Archive for the ‘Testemunho’ Category

Rebeca Testifica sobre Jesus Cristo

sábado, maio 12th, 2012

Eu sei que Jesus Cristo vive. Eu não O vi face a face, mas eu senti o Seu amor em minha vida. Eu tenho encontrado grande esperança por saber que por causa do meu Redentor eu posso ver minha família novamente depois desta vida. Devido à ressurreição e expiação de Jesus Cristo eu sei que eu posso ser perdoada de meus erros e voltar a morar com Deus. Eu sei que Ele me ama incondicionalmente e deu Sua vida por mim. Eu não sou perfeita, mas sei que Jesus sofreu por meus pecados / erros para eu pudesse me arrepender e voltar para Deus. Ao ter fé nele, pude ver milagres ao meu redor e receber força o suficiente para perseverar por minhas provações e desafios. Eu sei que nunca estive sozinha em minhas dificuldades e que meu Salvador pode me animar quando me sinto sem esperanças. Ele é uma fonte constante de esperança, força e luz quando tudo parece escuro, solitário e perdido.

Eu aprendi sobre Jesus Cristo por mim mesmo, ponderando seus ensinamentos nas escrituras e ouvindo o testemunho de profetas modernos e apóstolos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada de Igreja Mórmon por outras pessoas). (Ver O Cristo Vivo: O Testemunho dos Apóstolos). Algumas de minhas escrituras e testemunhos favoritos sobre Ele incluem as profecias de Isaías na Bíblia (Isaias 53:4-7) e quando Cristo visitou os antigos habitantes das Américas, conforme registrado no Livro de Mórmon (3 Néfi 11:9-17). Eu sei por mim mesma que meu Redentor existe devido a um testemunho de paz, calma e felicidade, e uma alegria indescritível que eu senti ao aprender sobre Ele. Isto tem abençoado minha família de muitas maneiras.

Na Espanha, eu encontrei uma mulher que nunca tinha ouvido falar sobre Jesus Cristo e eu compartilhei com ela minhas crenças referentes a Ele. Ela começou a ler e a estudar sobre Sua vida nas escrituras e na Igreja. Ela se tornou uma pessoa diferente. Todas as vezes que eu a vi, ela parecia mais feliz e seus olhos tinham um brilho diferente à medida que ela aprendia mais que Jesus Cristo era o seu Salvador. Várias pessoas já me disseram ter visto uma luz em meus olhos e isto vem do meu amor por Cristo e do desejo de ser mais semelhante a Ele. Jesus nos pediu várias vezes nas escrituras “Vinde a mim” e eu acredito que Ele está esperando por nós com seus braços abertos.

Recursos Adicionais:

Aprenda mais sobre as Crenças Mórmons no site oficial de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Peça uma cópia gratuita do Livro de Mórmon

Encontre uma Igreja Mórmon perto de sua casa

Jesus Cristo e o Sacramento

terça-feira, maio 8th, 2012

O Sacramento na Igreja Mórmon

Ao refletir sobre minha infância, eu me lembro de partilhar do Sacramento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada de “Igreja Mórmon” pela mídia). Os jovens rapazes, que possuíam o Sacerdócio de Deus, abençoavam e partiam o pão e então o passava para a congregação; eles então abençoavam a água e, de igual maneira, passavam as bandejas com os pequenos copos com água para a congregação. Eu me lembro, também, que minha mãe sabiamente pegava meus lápis de cor e me dava um livro de gravuras para que eu pudesse ver as gravuras de Jesus durante seu tempo sagrado. Eu ainda não entendia o simbolismo por trás do sacramento (no Catolicismo, e em outras religiões, pode ser conhecido como Comunhão, ou como Eucaristia), mas eu me lembro que o pão tinha o gosto melhor que qualquer pão que eu podia comer em casa. Mesmo antes de ter a idade suficiente para me batizar (para os Mórmons 8 anos de idade), eu tentei reproduzir este sabor em minha própria cozinha, colocando uma fatia de pão e partindo em pequenos pedaços como os que eu vi na Igreja. Então eu os comi como lanche assistindo um desenho na televisão. Fiquei triste quando percebi que não tinha o mesmo gosto! Com o tempo eu vim a entender que a razão pela qual eu pensava que o gosto era melhor na Igreja não era apenas pelo tamanho do pão, mas pelo significado que havia por trás de tudo. Deixe-me explicar:

Momentos antes de Jesus Cristo entrar no Jardim do Getsemane, Ele, junto com seus Doze Apóstolos, se reuniram no cenáculo, onde eles tiveram a Última Ceia. Ao término deste encontro importante, Jesus de Nazaré instituiu o Sacramento (ver Mateus 26:26-29). Ali, o Salvador falou para Seus discípulos partilharem do pão em lembrança do sacrifício de Seu corpo, e para beber do cálice em lembrança do Seu sangue que foi derramado para a remissão dos pecados. Embora os Santos dos Últimos Dias (Mórmons) não acreditam em transubstanciação – a mudança literal da água e do pão em sangue e corpo de Cristo – acreditamos que os emblemas representam plenamente e nos lembram de Seu sacrifício supremo por nossos pecados, e nos enche com Seu espírito ao renovarmos semanalmente o comprometimento para que Seu sacrifício se aplique a nós. Certamente o Espírito envolvido em lembrar Daquele que sacrificou sua vida por nós faria com que uma criancinha amasse qualquer coisa (até mesmo o gosto bom do pão) que esteja associada a esta ordenança (um ato formal e sagrado realizado pela autoridade do Sacerdócio – o poder de Deus na terra).

Quando partilhamos do sacramento, renovamos o convenio (um acordo entre Deus e o homem) que fazemos no batismo. Ao fazê-lo, prometemos tomar sobre nós o nome de Cristo, prometemos que sempre nos lembraremos Dele e prometemos que guardaremos todos os seus mandamentos (ver Doutrina e Convênios 20:77, 79; Moroni 4:3, 5:2). Para cada convênio que o homem guarda, Deus promete uma bênção. Na oração sacramental aprendemos que o Salvador faz convênio conosco de que sempre teremos Seu Espírito conosco. Que benção maior poderia haver?

Quando o Salvador morreu, ele era o “grande e último sacrifício” (ver Alma 34:13). O Elder Bruce R. McConkie (falecido membro do Quórum dos Doze Apóstolos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) disse profeticamente, quando declarou: “Jesus, celebrando a festa da Páscoa, assim, dignificando e cumprindo a lei em sua totalidade, inicio o sacramento do Senhor. O Sacrifício começou e o sacramento iniciou. Era o fim da era antiga e o inicio da nova era. O sacrifício aguardava com expectativa o sangue derramado e a carne dilacerada do Cordeiro de Deus. O sacramento era para ser em lembrança do sangue derramado e da carne dilacerada, os emblemas, pão e vinho, tipificando algo tão completo como tinha sido o derramamento de sangue animal em seus dias” (McConkie, Comentários Doutrinários do Novo Testamento, 1:719 – 720).

Segue, abaixo, a instrução do Senhor para a oração sacramental, conforme encontrado no livro de escrituras modernas conhecido como Doutrina e Convênios, na seção 20:77, 79:

77 Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este pão para as almas de todos os que partilharem dele, para que o comam em lembrança do corpo de teu Filho e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que desejam tomar sobre si o nome de teu Filho e recordá-lo sempre e guardar os mandamentos que ele lhes deu, para que possam ter sempre consigo o seu Espírito. Amém.

79 Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este vinho para as almas de todos os que beberem dele, para que o façam em lembrança do sangue de teu Filho, que por eles foi derramado, e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que sempre se lembram dele, para que possam ter consigo o seu Espírito. Amém.

As bênçãos do sacramento (comunhão) são mais preciosas do que qualquer cosia que o mundo pode imaginar em oferecer. Uma das bênçãos gloriosas do batismo é que somos limpos através de Jesus Cristo. Eu sei que cometi erros depois que batizei, e é por isto que sou realmente grata por todo domingo eu poder frequentar a reunião sacramental para renovar meus convênios batismais com Deus e ser limpa novamente – contanto que eu tenha um “coração quebrantado e um espírito contrito” (ver Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo: 3 Néfi 9:20).

Escrito por Ashley Bell, uma membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon), graduada pela BYU em Gestão de Recreação, é esposa e está grávida de seu primeiro filho. Ashley reside em Talyorsville, Utah.

Recursos Adicionais:

Frequente uma igreja Mórmon próximo a sua casa

Assista ou leia o que os Apóstolos e Profeta têm falado recentemente

Jesus Cristo e a Nobreza Feminina

segunda-feira, fevereiro 20th, 2012

Escrito por Emily Spencer um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (“mulher Mórmon”), escritora freelance, concertista, e mãe de quatro filhos.

Certa vez alguém me perguntou se eu tinha um modelo ideal do que seria uma “mulher Mórmon” (um membro feminino de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). “O que exatamente quer dizer ser “uma mulher mórmon ideal”?, Perguntei. “Será que tal protótipo realmente ainda existe”? A conversa que se seguiu foi intrigante, porque durante muito tempo, eu havia ansiado por modelos femininos para espelhar minha própria vida – aquelas que foram icônicas, proféticas, visionárias – que representasse não só o imaginário da “mulher mórmon ideal”, mas de uma forma mais ampla abrangesse todas as mulheres. O que exatamente seria considerado “ideal”, segundo quais padrões e por quê?

Na mesma época, eu frequentei uma classe de Doutrina do Evangelho (uma das classes da escola dominical oferecidos aos membros adultos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, apelidado de “mórmons”) onde o tema de estudo do dia era a visão de Néfi da Árvore da Vida contida no Livro de Mórmon, um livro considerado pelos Santos dos Últimos Dias como um volume de escrituras que testemunha junto a Bíblia da divindade de Jesus Cristo. Eu havia lido aquele relato milhares de vezes, e talvez por causa disso, eu senti meu interesse diminuir à medida que o professor lia com a classe os versículos. A passagem, encontrada nos primeiros capítulos do Livro de Mórmon, detalha como Néfi, o filho do profeta Leí e ele mesmo um profeta, desejoso de contemplar e compreender a interpretação de um sonho que seu pai teve a respeito de uma árvore cujo fruto era glorioso “mais doce, acima de tudo o que [ele] havia provado” e que “encheu [sua] alma com grande alegria” (1 Néfi 8:10-12).

O desejo de Néfi foi concedido, e ele foi “arrebatado pelo Espírito do Senhor, sim, a um monte muito alto”, onde teve sua própria experiência visionária (1 Néfi 11:1). O Espírito o acompanhou, atuando como uma espécie de “guia turístico”, destacando e explicando os elementos importantes do sonho para que Néfi compreendesse o seu significado. É um belo relato, na verdade, mas a minha mente estava distante. Fiquei imaginando especialmente sobre a esposa de Néfi. Que visões transcendentes ela poderia ter recebido, se tivesse subido suas próprias altas montanhas? Se não estivesse ocupada pegando água, ou lavando suas roupas no riacho? Ou, se ela de fato os recebeu como poderíamos saber? Considerando o seu tempo e cultura, seus escritos teriam sido considerados adequados para serem inclusos nas obras canônicas? Será que ela era ao menos alfabetizada?

Perdida em meus pensamentos, eu lia os familiares versículos, alheia a discussão em classe que acontecia ao meu redor. De repente, enquanto estava ali sentada, uma impressionante epifania começou a fluir para a minha mente – de uma perspectiva que eu nunca tinha pensado antes, e que me atingiu com muita força. Ali estava Néfi, tendo sido levado até topo de uma montanha, onde o Criador do Universo por meio de um vasto conjunto de poderosas e impressionantes manifestações cósmicas instruía seus alunos – um aluno que passou a ser um profeta. Qual meio Deus escolheu utilizar para ensinar a Néfi o conceito mais importante de todos – a natureza do Seu amor – a um dos seus mais eleito servo? Que lição espantosa que Ele ensina? Na passagem de 1 Néfi, capítulo 11, o Espírito mostra a Néfi uma virgem a “mais bela e formosa de todas as outras virgens” e pergunta-lhe: “Conheces tu a condescendência de Deus?” Néfi responde: “Eu sei que Ele ama todos os seus filhos; no entanto, eu não conheço o significado de todas as coisas”. Então o Espírito explica: “Eis que a virgem que vês é a mãe do Filho de Deus, na carne”. Então Néfi olha e contempla “a virgem carregando uma criança em seus braços”.

 

Antes de sua visão, Néfi havia “meditando no [seu] coração”, perguntando sobre as possíveis interpretações da árvore. Estas questões, aparentemente estiveram ​​em sua mente por algum tempo, como o texto sugere que ele tinha se dedicado a reflexão. Apesar disso, a incerteza permaneceu, até que ele finalmente se voltou ao Senhor, Jesus Cristo, para obter as respostas definitivas. Depois de ter sido dada a Néfi a oportunidade de observar esta cena doce e simples de uma mãe segurando seu filho, o anjo faz a ele a culminante pergunta, sendo esta a própria questão que levou Néfi a buscar o Senhor, em primeiro lugar, fechando o círculo: “Sabes o significado da árvore que teu pai viu?” Desta vez, Néfi sabe, e imediatamente responde contemplando Maria com seu precioso bebê nos braços, e declara: “Sim, é o amor de Deus” (v. 22).

Meu coração se sentiu pleno à medida que recebia essa pequena inspiração na sala de aula. Então é assim que Deus ensina um profeta sobre a natureza do Seu amor! Eu havia acabado de expressar em minha mente a decepção sobre a aparente desigualdade entre Néfi e sua esposa, parecia que a missão dela era medíocre (eu nem sei o seu nome). Quando o meu Pai Celestial iluminou a minha mente e me mostrou que, mesmo com todo o universo como sua sala de aula, foi através do ato mais simples e mais fundamental da feminilidade que a potencia de sua missão poderia ser exemplificado. E foi moldada através de um papel em que eu atualmente me encontrei! Amor e carinho pelos pequenos – obviamente importantes, mas sem o glamour e facilmente confundidos pelo mundo com as outras tarefas aparentemente mundanas do dia-a-dia – era na verdade o símbolo supremo do amor de Deus para a humanidade!

Para quem o Senhor apontou quando este antigo profeta americano, Néfi, precisava de um modelo? Quando Néfi precisava da chave para interpretar um sonho? Ele não usou figuras gloriosas, corajosamente, derrotando os inimigos. Não usou oradores hábeis ou carismáticos estadistas. Não usou homens ou mulheres com uma deslumbrante acuidade intelectual, beleza, ou aduladoras. A própria missão de Deus, a natureza e o caráter – o seu ideal – foi demonstrada através do silêncio, que expressa compaixão, ternura, amor infalível e sem apego a qualquer exibição pública ou reconhecimento. Também foi retratada através de um papel que todos nós podemos relacionar, já que todos nós fomos nutridos por nossas mães, nossos próprios pais, ou têm a oportunidade de cuidar daqueles que nos rodeia de algum modo.

Eu refleti sobre essa experiência muitas vezes desde então. Acho que havia muitas coisas que meu Pai Celestial desejava me ensinar naquele momento de introspecção. Eu acho que ele queria que eu soubesse que o maior herói de todos, Jesus Cristo, que não possuía “nenhum atrativo ou formosura; nenhuma beleza para que o desejássemos” (Isaías 53:2), contempla todos os atos, conhece cada desejo sincero, e estima cada esforço nobre, mesmo quando eles não são amplamente reconhecidos ou exaltados. Eu acho que ele queria que eu soubesse que todos, “negro ou branco, escravo ou livre, homem ou mulher… são iguais perante Deus”, e que o Salvador a “ninguém nega”, antes “convida a todos a virem a Ele e participarem de sua bondade” (2 Néfi 26:33). Eu acho que ele queria que eu soubesse que o seu amor, aquilo que é mais desejável, não poderia ser encontrado em nenhum lugar a não ser nos ideais sustentados por Ele, nosso Redentor. Eu acho que ele queria que eu soubesse que Ele se importa é se eu tenho me esforçado para mudar meu coração, transforma-lo – se eu estou preparada para abraçar a causa procurando sempre doar a mim mesma no “socorro aos fracos, ergue-se as mãos que pendem e fortalece os joelhos enfraquecidos” (Revelação Moderna: Doutrina e Convênios 81:5). Eu acho que ele queria que eu soubesse que o seu amor é “a mais desejável de todas as coisas” e “a maior alegria para a alma” (1 Néfi 11:22-23), e é muito mais acessível do que eu poderia ter imaginado, e que a oportunidades de participar da abundância estavam bem debaixo do meu nariz, para ser desfrutada em qualquer tempo ou lugar.

Após ter comido do fruto precioso, Leí externou seu primeiro sentimento: “Comecei a desejar que a minha família dele também participasse” (1 Néfi 8:12). A medida que preenchermos a nós mesmos com o amor de nosso Pai e de Jesus Cristo, o Filho de Deus, seremos levados a abençoar os outros; e ao fazê-lo, descobriremos que aquilo é, de fato, um dom que é sempre multiplicado mas nunca dividido. Assim o Senhor, em seu circulo eterno, à medida que Ele incessantemente trabalha santificar suas criaturas, cada um de nós. Ali repousa seu ideal, que no final é o que nos faz “ideal”: purificados através do amor de Cristo, através do receber, através do doar, Ele nos faz Dele.

Fé em Jesus Cristo: O Coração dos Homens Falhará

quarta-feira, dezembro 7th, 2011

Neste mundo cheio de problemas, pecado, dificuldades e desafios, onde parece não haver mais esperança, que não há nada em que se segurar ou confiar. Porém eu testifico que isso não é verdade. O Senhor Jesus Cristo veio a esta terra e tomou sobre si as nossas dores, pecados, sofrimentos e a morte. Ele tornou possível que todos os males fossem desfeitos. Por causa d’Ele todos nós seremos ressuscitados. Graças a Ele, podemos encontrar paz, mesmo nos tempos mais difíceis e angustiantes da nossa vida. É através do evangelho de Jesus Cristo que podemos encontrar segurança e paz para nossas almas. O Livro de Mórmon, um registro dos atos de Deus entre os antigos habitantes do continente americano, testemunha de Jesus Cristo e de Sua missão. Ele diz:

 

E ele seguirá, sofrendo dores e aflições e tentações de toda espécie; e isto para que se cumpra a palavra que diz que ele tomará sobre si as dores e as enfermidades de seu povo.

E tomará sobre si a morte, para soltar as ligaduras da morte que prendem o seu povo; e tomará sobre si as suas enfermidades, para que se lhe encham de misericórdia as entranhas, segundo a carne, para que saiba, segundo a carne, como socorrer seu povo, de acordo com suas enfermidades.

Testifico que Jesus Cristo vive e que, porque Ele vive, nós não precisamos ter medo. Quando voltamos a nossa vida a Ele, podemos sentir Seu amor, poder e força. Eu sinto essa força quando coloco a minha confiança Nele e sigo o evangelho que Ele nos deu para que pudéssemos encontrar paz.