Arquivos para a ‘Crucificação de Jesus’ Categoria

O Nascimento de Cristo: Filho de Davi, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador

quarta-feira, dezembro 14th, 2011

Keith L. Brown é um converso à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e serve como Líder de Grupo dos Sumo Sacerdotes na Ala Annapolis Maryland.

O infante que estava na manjedoura em Belém não era uma criança comum. Algumas pessoas O chamaram de filho de Davi. Outros O chamaram de filho de José. As escrituras O chamam de o filho de Davi, o filho de Maria, o filho do homem, o Filho de Deus. Ele, cujo nome é Emanuel, que significa Deus conosco, nasceu para ser o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Esta criança era o Messias prometido – mesmo Jesus o Cristo, o Filho Unigênito de Deus. Por centenas de anos profecias tinha falado do nascimento de um Messias, e naquela noite estrelada na cidade de Davi, aquele que iria cumprir as profecias nasceu em um estábulo humilde tendo uma manjedoura como berço.

No Livro de Mórmon, em 3 Néfi 1: 13 lemos: “Levanta a cabeça e tem bom ânimo; pois eis que é chegada a hora e esta noite será dado o sinal; e amanhã virei ao mundo para mostrar ao mundo que cumprirei tudo aquilo que fiz com que fosse dito pela boca de meus santos profetas “.

Seja por sua própria voz ou pela boca dos Seus santos profetas, Deus sempre cumpre Suas promessas. No Grande Conselho no Céu, nosso Pai Celestial prometeu enviar um Salvador que iria expiar os nossos pecados para que pudéssemos viver com Ele novamente. O apóstolo João dá testemunho disso e nos diz como registrado em João 3:16-17: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo através Dele pudesse ser salvo”.

Como o Pai Celestial enviou Seu Filho para a terra? Ele O enviou como um bebê recém-nascido e lhe permitiu aprender e crescer, assim como nós aprendemos e crescemos. Lemos em Lucas 2:40 que “e o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria: e a graça de Deus estava sobre ele”. Durante toda a sua vida mortal Ele fez tudo de acordo com a vontade de Seu Pai, que O tinha enviado. E por causa do Seu grande amor por nós, Ele estava disposto a dar a Sua vida em resgate pela nossa, tornando-se o ultimo sacrifício. (mais…)

Como Faço Para Me Aproximar de Jesus Cristo?

terça-feira, dezembro 6th, 2011

Não fomos deixados sozinhos na terra. Jesus Cristo foi enviado a ela para nos dar a força para superar os desafios, problemas e o pecado. A fim de vencermos o pecado, Ele pede que olhemos para Ele com fé e saibamos que Ele sabe o que é melhor para nós. O Senhor Jesus Cristo nos proporcionou um caminho para que pudéssemos ser capazes de encontrar paz nesta vida e vida eterna na vida futura. Ele nos deu o evangelho de Jesus Cristo. O Senhor abençoa todos aqueles que seguem Seu evangelho. No Livro de Mórmon, um registro dos ensinamentos de Jesus Cristo dado por Deus aos antigos habitantes do continente americano, o Senhor diz:

 

E ainda mais, quisera que considerásseis o estado abençoado e feliz daqueles que guardam os mandamentos de Deus. Pois eis que são abençoados em todas as coisas, tanto materiais como espirituais; e se eles se conservarem fiéis até o fim, serão recebidos no céu, para que assim possam habitar com Deus em um estado de felicidade sem fim. Oh! Lembrai-vos, lembrai-vos de que estas coisas são verdadeiras, porque o Senhor Deus as disse.

Na Bíblia Sagrada Jesus Cristo disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34). Eu descobri que servir o próximo proporciona uma das maiores alegrias da vida. Ao servir e demostrar meu amor pelos outros da mesma forma que o Salvador demonstrou por mim, Ele me abençoa com paz e me ajuda a desenvolver um amor ainda maior pelo meu próximo. Eu sei que a verdadeira felicidade somente pode ser obtida quando procuramos amar e servir a Deus e a todos os Seus filhos.

O Sacrifício de Jesus

segunda-feira, maio 2nd, 2011

Os Mórmons acreditam que ninguém fez nem nunca poderá fazer um sacrifício maior do que o de Jesus Cristo. Quando Ele morreu na cruz, ele tomou sobre Si os pecados do mundo para que não os tivéssemos que carrega-los sozinhos. Seu sacrifício nos dá a oportunidade de aceita-Lo e viver no reino de Deus para sempre. Seu sacrifício mostrou um imenso amor por todos nós. Em João 1:17, lemos que Jesus foi o “Cordeiro de Deus” enviado para nos salvar e nos ajudar a retornar ao Pai Celestial.

Jesus se sacrificou pela humanidade durante Seu ministério terreno. Ele passou a maior parte de Seu tempo ensinando e servindo aos outros. Ele conduziu sua vida de acordo com a vontade de Deus, e não de acordo com a Sua. Ele passou grande parte de Seu tempo orando ao Senhor para guia-Lo e ajuda-Lo, como na noite em que deu o Sermão da Montanha. Sua vida centrou-se nas pessoas. Ele visitou e comeu com todos os tipos de pessoas, mesmo aqueles que eram menosprezados. Ele não fazia acepção de pessoas e via a beleza em cada uma delas. Jesus nunca procurou riquezas, dinheiro ou fama. Ele não estava interessado em perseguir divertimentos fúteis. Em Lucas 10:38-42, Jesus nos aconselhou a não nos preocuparmos com os bens materiais. Ele viveu uma vida humilde porque Ele sabia que esses bens não satisfazem e não trazem plena alegria. Ele liderou com bondade, sem se importar consigo mesmo. Ele sabia o que trazia verdadeira felicidade na vida. Ele encontrou felicidade em servir ao próximo e compartilhar o evangelho. O Novo Testamento é cheio de relatos de Jesus Cristo dando bênçãos e curando os doentes. Seu ministério terreno foi dedicado a se sacrificar pelo próximo. Através Jesus Cristo aprendemos que a felicidade pode ser obtida do sacrifício pelo próximo e a Deus.

Seu ultimo e máximo sacrifício foi quando ofereceu sua Vida sobre a cruz. Ele expiou pelos pecados do mundo. E nunca reclamou ou murmurou a despeito do fato que ele era perfeito Seu julgamento foi ilegal em muitos aspectos. Imagine a dor que ele sofreu enquanto morria por nós no monte do Calvário. Jesus Cristo deve ter um amor perfeito por cada um de nós para ser capaz de suportar tal dor.

Como membros da Igreja Mórmon, procuramos seguir Seu exemplo diariamente. Ele demonstrou uma fé perfeita no Pai Celestial. Ele fez tudo aquilo que foi requerido Dele, mesmo se fosse dor e agonia. Houve momentos em que parecia que Ele havia sacrificado muito. Como Mórmons nos é requerido que frequentemos as reuniões semanais da Igreja, paguemos nossos dízimos, e servimos ao próximo. Algumas vezes parece que o Senhor pede muito. Mas se seguirmos o exemplo de Cristo, nos daremos conta de que nossos sacrifícios não são nada comparados ao que Cristo teve que suportar. O livro de Mórmon testifica que a expiação é o maior dom que alguém poderia nos conceder. Por causa de Seu sacrifício, poderemos viver eternamente com Deus.

Por que Cristo sofreu no Getsemane?

terça-feira, junho 10th, 2008

Christ in GethsemaneDe todas as questões que ponderamos sobre o Getsemane, a que certamente mais intriga os estudiosos e os santos é esta: Por que Jesus Cristo sofreu no Getsemane? Os escritores dos Evangelhos nos dizem o que aconteceu naquele lugar, mas não falam com clareza o porquê aquilo aconteceu. Em um esforço para responder a essa pergunta, alguns sugerem que Cristo sofreu porque Ele reconheceu a ingratidão dos homens que não aceitariam o Sacrifício que ele estava fazendo para eles, ou porque ele nos ama e sabia que cometeríamos ou enfrentaríamos no futuro tais pecados, traições, perseguições, etc. Outros afirmam que talvez Cristo sofreu porque Ele percebeu que Ele teria que colocar de lado sua natureza divina e se tornar obediente a morte, se tornando, portanto, um “Servo sofrido”, ou ser requerido de desistir de tudo de bom que ele poderia fazer em sua vida. Ainda, outros sugerem que Seu sofrimento simplesmente veio de seu desejo de encontrar outro meio para ser o Messias, ao invés do meio que o Pai havia planejado. Comumente, alguns concluem que a dor e o sofrimento de Jesus Cristo vieram devido ao medo do que ele sabia que estava para acontecer, até mesmo sua morte na cruz e o sofrimento e humilhação que ele passaria antes disto… (mais…)

Por que Deus abandonou Jesus na cruz?

sexta-feira, maio 30th, 2008

Mateus e Marcos, os únicos evangelhos que registram esse detalhe, percebem que Jesus se sente abandonado por Deus sem explicar o porque (ver Mateus 26:46 e Marcos 15:34).

Mais tarde, comentaristas começam a explorar o imponderável; sugerindo uma variedade de explicações porque Jesus, culpado ou inocente, experimentou a separação completa do Pai neste terrível momento.

Alguns estudiosos e teólogos sugerem que o Pai não podia suportar testemunhar a morte de seu amado Filho e, portanto, se afastou no momento do sofrimento final de Jesus. Outros hipotetizam que o Pai teve que partir, um fato divino, para que Jesus pudesse completar a expiação completamente sozinho. (mais…)

O Sepulcro de Jesus estava vazio?

sexta-feira, maio 23rd, 2008

He is RisenOs quatro Evangelhos são consistentes em seus relatos sobre os discípulos de Jesus encontrar o sepulcro vazio no primeiro dia da semana (ver Mateus 28:6; Marcos 16:6; Lucas 24:3 e João 20:1-2).

Ninguém durante o primeiro ou o segundo século sugeriu que Jesus não havia sido enterrado em um sepulcro após sua crucificação e morte. Tal argumento surgiu apenas nos últimos anos entre alguns poucos estudiosos que questionaram a confiança história dos evangelhos.

Durante o primeiro e o segundo séculos, as controvérsias referentes ao sepulcro vazio centraram em como ele ficou vazio, não se Jesus foi ou não enterrado. (mais…)

Os Judeus são responsáveis pela morte de Jesus?

sexta-feira, maio 23rd, 2008

Não. Jesus foi crucificado. A crucificação era uma punição romana, não uma punição judaica. Sua mãe e discípulos eram todos judeus. Adicionalmente, não devemos esquecer que Jesus era um judeu. Eles, certamente, não foram responsáveis pela morte de Jesus. Um grande número de judeus que viviam além da Galiléia e da Judéia nunca encontraram ou ouviram falar de Jesus. Eles, obviamente, não foram responsáveis pela execução de Jesus, da qual não tiveram qualquer participação ou conhecimento durante toda a sua vida. A maioria dos judeus do primeiro século não tinha qualquer conhecimento de sua vida ou ministério e, portanto, não tiveram nada a ver com sua morte, e não são responsáveis pelas ações de alguns poucos indivíduos (Judas, que o entregou para ser preso pelos oficiais do governo; os oficiais que o prenderam e o levaram para os Principais do Sacerdócio Judeus; Caifás, que o enviou para o governador romano; e Pilatos, que o entregou para o esquadrão de extermínio romano). Certamente, os Judeus que viveram antes do primeiro século e aqueles que viveram depois do primeiro século não tiveram nada a ver com os eventos trágicos daquela sexta-feira fatídica a tanto tempo atrás em Jerusalém. (mais…)

Quais são os primeiros registros sobre a morte e ressurreição de Jesus?

sexta-feira, fevereiro 22nd, 2008

Se os livros do Novo Testamento fossem impressos na ordem em que foram originalmente escritos, as cartas de Paulo apareceriam primeiro. Suas primeiras cartas – 1 e 2 Tessalonicenses, Gálatas, 1 e 2 Corintios e Romanos – foram escritas por volta de 49 a 57 D.C. (talvez Gálatas tenha sido escrito até mesmo antes), antes de Mateus, Lucas, e João fossem escritos e praticamente contemporâneo do Evangelho de Marcos. Portanto, os registros dos primeiros escritos das ultimas horas de Jesus na Terra – a Ultima Ceia na quinta, a fatídica crucificação na sexta e a gloriosa ressurreição no primeiro domingo de Páscoa – são encontradas nas cartas de Paulo.

As primeiras referências explicitas desses eventos são encontradas na primeira carta de Paulo aos Corintios, escrita por volta de 57 D.C. Paulo notou: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor , até que venha.” (1 Corintios 11:23-26). Isso não foi tudo. Mais tarde, na mesma carta, Paulo escreve a seus leitores: “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” (1 Corintios 15:3-4).

Esses três aspectos da missão de Jesus – que ele morreu, foi sepultado e se levantou novamente – está ecoado em muitas outras cartas de Paulo. Essas três outras referencias frequentemente representam apenas alusões e referencias implícitas aos eventos totalmente detalhados nas narrativas dos Evangelhos. Entretanto, os registros de Paulo provêem evidencias escritas demonstrando que um registro oral da vida de Jesus goza uma circulação por toda a bacia mediterrânea antes dos Evangelhos serem registrados.

O que é a Paixão de Cristo?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

“A paixão de Jesus, mais do que outras partes da historia do evangelho, clama por um comentário teológico. Embora o não iniciado pode admirar facilmente cenas do ministério de Jesus, no qual ele aparece como um curador e mestre cheio de compaixão, será menos claro sobre o que fazer sobre uma execução repulsiva. A crucificação não fazia sentido para os próprios seguidores de Jesus, que tiveram que começar a reler suas escrituras em um esforço para descobrir o porque o poderoso profeta de Deus aquele que Deus levantou dos mortos, sofreu uma morte ignominiosa” (O Século Cristão, 9 mar. 2004, p. 5).

Quais são as narrativas da Paixão de Cristo?

quinta-feira, fevereiro 21st, 2008

As Narrativas da Paixão foram umas dos primeiros registros orais ou escritos dos sofrimento e morte de Jesus. O termo paixão vem do Latim para a palavra “sofrimento” (patior ou passus) e é encontrado na Bíblia em Atos “Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.” (Atos 1:3). Embora os estudiosos tenham diferentes opiniões sobre quando as narrativas da paixão começou e terminou nos Evangelhos canônicos individuais, eles geralmente concordam que o material sobre período do Getsemane ao Sepulcro está incluso (ver Mateus 26:36 a 27:66; Marcos 14:32 a 15:47; Lucas 22:39 a 23:56). No quarto Evangelho o material encontrado em João 18:1 a 19:42 é frequentemente associado à Paixão de Cristo.