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	<title>Parábolas de Jesus Archives - Jesus O Cristo</title>
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		<title>A Segunda Vinda de Jesus Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Destro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 17:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parábolas de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Vinda]]></category>
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					<description><![CDATA[O capitulo 24 de Mateus contem as profecias do Salvador a respeito da destruição de Jerusalém e sobre a Sua Segunda Vinda. Com o tempo, os versículos deste capitulo foram modificados e rearranjados, fazendo com que ficasse difícil compreender qual evento em particular o versículo descreve. Ainda bem que como parte de sua tradução inspirada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O capitulo 24 de Mateus contem as profecias do Salvador a respeito da destruição de Jerusalém e sobre a Sua Segunda Vinda. Com o tempo, os versículos deste capitulo foram modificados e rearranjados, fazendo com que ficasse difícil compreender qual evento em particular o versículo descreve. Ainda bem que como parte de sua tradução inspirada da Bíblia, Joseph Smith esclareceu as duas profecias e restaurou informações adicionais. Sua tradução inspirada de Mateus 24 é encontrada em Joseph Smith – Mateus na Pérola de Grande Valor (Manual de Doutrina do Evangelho, Novo Testamento, p. 86).</p>
<p><a href="http://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/10/mormon-jesus-cristo-doutrina.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1021" src="https://pt.elds.org/jesusocristo-org/files/2012/10/mormon-jesus-cristo-doutrina-150x150.jpg" alt="mormon-jesus-cristo-doutrina" width="150" height="150" /></a>Alguns dias antes da crucificação de Cristo, Seus apóstolos estavam com Ele no Monte das Oliveiras. Eles lhe fizeram algumas perguntas. Olhando o complexo do templo de Jerusalém, Jesus profetizou que ele seria destruído. Os apóstolos perguntaram: Dize-nos quando serão essas coisas que disseste a respeito da destruição do templo e dos judeus; e qual é o sinal de tua vinda e do fim do mundo, ou seja, a destruição dos iníquos, que é o fim do mundo? (<a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">JSM</a>).</p>
<p>A respeito da destruição do templo, Jesus explicou a tribulação que os Judeus sofreriam. Ele advertiu que somente aqueles que fugissem para as montanhas seriam poupados. No ano de 66 d.C., os judeus se levantaram contra os Romanos, e por volta do ano 70 d.C., Jerusalém e seu templo foram destruídos. O cerco de Jerusalém sob Tito ocorreu durante a Pascoa, quando haviam aproximadamente dois milhões e meio de residentes e peregrinos dentro e fora dos muros da cidade. Eles rapidamente ficaram sem alimentos e foram pegos no fogo cruzado das facções rivais que existiam dentro da sociedade judaica.<span id="more-1095"></span></p>
<p>Aqueles que haviam se convertido ao Cristianismo abandonaram Jerusalém sob a liderança dos profetas antes de sua destruição, de acordo com o historiador Josefo, e não sofrerão a mesma sorte que os cidadãos e peregrinos. O cerco dos Romanos forçou os judeus ao exilio e a grande Diáspora.</p>
<p><a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">Joseph Smith &#8211; Mateus 1:21-55</a> (veja também Mateus 24:6–8, 14, 23–51) Jesus respondeu as perguntas dos apóstolos sobre a Sua Segunda Vinda e a destruição dos iníquos.</p>
<p>Porque nesses dias surgirão também falsos Cristos e falsos profetas; e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível, enganarão até os eleitos, que são os eleitos de acordo com o convênio.</p>
<p>Curiosamente, as pessoas frequentemente acusam Joseph Smith de ser um falso profeta, quando ele foi um dos verdadeiros profetas de Deus (assim como os outros profetas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), sendo preordenado para restaurar as verdades e a autoridade perdidas na terra.</p>
<blockquote><p>Pois aqueles que são prudentes e tiverem recebido a verdade e tomado o Santo Espírito por seu guia e não tiverem sido enganados—em verdade vos digo que não serão cortados e lançados no fogo, mas suportarão o dia. (<a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/45.57?lang=por#56">Doutrina e Convênios 45:57</a>)</p></blockquote>
<p>Jesus também profetizou que guerras e rumores de guerras iriam encher a terra antes da Segunda Vinda. A dispensação da “plenitude dos tempos” começou quando a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi restaurada. Desde então, temos vivido nos “últimos dias”, que antecedem a Segunda Vinda. Joseph Smith profetizou que uma guerra civil nos Estados Unidos iniciaria o período de guerras predito pelo Salvador:</p>
<blockquote><p>Em verdade, assim diz o Senhor em relação às guerras que logo ocorrerão, a começar pela rebelião da Carolina do Sul que, por fim, terminará com a morte e sofrimento de muitas almas;</p>
<p>E chegará o tempo em que a guerra se derramará sobre todas as nações, começando desse lugar.</p>
<p>Pois eis que os estados do sul se dividirão contra os estados do norte e os estados do sul recorrerão a outras nações, mesmo à nação da Grã-Bretanha, como é chamada, e eles também recorrerão a outras nações a fim de se defenderem contra outras nações; e então a guerra se derramará sobre todas as nações. (<a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/87.1,2,3?lang=por#1">Doutrina e Convênios 87:1-3</a>, uma revelação recebida em 1832).</p></blockquote>
<p>Elder Melvin J. Ballard, uma Autoridade Geral de A Igreja de Jesus Cristo, disse o seguinte:</p>
<blockquote><p>“&#8230;O Senhor esta no controle. Ele sabe o fim desde o principio. Ele nos deu instruções adequadas que, se seguidas, nos guiarão por meio de qualquer crise. Seus propósitos serão cumpridos, e um dia compreenderemos as eternas razões para todos esses eventos. Portanto, hoje devemos ser cuidadosos e não nos desesperarmos, ou sermos apanhados despreparados por termos sido indolentes, mas o que devemos fazer é guardar os mandamentos de Deus e nunca perder a esperança!</p>
<p>“Mas onde podemos encontrar esperança no meio da tempestade e da catástrofe? É muito simples, nossa única esperança de segurança espiritual durante estes tempos turbulentos é voltar nossas mentes e nossos corações a Jesus Cristo&#8230;</p>
<p>Armados com o escudo da fé, podemos vencer muitos de nossos desafios diários e nossas fraquezas e medos, sabendo que podemos fazer o melhor para guardar os mandamentos de Deus, venha o que vier, tudo estará bem” (Conference Report, outubro de 1992, 41–43; ou Ensign, novembro de 1992, 31–32).</p></blockquote>
<p>Jesus então disse que o evangelho seria pregado a todo o mundo antes da destruição dos iníquos. (Veja <a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">Joseph Smith – Mateus 1:27</a> e <a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">Joseph Smith – Mateus 1:31</a>). A força missionaria da Igreja de Jesus Cristo possuía em 2012, 58.000 mil missionários, isso antes da diminuição da idade requerida para que os homens e mulheres servissem como missionários Mórmons. Imediatamente depois do anuncio do Profeta Thomas S. Monson, a aplicação para novos missionários aumentou quase 500%. Com o desenvolvimento da internet e dos meios de comunicação de massa, grande parte do trabalho missionário esta sendo realizado online. O site introdutório da Igreja SUD, mórmon.org, recebeu mais de 650 mil requisições de missionários e escrituras em menos de um ano.</p>
<p>Jesus profetizou da fome, pestilências e terremotos, em vários lugares nos últimos dias. Exatamente como aqueles que vemos hoje, desastres frequentes e padrões de climáticos erráticos. Os Mórmons são aconselhados a possuírem provisões como alimentos, roupas e combustível suficientes para um ano, além de estarem preparados espiritualmente para emergências.</p>
<p>Jesus profetizou que a iniquidade iria aumentar. Igrejas estabelecidas para obter lucro com os sacramentos estabelecidos por Cristo. O bem seria chamado de mal, e o mal de bem. O amor esfriaria. Estas coisas estão acontecendo diante de nossos olhos.</p>
<p>Jesus ensinou que as seguintes coisas nos ajudaria a nos preparar:</p>
<ul>
<li>A parábola da figueira (<a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">Joseph Smith – Mateus 1: 38-40</a>).</li>
<li>A comparação da Segunda Vinda com os dias de Noé (versículos 41-43).</li>
<li>A profecia das duas pessoas trabalhando no campo e no moinho (versículos 44-46).</li>
<li>A parábola do homem justo e do ladrão (versículos 47-48).</li>
<li>A parábola do senhor e seus servos (versículos 49-54).</li>
<li>Ele também falou do que esperava os justos ao Seu retorno. (Veja <a href="https://www.lds.org/scriptures/pgp/js-m/1?lang=por">Joseph Smith—Mateus 1:37</a>, 44–45, 50; 1 Tessalonicenses 4:16–18; D&amp;C 88:96–98.)</li>
<li>O Profeta Joseph Smith recebeu uma revelação que repete e esclarece as profecias feitas por Jesus aos antigos discípulos. Esta revelação pode ser encontrada em <a href="https://www.lds.org/scriptures/dc-testament/dc/45?lang=por">Doutrina e Convênios 45</a>.</li>
</ul>
<p><b>Recursos Adicionais</b></p>
<p>Solicite a visita dos missionários Mórmons e aprenda mais sobre a Igreja SUD clicando <a href="http://www.mormon.org/por/missionarios">aqui</a>.</p>
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		<title>Parabolas de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 14:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parábolas de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parábola é uma história simples usada para ilustrar e ensinar uma verdade espiritual Jesus O Cristo ou princípio. Uma parábola é baseada na comparação entre um objeto comum ou evento a uma verdade, e o significado subjacente ou a mensagem de uma parábola é muitas vezes oculta dos ouvintes que não estão preparados espiritualmente para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Uma parábola é uma história simples usada para ilustrar e ensinar uma verdade espiritual <a href="http://jesusocristo.org/">Jesus O Cristo</a> ou princípio. Uma parábola é baseada na comparação entre um objeto comum ou evento a uma verdade, e o significado subjacente ou a mensagem de uma parábola é muitas vezes oculta dos ouvintes que não estão preparados espiritualmente para recebê-la.</span></h1>
<p>Cristo ensinou muitas vezes por parábolas. Suas parábolas são discutidas em todos os quatro evangelhos da Bíblia. A seguir está a lista das parábolas de Cristo e onde elas são encontrados na versão do Rei Tiago da Bíblia.</p>
<p><strong>Parábola do</strong><strong> Semeador</strong>: Esta parábola mostra o que acontece quando diferentes tipos de pessoas ouvem o evangelho. Em alguns, o evangelho cria raízes, alimenta-se através dos esforços do crente, e se aprofunda no compromisso. Para outros, o Evangelho se enraíza, mas nunca é nutrido e a fé morre. Em outros, o evangelho é pregado aos ouvidos surdos e corações duros, que proporcionam um ambiente inóspito para o testemunho crescer.</p>
<p><strong>Parábola</strong><strong> do joio e do trigo</strong>: O Senhor permite que o justo e o ímpio, cresçam em maturidade juntos, até que estejam completamente maduros em qualquer dos dois, bondade ou maldade. Então Ele vai separar o trigo (o bom) do joio (os maus, que parecem ser de trigo no início), e queimar os ímpios no último dia.<span id="more-566"></span></p>
<p><strong>O</strong><strong> grão de mostarda</strong>: A semente de mostarda é pequena, mas perfeitamente obediente à vontade do Senhor. Ela cresce e se torna uma planta grande que se escondia em seu tamanho minúsculo como uma semente. Assim, o reino de Deus vai crescer a partir de humildes começos.</p>
<p><strong>A parábola</strong><strong> do fermento:</strong> O fermento em algumas escrituras representa a &#8220;má inclinação&#8221; do homem, mas, neste caso, representa o reino do Senhor. A mulher acrescentou um pouco de fermento para cada uma das três medidas de farinha, e tudo isso cresceu. Assim, o evangelho é recebido por uma pessoa em uma cidade, e cinco no campo, mas todo mundo é abençoado.</p>
<p><strong>O</strong><strong> tesouro no campo</strong>: O reino dos céus é semelhante a um grande tesouro. Devemos fazer tudo o que é necessário para obtê-lo, até mesmo nos livrarmos dos tesouros terrenos a favor do que é do céu.</p>
<p><strong>A Pérola</strong><strong> de Grande Valor</strong>: Novamente, o reino dos céus é semelhante a um tesouro. Para obtê-lo, vale a pena vender todas as coisas mundanas &#8211; Matt. 13: 45-46.</p>
<p><strong>A Rede do pescador</strong>: O pescador pega peixes de diferentes espécies em sua rede, mantém os bons, e joga fora os ruins. No juízo final é o mesmo, os ímpios serão lançados no fogo</p>
<p><strong>O chefe de família</strong>: Um escriba instruído nas verdades do Reino de Deus traz tesouros novos e velhos, como um chefe de família faz de sua casa .</p>
<p><strong>A</strong><strong> Parábola da Ovelha Perdida</strong>: &#8220;O Senhor se preocupa com seus filhos, tanto quanto o pastor se preocupa com suas ovelhas. Um bom pastor deixa o rebanho e vai procurar a ovelha perdida. O Senhor se alegra quando a ovelha perdida é encontrada e trazida de volta ao rebanho.</p>
<p><strong>A Parábola</strong><strong> da Moeda Perdida</strong>: Como acontece com a parábola da ovelha perdida, uma mulher se alegra com as amigas quando ela reencontra sua moeda perdida. O Céu se rejubila com a alma de uma pessoa que se arrepende.</p>
<p><strong>O Filho</strong><strong> Pródigo</strong>: Como as parábolas da dracma perdida e da ovelha perdida, o pai se alegra quando seu filho pródigo volta. Não importa quão baixo o filho caiu, nem o pecado que ele cometeu. O pai ainda está disposto a recebê-lo com alegria, quando o filho se humilha e volta para casa.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Servo Incompassivo</strong>: O Senhor nos perdoa, mesmo quando estamos profundamente em dívida para com ele. No entanto, Ele não nos perdoa, se nós nos recusamos perdoar os outros</p>
<p><strong>O</strong><strong> Bom Samaritano</strong>: Há muitas mensagens na história do Bom Samaritano. A história é uma resposta para a pergunta &#8220;Quem é o meu próximo?&#8221; A questão seguiu o conselho de Cristo de amar o próximo como a si mesmo. Os Samaritanos eram odiados pelos Judeus, porque eles não eram de puro sangue Israelita e tentaram impedir a construção do templo após o cativeiro Babilônico. No entanto, o Samaritano na história está disposto a ajudar um estranho que é, provavelmente, um Israelita. Os sacerdotes passaram pelo homem ferido. Os sacerdotes teriam que se isolar por 30 dias, se tivessem ajudado o homem, porque eles teriam sido proferidos  imundo. No entanto, ao manter a letra da lei, eles não conseguiram manter o espírito da lei.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Mordomo Injusto:</strong> Este é a parábola mais difícil de analisar, e as opiniões variam quanto ao seu significado. O mordomo infiel está em perigo de perder o emprego, mas ele perdoa uma parte da dívida dos devedores do Senhor e, assim, ganha o favor do Senhor.</p>
<p><strong>Lázaro</strong><strong> e o Homem Rico</strong>: Lázaro era um mendigo que definhava na frente da casa do homem rico, não recebendo nenhuma ajuda do homem rico. Na outra vida, Lázaro foi abençoado, mas o homem rico queimado no inferno. O homem rico orou para que Lázaro  pudesse trazer-lhe água, mas um grande abismo os separava, de modo que o pedido era impossível de se realizar. O homem rico pediu que Lázaro pudesse retornar dos mortos e advertisse seus irmãos, ou eles teriam uma vida egoísta e pereceriam eternamente. Mas o Senhor respondeu que se as pessoas não ouvem aos profetas, eles também não dariam ouvidos a Lázaro.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Juiz Injusto</strong>: Uma viúva importuna o juiz de reparação. Embora o juiz seja injusto, ele responde às suas necessidades, porque ela é muito persistente. O Senhor não é injusto. Ele vai responder ao Seus eleitos. Precisamos importuná-Lo em oração.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Bom Pastor</strong>: Nesta parábola Cristo se define como o bom pastor. Suas ovelhas conhecem a sua voz, e Ele é seu protetor. O bom pastor está disposto a dar sua vida por suas ovelhas. Jesus, confundiu os seus ouvintes clamando ser também a porta do aprisco, e em seguida, afirmando que ele poderia dar Sua vida e depois tornar a pegá-la novamente. Ninguém a esse ponto havia sido ressuscitado, os fariseus não podiam compreender o que Jesus estava falando &#8211; João 10: 1-21. Cristo visitou os povos do Livro de Mórmon depois da Sua ressurreição e disse que eles também eram Suas ovelhas. Ele havia dito aos judeus que tinha outras ovelhas, não daquele aprisco, mas eles não entenderam.</p>
<p><strong>Trabalhadores na</strong><strong> Vinha</strong>: Esta parábola tem sido explicada de diferentes maneiras, mas provavelmente diferencia entre os judeus, que eram o povo escolhido original, e os gentios, a quem o evangelho foi levado mais tarde na história, mas quem vai herdar a mesma glória.</p>
<p><strong>Libras</strong>: A parábola das libras é muito semelhante à parábola dos talentos (talentos eram unidades de dinheiro). Para aqueles que &#8220;têm muito&#8221; será dado mais, e daqueles que &#8220;têm pouco,&#8221; o pouco que tem lhe será tirado. Isso se refere à ampliação dos dons dados a nós pelo Senhor. Se usarmos os nossos dons a Seu serviço, eles ampliam. Àqueles que fazem isso serão recompensados no céu.</p>
<p><strong>Dois Filhos</strong>: Nesta parábola Jesus compara os que parecem dispostos, mas que falham em realizar, e aqueles que são rebeldes, mas depois se arrependem e fazem a obra do Senhor. Jesus diz que o que está arrependido é o que vai ganhar o reino, colocando o pecador arrependido em situação melhor do que os fariseus.</p>
<p><strong>Os</strong><strong> Lavradores Maus</strong>: O Senhor estabeleceu sua vinha e deixou nas mãos dos lavradores. Ele enviou os seus servos para verificar a vinha, mas eles foram espancados pelos lavradores. Então o Senhor enviou Seu Filho, a quem os lavradores mataram. Os Judeus abusaram dos profetas e, em seguida, crucificariam o Cristo. Então Jesus diz ser a pedra de Israel, em quem o reino é construído.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Casamento do Filho do Rei</strong>: O rei convida todos os tipos de convidados para o casamento de seu filho. Muitos se recusam a vir. Alguns matam os servos que ele enviou para convidá-los (os profetas). Alguns vêm, mas são indignos ou despreparados. Esta parábola termina com a frase: &#8220;Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.&#8221;O Senhor nos convida a todos para tornar-nos parte de Seu reino, mas poucos se qualificam para a vida eterna em Sua presença .</p>
<p><strong>A</strong><strong> Parábola das Dez Virgens</strong>: As dez virgens representam a Igreja. Estão todos convidados para a festa de casamento. Imagens de casamento são comuns nas escrituras, sendo Cristo casado com a Igreja. O noivo (Cristo) atrasa Sua vinda. Metade das virgens não têm óleo suficiente (fé, testemunho) para perseverar até o fim,  então elas  não se qualificam para ser de Cristo, quando Ele vier. Em Doutrina e Convênios, o Senhor se refere à parábola e tem isto a dizer, em parte, &#8220;Para aqueles que são prudentes e tendo recebido a verdade, e tendo tomado o Santo Espírito por seu guia, e não tenham sido enganados, em verdade, Eu vos digo que não serão cortados e lançados ao fogo, mas suportarão o dia.&#8221;.</p>
<p><strong>A</strong><strong> Parábola dos Talentos</strong>: Como a parábola das libras, o Senhor vai fazer-nos responsáveis pelos dons que Ele nos deu. Devemos usar esses dons para servir no Seu reino terreno, especialmente para servir aos nossos semelhantes. O Senhor diz: &#8220;Muito bem, servo bom e fiel; tens sido fiel sobre poucas coisas, vou fazer reinar sobre muitas coisas: entra no gozo do teu senhor&#8221;.</p>
<p><strong>A</strong><strong> Parábola das Ovelha e das cabras</strong>: O Senhor vai separar os justos dos ímpios e os justos serão exaltados. Jesus chama as ovelhas de justos, porque eles ouvem a voz do pastor, enquanto os cabritos vão por seus próprios caminhos. As ovelhas são aqueles que seguem o pastor e servem como &#8220;subpastores, &#8220;cuidando de suas outras ovelhas. Qualquer serviço que prestamos aos nossos semelhantes, em nome de Cristo, é como se nós fizessemos ao Salvador.</p>
<p><strong>A</strong><strong> Parábola da Torre</strong>: Esta parábola é encontrada em Doutrina e Convênios, Seção 101. A parte principal da parábola está nos versículos 43-54, que o Senhor apresenta a Joseph Smith, com esta frase: &#8220;E agora, vou mostrar-vos uma parábola, que você pode saber a minha vontade sobre a redenção de Sião&#8221;. O Senhor deixa a vinha nas mãos de seus servos e lhes ordena que construam uma cerca em torno dela e, em seguida, que construam uma torre de vigia. Vendo que é um tempo de paz, os servos não vêem nenhuma necessidade para a torre, e eles não falham em terminar de construí-la. O inimigo vem e saqueia a vinha. O Senhor diz que se eles tivessem concluído a torre, eles teriam visto o inimigo, enquanto ele estava &#8220;ainda longe&#8221;. Os tijolos da torre são mandamentos de Deus. Se deixá-los no chão, nunca teremos a torre construída, e não conseguimos discernir os ataques de Satanás.</p>
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		<title>O que Jesus ensinou sobre a oração?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 14:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz Injusto]]></category>
		<category><![CDATA[Oração]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[Os autores do Novo Testamento, que provêem as primeiras informações confiáveis sobre Jesus de Nazaré, notaram que Jesus orava com freqüência durante sua vida, especialmente em momentos críticos de seu ministério. Como está registrado em Lucas 9:28 “E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os autores do Novo Testamento, que provêem as primeiras informações confiáveis sobre Jesus de Nazaré, notaram que Jesus orava com freqüência durante sua vida, especialmente em momentos críticos de seu ministério. Como está registrado em Lucas 9:28 “E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar.”; e em Lucas 5:16: “Ele porém, retirava-se para os desertos, e ali orava.”</p>
<p>Adicionalmente, os Evangelhos também provêem informação sobre o que Jesus ensinou sobre a oração. Por exemplo, Jesus disse a seus discípulos: “E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pode recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á” (Lucas 11:9-10). Essa é uma promessa gloriosa, um que aplica momento a momento, hora por hora, dia a dia. Ela é diminuída em seu valor e muitos sequer a examinam ou a usam. Oração é o meio pelo qual desenvolvemos nosso relacionamento com Deus e o Salvador, e pelo qual ele é habilitado para oferecer assistência adicional a qual Ele ama fazer livremente. Oração é o conduto para o poder de Deus, suas perspectivas, e sua paz. É o antídoto para o orgulho, pois ele fala de nosso relacionamento com o Salvador e seu sacrifício ao orarmos em seu nome, e através de seus méritos.<span id="more-79"></span></p>
<p>Em uma de suas muitas parábolas, identificada frequentemente como a “Parábola do Juiz Injusto”, Jesus ensinou que deveriam “orar sempre, e não desfalecer” (Lucas 18:1). Nesta parábola, uma mulher pede uma emenda de um vingador. Ela não cansa em suas suplicas e eventualmente o juiz responde. Somos encorajados a orar continuamente, sabendo que Deus conhece a razão para suas respostas em seu tempo. Em alguns casos, quando nossos desejos são alinhados com o de Deus, outros processos são influenciados que afetam nossas vidas e respostas vem quando é de maior beneficio para nós, e quando ela oferece uma chance de cura espiritual para outros.</p>
<p>Jesus seguiu essa parábola com uma outra, a “parábola do Fariseu e do Publicano” (Lucas 18:9-14). Nesta memorável parábola, Jesus pergunta a seus ouvintes a questão que os motiva em oração; indicando que a oração em si não vem em questão, mas a condição de nosso coração é o ponto central que dirá se nossas orações serão eficientes ou não.</p>
<p>Durante sua ultima visita a Jerusalém, Jesus identificou o centro da instituição Judaica, o Templo, como “Minha casa” e indica que ela deve ser chamada de casa de oração (ver Marcos 11:17). Marcos também percebeu que Jesus ensinou: “E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11:25). Ele adicionou que os discípulos não deveriam usar “isso [como] pretexto de largas orações” (Marcos 12:40).</p>
<p>Mateus provê uma visão semelhante dos ensinamentos de Jesus sobre a oração quando ele registrou: “E, quando orares, não sejais como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam seu galardão” (Mateus 6:5). Ele adicionou: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos” (Mateus 6:7), provendo assim um suporte para seus ensinamentos prévios na Parábola do Juiz Injusto para que os homens e mulheres não “desfalecessem”.</p>
<p>Durante sua ultima noite com os discípulos, Jesus lhes ensinou: “Orai, para que não entreis em tentação” (Lucas 22:40). Ele enfatiza novamente esse ponto após encontrar os discípulos dormindo: “E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação” (Lucas 22:46).</p>
<p>Jesus ensinou por exemplo e por preceito que a oração era importante e que Deus as ouve e as responde. Adicionalmente, Jesus ensinou que uma atitude apropriada e motivo puro era essencial quando nos dirigimos a Deus se alguém quer ser abençoado pela oração.</p>
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		<title>O que é uma parábola?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 01:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Definições Bíblicas]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parábola, literalmente uma comparação (do grego parabole), relata a essência de coisas ao invés de falar os meios de existência dos fatos em si. Por essa razão, as parábolas transcendiam os limites de tempos e tem significados em um mundo que está sempre mudando. O Novo Testamento uma definição mais ampla de uma parábola [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parábola, literalmente uma comparação (do grego parabole), relata a essência de coisas ao invés de falar os meios de existência dos fatos em si. Por essa razão, as parábolas transcendiam os limites de tempos e tem significados em um mundo que está sempre mudando. O Novo Testamento uma definição mais ampla de uma parábola quando comparada com o sentido mais restrito mantido pelos pensadores gregos. Ao contrario, “parábola” no Novo Testamento pode ser descrito como uma metáfora, uma alegoria, ou até mesmo uma verdadeira narrativa como parábola. O Novo Testamento segue bem a risca a tradição de iniciada nas escrituras judaicas (Bíblia Hebraica ou Velho Testamento) de que uma parábola é qualquer coisa que compara dois objetos entre si. “Como pode Satanás expulsar Satanás?” como uma parábola (Marcos 3:23), usando as mesmas termologias para falar da Parábola do Semeador. A predominância de parábolas no Novo Testamento revela que a parábola era o método favorito de ensino de Jesus, provendo aos leitores modernos uma janela para o que ele realmente era e como ele via o mundo. Jesus preferia falar de coisas como elas eram, seriam, e poderiam ser, ao invés de instruir seus discípulos diretamente em como resolver um problema. Raramente Jesus interpretava suas próprias parábolas (Mateus 13:36-43); ele preferia que os discípulos se encarregassem da interpretação por si mesmos. Por esta razão, as parábolas oferecem um convite aberto para que cada geração que a use a interprete. Sem essa janela contínua de interpretação as parábolas se tornam historicamente confinadas e explicáveis apenas para um determinado período da historia. No Novo Testamento o Evangelho de Mateus contém mais parábolas de Jesus do que qualquer outra fonte. Seu autor aparentemente parecia ser bastante atraído pelos ensinamentos de Jesus através de parábolas. Diferente de Marcos, Lucas e João, Mateus não registrou apenas as parábolas, mas também reuniu-os em várias coleções concisas (Mateus 13 e 25) com um propósito distinto em mente.</p>
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		<title>Quais são os nomes das parábolas de Jesus?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 22:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parábolas de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[Surpreendentemente, apenas duas das parábolas de Jesus receberam nomes nos textos manuscritos do Novo Testamento: a “Parábola do Semeador” (Mateus 13:18) e a “Parábola do Joio do Campo”. Os outros nomes das parábolas são o fruto dos comentários descritos, nos títulos e notas de rodapé na Bíblia e discursos secundários. Originalmente, essas outras parábolas não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Surpreendentemente, apenas duas das parábolas de Jesus receberam nomes nos textos manuscritos do Novo Testamento: a “Parábola do Semeador” (Mateus 13:18) e a “Parábola do Joio do Campo”. Os outros nomes das parábolas são o fruto dos comentários descritos, nos títulos e notas de rodapé na Bíblia e discursos secundários. Originalmente, essas outras parábolas não tinham nomes padrão. A importância dessa informação é que a interpretação das parábolas está indissoluvelmente ligada a seus nomes. O título “O Filho Pródigo”, por exemplo, foca no filho desobediente que desperdiça a herança do pai. Na verdade, entretanto, a parábola do filho pródigo é sobre um pai amoroso que tem dois filhos desobedientes, um que vai embora e se arrepende e outro que se torna duro de coração por causa de ciúmes. Talvez o intuito original era demonstrar o amor do pai, mas infelizmente esse intuito foi obscurecido através do nome atual (e incompleto) da parábola.</p>
<p>Considere os seguintes nomes e seus impactos sobre o entendimento do significado da parábola: “A parábola do joio e do trigo” e “parábola das bodas”. No primeiro exemplo o nome atual sugere que o trigo e o joio recebem foco igual, mas quando os discípulos de Jesus pediram para que Ele interpretasse essa parábola, ele a chamou de “parábola dos joios do campo” (Mateus 13:36). Seus entendimentos foram direcionados para a preocupação imediata – o reconhecimento do joio dentro do reino e de suas obrigações de discerni-los – enquanto o nome atual identifica ambos, o trigo e o joio, como elementos iguais.<span id="more-29"></span></p>
<p>A parábola das bodas do filho do rei inicialmente parece ter o foco em uma parte de uma rica história – chamada atualmente de cerimônia de casamento, o qual é mencionado uma vez, mas nunca recontado (Mateus 22:2). Entretanto, o tema da parábola muda para o assunto principal das pessoas convidadas e não convidadas, com aqueles que deviam supostamente assistir o casamento sendo expulsos e aqueles que haviam sido desconsiderados sendo convidados e bem-vindos para a cerimônia. O nome atual perde a poderosa conclusão que um convite não garante a entrada no casamento. Ao ler os textos bíblicos, devemos distinguir entre o texto atual e os comentários mais recentes, como os cabeçalhos, notas de rodapé e outras ajudas interpretativas.</p>
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