A divindade de Jesus Cristo é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo 20:7; Levítico 12; Deuteronômio 5:11) e de nomes dados por sua designação. No caso de filhos da promessa, nomes foram prescritos antes do nascimento; isto é verdade quanto a nosso Senhor Jesus Cristo e João Batista, que foi enviado para preparar o caminho para o Cristo. Nomes de pessoas foram mudados por orientação divina, quando não suficientemente claros como títulos indicativos do trabalho específico a que esses indivíduos haviam sido chamados, ou das bênçãos especiais a eles conferidas. * Read the rest of this entry »
Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo
julho 18th, 2008Jesus Cristo – O Criador
julho 10th, 2008Como demonstrado antes em relação a outro particular, o Pai participou da obra da criação através do Filho, que assim se tornou o executivo pelo qual foi efetuada a vontade, mandamento ou palavra do Pai. É absolutamente apropriado, portanto, que o Filho, Jesus Cristo, seja designado pelo apóstolo João como o Verbo; ou, como declarado pelo Pai “a palavra de meu poder” (Ver João 1:1; Pérola de Grande Valor: Moisés 1:32). Read the rest of this entry »
Os Duros Dizeres de Jesus
julho 8th, 2008As narrativas do Evangelho geralmente destacam as reações das pessoas às palavras de Jesus, incluindo as perspectivas de Marcos de que eles ficavam constantemente “maravilhados” ou “admirados” com está registrado em Marcos 1:22: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas”; e no versículo 27: “E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!”. João relembrou a reação do Sermão do Pão da Vida deixado em Carfanaum quando Jesus declarou que ele era o “Maná Vivo” e que todos precisavam “comer sua carne e beber seu sangue”, notando que muitos dos discípulos de Jesus responderam “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (ver João 6:60). Aparentemente, para muitos, esse a palha que figurativamente quebrou as costas do camelo, como João percebeu, “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele” (ver João 6:66). Read the rest of this entry »
A Trindade
julho 2nd, 2008As Escrituras especificam três personagens na Divindade; (1) Deus, o Pai Eterno, (2) Seu Filho Jesus Cristo, e (3) o Espírito Santo. Formam Eles a Santíssima Trindade, compreendendo três indivíduos fisicamente separados e distintos e que, juntos, constituem o conselho presidente dos céus. Pelo menos dois deles aparecem como participantes dirigentes na obra da criação; este fato é exemplificado pela pluralidade expressa em Gênesis: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”; e mais tarde, ao deliberarem sobre o ato da transgressão de Adão, “disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós” (Gênesis 1: 26; 3: 22). Read the rest of this entry »
Ana: Testemunha do Nascimento de Cristo
junho 27th, 2008Na providência de Deus, o testemunho maravilhoso de Simeão não deveria ser único. Ana, uma viúva idosa, uma mulher dedicada e santificada que adorava constantemente no tempo com jejum e oração tanto dia e noite, agora se aproximava da família sagrada. Assim como Simeão era um profeta, ela era uma profetiza, e sua voz agora se unia a de Simeão como uma testemunha especial do nascimento de Cristo. Ana, cujo nome significa “cheia de graça”, prestou testemunho para toda Jerusalém que “procurava a redenção” (Lucas 2:38). Através das incontáveis horas que ela passou dentro das paredes do templo, ela era indubitavelmente bem conhecida daqueles da cidade santa que também procuravam fielmente a vinda do Messias. Todos ouviriam seu testemunho do Nascimento de Cristo (ver Lucas 2:36-38).
Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 115-116.
O Duplo Efeito da Expiação
junho 26th, 2008Através da expiação realizada por Jesus Cristo – uma obra redentora e vicária em favor da humanidade que estava apartada de Deus pelos efeitos do pecado, tanto herdado quanto praticado individualmente – o caminho está aberto para uma reconciliação, pela qual o homem pode, novamente, entrar em comunhão com Deus e tornar-se digno de habitar de novo e para sempre na presença do seu Pai Eterno. Esta idéia fundamental está admiravelmente contida na palavra “expiação”, que significa “reconciliação, reparação, compensação”. O efeito da expiação pode ser convenientemente considerado de duas maneiras:
1 – Redenção universal da raça humana da morte provocada pela queda de nossos primeiros pais; e
2 – Salvação, que provê os meios pelos quais são aliviados os efeitos do pecado individual. Read the rest of this entry »
Simeão: Testemunha do Nascimento de Cristo
junho 24th, 2008Nossas atenções agora se voltam para Jerusalém e seu templo. Ali um homem idoso, descrito por Lucas como “justo e dedicado”, alguém que em fé havia esperado a vinda do Messias e que havia recebido a promessa do Senhor que ele não morreria até ter visto o Salvador, foi movido pelo Espírito Santo para ir ao templo. Seu é o primeiro testemunho dentro das paredes sagradas do templo do qual temos registro que anunciou o nascimento de Cristo. Apropriadamente, ele tinha o nome de Simeão, o qual significava “ouvindo” (ver Gênesis 29:33). De fato, Deus havia ouvido seus pedidos justos, e agora sua oração havia sido respondida.
O Coro Celestial: Testemunha do Nascimento de Cristo
junho 23rd, 2008Quando os céus foram abertos para os pastores, eles primeiro viram um anjo do Senhor – o qual supomos que seja Gabriel – dizendo: “E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:10-11). Então “de repente”, de acordo com os registros do Rei Tiago, “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2:13-14).
Os Pastores: Testemunhas do Nascimento de Cristo
junho 21st, 2008Na noite do nascimento de Jesus Cristo no estábulo em Belém, havia nos campos não muito distantes dali, pastores vigiando seus rebanhos. O fato que eles estavam no campo à noite nos da alguma indicação da estação do ano na qual Cristo nasceu. Era costume entre os Judeus levar suas ovelhas para os campos perto da Páscoa e trazê-los para casa no início das primeiras chuvas – assim eles estariam no campo de abril a outubro. Destes pastores Elder Bruce R. McConkie sugeriu:
“Estes não eram simples pastores ou simples rebanhos. As ovelhas… sendo vigiadas e cuidadas com amor e devoção eram destinadas para o sacrifício no grande altar da Casa do Senhor, em semelhança ao sacrifício eterno Dele que naquela noite maravilhosa se encontrava no estábulo, talvez entre as ovelhas de destino menor. Read the rest of this entry »
José: Testemunha do Nascimento de Cristo
junho 20th, 2008Não temos nenhum registro nas escrituras das palavras faladas por José, o pai terreno de Jesus. Apesar da falta de palavras, o testemunho de José da divindade de Cristo é muito eloqüente. Ele foi, como somos dito, um “homem justo”, significando que ele viveu as leis de Moisés com exatidão e honra. Sabemos que ele teve sonhos e visitas de anjos. Mais além, sabemos que ele era fiel em manter a lei de Moisés, portanto ele ouviu fielmente cada direção divina que lhe era dada. Certamente, sua obediência inquestionável é evidência de sua crença. Ela inclui tomar Maria, que carregava o filho de outro como sua esposa e não a conhecendo até que “tivesse dado a luz a seu primogênito”, chamando-O de Jesus, fugindo a noite com Maria e a criança santa para o Egito, permanecendo no Egito até que recebesse instrução para voltar, e então vivendo na Galiléia ao invés de viver na Judéia após o seu retorno (ver Mateus 1:19-21, 25; 2:13-23). Cada ação testemunhava a convicção de José que esta criança era de fato a Esperança de Israel, o Filho de Deus.
Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 112.


