em> (João 1:42; Mateus 16:18; Lucas 6:14). A Tiago e João, filhos de Zebedeu, o Senhor conferiu o nome título de &#8220;Boanerges&#8221;, que significa <em>filhos do trovão </em>(Marcos 3:17).</p>
<p>James Talmage, <em>Jesus o Cristo</em></p>
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		<title>Os Duros Dizeres de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 17:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doutrinas mormons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[As narrativas do Evangelho geralmente destacam as reações das pessoas às palavras de Jesus, incluindo as perspectivas de Marcos de que eles ficavam constantemente “maravilhados” ou “admirados” com está registrado em Marcos 1:22: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas”; e no versículo 27: “E todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As narrativas do Evangelho geralmente destacam as reações das pessoas às palavras de Jesus, incluindo as perspectivas de Marcos de que eles ficavam constantemente “maravilhados” ou “admirados” com está registrado em Marcos 1:22: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas”; e no versículo 27: “E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!”. João relembrou a reação do Sermão do Pão da Vida deixado em Carfanaum quando Jesus declarou que ele era o “Maná Vivo” e que todos precisavam “comer sua carne e beber seu sangue”, notando que muitos dos discípulos de Jesus responderam “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (ver João 6:60). Aparentemente, para muitos, esse a palha que figurativamente quebrou as costas do camelo, como João percebeu, “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele” (ver João 6:66). <span id="more-358"></span></p>
<p>Essa foi a única vez que Jesus disse algo que foi um “duro discurso” para a audiência. Em outra colocação Jesus prefaciou suas palavras indicando que “Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido” (Mateus 19:11) ao falar sobre a dedicação ao reino. Não somente aqueles que viveram durante o ministério de Jesus acharam algumas coisas “duras” nos seus dizeres, declarações que frequentemente confundiam seus leitores e faziam passar apuros os comentaristas que tentaram amenizar ou explicar o que Jesus disse. Talvez acima de qualquer coisa, eles representam um método de ensino pessoal de Jesus, que claramente apresentava partes de suas mensagens usando hipérboles:</p>
<p>“E , outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (ver Mateus 19:24).</p>
<p>“Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada” (ver Mateus 10:34).</p>
<p>“E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai. Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos” ( ver Mateus 8:21-22).</p>
<p>“Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o” ( ver Mateus 19:11-12).</p>
<p>“Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus” ( ver Mateus 5:48).</p>
<p>Após o Sermão do Pão da Vida quando muitos de seus discípulos pararam de segui-lo, Jesus perguntou aos Doze se eles também o deixariam. Pedro, falando pelo grupo, perguntou: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (ver João 6:68). Embora mostrando um lado bastante humano do Senhor, a pergunta de Jesus desafiou a audiência do primeiro século assim como se faz com as audiências modernas.</p>
<p>Richard Neitzel Holzapfel, Eric D. Huntsman, Thomas A. Wayment, Jesus Christ and the World of the New Testament, 2006, Deseret Book Company, Salt Lake City, Utah, p. 48.</p>
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		<title>A Trindade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 15:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Santíssima Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[Trindade]]></category>
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					<description><![CDATA[As Escrituras especificam três personagens na Divindade; (1) Deus, o Pai Eterno, (2) Seu Filho Jesus Cristo, e (3) o Espírito Santo. Formam Eles a Santíssima Trindade, compreendendo três indivíduos fisicamente separados e distintos e que, juntos, constituem o conselho presidente dos céus. Pelo menos dois deles aparecem como participantes dirigentes na obra da criação; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon.jpg"><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-661" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon.jpg" alt="Stephen-Jesus-God-Mormon" width="240" height="321" srcset="https://jesusocristo.org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon.jpg 600w, https://jesusocristo.org/files/2008/07/Stephen-Jesus-God-Mormon-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a>As Escrituras especificam três personagens na Divindade; (1) <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">Deus, o Pai Eterno</a>, (2) <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/jesus_cristo">Seu Filho Jesus Cristo</a>, e (3) o <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/espirito_santo">Espírito Santo</a>. Formam Eles a Santíssima Trindade, compreendendo três indivíduos fisicamente separados e distintos e que, juntos, constituem o conselho presidente dos céus. Pelo menos dois deles aparecem como participantes dirigentes na obra da criação; este fato é exemplificado pela pluralidade expressa em Gênesis: &#8220;E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança&#8221;; e mais tarde, ao deliberarem sobre o ato da transgressão de Adão, &#8220;disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós&#8221; (Gênesis 1: 26; 3: 22). <span id="more-357"></span>Pelas palavras de Moisés, reveladas novamente na presente Dispensação, aprendemos mais plenamente a respeito dos Deuses, que se ocupavam ativamente na criação desta Terra: &#8220;E eu, Deus, disse a meu Unigênito, que estava comigo deste o início: Façamos o homem segundo nossa imagem e semelhança.&#8221; E depois, referindo-Se à condição de Adão após <a href="http://pt.mormonwiki.com/Queda_de_Adao">a queda</a>: &#8220;Eu, Deus, disse ao meu Unigênito, que estava comigo desde o princípio&#8221; (Pérola de Grande Valor, <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/2">Moisés 2:26</a>; <a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/4">4:28</a>). No relato da criação feito por Abraão, &#8220;os Deuses&#8221; são mencionados repetidamente (Pérola de Grande Valor, <a href="http://scriptures.lds.org/pt/abr/contents">Abraão 4 e 5</a>).</p>
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		<title>O Duplo Efeito da Expiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 13:13:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[A Ressurreição de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Salvação]]></category>
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					<description><![CDATA[Através da expiação realizada por Jesus Cristo &#8211; uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente &#8211; o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/christ.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-192" style="float: left; margin: 5px; border: black 3px solid;" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/christ.jpg" alt="Christ Suffering" width="186" height="168" /></a></p>
<p>Através da expiação realizada por <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/jesus_cristo">Jesus Cristo</a> &#8211; uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente &#8211; o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar de novo e para sempre na presença do seu <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/pai_celestial">Pai Eterno</a>. Esta idéia fundamental está admiravelmente contida na palavra &#8220;expiação&#8221;, que significa &#8220;reconciliação, reparação, compensação&#8221;. O efeito da expiação pode ser convenientemente considerado de duas maneiras:</p>
<p>1 &#8211; Redenção universal da raça humana da morte provocada pela queda de nossos primeiros pais; e</p>
<p>2 &#8211; Salvação, que provê os meios pelos quais são aliviados os efeitos do pecado individual. <span id="more-348"></span></p>
<p>A vitória sobre a morte foi manifestada na ressurreição do Cristo crucificado; Ele foi o primeiro a passar da morte para a imortalidade e assim é adequadamente conhecido como &#8220;as primícias dos que dormem&#8221; (I Coríntios 15:20). Que a ressurreição dos mortos, assim iniciada, se estenderia a todos os que viveram, vivem ou viverão, é atestado por abundante evidência escriturística. Após a ressurreição de nosso Senhor, outros que dormiam no túmulo se levantaram e foram vistos por muitos, não como aparições de espíritos, mas como seres ressurretos possuindo corpos imortais: &#8220;E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos&#8221; (Mateus 27:52-53).</p>
<p>Aqueles que então apareceram são chamados de &#8220;santos&#8221;; e outras escrituras confirmam o fato de que somente os justos ressuscitarão nos primeiros estágios da ressurreição, ainda a ser consumada; mas que todos os mortos deverão, por sua vez, retomar corpos de carne e ossos, é estabelecido, além de qualquer dúvida, na palavra revelada. A afirmação direta do Salvador deve ser conclusiva: &#8220;Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. &#8230;Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação&#8221; (João 5:25,28-29). A doutrina de uma ressurreição universal foi ensinada pelos apóstolos antigos, como também pelos profetas <a href="http://pt.mormonwiki.com/Nefitas">nefitas</a>; e o mesmo é confirmado por revelação dada nos presentes tempos. Mesmo os pagãos, que não conheceram Deus, serão trazidos de suas sepulturas, e, como viveram e morreram na ignorância da lei de salvação, foi provido um meio para que o conhecessem. &#8220;E então as nações pagãs serão redimidas, e os que não conheceram lei alguma tomarão parte na primeira ressurreição; e ser-lhes-á tolerável&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/45">Doutrina e Convênios 45:54</a>).</p>
<p>Jacó, um profeta nefita, ensinou a universidade da ressurreição e demonstrou a necessidade absoluta de um Redentor, sem o qual os propósitos de Deus na criação do homem seriam vãos. Suas palavras constituem um sumário conciso e poderoso da verdade revelada, tratando, diretamente, do presente assunto:</p>
<p>&#8220;Pois assim como a morte tem efeito sobre todos os homens, para que seja cumprido o plano misericordioso do grande Criador, deve existir um poder de ressurreição e a ressurreição deve vir ao homem em razão da transgressão; e porque os homens se tornaram decaídos, foram afastados da presença do Senhor. Portanto é necessário que haja uma expiação infinita &#8211; porque se a expiação não fosse infinita, esta corrupção não poderia revestir-se de incorrupção. Portanto o primeiro julgamento que recaiu sobre o homem deveria ter durado eternamente. E se assim fosse, esta carne teria que apodrecer e desfazer-se em sua terra mãe, para não mais se levantar. Oh! A sabedoria de Deus, sua misericórdia e graça! Pois eis que se a carne não mais se levantasse, nossos espíritos estariam à mercê daquele anjo que caiu da presença do Eterno Deus e tornou-se o diabo, para não mais se levantar. E nosso espírito deveria tornar-se como ele e nós nos tornaríamos diabos, anjos de um diabo, a fim de sermos afastados da presença de nosso Deus e permanecermos com o pai das mentiras, em miséria, como ele mesmo; sim, como aquele ser que enganou nossos primeiros pais, que se transformou quase em um anjo de luz e incita os filhos dos homens a combinações secretas de crimes e de toda sorte de obras secretas das trevas. Oh! Quão grande é a bondade de nosso Deus, que prepara um caminho para nossa fuga das garras desse terrível monstro, sim, aquele monstro, morte e inferno, que eu chamo morte do corpo e também morte do espírito. E por causa do caminho de liberação de nosso Deus, que prepara um caminho para nossa fuga das garras desse terrível monstro, sim, aquele monstro, morte e inferno, que eu chamo morte do corpo e também morte do espírito. E por causa do caminho de libertação de nosso Deus, o Santo de Israel, essa morte da qual falei, que é a física, libertará seus mortos; essa morte é a sepultura. E essa morte da qual falei, que é a morte espiritual, libertará seus mortos; e essa morte espiritual é o inferno; portanto morte e inferno deverão libertar seus mortos; e o inferno deverá libertar seus espíritos cativos e a sepultura deverá libertar seus corpos cativos; e o corpo e o espírito dos homens serão restituídos um ao outro; e é pelo poder da ressurreição do Santo de Israel. Oh! Quão grande é o plano de nosso Deus! Porque, por outro lado, o paraíso de Deus deverá libertar os espíritos dos justos, e a sepultura, libertar os corpos dos justos; e o espírito e o corpo serão reunidos novamente e todos os homens tornar-se-ão incorruptíveis e imortais e serão almas viventes, tendo um perfeito conhecimento, como nós na carne, com a diferença de que o nosso conhecimento será perfeito. (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/2_ne/9">2 Néfi 9:6-13</a>).</p>
<p>A observância da expiação na falta individual, tornando possível ao pecador ser absorvido, através do cumprimento das leis e ordenanças constantes do Evangelho de Jesus Cristo, é atestada de maneira conclusiva pela Escritura. Uma vez que o perdão dos pecados não pode ser assegurado de outra maneira, não havendo no céu ou na Terra outro nome a não ser o de Jesus Cristo, pelo qual os filhos dos homens serão salvos, toda alma necessita da mediação do Salvador, pois todos são pecadores. &#8220;Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus&#8221;, disse Paulo, e João, o apóstolo, adicionou seu testemunho com estas palavras: &#8220;Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós&#8221;.</p>
<p>Quem duvidará da justiça de Deus, que nega salvação a todos os que não cumprem as condições prescritas, através das quais, unicamente, poderá essa salvação ser obtida? Cristo é a &#8220;causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem&#8221;, e Deus &#8220;recompensará cada um segundo suas obras, a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra e incorrupção; mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, e desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade; tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que obra o mal&#8221; (Romanos 2:6-9).</p>
<p>Tal, portanto, é a necessidade de um Redentor, pois, sem Ele, a humanidade permaneceria para sempre no estado decaído, perdendo, inevitavelmente, toda esperança de progresso eterno. A provação mortal representa uma oportunidade de progresso; mas tão grandes são as dificuldades e os perigos, tão</p>
<p>forte é a influência do mal no mundo, e tão fraca é a resistência do homem, que, sem o auxílio de um poder superior ao da humanidade, nenhuma alma encontrará seu caminho de volta a Deus de quem veio. A necessidade de um Redentor reside na capacidade do homem de se elevar do plano temporal para o espiritual, do reino inferior para o superior. Encontramos analogias desta concepção no mundo natural. Reconhecemos uma distinção fundamental entre a matéria inanimada e a matéria viva, entre o inorgânico e o orgânico, entre um mineral sem vida de um lado e a planta ou animal vivente de outro. Dentro das limitações de sua própria ordem, o mineral morto cresce por acréscimo de substância e pode atingir uma condição relativamente perfeita da estrutura e forma, como se vê nos cristais. Mas o mineral, embora trabalhado favoravelmente pelas forças da natureza &#8211; luz, calor, energia elétrica e outras &#8211; nunca pode tornar-se um organismo vivo; nem podem os elementos mortos, através de qualquer processo de combinação química desassociado da vida, entrar nos tecidos da planta para se tornar parte da mesma. Mas a planta, que é de uma ordem superior, encaminha suas raízes para dentro da terra, espalha suas folhas na atmosfera e, através desses órgãos, absorve as soluções do solo, aspira aos gases do ar e, desses materiais sem vida, fabrica os tecidos de sua maravilhosa estrutura. Nenhuma partícula mineral, nenhuma substância química morta jamais se tornou componente de um tecido orgânico, a não ser pela instrumentalidade da vida. Podemos, talvez com proveito, levar a analogia ainda mais adiante. A planta não tem capacidade de elevar o seu próprio tecido ao plano animal. Embora seja reconhecidamente a ordem da natureza que o &#8220;reino animal&#8221; dependa do &#8220;reino vegetal&#8221; para sua subsistência, a substância da planta torna-se parte do organismo animal somente quando este último, de seu plano superior e por sua própria ação vital, incorpora esses compostos vegetais ao seu organismo. Por sua vez, a matéria animal nunca pode tornar-se, mesmo transitoriamente, parte do corpo humano, exceto quando o homem assimila e, por processos vitais de sua própria existência, eleva a substância do animal que lhe deu alimento ao seu plano superior. A comparação aqui empregada é admitidamente frágil, se levada além dos limites razoáveis da aplicação; pois a elevação do mineral ao plano da planta, do tecido vegetal ao nível animal e a elevação de ambos ao plano humano não constituem senão uma mudança temporária; com a dissolução dos tecidos superiores, o material que lá se encontra volta ao nível do inanimado e morto. Mas, como ilustração, a analogia talvez não careça totalmente de valor.</p>
<p>Assim, para que o homem avance do seu atual estado de relativa decadência para a condição superior de uma vida espiritual, é preciso que haja cooperação de um poder acima do seu. Através da operação das leis que prevalecem no reino superior, o homem pode ser alcançado e elevado; não pode salvar a si mesmo por seu próprio esforço, sem auxílio. Um Redentor e Salvador da humanidade é, sem qualquer dúvida, essencial à realização do plano do Pai Eterno, levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/moses/1">Moisés 1:39</a>), e esse Redentor e Salvador é Jesus Cristo, além do qual não há e não pode haver outro.</p>
<p>James Talmage, <em>Jesus o Cristo</em></p>
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		<title>Gabriel: Testemunha do Nascimento de Cristo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 12:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nascimento de Cristo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apropriadamente, nossa primeira testemunha no Novo Testamento do nascimento de Cristo é um mensageiro da presença de Deus. Apropriadamente, ele faz sua aparição inicial no templo de um sacerdote fiel da ordem Aarônica, alguém que está realizando o ritual funcional em favor de sua nação de queimar incenso no altar dentro do local sagrado. Ao realizar esta obrigação, Zacarias representava a fé combinada de Israel. Sua oração era a oração do povo, e aquela oração era para uma libertação final de todos os seus inimigos pelas mãos de seu Messias prometido. As chamas ascendentes do incenso simbolizaram a ascensão daquela oração unida. Ao orar dentro do local santo, todos os sacerdotes e todos dentro das paredes do templo uniram seu apelo ao de Zacarias.</p>
<p>Em resposta a oração de Israel, um anjo do Senhor apareceu diante Zacarias. Ele estava do lado direito do altar do incenso e se identificou como Gabriel, alguém que estava na &#8220;Presença do Senhor&#8221; (ver Lucas 1:11,19). Através de revelações modernas sabemos que Gabriel era Noé, aquele que &#8220;se aproxima em autoridade a Adão no Sacerdócio&#8221; e &#8220;possui as chaves da restauração de todas as coisas&#8221;. As chaves que Gabriel porta fazem dele um Elias para preparar o caminho diante do Senhor (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/27">Doutrina e Convênios 27:6-7</a>). O nome Gabriel, pelo qual Noé realiza seus deveres angelicais, significa &#8220;Homem de Deus&#8221;, embora ele tenha sido interpretado como &#8220;Deus é meu companheiro&#8221; ou &#8220;Deus mostrou-se valente&#8221; (<em>Os Interpretes da Bíblia</em>, Nova York, Abingdon Press, 1967, 6:487). <span id="more-317"></span></p>
<p>Gabriel é mencionado duas vezes no Velho Testamento; ambas às vezes são aparições a Daniel. A primeira foi quando Daniel interpretou a visão de um carneiro e de um bode, e a segunda vez quando Daniel orou, confessando seus pecados e os de seu povo. Na segunda vez, Gabriel revelou que após setenta semanas (um símbolo por um período desconhecido de tempo), Israel e Jerusalém seriam restaurados e uma <a href="http://jesusocristo.org/110/a-necessidade-da-expiacao-de-jesus-cristo/">expiação</a> feita por seus pecados. Gabriel prometeu que uma retidão duradoura seria realizada em favor de seu povo (Daniel 8-9).</p>
<p>Seis meses após a visita a Zacarias, Gabriel também visitou Maria para anunciar para a bela jovem virgem de Nazaré que ela deveria ser a mãe do Filho de Deus (ver Lucas 1:26, 32). Assim o padrão de visitas de Gabriel parece ser o de &#8220;amigo-servo&#8221; dos Santos, compartilhando mensagens de conforto e boas novas.</p>
<p>Tanto na tradição judaica quanto Cristã, Gabriel é chamado de arcanjo. A ascensão de Isaías anuncia &#8220;E também com Miguel, ou seja, Adão, o pai de todos, o príncipe de todos, o ancião de dias&#8221; (<a href="http://scriptures.lds.org/pt/dc/27">Doutrina e Convênios 27:11</a>).</p>
<p>Quanto ao registro de Lucas sobre a aparição de Gabriel e a profecia para Zacarias, somos compelidos a dizer a historia é perfeita. Como, de maneira mais apropriada, poderia o nascimento do Filho de Deus ser anunciado do que por um Elias celestial, alguém vindo da presença do próprio Deus? Alguém vem primeiro para consagrar o nascimento do Elias terreno que anunciara o <a href="http://www.igrejamormon.com/messias">Messias</a> para a nação escolhida. Para quem deveria o emissário celestial aparecer? Porque, para um sacerdote, certamente, pois o próprio ofício sacerdotal que o filho de Deus deveria vir. E o lugar? Jerusalém precisa ser nossa resposta: a cidade santa da qual a palavra deveria sair. Em que época do dia deveria este anúncio vindo dos céus ser dado? Na hora solene da oração pública, o horário designado para aqueles de fé para implorar aos céus que enviem seu Messias. E finalmente, qual sinal de confirmação? Deixar Zacarias completamente mudo. Que símbolo melhor do dia quando toda a língua descrente será silenciada?</p>
<p>Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University &amp; Deseret Book, 109-110.</p>
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		<title>A necessidade da expiação de Jesus Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:41:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-642" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2008/06/mormon-jesus-christ-nephites.jpg" alt="mormon-jesus-christ-nephites" width="320" height="254" /></a>A morte tornou-se a herança universal; pode reclamar sua vítima na infância ou na juventude, na plenitude da vida ou sua intimação pode ser retardada até que as neves do tempo se tenham acumulado sobre a cabeça encanecida; ela pode ocorrer como resultado de acidente ou doença, por violência ou, como dizemos, através de causas naturais; mas virá, como Satanás bem o sabe; e neste conhecimento está o seu atual, embora temporário, triunfo. Mas são os propósitos de Deus, como sempre o foram e sempre o serão, infinitamente superiores aos mais profundos desígnios dos homens ou demônios; e, mesmo antes que o primeiro homem fosse criado na carne, tomaram-se providências contra as maquinações satânicas que pretendiam fazer da morte um mal inevitável, perpétuo e supremo. A expiação a ser efetuada por Jesus Cristo foi estabelecida para sobrepujar a morte e prover um meio de resgate do poder de Satanás.<span id="more-110"></span></p>
<p>Como a penalidade a que está sujeita a queda recaiu sobre a raça humana, através de um ato individual, seria manifestamente injusto e, portanto, impossível como parte do propósito divino, fazer com que todos os homens sofressem as conseqüências da mesma, sem uma providência para a sua libertação. Ademais, uma vez que pela transgressão de um homem o pecado veio ao mundo e a morte foi transmitida a todos, é razoável que a expiação necessária tenha sido efetuada por um homem*. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação da vida” (Romanos 5:12,18). Assim ensinou o apóstolo Paulo; e ainda: “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (I Coríntios 15:21,22).</p>
<p>A expiação deveria ser evidentemente um sacrifício vicário, voluntário e inspirado no amor por parte de Jesus; universal em sua aplicação à humanidade, desde que os homens aceitassem os meios de salvação postos ao seu alcance. Para tal missão, poderia ser eleito apenas alguém que não tivesse pecado. Mesmo as vítimas do altar, que a antiga Israel oferecia como propiciação provisória pelas ofensas do povo sob a lei mosaica, tinham quer ser limpas e destituídas de mácula ou imperfeição; de outra maneira, seriam inaceitáveis e a tentativa de oferecê-las era sacrilégio. Jesus Cristo era o único Ser que possuía os requisitos para o grande sacrifício:</p>
<p>1 – Como único Homem sem pecado;</p>
<p>2 – Como o Unigênito do Pai e, portanto, o único Ser nascido na Terra, possuindo em Sua plenitude os atributos tanto de Deus como do homem.</p>
<p>3 – Como o único que tinha sido escolhido no céu e preordenado para esse serviço.</p>
<p>Que outro homem houve sem pecado e, portanto, completamente isento do domínio de Satanás e a quem a morte, salário do pecado, não foi naturalmente devida? Tivesse Jesus Cristo encontrado a morte como os outros homens – resultado do poder que Satanás adquiriu sobre eles, através de seus pecados – Sua morte não teria sido senão uma experiência individual, expiatória apenas de Suas próprias faltas e ofensas. A absoluta inexistência de pecados em Cristo qualificou-O. Sua humildade e voluntariedade tornaram-No aceitável ao Pai, como sacrifício expiatório para a propiciação de todos os pecados dos homens.</p>
<p>Que outro homem viveu com poder para resistir à morte, sobre o qual a morte não poderia prevalecer, senão através de Sua própria submissão? Jesus Cristo, entretanto, não podia ser morto até que “chegasse Sua hora”, sendo esta a hora em que voluntariamente entregasse Sua vida, permitindo Sua própria morte através de um ato espontâneo. Nascido de mãe mortal, Ele herdara a capacidade de morrer; gerado por um Ser imortal, possuía por herança o poder de resistir à morte indefinidamente. Ele literalmente entregou Sua vida; e esta é Sua própria afirmação: “Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a toma-la” (João 10:17-18). E ainda: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo”. (João 5:26). Somente tal Ser poderia conquistar a morte; e ninguém, senão Jesus Cristo, possuía esta condição indispensável ao Redentor do mundo.</p>
<p>Que outro homem veio à Terra com tal desígnio, revestido da autoridade de tal preordenação? Jesus Cristo, no entanto, não se apropriou da missão expiatória. É verdade que Ele Se ofereceu quando do chamado dos céus; é verdade que foi aceito, e no devido tempo veio à Terra, para levar a efeito os termos daquela anuência; mas Ele foi escolhido por Um maior que Ele próprio. Sua afirmação de autoridade teve sempre como essência o fato de que agia sob a direção do pai, como o testemunham estas palavras: “Porque eu desci do céu; não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:30).</p>
<p>*Redenção do efeito da queida – “O Mormonismo aceita a doutrina da queda e o relato da transgressão no Édem, como apresentados em Gênesis; mas afirma que ninguém, senão Adão, pode ou poderá responder pela desobediência de Adão; que a humanidade em geral está completamente absolvida da responsabilidade daquele ‘pecado original’ e que cada um terá que prestar contas apenas de suas próprias transgressões; que Deus tinha presciência da queda, que a mesma foi usada como meio pelo qual se inaugurou a indispensável condição de mortalidade; e que um Redentor foi provido antes que o mundo existisse; que a salvação geral, no que se refere à redenção dos efeitos da queda, é dada a todos sem que a busquem; mas que a salvação individual ou libertação dos efeitos dos pecados pessoais deve ser conquistada pela fé e obras de cada pessoa através da redenção efetuada por Jesus Cristo”.</p>
<p>James Talmage, Jesus, o Cristo e Story and Philosophy of Mormonism</p>
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		<title>Quais contribuições únicas sobre Jesus são encontradas no evangelho de Lucas?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 12:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Evangelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Mortal de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho de Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Tentação no Deserto]]></category>
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					<description><![CDATA[Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre Jesus. O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que Jesus disse e fez e o Livro de Atos revela o que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas é o mais longo dos quatro evangelhos e cerca de metade do seu evangelho possui materiais únicos provendo informações adicionais sobre Jesus.</p>
<p>O Evangelho de Lucas é o primeiro de dois trabalhos (Lucas – Atos). O Evangelho informa ao leitor o que Jesus disse e fez e o Livro de Atos revela o que Jesus fez através do Espírito Santo após sua ascensão – uma continuação que foi escrita para ser lida junta.</p>
<p>Lucas contém uma extensa narrativa do nascimento, destacando a história de Isabel e de Maria (Lucas 1), e é o único Evangelho que registra a história de Jesus ir para Jerusalém quando ele tinha doze anos de idade (Lucas 2:41-50). Assim como Mateus, o Evangelho de Lucas provê um registro detalhado das tentações no deserto (Lucas 4:1-13). <span id="more-96"></span>Adicionalmente, Lucas provê mais parábolas que os outros evangelhos, incluindo algumas que das historias mais memoráveis de Jesus, tal como o Bom Samaritano ou o Filho Prodigo (Lucas 10: 30-37; 15: 11-32).</p>
<p>Como podemos perceber, Lucas também destacou o papel da mulher e proveu informações importantes sobre Maria Madalena, João, Susana e muitas outras (Lucas 8:2-3). O autor parecia interessado em Jesus como um curador e registra suas atividades com relação a esse assunto (veja, por exemplo, Lucas 8:41-56).</p>
<p>Lucas destaca a semana final de Jesus, enfatizando que Jesus ensinou no templo todos os dias (Lucas 19:47). Adicionalmente, Lucas detalha como Jesus preparou seus discípulos para sua partida.</p>
<p>Finalmente, os Evangelhos provêem uma discussão detalhada do que aconteceu no primeiro dia da semana, quando Jesus foi levantado dos mortos (Lucas 24).</p>
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		<title>Tocado com o Sentimento de nossas Enfermidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 17:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermidades]]></category>
		<category><![CDATA[Expiação]]></category>
		<category><![CDATA[Fraquezas]]></category>
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					<description><![CDATA[Era necessário, quando o Salvador estava sobre a Terra, que Ele fosse tentado em todos os pontos, assim como nós, e “ser tocado com o sentimento de nossas enfermidades”, para compreender a fraqueza e a força, as perfeições e as imperfeições da pobre decaída natureza humana (Hebreus 4:15). E tendo concluído o objetivo pelo qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Era necessário, quando o Salvador estava sobre a Terra, que Ele fosse tentado em todos os pontos, assim como nós, e “ser tocado com o sentimento de nossas enfermidades”, para compreender a fraqueza e a força, as perfeições e as imperfeições da pobre decaída natureza humana (Hebreus 4:15). E tendo concluído o objetivo pelo qual veio ao mundo; tendo que lutar contra a hipocrisia, corrupção, fraqueza e imbecilidade do homem; tendo enfrentado a tentação e os desafios em todas variadas formas, e vencido; ele se tornou um “sumo sacerdote fiel” para interceder por nós no eterno reino do Pai (Hebreus 2:17).<span id="more-93"></span></p>
<p>Ele sabe como estimar e colocar um valor próprio sobre a natureza humana, pois ele, tendo sido colocado na mesma posição que estamos, sabe como lidar com nossas fraquezas e enfermidades, e pode compreender completamente a profundeza, poder e força das aflições e dificuldades que o homem tem que passar neste mundo. E assim, através de conhecimento e por experiência, ele pode os ajudar.</p>
<p>Ensinamentos dos Presidentes da Igreja, John Taylor, 53.</p>
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		<title>O Sepulcro de Jesus estava vazio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crucificação de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Tumba]]></category>
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					<description><![CDATA[Os quatro Evangelhos são consistentes em seus relatos sobre os discípulos de Jesus encontrar o sepulcro vazio no primeiro dia da semana (ver Mateus 28:6; Marcos 16:6; Lucas 24:3 e João 20:1-2). Ninguém durante o primeiro ou o segundo século sugeriu que Jesus não havia sido enterrado em um sepulcro após sua crucificação e morte. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/he-is-risen.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-199" style="float: left; margin: 4px; border: black 3px solid;" src="https://www.christ.org/wp-content/uploads/2008/07/he-is-risen.jpg" alt="He is Risen" width="170" height="170" /></a>Os quatro Evangelhos são consistentes em seus relatos sobre os discípulos de Jesus encontrar o sepulcro vazio no primeiro dia da semana (ver Mateus 28:6; Marcos 16:6; Lucas 24:3 e João 20:1-2).</p>
<p>Ninguém durante o primeiro ou o segundo século sugeriu que Jesus não havia sido enterrado em um sepulcro após sua crucificação e morte. Tal argumento surgiu apenas nos últimos anos entre alguns poucos estudiosos que questionaram a confiança história dos evangelhos.</p>
<p>Durante o primeiro e o segundo séculos, as controvérsias referentes ao sepulcro vazio centraram em como ele ficou vazio, não se Jesus foi ou não enterrado. <span id="more-91"></span>Como Mateus declara: “E, congregados eles com os anciãos, e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados, Dizendo: Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram… E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até o dia de hoje” (Mateus 28:12-15).</p>
<p>Furtar corpos de sepulturas era bem conhecido na antiguidade e foi a alternativa de explicação mais plausível do que as oferecidas pelos discípulos: “Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós, com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela… Deus ressuscitou a este Jesus, do qual todos nós somos testemunhas” (Atos 2:22-24, 32).</p>
<p>Os discípulos de Jesus, os soldados romanos que havia sido contratados para vigiar o sepulcro e os líderes judeus que estavam cientes das profecias de Jesus sobre ser levantado da sepultura, sabia que a sepultura estava vazia. Eles apenas discordam o que aconteceu pela manhã no primeiro dia da semana em seu sepulcro fora dos muros de Jerusalém.</p>
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		<title>Os Judeus são responsáveis pela morte de Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crucificação de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Morte de Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Romanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Não. Jesus foi crucificado. A crucificação era uma punição romana, não uma punição judaica. Sua mãe e discípulos eram todos judeus. Adicionalmente, não devemos esquecer que Jesus era um judeu. Eles, certamente, não foram responsáveis pela morte de Jesus. Um grande número de judeus que viviam além da Galiléia e da Judéia nunca encontraram ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Jesus foi crucificado. A crucificação era uma punição romana, não uma punição judaica. Sua mãe e discípulos eram todos judeus. Adicionalmente, não devemos esquecer que Jesus era um judeu. Eles, certamente, não foram responsáveis pela morte de Jesus. Um grande número de judeus que viviam além da Galiléia e da Judéia nunca encontraram ou ouviram falar de Jesus. Eles, obviamente, não foram responsáveis pela execução de Jesus, da qual não tiveram qualquer participação ou conhecimento durante toda a sua vida. A maioria dos judeus do primeiro século não tinha qualquer conhecimento de sua vida ou ministério e, portanto, não tiveram nada a ver com sua morte, e não são responsáveis pelas ações de alguns poucos indivíduos (Judas, que o entregou para ser preso pelos oficiais do governo; os oficiais que o prenderam e o levaram para os Principais do Sacerdócio Judeus; Caifás, que o enviou para o governador romano; e Pilatos, que o entregou para o esquadrão de extermínio romano). Certamente, os Judeus que viveram antes do primeiro século e aqueles que viveram depois do primeiro século não tiveram nada a ver com os eventos trágicos daquela sexta-feira fatídica a tanto tempo atrás em Jerusalém.<span id="more-89"></span></p>
<p>Na Galiléia e na Judéia muitos eram simpatizantes a sua mensagem aos “menores, últimos e perdidos”. Seus inimigos estavam com medo das multidões Judaicas que o ouviam e o seguiam (Marcos 14:1-2). Muitos Judeus que o encontraram pensavam que ele era um mestre justo, um curador, até mesmo um profeta (Mateus 16:13-14). Outros acreditavam que ele era o Messias prometido. Até mesmo entre as liderança dos Judeus em Jerusalém haviam aqueles que acreditavam que Jesus havia sido enviado por Deus (ver João 19:39).</p>
<p>Após a sua morte, muitos Judeus continuaram a aceitar a mensagem de Jesus e se tornaram discípulos fiéis (ver Atos 2:41; 4:4). Eventualmente, a igreja Cristã-judaica abriu suas portas para os Gentios (ver Atos 10) que se filiaram em tão grande escala que eram a maioria no final do primeiro século.</p>
<p>Apenas muito depois os Cristãos-gentios começaram a culpar os Judeus, como nação, esquecendo que todos os heróis e heroínas do Evangelho o qual aceitavam (Simeão, Ana, Maria Madalena, João o Batista, Marta, Lazaro, etc.) eram Judeus praticantes que acreditaram que Jesus era o Messias prometido. Adicionalmente, essas pessoas também esqueceram que o próprio Jesus orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:24).</p>
<p>O Novo Testamento não associa uma responsabilidade ao grupo de romanos, gentios ou judeus. Ele provê a história de um governador romano cruel e uma pequena colaboração da liderança judaica que conspiraram para se livrar de Jesus porque ele era muito popular entre os judeus que viviam na Galiléia e na Judéia do primeiro século.</p>
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