Crenças Mórmons: O Espírito Santo

maio 18th, 2013

Os membros d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, muitas vezes apelidados de Mórmons, acreditam que o Espírito Santo é um membro da Deidade. A Deidade consiste de Deus o Pai, Seu Filho, Jesus Cristo, e do Espírito Santo. Ao contrário de Deus e Jesus Cristo, o Espírito Santo não tem um corpo. Deus e Jesus Cristo têm um corpo aperfeiçoado e glorificado, mas o Espírito Santo é um “personagem de espírito,” o que significa que ele tem um espírito, mas não um corpo físico.

Mórmon-oraçãoDeus, Jesus Cristo e o Espírito Santo são pessoas distintas. Como diz a Bíblia, eles estão unidos em propósito, doutrina e amor, mas não de maneira física.

 “Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.

E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um;

Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.” (João 17:21-23)

Por meio desses versiculos, que narram parte da Grande Oração de intercessão do Salvador, entendemos que quando Jesus Cristo disse que Ele e Deus são um só, Ele quis dizer que Eles são unificados, e não exatamente o mesmo ser. É evidente que ele não quis dizer que queria que os apóstolos todos se tornassem um único ser. Ele gostaria que eles desenvolvessem o mesmo tipo de unidade que Ele e Seu Pai tem, o mesmo propósito e amor.

Uma das responsabilidades do Espírito Santo é testificar da verdade. Ele testifica de Deus e de Jesus Cristo às pessoas que estão sinceramente buscando a verdade. O Espírito Santo também nos mantém seguros quando ouvimos os avisos que Ele emite. Quando precisamos tomar decisões, o Espírito Santo pode nos dizer se estamos fazendo as escolhas corretas.

 “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.” (João16:13)

Por meio desse versículo, aprendemos que o Espírito Santo nunca vem até você para oferecer Suas próprias opiniões. A mensagem Ele lhe dá é a de Deus, é a verdade.

Por exemplo, se estamos tentando decidir qual de todas as igrejas existentes é a verdadeira, começaríamos pesquisando várias igrejas, a fim de obter informação autêntica sobre elas. Faríamos isso visitando essas igrejas, visitando seus sites oficiais na internet e conversando com os membros dessas religiões e estudaríamos sua literatura sagrada. Ao estudarmos essas coisas, nós então pedimos a Deus para nos ajudar a saber se o que estamos aprendendo é verdadeiro. O Espírito Santo é quem revela essas respostas para nós. Quando sentimos que encontramos a verdade, nós então oramos e perguntamos a Deus se fizemos a escolha certa. Mais uma vez, o Espírito Santo é que revela a resposta para nós.

Jesus-Cristo-Bom-PastorPor que é importante perguntar a Deus sobre qual igreja se filiar, ao invés de simplesmente seguir o que alguém nos disse, ou até mesmo participar de uma igreja só por causa de questões sociais e intelectuais? Se colocarmos nossa fé em uma pessoa, a nossa fé será inteiramente dependente do caráter dessa pessoa, de sua capacidade de permanecer fiel e de seu relacionamento com ela. Além disso, você não sabe realmente se essa pessoa está agindo corretamente em suas decisões. Mesmo as melhores pessoas podem cometer erros.

Se, no entanto, perguntarmos a Deus por essa informação, sabemos com certeza que a resposta que recebemos é correta. Deus sabe qual igreja que é verdadeira e que devemos nos filiar. É só pedindo a Deus que podemos ter a certeza de que estamos fazendo o que Ele quer que façamos. Este princípio é ensinado na Bíblia, quando Tiago, o apóstolo, disse-nos que, se temos falta de sabedoria, podemos pedir a Deus e Ele nos dará a sabedoria que buscamos. (Ver Tiago 1:5).

Alguns questionam que não temos como saber ao certo se é realmente o Espírito Santo que está respondendo a nossa oração. Na igreja Mórmon aprendemos que Deus sempre cumpre Suas promessas. Uma vez que Ele prometeu responder nossas orações, entendemos que Ele também vai ajudar-nos a reconhecer Suas respostas e saber de onde elas vêm. Ao estudarmos as escrituras tornamo-nos conscientes de que Satanás não poderia enviar sentimentos verdadeiros de paz, então, quando nos sentimos em paz ao receber respostas, sabemos que as respostas devem estar chegando a nós através do Espírito Santo. Muitas pessoas descrevem suas respostas como se sentissem um calor ou inchaço em seus corações, acompanhado por sentimentos de paz e alegria. No entanto, cada pessoa precisa passar tempo orando a fim de saber como ele ou ela podem reconhecer os sussurros do Espírito Santo. Quanto melhor conhecemos a Deus, mais fácil fica entender quando as nossas respostas vêm Dele.

Outra função do Espírito Santo é trazer conforto. É por isso que Jesus Cristo se referiu a Ele como o Consolador. Se estamos tristes com a morte de um membro da família, preocupados com um julgamento, ou simplesmente tensos sobre uma vida complexa, o Espírito Santo pode encher nossos corações com paz e conforto.

Toda pessoa tem direito à influência do Espírito Santo. É assim que podemos saber a verdade. No entanto, para ter o Espírito Santo conosco em todos os momentos é preciso primeiro ser batizado.

 “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;” (Atos 2:38)

Depois de nosso batismo o Espírito Santo fica conosco o tempo todo, enquanto nos mantivermos dignos de Sua presença. Este é um dos presentes mais amorosos de Deus para Seus filhos.

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Citações de Fé: O propósito de nossa existência

abril 5th, 2013

mormons-temploUm ponto importante a ser levado em consideração agora não é quanto tempo viveremos mas quão bem aprenderemos as lições da vida e cumpriremos nossos deveres e obrigações para com Deus e para com nosso próximo. Um dos principais propósitos de nossa existência é nos tornarmos à imagem e semelhança Daquele que viveu na carne sem pecado, imaculado, puro e sem manchas! Cristo veio não apenas para expiar os pecados do mundo, mas para deixar um exemplo perante todos os homens e estabelecer o padrão da perfeição de Deus, da Sua lei e da obediência ao Pai. (Joseph Smith, Gospel Doctrine, 5th ed. (1939), 270).

Eu acredito que alguns de nós somos levados cedo desta vida, porque já aprendemos as suas lições logo no início dela e Deus precisa de nós para servir em outros lugares. O resto de nós pode já ter aprendido as lições da vida, ou podemos ter bastante para aprender ainda, mas ainda temos muito trabalho que podemos fazer por Deus, aqui e agora.

Eu sei que ainda vai levar muito tempo para eu aprender a ser como Deus. Mais tempo do que essa própria vida vai me dar. Todos os dias eu tenho a oportunidade de aprender e crescer. Eu cometo erros e procuro melhorar. Procuro estar mais em sintonia com as necessidades das pessoas ao meu redor e mais aberta para ajudá-las no que eu puder.

Jesus Cristo é o nosso exemplo perfeito de como devemos nos comportar e como devemos tratar uns aos outros. A medida que eu tento ser mais parecida com Ele, eu também me torno mais semelhante a Deus. Através da fé em Jesus Cristo, eu me esforço para me tornar mais semelhante a Ele. É através do Seu poder expiatório que posso me arrepender e melhorar. Eu tenho fé no poder expiatório e eu tenho fé que o caminho que Ele nos mandou seguir é o único que leva de volta ao Pai Celestial.

Este artigo foi escrito por Doris White, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

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O Cristianismo Restaurado, Parte 3

fevereiro 28th, 2013

Parte 3: As Verdades Restauradas da Expiação do Senhor Jesus Cristo e Seu Relacionamento com o Pai.

mormon-jesus-christ-stormBem vindos a terceira parte de Um Estudo do Cristianismo Restaurado. Eu sou Bob Larsen, e na Primeira Parte eu defini o que era o Cristianismo Restaurado como o puro e belo Cristianismo Original, restaurado novamente na terra por revelação direta do Nosso Senhor Jesus Cristo. Na Segunda Parte intitulada “As Evidências Escriturísticas do Cristianismo Restaurado”, eu citei 44 escrituras, cada uma dividida em quatro propósitos, o proposito que o Senhor tinha ao dar-nos as escrituras.

Proposito 1 foi para preparar nossos corações e mentes para receber nova luz do céu. Proposito 2 era nos relembrar das antigas profecias relacionadas aos eventos do evangelho restaurado nos últimos dias. Proposito 3 foi anunciar estes eventos como ocorreram, as visões espetaculares e poderosas revelações que o Senhor Jesus Cristo fez uso para restaurar Sua Igreja e Reino na terra, através de Seu vidente escolhido, o Profeta Joseph Smith Jr. Proposito 4 foi nos instruir como poderemos saber com certeza que esses eventos realmente ocorreram, e que vieram de Deus.

Agora na parte 3 intitulada “As Verdades Restauradas da Expiação do Senhor Jesus Cristo e Seu Relacionamento com o Pai. Nosso objetivo escriturístico para a esta parte sera João 17:3, “Eis que a vida eterna e esta, que te conheçam a ti só como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste”. Dezenas de escrituras exatamente como estas nos ensinam que o Pai, o Filho, e o Espirito Santo são três indivíduos distintos, mas um em proposito. O proposito e levar a efeito a imortalidade e a vida eterna do homem, como descobriremos mais a frente. A Parte 3 abrangera muitas áreas, por isso se acomode e desfrute este maravilhoso passeio. Eu vou começar dizendo, assim como fiz na Parte 2, que e minha esperança que estas escrituras que me tocaram tao profundamente, possam também, pelo poder do Espirito Santo, tocar seus corações. E minha esperança, minha oração e minha intenção apresentar cada versículo a luz da maravilhosa luz que Jesus Cristo deu ao Seu Cristianismo Original, e que Ele agora oferece a todos através do Cristianismo Restaurado.

Eu vou começar a Parte 3 com a mesma escritura que eu usei na introdução da Parte 2, aquela escritura que me seguiu nestes 60 anos. Comecemos por aqui:

O Senhor convida todos a virem a Ele e a participarem de sua bondade; e não repudia quem quer que o procure, negro e branco, homem e mulher; e lembra-se dos pagãos; e todos são iguais perante Deus, tanto judeus como gentios. Não te admires de que toda a humanidade, sim, homens e mulheres, toda nação, tribo, língua e povo tenham de nascer de novo; sim, nascer de Deus, serem mudados de seu estado carnal e decaído para um estado de retidão, sendo redimidos por Deus, tornando-se seus filhos e filhas; E tornam-se, assim, novas criaturas; e a menos que façam isto, não poderão de modo algum herdar o reino de Deus. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; E nada que seja imundo pode entrar em seu reino; portanto nada entra em seu descanso, a não ser aqueles que tenham lavado suas vestes em meu sangue, por causa de sua fé e do arrependimento de todos os seus pecados e de sua fidelidade até o fim.
Ora, este é o mandamento: Arrependei-vos todos vós, confins da Terra; vinde a mim e sede batizados em meu nome, a fim de que sejais santificados, recebendo o Espírito Santo, para comparecerdes sem mancha perante mim no último dia.ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã. [1]

O termo “poderoso para salvar” e o meu termo favorito das escrituras. Você pode sentir o amor, a misericórdia, o cuidado, e a forca do termo “poderoso para salvar?”

Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Sim, vinde a Cristo, sede aperfeiçoados nele e negai-vos a toda iniqüidade; e se vos negardes a toda iniqüidade e amardes a Deus com todo o vosso poder, mente e força, então sua graça vos será suficiente; e por sua graça podeis ser perfeitos em Cristo; e se pela graça de Deus fordes perfeitos em Cristo, não podereis, de modo algum, negar o poder de Deus.Sim, vinde a Cristo, sejais perfeitos Nele, E agora, meus amados irmãos, depois de haverdes entrado neste caminho estreito e apertado, eu perguntaria se tudo terá sido feito. Eis que vos digo: Não; porque não haveríeis chegado até esse ponto se não fosse pela palavra de Cristo, com fé inabalável nele, confiando plenamente nos méritos daquele que é poderoso para salvar.  E novamente, se pela graça de Deus fordes perfeitos em Cristo e não negardes o seu poder, então sereis santificados em Cristo pela graça de Deus, por meio do derramamento do sangue de Cristo, que está no convênio do Pai para a remissão de vossos pecados, a fim de que vos torneis santos, sem mácula.[2]

Porque o homem natural é inimigo de Deus e tem-no sido desde a queda de Adão e sê-lo-á para sempre; a não ser que ceda ao influxo do Santo Espírito e despoje-se do homem natural e torne-se santo pela expiação de Cristo, o Senhor; e torne-se como uma criança, submisso, manso, humilde, paciente, cheio de amor, disposto a submeter-se a tudo quanto o Senhor achar que lhe deva infligir, assim como uma criança se submete a seu pai.Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados. [3]

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Quando o glorioso Cristo ressuscitado apareceu aos Seus apóstolos. eles pensaram que estavam vendo um espirito, mas Cristo disse: “Pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho”. Na Sua ascensão, dois homens vestidos de branco disseram: “Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. Porque o Filho e a expressa imagem de Seu glorioso Pai. O Pai tem um corpo de carne e ossos tão tangível como o do homem; o Filho também; mas o Espírito Santo não tem um corpo de carne e ossos, mas é um personagem de Espírito. [4]

Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, porque espirito e carne, inseparavelmente ligados, recebem a plenitude da alegria. A alma será restituída ao corpo e o corpo, à alma; sim, e todo membro e junta serão restituídos ao seu corpo; sim, nem mesmo um fio de cabelo da cabeça será perdido, mas todas as coisas serão restauradas na sua própria e perfeita estrutura. [5]

Against_the_WindAs escrituras são um grande conforto para mim, porque quando eu era jovem e trabalhava em um acampamento no rio Grey, no Wyoming, eu fiquei com a minha mão esquerda presa debaixo de um grande bloco, que acabou causando a perda do meu dedo indicador. Eu me sentia estranho e incompleto. Então, uma noite eu tive um sonho, e neste sonho, vi minhas duas mãos estendidas a minha frente, e ambos estavam inteiras e completa. A mão direita era de carne, de cor rosa, como posso vê la agora. A mão esquerda, também, com exceção que meu dedo havia sido restaurado, era branco e tinha um brilho magnífico, como um raio. Este sonho me confirmou que, na ressurreição, eu seria completo novamente. Mas, para mim, isso significou algo mais. Significava que, na ressurreição, todos os membros perdidos serão restaurados, e todas os defeitos serão corrigidos, cada deficiência mental e física será removida, e, como diz a Escritura, “todas as coisas serão restauradas na sua própria e perfeita forma.

Na ressurreição há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres, porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo e suas obras os seguirão. E há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres. Assim também a ressurreição dentre os mortos. Na casa de meu Pai há muitas moradas; Vou preparar-vos um lugar. [6]

Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.  Portanto todos os que crêem em Deus podem, com segurança, esperar por um mundo melhor, sim, até mesmo um lugar à mão direita de Deus, esperança essa que vem pela fé e é uma âncora para a alma dos homens, tornando-os seguros e constantes, sempre abundantes em boas obras, sendo levados a glorificar a Deus. [7]

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.  Isto, porém, posso dizer-vos: se não tomardes cuidado com vós mesmos e vossos pensamentos e vossas palavras e vossas obras; e se não observardes os mandamentos de Deus nem continuardes tendo fé no que ouvistes concernente à vinda de nosso Senhor, até o fim de vossa vida, perecereis. E agora, ó homem, lembra-te e não pereça. [8]

Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; Eu, o Senhor, perdoarei a quem desejo perdoar, mas de vós é exigido que perdoeis a todos os homens. Portanto digo-vos que vos deveis perdoar uns aos outros; pois aquele que não perdoa a seu irmão suas ofensas está em condenação diante do Senhor; pois nele permanece o pecado maior. [9]

A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. [10]

Termino com o que eu acredito é a maior escritura de todos os tempos, porque engloba todas as outras. Esta escritura abrange todas as comunicações de Deus, no passado​​, no presente e no futuro. E eu vejo um mandamento nesta escritura, um mandamento para que todos os homens em todos os lugares mantenham seu cânon escriturístico aberto a Deus, e que abrão os seus corações e mentes para uma nova luz do céu. Ouça com atenção e vejam: “E nem só de pão vivera o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.

Isso conclui a Parte 3 do Estudo do Cristianismo Restaurado. Foi um prazer compartilhar essas escrituras maravilhosas com vocês hoje, as escrituras que revelam uma compreensão restaurada do único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem Ele enviou. Para obter respostas para suas perguntas, acesse o site oficial de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que é Mormon.org. Por favor, nos visite novamente em breve para a ler a Parte 4, intitulada “ O Plano de Nosso Pai Celestial de salvação para seus filhos”. Obrigado pela sua atenção; adeus por agora, e que Deus abençoe a todos vocês.

Referencias

1. 2 Néfi 26:33; Mosias 27:25,26; Romanos 3:23; 3 Néfi 27:19,20; Isaías 1:18; 1 Néfi 1:14: 2 Néfi 31:19.
2. Mateus 5:48; Moroni 10: 32-33; Lucas 24:39
3. Mosias 3:19; Hebreus 12:9; Hebreus 12:10; Atos 17:28; Romanos 8:16-17
4. Hebreus 13:8; Atos 1:11; D&C 130:22
5. Jó 19:25-26; D&C 93:33; Alma 40:23
6. 1 Coríntios 15:40; 1 Coríntios 15:22; Apocalipse 14:13; 1 Coríntios 15:40, 42; João 14:2
7. 1 Coríntios 2:9; Moisés 1:39; João 3:16; Eter 12:4
8. Efésios 2:8-9; Mateus 7:21-24; João 15:14; Hebreus 12:14; Mosias 4:30
9. Efésios 4:29-32; Mateus 6:12; D&C 64:12; D&C 64:9
10. Tiago 1:27; Mosias 4:26; Mateus 4:4

A Importancia da Pascoa

fevereiro 21st, 2013

A Pascoa algumas vezes recebe menos atenção que o Natal, e frequentemente os cristãos se esquecem de que o Natal é nada mais do que a celebração dos eventos da Pascoa que ainda não aconteceram. Para os Mórmons - um apelido dos membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – a Pascoa é um feriado sagrado, no sentido do seu significado original. A palavra feriado significava na sua origem, dia santo.

mormon-jesus-cristo2A Pascoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo, um acontecimento que mudou o destino de todos as pessoas, crentes ou não. A missão de Jesus era ensinar, servir e curar. Ela terminou Sua obra do mesmo modo em que começou – redimir a humanidade do pecado original. Mesmo que nenhum de nos possa viver uma vida sem pecados, Deus desejava que retornássemos a viver com Ele, assim como todo pai amoroso. A justiça requer perfeição, mas a misericórdia oferecida pelo Salvador Jesus Cristo, que expiou por nossos pecados, nos da a oportunidade de nos arrependermos.
No Jardim do Getsêmani, Jesus sofreu uma dor insuportável quando expiou por nossos pecados. A dor causada por esta experiência foi tão grande, que Ele pediu a Deus, para não passar por ela se possível, mas que Ele aceitaria a vontade de Deus. Para os

Mórmons  compreender que isto aconteceu no Jardim do Getsêmani faz dela algo mais pessoal e intencional. Ele entrou no Jardim ser ser compelido, sozinho, com exceção do anjo que veio consola-Lo. Ele sofreu pelos pecados de cada individuo, dando-nos um senso de responsabilidade por aquele sofrimento e portanto, uma maior gratidão pelo Seu sacrifício. Desejamos profundamente nos arrepender e nos tornar mais como Ele por causa do que fez por nos: procuramos obedecer cuidadosamente os mandamentos de Deus e nos arrependermos quando caímos, para poder voltar a Sua presença.

O processo continuou na cruz, onde Jesus morreu por nos, de novo de modo voluntário. Embora os homens o tenham pendurado na cruz, eles somente puderam fazê-lo porque Ele o permitiu. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou e quebrou as correntes da morte para todos nos.

“Nosso Salvador voltou a viver. O mais glorioso, reconfortante e consolador de todos os acontecimentos da história humana havia ocorrido: a vitória sobre a morte. A dor e a agonia do Getsêmani e do Calvário haviam sido removidas. A salvação da humanidade havia sido garantida. A Queda de Adão fora regenerada.

O sepulcro vazio daquela primeira manhã de Páscoa foi a resposta para a pergunta de Jó: ‘Morrendo o homem, porventura voltará a viver?’ A todos que me escutam declaro: Se um homem morrer, ele voltará a viver. Sabemos disso, porque temos a luz da verdade revelada.Meus amados irmãos e irmãs, em nossos momentos de maior tristeza, podemos encontrar profunda paz nas palavras do anjo proferidas naquela primeira manhã de Páscoa: ‘Ele não está aqui, porque já ressuscitou’”.(Thomas S. Monson, “Ele Ressuscitou”, A Liahona, abril de 2012)

Agora todos, mesmo aqueles que O rejeitaram, podem viver para sempre. Seu sacrifício expiatório fez isto possível, todos, sem exceção, voltarão a viver depois da morte. Se nos arrependermos, seremos perdoados. Se desejarmos ativar toda a amplitude de

Sua expiação, poderemos viver com Deus para sempre depois que morrermos. Demonstramos nossa fé O amando o suficiente para guardar os Seus mandamentos. Fé sem obras e morta, os apóstolos nos ensinaram isto, porque afirmar que acreditamos e depois ignorar todos os ensinamentos de Jesus – são apenas palavras. As palavras precisam de ações para serem revestidas de poder. Jesus disse que se O amassemos, guardaríamos os Seus mandamentos.
A obediência por si só não pode nos salvar. Mas a obediência, a fé e o amor fazem parte do todo que compreende a fé crista.

A Pascoa e importante porque a eternidade depende dela. Os Mórmons consideram o Cristo vivo como parte de sua religião. Eles honram a expiação e a morte de Cristo, mas compreendem que se Sua vida terminasse ali, não teríamos nenhuma religião. Foi a Sua ressurreição que nos assegura de que Ele vive hoje, o que demonstra sem duvidas Sua divindade e confere a nossa vida mortal um significado eterno.

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Saiba mais sobre Jesus Cristo e Seus ensinamentos.

Quem é Jesus Cristo?

fevereiro 19th, 2013

Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele foi escolhido antes que o mundo existisse para ser o seu Salvador. Ele é o segundo membro da Deidade, que consiste em Deus, Jesus Cristo e o Espirito Santo.

Jesus-Cristo-Bom-PastorJesus Cristo é o Primogênito do Pai. Vivemos com Deus antes de nascermos, e quando Ele nos apresentou o Grande Plano de Salvação para nos, Ele se voluntariou para vir a terra e expiar por nossos pecados. Como seria impossível  para nos, viver uma vida sem pecados, e expiar por eles, alguém perfeito deveria vir pra expia-los por nos. As leis da justiça e da misericórdia permitem que alguém possa desempenhar este papel. Jesus Cristo era o único que poderia faze-lo. Se, Ele tivesse se recusado, ou desistido quando encontrasse dificuldades, jamais seriamos salvos de nossos pecados. Por esta razão, os Cristãos O amam e o reverenciam.

Jesus veio a terra de modo miraculoso. Sua mãe era mortal, uma mulher escolhida por sua retidão, e Seu pai era Deus. Maria que estava noiva, soube de sua gravidez por intermédio de um anjo. José, o noivo de Maria, também soube que deveria se casar com ela, através de um anjo, logo depois de ter decidido romper o noivado secretamente para não a humilhar com uma proclamação publica. Maria continuou virgem ate o nascimento de Jesus.

Jesus nasceu em um estabulo porque sua mãe e José tinham viajado para Belém para pagar os impostos e participar do senso. Um anjo enviado aos pastores testificaram da criança recém-nascida e estes receberam um testemunho de Sua divindade.
Jesus viveu trinta e três anos. Três anos antes de Sua morte, Ele começou Seu ministério. Ele foi batizado, a despeito de não possuir pecados a serem perdoados. Entretanto, o batismo era um mandamento e um convenio com Deus, por isso, Ele insistiu ser batizado.

Durante o Seu ministério  Ele ensinou o evangelho a qualquer um que O escutasse. Ele realizou uma variedade de milagres e passou seu tempo servindo aos outros. Ele estabeleceu um exemplo aos Seus seguidores. Algumas pessoas se ofenderam porque Ele se associava com pecadores ou com pessoas marginalizadas pela sociedade, porem, Jesus explicou que não veio salvar os justos – Ele veio ensinar o evangelho aos pecadores. Ele sabia que os filhos de Deus eram todos amados pelo Seu Pai Celestial a despeito da riqueza ou status. Ele sempre se sentiu a vontade com a companhia daqueles que não haviam sido corroídos pelo orgulho.

O evento culminante de Seu ministério  entretanto  veio no fim. Ele sabia que Sua vida estava chegando ao fim pelas mãos daqueles que não desejavam que a palavra de Deus fosse pregada ou por aqueles que não acreditavam que Ele fosse o Salvador. Ele foi ao Jardim do Getsêmani e expiou por nossos pecados. Ele sofreu por cada pecado e a dor foi tão grande que Ele suou sangue.

Sobre Ele foi colocado todo o ônus das transgressões e culpa da humanidade. E sobre o outro prato da balança, a Expiação. Por meio de Seu ato abnegado, a misericórdia e a justiça foram reconciliadas; a lei eterna, mantida; e a mediação — sem a qual o homem mortal não poderia ser redimido — alcançada.

Ele, de Sua própria vontade, aceitou, em benefício de toda a humanidade, o castigo por todo o mal, depravação, brutalidade, imoralidade, perversão e corrupção; pelo vício, pelos assassinatos, pela tortura e horror — por todo o mal que já existira ou que ainda viria a existir sobre a Terra. Ao escolher fazê-lo, Ele confrontou os terríveis poderes do maligno, que não estava confinado à carne nem sujeito a dores mortais. A esse sofrimento deu-se o nome de Getsêmani! (Boyd K. Packer, Quem e Jesus Cristo?, Liahona, marco de 2008)

A expiação no Getsêmani continuou na cruz, onde Jesus Cristo foi pendurado para morrer por Seus inimigos. Ele foi colocado ali por outros, mas somente porque Ele o permitiu. Então  trés dias depois, Ele ressuscitou dos mortos, quebrando as cadeias da morte. Por causa de Sua morte e ressurreição, todos poderemos viver de novo depois da morte, para sempre. E se nos tornarmos dignos da presença de Deus, poderemos viver com Ele por toda a eternidade.

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Este post foi escrito por Terrie Lynn Bittner

Segurança no Evangelho do Senhor Jesus Cristo

fevereiro 18th, 2013

Hartman Rector Júnior e sua esposa, Connie, foram batizados na A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em fevereiro de 1952. Dezessete anos depois, ele foi chamado como Autoridade Geral no Primeiro Conselho dos Setenta da Igreja. Ele dedicou sua vida à nosso Salvador, Jesus Cristo e escreveu um livro compilando muitas histórias de conversão.  Cada história é única e convincente. Uma história que conta é a de Bill Wait:

Jesus Cristo e os mormonsNem todas as pessoas recebem o evangelho por meio de missionários formalmente chamados. Às vezes o recebem por meio de um amigo ou de um membro da família. Bill Wait o recebeu por meio do seu irmão mais velho.

A princípio, entretanto, ele o rejeitou. “Duro, irreverente e mundano”, na marinha dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial ele não tinha a necessidade de uma religião e ficava envergonhado pela conversão do seu irmão. Voltando para a vida civil, ele continuou sua busca por “felicidade” com a mesma atitude.

Bill Wait ficou contra a verdade por vários anos. A história do que o fez mudar e como ele encontrou a verdadeira felicidade em Jesus Cristo não só é de grande interesse intrínseco, mas servirá para encorajar os membros da Igreja cujos entes queridos ainda não tenham sentido o desejo de se unirem a eles em sua fidelidade ao evangelho.

Bill cresceu em um lar que frequentava a igreja todos os domingos, mas ele nunca quis ir. Ele descreveu seu irmão como sendo mais espiritualmente inclinado do que ele. Seu irmão carregava a Bíblia para todo lugar e queria se  casar. Esse era o seu sonho, mas ele não achou que fosse casar porque pensou que morreria na Segunda Guerra Mundial. Seu irmão foi e viu o templo de Laie, no Havaí, e leu um panfleto sobre o casamento eterno, o qual o levou às águas do batismo. Daquele ponto em diante, ele tentou fazer com que seu irmão se batizasse também. Em suas próprias palavras, Bill disse:

A essa altura, eu estava em Nova Guiné a bordo de um navio velho e enferrujado da Marinha. Eu, também, havia desistido do ensino médio e sai de casa no meu aniversário de dezessete anos. Eu estava com saudades de casa e desanimado, pois quando saí, pensei que viraria um herói da Marinha a bordo de um destróier ou de um submarino. Mas eu estava navegando em Madang, Nova Guiné, amaldiçoando o calor o navio e a guerra. Meu irmão me mandou uma carta com um pacote. Esperava que fossem quitutes do Havaí, mas era um livro de escrituras. Senti-me envergonhado em frente a meus amigos por receber aquele pacote, pois éramos homens duros, irreverentes e mundanos. Naquela noite, coloquei o Livro de Mórmon e alguns equipamentos da base na bolsa para levar para o navio, e na escuridão da noite, deixei-o cair sobre a hélice do navio e dei adeus à luz do evangelho. Minha busca era por felicidade e pensei que não a encontraria em uma igreja.

Os meses viraram anos e a guerra finalmente acabou. Meu irmão foi para casa e dentro de pouco tempo foi chamado como missionário de tempo integral para a Igreja.

Eu ainda cumpri vários meses no serviço militar até que finalmente todos voltamos para casa como uma família. Eu ficava envergonhado de explicar para meus amigos que meu irmão era missionário. Meu conceito era muito diferente do que o que ele havia passado. Agora era minha vez de ouvir, pessoalmente, o seu testemunho e o plano de salvação. Ele queria que eu me batizasse e que me unisse ao reino de Deus. Senti-me frustrado e perturbado por seu forte desejo. Eu tentei evitá-lo e continuar minha busca por felicidade

[Após a guerra, entre para o departamento do Corpo de Bombeiros de Los Angeles]. Certa noite, ao atendermos a uma ocorrência, um amigo meu, relatando de outra casa de máquinas, caiu da traseira do seu caminhão e morreu. Era um alarme falso e a futilidade dessa tragédia, o retorno da guerra e minha fútil busca por felicidade pesou grandemente sobre meus ombros durante o resto daquela noite. Quando deixei o serviço na manhã seguinte, caminhei pelas ruas de Los Angeles até o local onde meu amigo havia morrido.

Neste lugar, na Skid Row, quando a neblina estava pesada no ar, descobri que a tragédia da morte é uma falta de reverência pela vida. Tudo em mim exalava o cheiro sufocante do pecado. Obscenidades foram grosseiramente escritas nas paredes do edifício feio. Bêbados estavam deitados nas calçadas, e o camburão estava fazendo ronda de manhã. Os jornais nas prateleiras davam relatos detalhados dos mortos na batalha da Coreia, e meus pensamentos encheram-me de desespero.

Desci a rua e orei a Deus para saber por que eu estava vivo e, com toda a energia de minha alma, disse-Lhe que queria uma razão para viver ou queria morrer. E, aos vinte e quatro anos, eu teria recebido com gratidão a dispensa da vida mortal.

Mas, em resposta à minha oração sincera, senti-me sobrecarregado com o desejo de ler os livros que meu irmão havia me pedido para ler nos sete anos anteriores.

Agora, todas as manhas ao deixar o trabalho, ia para a biblioteca e lia o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios, a Pérola de Grande Valor e o Novo Testamento. Sabia que o que estava lendo era verdade; o Espírito Santo me bombardeou com o evangelho de Jesus Cristo, e eu sabia, com certeza, que aquelas palavras eram verdadeiras. Enchi-me de desespero ao pensar nos anos desperdiçados de minha vida enquanto buscava a felicidade. Mas, ao mesmo tempo, estava cheio de grande alegria, com o conhecimento certo de que Deus vive e que Jesus Cristo é o Cristo e que José Smith é um verdadeiro profeta de Deus.

Comecei a frequentar a igreja, onde encontrei não só o amor dos Santos dos Últimos Dias, mas também o amor garota que se tornaria a minha companheira eterna. Logo me batizei e fui confirmado membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias por meu irmão que havia tentado, pacientemente e por muito tempo, trazer essa grande verdade para mim. Não muito tempo, ele batizou e confirmou minha mãe e meu pai. Logo fomos selados para o tempo e para toda eternidade. Estava sentindo uma segurança muito maior do que jamais havia sentido antes. A verdadeira felicidade que procurava foi encontrara em sua única fonte — um testemunho do evangelho de Jesus Cristo.

Há uma busca por felicidade dentro de cada um de nós. Todos nós podemos encontrar essa felicidade. Deus preparou um meio para que isso acontecesse. Ele conhece nossa necessidade e está ansioso para nos ajudar a vir a Ele. O caminho pode ser aliviado e podemos encontrar a felicidade. Os ensinamentos do evangelho de Jesus Cristo oferecem a maior segurança que podemos ter nesta vida.

Este artigo foi escrito por Mady Clawson, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Mady Clawson-Mórmon

 

 

Mady Clawson é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (membro adulta solteira “Mórmon”) com um entusiasmo para o evangelho. Ela estuda inglês atualmente, com ênfase em Escrito Profissional e Comunicação na Universidade Brigham Young – Idaho.

 

Recursos Adicionais:

O Sentido da Vida

Encontrar Esperança por Meio de Jesus Cristo

Jesus Cristo no Mormonismo

Citações de Fé: Fiel até o Fim

fevereiro 10th, 2013

“Paciência é celestial, obediência é nobre, perdão é misericórdia e exaltação é divino; e aquele que se mantém fiel até o fim não perderá, de modo algum, sua recompensa. Um bom homem suportará todas as coisas para honrar a Cristo” (História da Igreja, 6:427; trecho de uma carta de José Smith e Hyrum Smith a Abijah Tewksbury, em 4 de junho de 1844, Nauvoo, Illinois).

Jesus-Cristo-Bom-PastorAcho que é muito importante nos lembrar de que é importante nos esforçarmos para obter todos os atributos divinos. No entanto, é ainda mais importante que o façamos com fé. Todas estas coisas são inúteis para nós a menos que exerçamos fielmente o que aprendemos e implementemos os ensinamentos de Jesus Cristo em nossa vida.

Também, não é o suficiente apenas guardar os mandamentos de Deus. Élder Monday, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, declarou na sessão de adultos da Conferência de Estaca de Orem, que o ato de pagar o dízimo não mudará sua vida. Mas, pagar o dízimo com fé mudará sua vida. Acredito que isso ilustra claramente o princípio do qual José Smith falou acima. Embora guardar os mandamentos de Deus seja bom para nós, a ação não vai trazer a plenitude das bênçãos a menos que estas ações sejam realizadas com fé de que Deus tem um propósito por trás do mandamento, com fé que Ele nos abençoará por guardar esse mandamento e com um coração humilde e submisso.

Nem sempre é fácil guardar os mandamentos de Deus, mas o propósito por trás deles é ajudar-nos a nos tornar mais semelhantes a Ele. Apenas nos esforçando para nos tornar como Ele e vivendo Suas leis que podemos receber a plenitude da alegria. Sei que se viver minha vida com fé até o fim, serei abençoado e terei mais alegria do que é possível se não viver com fé.

Este artigo foi escrito por Doris White, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Recursos Adicionais:

Jesus Cristo no Mormonismo

O que os Mórmons Acreditam?

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A Segunda Vinda de Jesus Cristo

janeiro 28th, 2013

O capitulo 24 de Mateus contem as profecias do Salvador a respeito da destruição de Jerusalém e sobre a Sua Segunda Vinda. Com o tempo, os versículos deste capitulo foram modificados e rearranjados, fazendo com que ficasse difícil compreender qual evento em particular o versículo descreve. Ainda bem que como parte de sua tradução inspirada da Bíblia, Joseph Smith esclareceu as duas profecias e restaurou informações adicionais. Sua tradução inspirada de Mateus 24 é encontrada em Joseph Smith – Mateus na Pérola de Grande Valor (Manual de Doutrina do Evangelho, Novo Testamento, p. 86).

mormon-jesus-cristo-doutrinaAlguns dias antes da crucificação de Cristo, Seus apóstolos estavam com Ele no Monte das Oliveiras. Eles lhe fizeram algumas perguntas. Olhando o complexo do templo de Jerusalém, Jesus profetizou que ele seria destruído. Os apóstolos perguntaram: Dize-nos quando serão essas coisas que disseste a respeito da destruição do templo e dos judeus; e qual é o sinal de tua vinda e do fim do mundo, ou seja, a destruição dos iníquos, que é o fim do mundo? (JSM).

A respeito da destruição do templo, Jesus explicou a tribulação que os Judeus sofreriam. Ele advertiu que somente aqueles que fugissem para as montanhas seriam poupados. No ano de 66 d.C., os judeus se levantaram contra os Romanos, e por volta do ano 70 d.C., Jerusalém e seu templo foram destruídos. O cerco de Jerusalém sob Tito ocorreu durante a Pascoa, quando haviam aproximadamente dois milhões e meio de residentes e peregrinos dentro e fora dos muros da cidade. Eles rapidamente ficaram sem alimentos e foram pegos no fogo cruzado das facções rivais que existiam dentro da sociedade judaica.

Aqueles que haviam se convertido ao Cristianismo abandonaram Jerusalém sob a liderança dos profetas antes de sua destruição, de acordo com o historiador Josefo, e não sofrerão a mesma sorte que os cidadãos e peregrinos. O cerco dos Romanos forçou os judeus ao exilio e a grande Diáspora.

Joseph Smith – Mateus 1:21-55 (veja também Mateus 24:6–8, 14, 23–51) Jesus respondeu as perguntas dos apóstolos sobre a Sua Segunda Vinda e a destruição dos iníquos.

Porque nesses dias surgirão também falsos Cristos e falsos profetas; e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível, enganarão até os eleitos, que são os eleitos de acordo com o convênio.

Curiosamente, as pessoas frequentemente acusam Joseph Smith de ser um falso profeta, quando ele foi um dos verdadeiros profetas de Deus (assim como os outros profetas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), sendo preordenado para restaurar as verdades e a autoridade perdidas na terra.

Pois aqueles que são prudentes e tiverem recebido a verdade e tomado o Santo Espírito por seu guia e não tiverem sido enganados—em verdade vos digo que não serão cortados e lançados no fogo, mas suportarão o dia. (Doutrina e Convênios 45:57)

Jesus também profetizou que guerras e rumores de guerras iriam encher a terra antes da Segunda Vinda. A dispensação da “plenitude dos tempos” começou quando a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi restaurada. Desde então, temos vivido nos “últimos dias”, que antecedem a Segunda Vinda. Joseph Smith profetizou que uma guerra civil nos Estados Unidos iniciaria o período de guerras predito pelo Salvador:

Em verdade, assim diz o Senhor em relação às guerras que logo ocorrerão, a começar pela rebelião da Carolina do Sul que, por fim, terminará com a morte e sofrimento de muitas almas;

E chegará o tempo em que a guerra se derramará sobre todas as nações, começando desse lugar.

Pois eis que os estados do sul se dividirão contra os estados do norte e os estados do sul recorrerão a outras nações, mesmo à nação da Grã-Bretanha, como é chamada, e eles também recorrerão a outras nações a fim de se defenderem contra outras nações; e então a guerra se derramará sobre todas as nações. (Doutrina e Convênios 87:1-3, uma revelação recebida em 1832).

Elder Melvin J. Ballard, uma Autoridade Geral de A Igreja de Jesus Cristo, disse o seguinte:

“…O Senhor esta no controle. Ele sabe o fim desde o principio. Ele nos deu instruções adequadas que, se seguidas, nos guiarão por meio de qualquer crise. Seus propósitos serão cumpridos, e um dia compreenderemos as eternas razões para todos esses eventos. Portanto, hoje devemos ser cuidadosos e não nos desesperarmos, ou sermos apanhados despreparados por termos sido indolentes, mas o que devemos fazer é guardar os mandamentos de Deus e nunca perder a esperança!

“Mas onde podemos encontrar esperança no meio da tempestade e da catástrofe? É muito simples, nossa única esperança de segurança espiritual durante estes tempos turbulentos é voltar nossas mentes e nossos corações a Jesus Cristo…

Armados com o escudo da fé, podemos vencer muitos de nossos desafios diários e nossas fraquezas e medos, sabendo que podemos fazer o melhor para guardar os mandamentos de Deus, venha o que vier, tudo estará bem” (Conference Report, outubro de 1992, 41–43; ou Ensign, novembro de 1992, 31–32).

Jesus então disse que o evangelho seria pregado a todo o mundo antes da destruição dos iníquos. (Veja Joseph Smith – Mateus 1:27 e Joseph Smith – Mateus 1:31). A força missionaria da Igreja de Jesus Cristo possuía em 2012, 58.000 mil missionários, isso antes da diminuição da idade requerida para que os homens e mulheres servissem como missionários Mórmons. Imediatamente depois do anuncio do Profeta Thomas S. Monson, a aplicação para novos missionários aumentou quase 500%. Com o desenvolvimento da internet e dos meios de comunicação de massa, grande parte do trabalho missionário esta sendo realizado online. O site introdutório da Igreja SUD, mórmon.org, recebeu mais de 650 mil requisições de missionários e escrituras em menos de um ano.

Jesus profetizou da fome, pestilências e terremotos, em vários lugares nos últimos dias. Exatamente como aqueles que vemos hoje, desastres frequentes e padrões de climáticos erráticos. Os Mórmons são aconselhados a possuírem provisões como alimentos, roupas e combustível suficientes para um ano, além de estarem preparados espiritualmente para emergências.

Jesus profetizou que a iniquidade iria aumentar. Igrejas estabelecidas para obter lucro com os sacramentos estabelecidos por Cristo. O bem seria chamado de mal, e o mal de bem. O amor esfriaria. Estas coisas estão acontecendo diante de nossos olhos.

Jesus ensinou que as seguintes coisas nos ajudaria a nos preparar:

  • A parábola da figueira (Joseph Smith – Mateus 1: 38-40).
  • A comparação da Segunda Vinda com os dias de Noé (versículos 41-43).
  • A profecia das duas pessoas trabalhando no campo e no moinho (versículos 44-46).
  • A parábola do homem justo e do ladrão (versículos 47-48).
  • A parábola do senhor e seus servos (versículos 49-54).
  • Ele também falou do que esperava os justos ao Seu retorno. (Veja Joseph Smith—Mateus 1:37, 44–45, 50; 1 Tessalonicenses 4:16–18; D&C 88:96–98.)
  • O Profeta Joseph Smith recebeu uma revelação que repete e esclarece as profecias feitas por Jesus aos antigos discípulos. Esta revelação pode ser encontrada em Doutrina e Convênios 45.

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O que a Graça de Jesus Cristo Faz por Mim

janeiro 16th, 2013

Sou membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, frequentemente conhecida como “Igreja Mórmon”.  Tudo na religião Mórmon nos leva a Cristo.  Procuramos imitá-lo e pedimos por Sua graça para nos ajudar a atingir nosso potencial máximo, o que não conseguimos sozinhos.

Há cinco anos (28 de outubro de 2007), me envolvi em um terrível acidente de carro e tive uma grave lesão no cérebro. Entrei em coma imediatamente e fui levada imediatamente para o hospital como paciente de alto risco. Provavelmente porque meu cérebro parou de sangrar de forma milagrosa um pouco mais cedo, sobrevivi fisicamente e psicologicamente, ou seja, permaneci a mesma pessoa. No dia 3 de dezembro de 2007, acordei em minha cama no hospital, pensando ser estranho eu estar no hospital sem nenhuma razão aparente e fiquei imaginando se havia perdido alguma aula. Estava em meu primeiro ano do curso de direito da Universidade Georgetown. Minha família e as pessoas que estavam cuidando de mim se perguntavam que eu seria quando acordasse, se acordasse; Eu não entendia o que estava errado.

Tinha algo diferente em mim que não percebia: Eu olhava e agia com a maioria das pessoas do mesmo modo que fazia antes do acidente; Tive dificuldades e chorei ao perceber que não era a mesma e que tinha perdido muitas funções do meu cérebro, mas não o suficiente para mudar minha vida e não o suficiente para articular o que estava diferente. No entanto, sem saber o quanto meu cérebro havia mudado, entusiasticamente desafiei meus médicos e familiares e escolhi voltar para Washington D.C e continuar o curso de direito.

No primeiro semestre da escola, minha inadequação começou a aparecer.  Meu médico neuropsiquiatra alertou-me em sua avaliação que eu me tornaria exausta e frustrada facilmente e que seria facilmente sobrecarregada se recebesse muitas tarefas de uma só vez. Sua avaliação estava correta. Normalmente eu só conseguia ler metade do que era necessário e sentia-me frustrada com coisas simples. Uma noite comecei a chorar de frustração por causa de um abridor de latas — não conseguia fazê-lo funcionar. Eu não tinha dificuldades no curso de direito para desenvolver lógicas complexas, mas tinha problema em simplesmente prestar atenção no que outras pessoas estavam dizendo para seguir suas lógicas. Fui reprovada em uma matéria do curso, então a fiz novamente – com o mesmo professor. Devido a sua preocupação por mim, consegui tirar um B- em sua aula na segunda vez e descobri uma das pessoas que mais me apoiou. Tirei praticamente B em minhas aulas, mesmo quando não conseguia terminar meus trabalhos ou terminar toda a leitura. Após ser reprovada em uma aula e saber que eu não era capaz de concluir todos os trabalhos designados, sempre me perguntava se conseguiria ser aprovada no curso. Mas nunca mais fui reprovada e, pelo contrário, consegui quase todas as notas B, e me graduei apenas um semestre depois do restante de minha turma. Graduei-me nessa época parcialmente porque quando senti que precisava parar um semestre devido a exaustão e frustração, senti inspirada a fazer apenas uma matéria. O Coordenador do curso trabalhou comigo para ajustar o empréstimo que tinha do curso para que pudesse fazer apenas uma matéria por semestre. Como tinha alguns créditos (carga horária) extra, consegui terminar meu programa com apenas um semestre de diferença – para a surpresa e alegria do coordenador e meus amigos professores.

Ao lembrar da inspiração que tive em minha decisão inicial de fazer o curso de direito e das lições que havia aprendido nas escrituras e por meio de oração, decidi voltar minha vida para o meu Pai Celestial. Decidi seguir adiante e continuar minha vida como aluna de direito, mas com a compreensão que estava vivendo apenas por “procuração”, que não tinha a habilidade de viver essa vida, então, quem teria que vivê-la para mim era o Pai Celestial e Seu Filho, Jesus Cristo, Que o que quer que quisessem que eu fizesse, eu seria o rosto, o corpo, mas teria que ser meu, de fato, meu Pai Celestial e Jesus Cristo quem teriam que fazer o trabalho. Adotei a atitude que eu apenas agiria, mas se qualquer coisa fosse realmente realizada, seria por meio da graça de Jesus Cristo.

Quando fui aprovada e continuei a levantar-me cedo e ir para as aulas, isso acontecia apenas porque aceitei meu papel como procurador de meu Pai Celestial e de Seu Filho. Foram Eles quem fizeram com que eu fosse aprovada nas aulas – eu apenas tinha que me motivar para sair da cama, ir para a sala, abrir meus livros e tentar ler alguma coisa. Foi Sua graça que me deu a motivação para aparecer nas provas finais e esforçar-me para escrever a monografia e encontrar ajuda para escrevê-la. Foi a graça de Cristo que fez isso. Sentia-me bem por ser aluna de direito e sabia que meu Pai e Jesus Cristo me apoiavam nisso, então coloquei estas cosias em suas mãos.

Fiz isso para conseguir me formar no curso de direito. Nos primeiros três anos, todas as semanas eu reavaliava se ainda deveria estar no curso de direito. O último ano, simplesmente sabia que tinha que terminá-lo – não importava se estivesse cada vez mais difícil. Muitas experiências que tiver foram humilhantes, especialmente ao ter que aprender novamente a ser confiante — ou seja, reaprender quem eu era. Agora que me graduei, tenho encontrado uma necessidade ainda maior de ter a atitude que Sua graça é o único meio pelo qual conseguirei fazer as coisas.

No Livro de Mórmon podemos ler:

“E dou a fraqueza aos homens a fim de que sejam humildes; e minha graça basta a todos os que se humilham perante mim; porque caso se humilhem perante mim e tenham fé em mim, então farei com que as coisas fracas se tornem fortes para eles” (Éter 12:27).

Na Bíblia diz:

“E disse-me: A minha graça te basta, Porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (1 Coríntios 12:9).

Este artigo foi escrito por Ann-Marie Wanddell, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Anne-Marie se graduou bacharel em Literatura e Linguística Inglesa na BYU; recebeu seu mestrado em Comunicações Interculturais na Universidade de Utah e o doutorado em direito no Centro de Direito da Universidade Georgetown, em Washington DC. Ela nasceu em Utah e viajou extensivamente, viveu em Buenos Aires, Argentina, Paris, França, e Bruxelas, na Bélgica. Mora atualmente em Alexandria, Virgínia. Fala um pouco de espanhol e é fluente em leitura e escrita em francês.

Recursos Adicionais:

Jesus Cristo no Mormonismo

Encontre uma Capela Mórmon

Enciclopédia Mórmon Online

Saiba mais a respeito dos Mórmons acessando o site www.mormon.org.br

Deus nos Dá Provações para nos Refinar

janeiro 15th, 2013

Alguém já lhes disse antes que as melhores pessoas passam pelas piores provações? Por quê isso acontece? É porque Deus está refinando seu povo para um propósito muito especial. Em um livro intitulado Não temais Crê Somente, escrito por Ted L. Gibbons e publicado em 2009 pela Cedar Frot Inc. (pp 125-126), Gibbons compartilha qual é esse propósito especial:

Testar, Experimentar ou Provar


Jesus é um solucionador de problemas. Ele pode fazer qualquer coisa. Ele pode resolver qualquer coisa. Mas Ele é mais que isso. Se a Sua única preocupação era nos impedir de sentir dor e sofrimento, Ele poderia instituir a condição milenar agora mesmo. No Milênio: “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:4). Mas Ele se preocupa com mais do que apenas eliminar a infelicidade. Ele não está exclusivamente preocupado em assegurar que somos bons. O Senhor quer que sejamos felizes. Ele quer que sejamos bons. Mas ele quer que sejamos puros. Ele quer que venhamos a Ele com a personalidade moldada pela retidão. Ele quer que sejamos transformados em seres dignos de “peso eterno de glória” (2 Coríntios 4:17). Portanto, Ele também foi um professor.

Se te perguntassem: “o que Jesus fazia como ocupação?” Só há uma resposta: Ele era professor. . . . Das noventa vezes que é mencionado nos quatro Evangelhos, sessenta vezes Ele é chamado de “Rabbi”, que significa “professor”. Ele também é chamado de “Mestre” que vem da palavra Grega didaskalos, que por definição é: “aquele que ensina concernente às coisas de Deus e os deveres do homem”. Essa palavra às vezes é traduzida como “professor” e em outras como “mestre”.

Ele quer que nos tornemos seres semelhantes ao que foi e que nos qualifiquemos para a exaltação. Alcançamos esse tipo de crescimento quando respondemos de modo apropriado nossos problemas individualizados. As escrituras e os profetas descrevem esse tipo de ensino com palavras do tipo testar, experimentar ou provar.

Uma das bênçãos supremas desse teste é que precisamos procurá-Lo para pedir ajuda, porque não há nenhum outro caminho onde podemos encontrar esse tipo de força que precisaremos para passar no teste. Ninguém pode nos dar a ajuda que Ele pode, porque não será requerido a nenhuma outra pessoa passar pelos mesmos problemas que enfrentaremos. Howard W. Hunter nos lembrou que “obviamente, os fardos pessoais da vida variam de pessoa para pessoa, mas todos os temos. Além do mais, cada dificuldade nessa vida é adaptada às capacidades e necessidades das pessoas, que são conhecidas pelo amado Pai Celestial”.

Deus quer que sejamos como Ele, essa é Sua característica como nosso amado Pai Celestial. Ele sabe que é preciso haver oposição em todas as coisas. E se quisermos nos tornar como Ele, usufruindo de todas as bênçãos que Ele tem, também temos que passar por dificuldades. Usarei duas ilustrações para explicar o porquê. Primeiro, uma citação feita pelo Élder Bruce C. Hafen:

Ele chorou – ele que desceu abaixo de todas as coisas, o Homem de Dores, que suportou todos os nossos pesares. O auge de sua capacidade infinita de alegria é a imagem inversa no espelho da profundidade de sua capacidade de suportar nossos fardos. E assim é com as cavernas ampliadas de sentimentos dentro de nossos próprios corações; à medida que os sofrimentos de nossas vidas cavam e fortalecem essas cavernas, elas expandem a capacidade de sentir alegria em nossa alma. Então, quando o Homem de Dores transforma o gosto amargo em doce, a alegria – e a Dele – preencherá as câmaras ampliadas de nossos corações com o que as escrituras chamam de ‘plenitude’.   Isso acontece quando aceitamos sua Expiação e amor com tamanha completude que Seu propósito para nós é completamente satisfeito. Então saberemos que fomos feitos para isso. Saberemos onde, por quê e a quem pertencemos. ‘Pois fartou a alma sedenta, e encheu de bens a alma faminta’ (Salmos 107:9) (The Belonging Heart, p. 315).

E, em segundo lugar, uma escritura do Livro de Mórmon:

“Porque é necessário que haja uma oposição em todas as coisas. Se assim não fosse, meu primogênito no deserto, não haveria retidão nem iniquidade nem santidade nem miséria nem bem nem mal. Portanto é preciso que todas as coisas sejam compostas em uma; pois se fossem um só corpo, deveriam permanecer como mortas, não tendo vida nem morte, nem corrupção nem incorrupção, nem felicidade nem miséria, nem sensibilidade nem insensibilidade” (2 Néfi 2:11).

Sei e acredito que a obra de Deus é “levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem” (Moisés 1:39). Essa é sua grande preocupação. Ele quer que tenhamos sucesso e sei que Ele nos fornece um meio por intermédio de Seu Filho, Jesus Cristo — nosso Salvador e Redentor. As dificuldades podem nos elevar ou derrubar, mas se escolhermos confiar em Deus — elas nos ajudarão a atingir nosso potencial máximo, tornando-nos como Deus. Os convido a aplicar o dom da Expiação (que é a habilidade de se reconciliar com Deus) do Salvador por meio de aprender mais sobre Seu sacrifício — procure os Missionários Mórmons, eles podem ensiná-los a respeito disso.

Notas:

  1. Boyd K. Packer, Ensinai Diligentemente  (Salt Lake City: Deseret Book, 2004], p. 17).
  2. Howard W. Hunter, “Vinde a Mim,” Ensign, Nov. 1990, 18.

Este artigo foi escrito por Ashley Bell, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Recursos Adicionais:

O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo

Jesus Cristo no Mormonismo

Encontrar Esperança por Intermédio de Cristo

Saiba mais a respeito dos Mórmons acessando o site www.mormon.org.br

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