Archive for the ‘Definições Bíblicas’ Category

Divinos Nomes e Títulos de Jesus Cristo

sexta-feira, julho 18th, 2008

A divindade de Jesus Cristo é indicada pelos nomes e títulos específicos, autorizadamente aplicados a Ele. De acordo com o julgamento do homem, pode haver pouca importância ligada aos nomes; mas, na nomenclatura dos Deuses, todo nome é um título de poder ou posição. Deus é justamente zeloso da santidade de Seu próprio nome (Êxodo 20:7; Levítico 12; Deuteronômio 5:11) e de nomes dados por sua designação. No caso de filhos da promessa, nomes foram prescritos antes do nascimento; isto é verdade quanto a nosso Senhor Jesus Cristo e João Batista, que foi enviado para preparar o caminho para o Cristo. Nomes de pessoas foram mudados por orientação divina, quando não suficientemente claros como títulos indicativos do trabalho específico a que esses indivíduos haviam sido chamados, ou das bênçãos especiais a eles conferidas. * Read the rest of this entry »

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O que é a Segunda Vinda?

quinta-feira, maio 8th, 2008

Jesus Cristo veio a terra como um ser mortal no meridiano dos tempos. Ele ensinou o evangelho, deu autoridade divina, organizou a Igreja, e sofreu e morreu com um sacrifício expiatório infinito para os pecados do mundo. Ele declarou que Ele viria novamente, que retornaria não como um humilde e solitário Nazareno, mas como o Senhor de Sabaoth, o Senhor das Hostes, o Senhor dos Exércitos. Sua Segunda Vinda é a sua vinda “em glória”, significando que Ele virá em sua verdadeira identidade como Deus de toda criação, o Redentor e Juiz. Sua Segunda Vinda é descrita como Grande e Terrível – grande para aqueles que estão sendo verdadeiros e fiéis, portanto esperando Sua vinda, e terrível para aqueles que não deram espaço para o espírito da graça e que esperavam que Ele não voltaria novamente. (mais…)

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O que é Kerygma?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

O termo grego (Kerigma) significa “proclamação” e se refere às primeiras pregações tradicionais sobre Jesus, particularmente sobre sua morte e ressurreição. Os discursos de Pedro e Paulo em Atos e as cartas atribuídas a eles revelam traços dessas tradições, as quais podem ter sido fonte de materiais importantes para os escritores dos Evangelhos.

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O que é a Parousia?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

O Novo Testamento usa o termo em um sentido escatológico para se referir ao glorioso retorno de Jesus Cristo (ver 1 Corintios 15:23; “Vinda”). O termo grego significa “estar presente” e foi adotado pelo estado visitado por um imperador romano.

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O que é um pericope?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Pericope é um termo grego que significa “cortar ao redor” que é usado pelos estudiosos para se referir as unidades de sentido curto de textos da Bíblia que são geralmente maiores do que as divisões dos próprios versículos. Um pericope é normalmente o equivalente a uma divisão de parágrafo da Bíblia Sagrada.

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O que é uma parábola?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

Uma parábola, literalmente uma comparação (do grego parabole), relata a essência de coisas ao invés de falar os meios de existência dos fatos em si. Por essa razão, as parábolas transcendiam os limites de tempos e tem significados em um mundo que está sempre mudando. O Novo Testamento uma definição mais ampla de uma parábola quando comparada com o sentido mais restrito mantido pelos pensadores gregos. Ao contrario, “parábola” no Novo Testamento pode ser descrito como uma metáfora, uma alegoria, ou até mesmo uma verdadeira narrativa como parábola. O Novo Testamento segue bem a risca a tradição de iniciada nas escrituras judaicas (Bíblia Hebraica ou Velho Testamento) de que uma parábola é qualquer coisa que compara dois objetos entre si. “Como pode Satanás expulsar Satanás?” como uma parábola (Marcos 3:23), usando as mesmas termologias para falar da Parábola do Semeador. A predominância de parábolas no Novo Testamento revela que a parábola era o método favorito de ensino de Jesus, provendo aos leitores modernos uma janela para o que ele realmente era e como ele via o mundo. Jesus preferia falar de coisas como elas eram, seriam, e poderiam ser, ao invés de instruir seus discípulos diretamente em como resolver um problema. Raramente Jesus interpretava suas próprias parábolas (Mateus 13:36-43); ele preferia que os discípulos se encarregassem da interpretação por si mesmos. Por esta razão, as parábolas oferecem um convite aberto para que cada geração que a use a interprete. Sem essa janela contínua de interpretação as parábolas se tornam historicamente confinadas e explicáveis apenas para um determinado período da historia. No Novo Testamento o Evangelho de Mateus contém mais parábolas de Jesus do que qualquer outra fonte. Seu autor aparentemente parecia ser bastante atraído pelos ensinamentos de Jesus através de parábolas. Diferente de Marcos, Lucas e João, Mateus não registrou apenas as parábolas, mas também reuniu-os em várias coleções concisas (Mateus 13 e 25) com um propósito distinto em mente.

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O que é o Novo Testamento?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

O Novo Testamento consiste de vinte e um livros sobre Jesus de Nazaré e a divulgação das “boas novas” sobre ele além da Galiléia, principalmente na Bacia do Mediterrâneo. Escrito por vários autores diferentes, ao decorrer do primeiro século D.C., esses livros vieram a ser visto como autoritários e logo após ganharam status de escrituras – juntamente com as escrituras Judaicas (a Bíblia Hebraica ou o Velho Testamento) o qual Jesus havia aprovado (ver Lucas 24-44). De fato, algum tempo se passou entre a morte de ressurreição de Jesus e o período em que os textos que vieram a ser conhecidos como Novo Testamento foram escritos. Os livros do Novo Testamento são divididos e organizados por gênero ou tipo literário: primeiro, os quatro Evangelhos, contando as historias de Jesus; próximo, Atos, um livro “histórico” sobre a divulgação da mensagem de através do ministério dos apóstolos e missionários escolhido; por ultimo as vinte e uma epístolas ou cartas; e finalmente Apocalipse (em algumas Bíblias chamadas de Revelações).

Embora os Evangelhos apareçam primeiro na seqüência do Novo Testamento, eles foram escritos após muitas das cartas. O termo Novo Testamento deriva de “novo convenio”. Neste contexto os livros do Novo Testamento contem a historia de como através e por Jesus de Nazaré foi revelado um novo convênio para Israel, substituindo o “velho ou antigo convênio” registrado nas escrituras Judaicas (Velho Testamento).

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O que é uma Sinagoga?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

A sinagoga é uma instituição bem atestada durante o primeiro século e foi particularmente importante nas pequenas vilas e cidades da Galiléia, separadas do templo e seus ofícios do sacerdócio. A importância foi ainda maior nas cidades que faziam fronteira com o Império Romano, onde as sinagogas ajudaram a preservar a identidade judia em face a um mundo hostil dedicado a pagãos cívico religiosos e adoração a imperadores.

O termo sinagoga significa “reunião” ou “local de reunião” em grego, algumas vezes referindo a uma assembléia e não especificamente a um edifício dedicado solenemente às adorações do dia do Senhor. Porque as reuniões podiam ser realizadas em uma casa grande, jardim, praça ou até mesmo próximo a um rio, os arqueólogos talvez nunca identifiquem uma localização particular como uma sinagoga, especialmente em uma cidade pequena como Nazaré.

Em toda Bacia Mediterrânea as sinagogas eram geralmente chamadas de proseuche, ou “casa de oração” em grego. Arqueólogos e evidências literárias incluindo referencias na segunda metade do Novo Testamento (de Atos até Apocalipse), prove uma imagem da importância das sinagogas tanto como centros religiosos quanto comunitários para os Judeus de Diáspora e para os Gentios que se anexavam às vidas das sinagogas (para exemplo, “tementes a Deus”).

Para os autores do Novo Testamento, as sinagogas tiveram um papel importante como o lugar onde Jesus anunciou seu ministério messiânico (Lucas 4:16-30); onde ele realizou milagre e ensinou e pregou o “evangelho do reino” (Mateus 4:23); onde os missionários Cristãos encontraram pessoas para ensinar e conversos (Atos 9:20) e também como um centro de oposição para as “boas novas” (Atos 17:1-6, 13

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O que é crucificação?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

A crucificação é um método antigo de execução adotado pelos Romanos quase exclusivamente para deter os atos criminais realizados por cidadãos não-romanos do império. As crucificações eram realizadas em ruas movimentadas, particularmente em rodovias que levavam aos centros da cidade. Os Romanos esperavam que o maior número possível de pessoas visse aqueles que estavam sendo crucificados e reconsiderassem os atos contra as leis das províncias Romanas.

Um exemplo de uma vitima crucificada do primeiro século demonstra que os pés do crucificado eram pelo menos algumas vezes pregados pelos lados nos ossos do calcanhar e que os eram possivelmente pregados juntos comentaristas atuais sentem que os pés pregados lado a lado eram uma prática mais comum. Pregando os pés de cima para baixo fazia com que os pés rasgassem, provendo pouco apoio para a vitima, acelerando assim a morte do acusado – algo que os Romanos procuravam evitar. As mãos eram mais comumente pregadas, embora a arte Cristã demonstre que os pulsos dos crucificados fossem amarrados, a única prática documentada é a de pregar os pulsos. Os romanos usavam cravos nas mãos e pulsos das pessoas para que ficassem presas por um período maior de tempo e para evitar o sangramento excessivo. Se a vitima fosse sangrar muito, o propósito da crucificação – executar o indivíduo da maneira mais dolorosa possível em público – seria cancelada.

A crucificação de Jesus também difere em uma outra maneira muito importante dos eventos retratados por nossos artistas modernos. Os indivíduos sendo crucificados eram colocados nus para serem humilhados o máximo possível. Não temos quaisquer evidências de que os Romanos fizeram uma concessão aos Judeus para acomodar a proibição judaica contra a nudez.

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O que é a Lepra?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

No mundo moderno a lepra – frequentemente chamada de Hanseníase – é bastante rara nos países em desenvolvimento. As condições podem ser tratadas através de medicamentos modernos, entretanto, ela pode ser fatal caso não seja tratada. A lepra atual deforma severamente a pele e os ossos, incapacitando suas vitimas lentamente, fazendo-os permanecer incapazes antes de uma morte dolorosa.

Arqueólogos do século XX desenterraram evidências do primeiro século sobre a Hanseníase na Judéia e Galiléia, provendo evidências claras que as representações populares das vitimas desfiguradas e deformadas podem ser mais precisos que os pensamentos recentes.

A lei Mosaica dedica um capitulo inteiro (Levíticos 13) para a identificação, tratamento e quarentena das vitimas de lepra. A descrição dos sintomas da lepra naquele capitulo não é consistente com o que chamamos de lepra atualmente. Pelo contrario, o capitulo parece agrupar um número de doenças severas da pele sob o titulo de lepra.

Psicologicamente, a lepra era associada com ser amaldiçoado por Deus (ver 2 Crônicas 26:16-21). Quando as pessoas dos tempos bíblicos eram curadas da lepra, era requerido deles oferecer sacrifício e passar pela purificação (Levíticos 14:1-32). O elaborado ritual de purificação associado com a cura da lepra está baseada em uma declaração que Jesus curou uma pessoa com lepra em Marcos 1:44. Em contraste com outras curas que Jesus realizou, com a lepra ele deu aos que ele curou o mandamento de seguir o ritual de purificação da lei de Moises, após a sua cura (Mateus 8:1-4; Lucas 5:12-14; 17:11-19).

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