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Quem é Jesus Cristo?

terça-feira, fevereiro 19th, 2013

Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele foi escolhido antes que o mundo existisse para ser o seu Salvador. Ele é o segundo membro da Deidade, que consiste em Deus, Jesus Cristo e o Espirito Santo.

Jesus-Cristo-Bom-PastorJesus Cristo é o Primogênito do Pai. Vivemos com Deus antes de nascermos, e quando Ele nos apresentou o Grande Plano de Salvação para nos, Ele se voluntariou para vir a terra e expiar por nossos pecados. Como seria impossível  para nos, viver uma vida sem pecados, e expiar por eles, alguém perfeito deveria vir pra expia-los por nos. As leis da justiça e da misericórdia permitem que alguém possa desempenhar este papel. Jesus Cristo era o único que poderia faze-lo. Se, Ele tivesse se recusado, ou desistido quando encontrasse dificuldades, jamais seriamos salvos de nossos pecados. Por esta razão, os Cristãos O amam e o reverenciam.

Jesus veio a terra de modo miraculoso. Sua mãe era mortal, uma mulher escolhida por sua retidão, e Seu pai era Deus. Maria que estava noiva, soube de sua gravidez por intermédio de um anjo. José, o noivo de Maria, também soube que deveria se casar com ela, através de um anjo, logo depois de ter decidido romper o noivado secretamente para não a humilhar com uma proclamação publica. Maria continuou virgem ate o nascimento de Jesus.

Jesus nasceu em um estabulo porque sua mãe e José tinham viajado para Belém para pagar os impostos e participar do senso. Um anjo enviado aos pastores testificaram da criança recém-nascida e estes receberam um testemunho de Sua divindade.
Jesus viveu trinta e três anos. Três anos antes de Sua morte, Ele começou Seu ministério. Ele foi batizado, a despeito de não possuir pecados a serem perdoados. Entretanto, o batismo era um mandamento e um convenio com Deus, por isso, Ele insistiu ser batizado.

Durante o Seu ministério  Ele ensinou o evangelho a qualquer um que O escutasse. Ele realizou uma variedade de milagres e passou seu tempo servindo aos outros. Ele estabeleceu um exemplo aos Seus seguidores. Algumas pessoas se ofenderam porque Ele se associava com pecadores ou com pessoas marginalizadas pela sociedade, porem, Jesus explicou que não veio salvar os justos – Ele veio ensinar o evangelho aos pecadores. Ele sabia que os filhos de Deus eram todos amados pelo Seu Pai Celestial a despeito da riqueza ou status. Ele sempre se sentiu a vontade com a companhia daqueles que não haviam sido corroídos pelo orgulho.

O evento culminante de Seu ministério  entretanto  veio no fim. Ele sabia que Sua vida estava chegando ao fim pelas mãos daqueles que não desejavam que a palavra de Deus fosse pregada ou por aqueles que não acreditavam que Ele fosse o Salvador. Ele foi ao Jardim do Getsêmani e expiou por nossos pecados. Ele sofreu por cada pecado e a dor foi tão grande que Ele suou sangue.

Sobre Ele foi colocado todo o ônus das transgressões e culpa da humanidade. E sobre o outro prato da balança, a Expiação. Por meio de Seu ato abnegado, a misericórdia e a justiça foram reconciliadas; a lei eterna, mantida; e a mediação — sem a qual o homem mortal não poderia ser redimido — alcançada.

Ele, de Sua própria vontade, aceitou, em benefício de toda a humanidade, o castigo por todo o mal, depravação, brutalidade, imoralidade, perversão e corrupção; pelo vício, pelos assassinatos, pela tortura e horror — por todo o mal que já existira ou que ainda viria a existir sobre a Terra. Ao escolher fazê-lo, Ele confrontou os terríveis poderes do maligno, que não estava confinado à carne nem sujeito a dores mortais. A esse sofrimento deu-se o nome de Getsêmani! (Boyd K. Packer, Quem e Jesus Cristo?, Liahona, marco de 2008)

A expiação no Getsêmani continuou na cruz, onde Jesus Cristo foi pendurado para morrer por Seus inimigos. Ele foi colocado ali por outros, mas somente porque Ele o permitiu. Então  trés dias depois, Ele ressuscitou dos mortos, quebrando as cadeias da morte. Por causa de Sua morte e ressurreição, todos poderemos viver de novo depois da morte, para sempre. E se nos tornarmos dignos da presença de Deus, poderemos viver com Ele por toda a eternidade.

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Este post foi escrito por Terrie Lynn Bittner

Segurança no Evangelho do Senhor Jesus Cristo

segunda-feira, fevereiro 18th, 2013

Hartman Rector Júnior e sua esposa, Connie, foram batizados na A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em fevereiro de 1952. Dezessete anos depois, ele foi chamado como Autoridade Geral no Primeiro Conselho dos Setenta da Igreja. Ele dedicou sua vida à nosso Salvador, Jesus Cristo e escreveu um livro compilando muitas histórias de conversão.  Cada história é única e convincente. Uma história que conta é a de Bill Wait:

Jesus Cristo e os mormonsNem todas as pessoas recebem o evangelho por meio de missionários formalmente chamados. Às vezes o recebem por meio de um amigo ou de um membro da família. Bill Wait o recebeu por meio do seu irmão mais velho.

A princípio, entretanto, ele o rejeitou. “Duro, irreverente e mundano”, na marinha dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial ele não tinha a necessidade de uma religião e ficava envergonhado pela conversão do seu irmão. Voltando para a vida civil, ele continuou sua busca por “felicidade” com a mesma atitude.

Bill Wait ficou contra a verdade por vários anos. A história do que o fez mudar e como ele encontrou a verdadeira felicidade em Jesus Cristo não só é de grande interesse intrínseco, mas servirá para encorajar os membros da Igreja cujos entes queridos ainda não tenham sentido o desejo de se unirem a eles em sua fidelidade ao evangelho.

Bill cresceu em um lar que frequentava a igreja todos os domingos, mas ele nunca quis ir. Ele descreveu seu irmão como sendo mais espiritualmente inclinado do que ele. Seu irmão carregava a Bíblia para todo lugar e queria se  casar. Esse era o seu sonho, mas ele não achou que fosse casar porque pensou que morreria na Segunda Guerra Mundial. Seu irmão foi e viu o templo de Laie, no Havaí, e leu um panfleto sobre o casamento eterno, o qual o levou às águas do batismo. Daquele ponto em diante, ele tentou fazer com que seu irmão se batizasse também. Em suas próprias palavras, Bill disse:

A essa altura, eu estava em Nova Guiné a bordo de um navio velho e enferrujado da Marinha. Eu, também, havia desistido do ensino médio e sai de casa no meu aniversário de dezessete anos. Eu estava com saudades de casa e desanimado, pois quando saí, pensei que viraria um herói da Marinha a bordo de um destróier ou de um submarino. Mas eu estava navegando em Madang, Nova Guiné, amaldiçoando o calor o navio e a guerra. Meu irmão me mandou uma carta com um pacote. Esperava que fossem quitutes do Havaí, mas era um livro de escrituras. Senti-me envergonhado em frente a meus amigos por receber aquele pacote, pois éramos homens duros, irreverentes e mundanos. Naquela noite, coloquei o Livro de Mórmon e alguns equipamentos da base na bolsa para levar para o navio, e na escuridão da noite, deixei-o cair sobre a hélice do navio e dei adeus à luz do evangelho. Minha busca era por felicidade e pensei que não a encontraria em uma igreja.

Os meses viraram anos e a guerra finalmente acabou. Meu irmão foi para casa e dentro de pouco tempo foi chamado como missionário de tempo integral para a Igreja.

Eu ainda cumpri vários meses no serviço militar até que finalmente todos voltamos para casa como uma família. Eu ficava envergonhado de explicar para meus amigos que meu irmão era missionário. Meu conceito era muito diferente do que o que ele havia passado. Agora era minha vez de ouvir, pessoalmente, o seu testemunho e o plano de salvação. Ele queria que eu me batizasse e que me unisse ao reino de Deus. Senti-me frustrado e perturbado por seu forte desejo. Eu tentei evitá-lo e continuar minha busca por felicidade

[Após a guerra, entre para o departamento do Corpo de Bombeiros de Los Angeles]. Certa noite, ao atendermos a uma ocorrência, um amigo meu, relatando de outra casa de máquinas, caiu da traseira do seu caminhão e morreu. Era um alarme falso e a futilidade dessa tragédia, o retorno da guerra e minha fútil busca por felicidade pesou grandemente sobre meus ombros durante o resto daquela noite. Quando deixei o serviço na manhã seguinte, caminhei pelas ruas de Los Angeles até o local onde meu amigo havia morrido.

Neste lugar, na Skid Row, quando a neblina estava pesada no ar, descobri que a tragédia da morte é uma falta de reverência pela vida. Tudo em mim exalava o cheiro sufocante do pecado. Obscenidades foram grosseiramente escritas nas paredes do edifício feio. Bêbados estavam deitados nas calçadas, e o camburão estava fazendo ronda de manhã. Os jornais nas prateleiras davam relatos detalhados dos mortos na batalha da Coreia, e meus pensamentos encheram-me de desespero.

Desci a rua e orei a Deus para saber por que eu estava vivo e, com toda a energia de minha alma, disse-Lhe que queria uma razão para viver ou queria morrer. E, aos vinte e quatro anos, eu teria recebido com gratidão a dispensa da vida mortal.

Mas, em resposta à minha oração sincera, senti-me sobrecarregado com o desejo de ler os livros que meu irmão havia me pedido para ler nos sete anos anteriores.

Agora, todas as manhas ao deixar o trabalho, ia para a biblioteca e lia o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios, a Pérola de Grande Valor e o Novo Testamento. Sabia que o que estava lendo era verdade; o Espírito Santo me bombardeou com o evangelho de Jesus Cristo, e eu sabia, com certeza, que aquelas palavras eram verdadeiras. Enchi-me de desespero ao pensar nos anos desperdiçados de minha vida enquanto buscava a felicidade. Mas, ao mesmo tempo, estava cheio de grande alegria, com o conhecimento certo de que Deus vive e que Jesus Cristo é o Cristo e que José Smith é um verdadeiro profeta de Deus.

Comecei a frequentar a igreja, onde encontrei não só o amor dos Santos dos Últimos Dias, mas também o amor garota que se tornaria a minha companheira eterna. Logo me batizei e fui confirmado membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias por meu irmão que havia tentado, pacientemente e por muito tempo, trazer essa grande verdade para mim. Não muito tempo, ele batizou e confirmou minha mãe e meu pai. Logo fomos selados para o tempo e para toda eternidade. Estava sentindo uma segurança muito maior do que jamais havia sentido antes. A verdadeira felicidade que procurava foi encontrara em sua única fonte — um testemunho do evangelho de Jesus Cristo.

Há uma busca por felicidade dentro de cada um de nós. Todos nós podemos encontrar essa felicidade. Deus preparou um meio para que isso acontecesse. Ele conhece nossa necessidade e está ansioso para nos ajudar a vir a Ele. O caminho pode ser aliviado e podemos encontrar a felicidade. Os ensinamentos do evangelho de Jesus Cristo oferecem a maior segurança que podemos ter nesta vida.

Este artigo foi escrito por Mady Clawson, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Mady Clawson-Mórmon

 

 

Mady Clawson é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (membro adulta solteira “Mórmon”) com um entusiasmo para o evangelho. Ela estuda inglês atualmente, com ênfase em Escrito Profissional e Comunicação na Universidade Brigham Young – Idaho.

 

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O Sentido da Vida

Encontrar Esperança por Meio de Jesus Cristo

Jesus Cristo no Mormonismo

Citações de Fé: Fiel até o Fim

domingo, fevereiro 10th, 2013

“Paciência é celestial, obediência é nobre, perdão é misericórdia e exaltação é divino; e aquele que se mantém fiel até o fim não perderá, de modo algum, sua recompensa. Um bom homem suportará todas as coisas para honrar a Cristo” (História da Igreja, 6:427; trecho de uma carta de José Smith e Hyrum Smith a Abijah Tewksbury, em 4 de junho de 1844, Nauvoo, Illinois).

Jesus-Cristo-Bom-PastorAcho que é muito importante nos lembrar de que é importante nos esforçarmos para obter todos os atributos divinos. No entanto, é ainda mais importante que o façamos com fé. Todas estas coisas são inúteis para nós a menos que exerçamos fielmente o que aprendemos e implementemos os ensinamentos de Jesus Cristo em nossa vida.

Também, não é o suficiente apenas guardar os mandamentos de Deus. Élder Monday, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, declarou na sessão de adultos da Conferência de Estaca de Orem, que o ato de pagar o dízimo não mudará sua vida. Mas, pagar o dízimo com fé mudará sua vida. Acredito que isso ilustra claramente o princípio do qual José Smith falou acima. Embora guardar os mandamentos de Deus seja bom para nós, a ação não vai trazer a plenitude das bênçãos a menos que estas ações sejam realizadas com fé de que Deus tem um propósito por trás do mandamento, com fé que Ele nos abençoará por guardar esse mandamento e com um coração humilde e submisso.

Nem sempre é fácil guardar os mandamentos de Deus, mas o propósito por trás deles é ajudar-nos a nos tornar mais semelhantes a Ele. Apenas nos esforçando para nos tornar como Ele e vivendo Suas leis que podemos receber a plenitude da alegria. Sei que se viver minha vida com fé até o fim, serei abençoado e terei mais alegria do que é possível se não viver com fé.

Este artigo foi escrito por Doris White, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

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Jesus Cristo no Mormonismo

O que os Mórmons Acreditam?

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A Visão Espiritual Nos Leva a Cristo

domingo, dezembro 16th, 2012

Em um mundo onde Deus é esquecido, fica difícil acreditar que Jesus Cristo é evidente em nossas vidas. Em um mundo que está cheio de um mal destrutivo, fica difícil acreditar que Deus se importa conosco. Neste mundo cheio de pragas, onde a escuridão continua a cair sobre nós, a esperança de um dia mais claro fica cada dia mais distante. A certeza de um Deus neste mundo diminuiu com o passar dos anos e as pessoas perderam a visão de quem eles são e de seu potencial divino. Posso testificar-lhes que Deus existe. Ele nunca nos abandonou. Suas mãos são evidentes em nossas vidas, embora não possamos vê-la. Somos Seus filhos e Ele não nos deixará sozinhos.

Em um livro chamado “Trust in the Lord” (Confiar no Senhor), escrito por Deen Kemsley, podemos ler:

Entramos em uma era de instabilidade e incerteza… Sem dúvida, este é um dia de temor e tumulto e os tremores estão partindo muitas de nossas fundações convencionais de paz e segurança. Em meio a toda esta incerteza, a fundação de Jesus Cristo é o único porto seguro. Sem a certeza de que Deus existe e cuida de nós, nossas falhas parecem aleatórios, sem sentido e absolutos. Com a certeza de Cristo, podemos permanecer firmes e confiantes de que Ele, por fim, restaurará nossas perdas de modo mais completo do que jamais podemos sequer começar a compreender.

Essa verdade de que Cristo restaurará nossas perdas ressoará dentro de nós quando começarmos a entender isso. Entretanto, o ceticismo de que há um filho literal de Deus, o Senhor Jesus Cristo, tem se espalhado. A ideia de Cristo como o Filho de Deus foi substituído com a noção de que Ele foi meramente apenas um professor inspirado que fez coisas boas. Quando nosso conceito da natureza de Deus muda deste modo, a habilidade de conhecê-Lo diminui e a capacidade que temos de nos descobrir fica oculta. Com o conhecimento de que Jesus é nosso irmão mais velho e que Deus é nosso Pai Eterno, ficamos inseparavelmente conectados com a divindade.

No primeiro capítulo da Bíblia Sagrada, temos o relato da criação do mundo por nosso Senhor e Feitor, o Grande Jeová. Aprendemos que Deus criou os céus e a terra, o sol e o céu, as terras e o mar, escuridão e luz. Também aprendemos sobre sua criação suprema e mais preciosa: Seus filhos. Ao aprender sobre Deus, aprendemos como Ele é ao descobrir que Deus e Cristo criaram o homem segundo sua própria imagem. Como filhos e filhas literais de Deus, temos a habilidade de possuir poderes semelhantes aos deles pois nossos corpos foram criados conforme a semelhança Dele. Recebemos a luz divina que nosso Pai nos Céus possui. Está embutida em nosso ser. É nosso potencial e quem somos. Ao reconhecermos Cristo, a evidência de que somos como ele é, vem à tona. Ele revela o melhor de nós. Ele tira de nós o pior do que podemos fazer e restaura a esperança que tanto ansiamos.

Embora tudo isto pareça muito perfeito, o mundo tem falhado em se apegar na natureza de Deus, resultando em um obstáculo espiritual. A sociedade está tão preocupada com as evidências materiais que as evidências espirituais acabam não tendo sentido nenhum. Se não pode ver, não é real. Mas como filhos e filhas de Deus, somos seres espirituais. Kemsley descreve como temos a habilidade de ver em uma perspectiva que transcende nossos olhos nus. Ele disse: “É nossa visão espiritual que pode ver através do mundo transitório no qual vivemos e perseverar no mundo vindouro.

Ou seja, a visão espiritual é nosso elo para a nossa identidade eterna.”

Há uma luz viva dentro de todos nós e vem do Pai Celestial que se acende por intermédio de nosso Salvador, Jesus Cristo. Quando essa luz começa a brilhar, essa visão espiritual aumenta de modo que podemos ver no mundo a nosso redor. Jesus Cristo fica refletido em nosso semblante quando começamos a permitir que Ele trabalhe conosco. Quando começamos a ver o reflexo de nosso Salvador, começamos a ver que, mesmo que este mundo esteja cheio de desespero e tumulto, Deus está em todos os lugares. Olharemos de volta para nossas vidas e veremos a mão de Deus nos protegendo e guiando em nossa jornada de volta para Ele. Quanto mais O conhecemos, mais passamos a nos conhecer e a desenvolver um maior conhecimento sobre os desafios e dificuldades.

Deus está no comando e está nos guiando de volta para Ele através dos desafios que enfrentamos na vida. Os terrores de hoje podem nos colocar de joelhos e fazer com que abramos nossos olhos espirituais, o que nos levará a entender nosso relacionamento com Deus. Kemsley descreve que a transformação que acontece conosco substitui nossas falhas e perdas por significado e propósito. Desenvolvemos maior confiança de que estas falhas são parte de um plano eterno e que possui um grande valor espiritual. A vida se torna mais significativa e rica.

Ao caminharmos em direção à luz que está dentro de nós, nos aproximamos de nossa verdadeira identidade. Somos todos parte de um grande plano. Cada de um de nós é um filho amado de pais celestiais. Temos natureza e destino divinos. Somos criados e sustentados com uma luz que não pode ser apagada. Não importa o quão distantes estamos do Senhor, não somos esquecidos por Ele. Ele espera que venhamos até Ele. Nossa luz pode ter diminuído, mas não nos abandonou. E nunca vai nos abandonar porque é parte do que somos. Com relação a essa luz, Kemsley diz:

Nos encontramos em Cristo porque Cristo é a verdadeira luz dentro de nós. Essa Luz de Cristo é o elemento mais profundo e genuíno de nosso ser — não há nada que possamos produzir em nossos seres que possa se comparar à glória e majestade da Luz do Deus Todo-Poderoso que está dentro de nós. De certo modo, portanto, estamos todos conectados uns a outros; a parte mais sagrada e mais profunda do seu ser é o mesmo em mim e em ambos os casos, é parte de Cristo… de fato, a evidência final de Cristo não está no que observamos, mas no que nos tornamos em nossa jornada para conhecê-Lo melhor. Esta é a jornada para conhecer o mais profundo e o melhor elemento existentes em nós mesmos.

Estamos em uma jornada de volta para nosso lar celestial. Cada um de nós é filho de Deus com um plano que se desdobrará nessa realidade. Que todos possamos orar para ver a luz que queima dentro de nós para que nosso potencial seja desenvolvido ao máximo. Sei que Jesus Cristo é ativo em minha vida. Experimentei a transformação do conhecer quem sou por meio da graça de Deus. Eu, assim como você, sou filho de Deus. Sou herdeiro em Seu reino. É minha esperança e oração que todos possamos descobrir isso. Sei que, à medida que começarmos a ver com os olhos espirituais, veremos a vida por um ângulo completamente diferente. Veremos e sentiremos nossa verdadeira identidade e nossa esperança será restaurada. Deus está no comando. Ele está nos guiando. Ele é evidente em nossas vidas. Testifico disso.

Artigo escrito por Mady Clawson

 

 

Mady Clawson é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (membro adulta solteira “Mórmon”) com um entusiasmo para o evangelho. Ela estuda inglês atualmente, com ênfase em Escrito Profissional e Comunicação na Universidade Brigham Young – Idaho.

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O Propósito da Vida

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Confiar em Deus e em Sua Onisciência

sexta-feira, novembro 16th, 2012

Talvez você seja como eu… parece que todas as vezes que oro por força, em qualquer área da minha vida, recebo um teste que me prova profundamente — geralmente sobre o assunto específico pelo qual orei. Obviamente, preciso aprender que qualidades como as de Cristo não são dadas de mão beijada, mas são atributos adquiridos pelos quais temos que trabalhar. Como membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (também conhecida como “Igreja Mórmon” pelos amigos de outras religiões) sei e acredito nas palavras de um de nossos líderes, Elder Paul V. Johnson, dos Setenta, que disse:

Às vezes, pode parecer que nossas provações se concentram em certos aspectos de nossa vida e de nossa alma com os quais pensávamos ser incapazes de lidar.  Como o crescimento pessoal é um resultado esperado desses desafios, não deveríamos nos admirar que essas provações possam ser bem pessoais — quase guiadas a laser para nossas necessidades e fraquezas específicas. (Mais do Que Vencedores, por Aquele que Nos Amou, A Liahona, maio de 2011).

Em um livro intitulado, Não Temas, Crê Somente, escrito por Ted L. Gibbons e publicado em 2009 por Cedar Fort, Inc., Ted, de forma poética, elabora sobre como o Senhor tem uma grande perspectiva eterna e nos dá essas provações guiadas a laser que precisamos para que possamos nos tornar homens e mulheres que Ele quer que nos tornemos:

A Universidade do Pensamento da Mortalidade do tempo do Senhor tem me feito pensar sobre a lista de aulas e cursos da Universidade da Mortalidade. Todos nós somos designados com um currículo individualizado e estou certo que muitos dos cursos não são escolhidos por nós. Portanto, os alunos que se matriculam no teste da mortalidade ocasionalmente exclamarão: “Eu não pedi por essa matéria! Por que isso está acontecendo comigo? Tenho sido bom!” Abraão, que conhecia mais do que ninguém o que era ser testado, escreveu estas palavras ao ouvi-los falar sobre os filhos espirituais de nosso Pai Celestial em um conselho pré-mortal:  “E assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar.” (Abraão 3:25).

Mas por que o Senhor designaria um teste para todos? Além da observação do Elder Holland de que o Senhor quer que sejamos fortes e bons, outro propósito se mostra aparente: Precisamos aprender a ser pacientes. Tenho quase certeza que não há um vestibular para a escola da mortalidade, mas este parece ser um daqueles cursos necessários que ninguém quer fazer. A paciência é aprendida apenas através da dor, incerteza e ironia, não com a paz e a prosperidade. “Como somos humanos, eliminaríamos a dor física e a angústia mental de nossa vida e asseguraríamos para nós mesmos a tranquilidade e conforto contínuos, mas se nos eximíssemos de todo o sofrimento e dificuldade, possivelmente não encontraríamos nossos melhores amigos e benfeitores. O sofrimento possibilita que as pessoas se tornem santas por meio do aprendizado da paciência e do autodomínio.”

Devemos submeter nossa paciência ao tempo do Senhor. As escrituras nos falam que Cristo “olhou por sobre a vasta extensão da eternidade e todas as hostes seráficas dos céus antes que o mundo fosse feito”. Ele nos fala na mesma passagem que Ele “conhece todas as coisas, porque todas as coisas estão presentes diante dos meus olhos” (D&C 38:1, 2). Aquela onisciência, combinada com um amor perfeito, qualifica o Senhor para impor seu tempo em nossos assuntos mortais. Élder Maxwell disse: “Paciência está ligada à fé em nosso Pai Celestial. Na verdade, quando somos impacientes, estamos sugerindo que sabemos o que é melhor — mais do que Deus. Ou, pelo menos, estamos afirmando que nosso tempo é melhor que o Dele. De qualquer forma, estamos questionando a realidade da onisciência de Deus, como se, como alguns parecem acreditar, Deus estava em algum tipo de pós-doutorado”.

Como o Senhor é um mestre e também um Pai amoroso, devemos dar-lhe a oportunidade de nos instruir enquanto tenta nos salvar.

Frequentemente ficamos frustrados com nossa inabilidade de entender o que o Senhor está fazendo conosco. Mas como podemos entender? Quando, na mortalidade, teremos a oportunidade de olhar “a vasta extensão da eternidade e todas as hostes seráficas dos céus”? (D&C 38:1). O testemunho de Doutrina e Convênios 76 é que ninguém pode encontrar a extensão das Suas obras (ver versículo 2). Sem esse conhecimento, como podemos tentar dar conselhos para Deus? Dada a sua perspectiva infinita, não é surpreendente que o relógio de Deus e o nosso esteja raramente sincronizado. Ele pode ver coisas que são invisíveis para nós. Não podemos ver com nossos olhos naturais os desígnios de Deus nem os eventos que seguirão nossas tribulações (D&C 58:3), Mas podemos sempre nos considerar seguros nas mãos de um Ser que possui um amor perfeito e um poder ilimitado. (páginas 115-117).

Às vezes, é difícil de colocar nossa confiança em Deus, mas ao fazermos, testifico que o Senhor nos protegerá e direcionará (ver Provérbios 3:5-6).  Eu os convido a “vir a Cristo” (Doutrina e Convênios 20:59) e ser aperfeiçoados Nele. Da próxima vez que se ajoelhar em oração, peça com fé para ser fortalecido através de Jesus Cristo; e enquanto ainda estiver orando, peça ao Pai Celestial se estas coisas que você leu são verdadeiras e então continue a aprender mais sobre a Igreja Santo dos Últimos Dias (Mórmon).

Este artigo foi escrito por Ashley Bell, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

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Missionários Mórmons

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O Senhor Jesus Cristo É o Exemplo Perfeito de Serviço

quinta-feira, novembro 15th, 2012

Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (normalmente conhecida como “Igreja Mórmon” por amigos de outras religiões) adoram Jesus Cristo como o Salvador, Redentor e Criador do mundo. Os Mórmons acreditam que a Bíblia Sagrada seja a palavra de Deus, assim como o Livro de Mórmon (outro testamento de Jesus Cristo, compatível com a Bíblia). Tanto na Bíblia quanto no Livro de Mórmon aprendemos sobre o exemplo de serviço do Salvador, assim aprendemos a seguir os Seus passos.

Como o Senhor Jesus Cristo é o exemplo perfeito de serviço?

Dos registros do ministério do Salvador, aprendemos constantemente as maneiras que o Senhor serviu as pessoas. É fácil pensar no Seu serviço como algo global — o que realmente aconteceu; mas era geralmente realizado para uma pessoa. Jesus curou o cego, o doente e o aflito (Mateus 15:30). Ele levantou dos mortos o filho da viúva de Naim (Lucas 7:11-14), Lázaro (João 11:1-44) e a filha de Jairo (Marcos 5:22-43). Ele salvou a mulher adúltera de ser apedrejada (João 8:1-11). Lavou os pés dos apóstolos (João 13:5). Ele curou a orelha de um servo do Sumo Sacerdote que procurou tirar sua vida (Lucas 22:51). E, certamente, Ele serviu todas as pessoas que já foram criadas através da Expiação; onde sofre as dores, aflições e tentações de todos os tipos (Alma 7:11). De fato, Jesus Cristo se preocupava com cada pessoa, como podemos ver nas próprias palavras do Salvador:

Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou?  (Mateus 18:12).

Essa ideia do Senhor servir ao indivíduo é enfatizada no relato onde aparece para o povo nas Américas depois de Sua ressurreição, conforme registrado no Livro de Mórmon. Nas Américas, durante o tempo entre Sua morte e sua ressurreição, houve uma grande quantidade de trovões, relâmpagos, uma grande tempestade e a terra tremeu (3 Néfi 8:19). Por causa disto houve muitos que estavam sofrendo muito (tanto física quanto emocionalmente), portanto, Ele foi de “pessoa a pessoa” para ministrar-lhes (3 Néfi 11:15, 3 Néfi 18:36, 3 Néfi 28:1). Um dos grandes atos de amor e serviço registrado durante este ministério: Ele passou um tempo com este povo, ensinando-os sobre o Seu Reino e então disse estas palavras:

…Eis que meu tempo está próximo.

Percebo que sois fracos, que não podeis compreender todas as palavras que o Pai me ordenou que vos dissesse nesta ocasião.

Portanto ide para vossas casas, meditai sobre as coisas que eu disse e pedi ao Pai, em meu nome, que as possais entender; e preparai a mente para amanhã e eu virei a vós outra vez.

Mas agora vou para o Pai… (3 Néfi 17:1-4).

Foi-lhes pedido, então, para ir para casa e ponderar o que haviam aprendido enquanto ele foi para Deus, o Pai. Mas, então, seu extraordinário ato de serviço aconteceu:

E aconteceu que depois de assim haver falado, Jesus olhou novamente para a multidão que o cercava e viu que estavam em lágrimas e olhavam-no fixamente, como se quisessem pedir-lhe que permanecesse um pouco mais com eles.

E perguntou-lhes: E ele disse-lhes: Eis que minhas entranhas estão cheias de compaixão por vós. (3 Néfi 17:5-6)

O Que Ele Fez? Andou com eles. Ele as abençoou. O Senhor Jesus Cristo atrasou Sua reunião com o Pai para que pudesse servir aos indivíduos. Ele, então, deu o mandamento que todas as crianças deviam ser trazidas ao “Seu redor” (3 Néfi 17:12) e a multidão “se ajoelhou sobre o solo” (3 Néfi 17:13). O Salvador Jesus Cristo, em seguida, orou ao Pai por eles e o povo registrou: “ninguém pode calcular a extraordinária alegria que nos encheu a alma na ocasião em que o vimos orar por nós ao Pai” (3 Néfi 17:17). E então, a lição que mais me emociona é encontrada na parte final do capítulo:

E aconteceu que Jesus lhes falou e ordenou-lhes que se levantassem.

E levantaram-se do chão e ele disse-lhes: Bem-aventurados sois por causa de vossa fé. E agora, eis que é completa a minha alegria.

E depois de haver proferido estas palavras, ele e a multidão testificou isso; e pegou as criancinhas, uma a uma, e abençoou-as e orou por elas ao Pai.

E depois de haver feito isso, chorou de novo;

E dirigindo-se à multidão, disse-lhes: Olhai para vossas criancinhas. (3 Néfi 17:19-23).

Portanto, o Salvador e Redentor do mundo, sim, o Senhor Jesus Cristo, se preocupa e cuida de cada indivíduo, você e eu, o homem da rua e o bebê no berço. Ele ama e por causa disso, Ele nos dá tudo o que tem a oferecer.

O que posso fazer para seguir o exemplo de serviço de Jesus Cristo?

Assim como o Senhor que atrasou sua reunião com o Pai porque percebeu que as pessoas desejavam que ele “demorasse um pouco mais com eles” (ver 3 Néfi 17:5), podemos parar para ajudar alguém a trocar um pneu furado, mesmo que possamos chegar atrasado a um compromisso. Podemos sair para almoçar com um amigo necessitado, mesmo que parece que nossa agenda esteja lotada. Podemos fazer um jantar para um vizinho que está doente ou aflito. E o lugar mais apropriado para começar nosso serviço é no nosso lar. Podemos fazer como o Salvador teria feito por nós em nossas vidas diárias, focando o externo, ao invés do interior.

Presidente Thomas S. Monson, um profeta mórmon disse: “No Novo Mundo, o Senhor ressurreto declarou: ‘Em verdade, em verdade vos digo que este é o meu evangelho; e sabeis o que deveis fazer em minha igreja; pois as obras que me vistes fazer, essas também fareis; porque aquilo que me vistes fazer, isso fareis’ (3 Néfi 27:21).

Abençoamos outros ao servirmos na sombra de ‘Jesus de Nazaré… que seguiu fazendo o bem’” (O Chamado de Servir do Salvador, Ensign, agosto de 2012).

Eu sei que Jesus é o Cristo e que Ele é o exemplo perfeito de serviço. Sei que Ele não nos mostrou este meio somente para que estudássemos Sua vida, mas nos mostrou para que possamos implementar Seu exemplo em nossas vidas. Como Santo dos Últimos Dias (Mórmon), testifico que durante nossa adoração de domingo, é isto o que ensinamos — para viver e divulgar o ensinamento de Jesus Cristo em todo o mundo. Eu os convido a vir e descobrir por você mesmo como os Mórmons focam em Jesus Cristo, frequentando uma reunião Mórmon ou se encontrar com os missionários Mórmons ou ler o Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo.

Artigo escrito por Ashley

 

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Missionários Mórmons

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O Exemplo de Jesus Cristo

terça-feira, outubro 9th, 2012

Por três anos, Jesus Cristo viveu uma vida pública enquanto servia em Seu ministério. A Bíblia nos dá alguns exemplos dos eventos deste período. O Livro de Mórmon, que os Mórmons consideram sendo a palavra de Deus e um companheiro da Bíblia, possui ainda mais exemplos. Estudando este registro podemos aprender como Deus viveu Sua vida e destas histórias podemos aprender a fazer boas escolhas. Seu breve ministério estabeleceu um padrão para as nossas vidas.

Deus em Primeiro Lugar

Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente (João 5:19)

Enquanto vivia na terra Jesus Cristo possuía uma natureza mortal e imortal, Ele enfrentou muitos dos mesmos desafios que enfrentamos. Todos temos que escolher como gastar o próprio tempo e como tratar o próximo. Seu lado mortal pode ter desejado desperdiçar algumas horas fazendo algo fútil. Ele enfrentou a tentação do diabo antes de iniciar Sua missão e possivelmente muitas vezes depois. A cada vez, Ele colocou de lado seus desejos humanos e focou naquilo que Deus desejava que fizesse. Ele viveu uma vida perfeita, mesmo na infância e na adolescência, sempre sacrificando Seus desejos pessoais e fazendo a vontade de Deus.

Podemos seguir o mesmo padrão. A vida é repletas de escolhas conflitantes em como gastar nosso tempo e energia. Quando conciliamos nossa vontade com a vontade de Deus, tudo parece ocupar o seu devido lugar e mesmo que não seja fácil – a obediência não elimina automaticamente as provações – será uma vida de satisfação que nos livrará das consequências dos pecados mais graves.

Obedecer aos Mandamentos

Jesus acreditava firmemente na importância de obedecermos aos mandamentos. Ele os obedeceu, mesmo quando foi desafiado a viver a Lei de Moisés. Ele foi batizado apesar de não haver necessidade de fazê-Lo, porque não havia pecados. Mesmo sendo perfeito, Ele não se considerou uma exceção a regra. Ele compreendia que o batismo oferecia muito mais do que a remissão dos pecados. É quando fazemos um convenio com Deus – uma promessa entre Deus e o homem  – que guardaremos os Seus mandamentos.

Um jovem rico se aproximou de Jesus e lhe perguntou como poderia obter a vida eterna – como chegar aos céus. Jesus prontamente disse-lhe que deveria cumprir os mandamentos. Os mandamentos são essenciais a nossa salvação eterna. Entretanto, o jovem revelou sua natureza quando perguntou qual deles deveria cumprir. Ele estava entre aqueles que se aproximam o máximo do abismo esperando não cair. Ele não amava a Deus o suficiente a ponto de obedecer a todos os mandamentos, por isso ele queria saber quais eram realmente os necessários para chegar ao céu. Ele deve ter ficado aliviado quando Jesus começou a enumerá-los, pois os havia cumprido desde a sua infância – hábitos fáceis de manter. Mas Jesus rapidamente revelou a verdadeira natureza do jovem quando se referiu a um mandamento que requeria um completo sacrifício: ele pediu ao jovem que desse todos os seus bens aos pobres e O seguisse.

Este não era um pedido irracional. Seus apóstolos abandonaram suas vidas mundanas para seguir a Jesus. Ele próprio havia abandonado os bens materiais para seguir a Deus. Mas o jovem não estava disposto a desistir de tudo. Ele amava suas possessões mais do que a Deus e foi embora, disposto a sacrificar a eternidade por alguns anos de riqueza mundana.

Quando seguimos o exemplo de Jesus Cristo, guardamos os mandamentos e não os consideramos um fardo. Sabemos que Deus nos deu os mandamentos para o nosso próprio bem.

Servir ao próximo com Amor e Bondade

O Senhor Jesus Cristo dedicou Sua vida ao serviço do próximo. Desde o impopular pecador que subiu em uma arvore para vê-Lo até o cego que mendigava pelas ruas. Jesus foi igualmente amoroso e bondoso com todos. Ele nunca os julgou por causa de sua condição, nunca os afastou porque eram imperfeitos, e nunca os tratou diferente porque não eram importantes como um rei.

Quando um pedinte cego chamou pelo Seu nome, alguns lhe disseram que se calasse – ele não era digno da atenção de Jesus. Ele, entretanto, parou e o convidou a vir a Ele. Ele o tratou com o mesmo respeito que havia dado a outros e perguntou-lhe o que podia fazer por ele. Quando o homem pediu que sua visão fosse restaurada, Jesus disse-lhe que a sua fé, a fé do mendigo aparentemente sem importância o curara. A visão do homem foi restaurada e aqueles que a testemunharam aprenderam uma grande lição. Alguém que era considerado indigno teve a fé para curar a si mesmo e mereceu o mesmo tratamento respeitoso do Salvador.

Existem alguns em nosso mundo que parecem indignos de nossa atenção e respeito. Quando seguimos o exemplo de Jesus Cristo, não cabe a nós decidir quem é digno de nossa ajuda ou respeito. Simplesmente devemos tratar a todos com respeito e presumir que sejam dignos. Temos a obrigação de ajudá-los.

Quando seguimos o exemplo do Salvador, vivemos uma vida que é plena das bênçãos dos céus – não bênçãos financeiras, mas bênçãos espirituais.

Jesus é a Luz do Mundo

sexta-feira, setembro 21st, 2012

Era perigoso para Jesus todas as vezes que ele se aventurava a ir a Jerusalém.  Jerusalém era o centro da ortodoxia judaica, o lar dos Fariseus, que não aceitavam nenhum desafio das suas ideias.  Era também o centro do domínio romano do reino de Judá e os saduceus (pense no “dinheiro antigo”, os sofisticados da cidade da classe dominante judaica) haviam comprado suas posições na vida religiosa e social dos romanos.  Os seguidores judeus estavam começando a chamar Jesus de “Rei dos Judeus”, ameaçando ruir a hierarquia governante.

Ainda assim, Jesus tinha uma mensagem importante a transmitir durante a última Festa dos Tabernáculos (o feriado judaico de Sucot, ou Cabanas), realizada no outono que antecedeu a Sua crucificação na primavera seguinte.  Lembre-se que a Lei de Moisés foi ditada por Cristo, como Jeová, e registrada no Velho Testamento.  A lei e tradições orais contem muitos de Seus procedimentos com os Israelitas que não estão registrados nas escrituras.  Durante o Êxodo dos Israelitas para o Egito, Jeová ordenou sete convocações sagradas centradas no templo.  As imagens desses dias santos não só testemunharam o Cristo que estava por vir, mas estabeleceu o futuro das relações religiosas de Deus com os Seus filhos.

O ano começou novamente com a Páscoa, representando Jesus Cristo como Salvador e Redentor e o Seu sacrifício.  Contido dentro do festival de Páscoa que durava oito estavam a Festa dos Pães Ázimos (Jesus é o Pão da Vida) e “Bikkurim” (“Filho de honra”), simbolizando Cristo como as primícias da ressurreição.  Após estas comemorações, a região entra em um momento de medo e trepidação, quando as colheitas são plantadas, e as pessoas não sabem se as brisas nutritivas do Mediterrâneo vão trazer ar frio e chuva, ou os ventos da Arábia (“Sharav”) trarão poeira, areia, calor e seca.  No meio do verão, a festa de Shavuot (festa das semanas, 49 dias após a Páscoa) simboliza o dom de escrituras e do Espírito Santo para atualizar-nos e orientar-nos como filhos de Deus que caminham pelo deserto.

Com sorte, os filhos de Israel foram sustentados durante a estação seca para chegar à colheita final no outono, à iminência de mais seis meses de chuva nutritiva.  Tal como acontece com os oito dias da Páscoa, que começam com a oferta do cordeiro da Páscoa, a observância de sete dias dos pães ázimos, e a oferta de onda que representa uma colheita de almas, os feriados do outono se espelham na primavera.  Assim como a temporada da Páscoa simboliza o nascimento, o ministério, a crucificação e ressurreição de Cristo, os feriados do outono representam Sua Segunda Vinda e o julgamento final.

Preparando para o Julgamento

O primeiro feriado do outono é o Rosh HaShanah “Cabeça do Ano”.  Embora o Senhor tenha mudado o início do ano para Nisan, na primavera, a Páscoa, Rosh HaShanah continuou a ser a cabeça do ano civil para os judeus e a celebração da criação da terra.  Com o julgamento iminente, trombetas (shofarim, ou chifres de carneiro) soavam das muralhas do templo como um lembrete para os judeus acordar, levantar, e reunir, pois a separação dos justos e dos ímpios estava prestes a acontecer.  Os judeus desejavam “boa assinatura — que seu nome seja escrito no Livro da Vida” uns aos outros.

Após o Rosh HaShanah vem dez dias de arrependimento amargo e introspecção chamado Dias de Reverência.  Vá até o seu irmão e reconcilie-se; pague suas dívidas; faça restituição àqueles a quem ofendeu.  Os Dias de Reverência terminam com o Yom Kippur, “Dia da Expiação”, quando os pecados de alguém são “cobertos”.  Nos dias do templo, havia sangue por todo lado e o simbolismo do sangue expiatório do Cristo que estava por vir era evidente.  Somente neste dia, o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos, para borrifar o sangue do sacrifício.  Os pecados de Israel eram transferidos para o bode expiatório.

Então vem a imagem espelhada da semana santa da Páscoa, com seu “Grande Último Dia”, o reverso do primeiro dia dos feriados da primavera, o sacrifício do cordeiro pascal.  Os judeus construíram e ainda constroem tendas que são propositadamente frágeis.  Os filhos de Deus não precisam de nenhuma outra proteção a não ser sua fé.  As tendas representam a natureza temporária de seus acampamentos no deserto, mas também o templo e o pavilhão de Deus no céu.  O alto das tendas são feitas de ramos montados tão frouxamente que é garantido que verá o céu quando olhar para cima.  Nesse período começam as orações por chuva e os são abertos para a vinda do Messias.  Este é o julgamento final.  Sacerdotes fazer circuitos ao redor do altar do templo, agitando folhas de palmeira – a entrada triunfal assegurada.

É muito tarde agora para nos arrepender, pois o julgamento final está sobre nós.  Somos alegres; temos sido reunidos com os justos.

Neste momento, o monte do templo estava iluminado com menorah enormes em chamas.  Uma multidão de pessoas subiam as escadas para o templo.  E lá estava Cristo, diante destas lâmpadas, dizendo: “Eu sou a luz do mundo” (João 8:12-36).  E juntando-se a libação de água anual, declarou-se a água viva.

Cristo se declarou como o Filho de Deus, ensinando as pessoas que fizeram peregrinação ao templo vindas de longe.  Ele disse:

A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou… Clamava, pois, Jesus no templo, ensinando, e dizendo: Vós conheceis-me, e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis.  Mas eu conheço-o, porque dele sou e ele me enviou.  (Ver João7)

No espírito de julgamento condizente com a temporada, Jesus perdoou a mulher apanhada em adultério.  (ver John 8:4–6).

Jesus se declarou nestes festivais.  Embora muitos em Jerusalém tenham desejado matá-lo e sua presença na cidade causou grande polêmica, certamente muitos foram convertidos pelo aparecimento de Cristo e dos testemunhos que prestou de Si mesmo, especialmente à luz do simbolismo dos feriados, que foram criados como um símbolo Dele.

 

 

Recursos Adicionais:

Jesus Cristo no Mormonismo

O que os Mórmons Acreditam

Mormon.org.br – um dos sites oficiais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Leia o Livro de Mórmon online gratuitamente

Jesus Cristo: Entendendo Sua Expiação

sexta-feira, setembro 14th, 2012

Viemos a Terra cheios de esperança de podermos voltar um dia a viver com nosso Pai Celestial para sempre. Entretanto, sem o amor de Deus, não teríamos nenhuma esperança de voltar. A justiça requereria que vivêssemos uma vida perfeita, algo impossível para os mortais. A Queda de Adão e Eva nos fez sujeitos ao pecado, mas os Mórmons não acreditam que seremos punidos pelas transgressões de Adão e Eva. Um Deus amoroso e justo nunca puniria pessoas por coisas além do seu controle ou aqueles que viveram antes do Senhor Jesus Cristo ou que nunca ouviram falar Dele e não puderam escolher ser batizados ou não.

Como podemos, então, ser salvos? Como podemos voltar a Deus se a perfeição é um requisito para isso e é impossível ser perfeito? A lei permitiu que alguém — alguém que fosse perfeito e que fosse um voluntário desejoso — oferecesse para tomar sobre Si os nossos pecados e sofrer por eles como se fossem seus, e então morrer por nós. Apenas um ser podia cumprir estes requisitos — o Senhor Jesus Cristo. Jesus Cristo pôde viver uma vida sem pecados porque veio a Terra com uma mãe mortal — Maria — e um Pai divino — Deus. Os Mórmons não tem uma doutrina para explicar como isso é possível, mas isso não é importante. O que é importante é que esse parentesco permitiu que Jesus Cristo viesse a Terra e vivesse como um mortal, mas também vivesse uma vida perfeita, para tomar sobre Si os nossos pecados e morrer — mas morrer voluntariamente e se levantar novamente dos mortos, vencendo a morte.

Jesus Cristo fez tudo isso voluntariamente devido a seu puro amor por nós e por Deus, o Pai. Ele não pediu nada em troca e queria que déssemos a glória a Deus. Através de sua missão, Ele focou humildemente em Deus, não em Si mesmo. Ele corrigiu um jovem que o chamou de bom e disse que apenas Deus era bom (ver Mateus 19:16-17). Após um ministério que exigiu que enfrentasse e vencesse tentações e após ensinar o plano de Deus para nós, Ele enfrentou a designação mais difícil de sua vida. Ele foi para o Jardim do Getsêmane e tomou sobre Si a responsabilidade pelos pecados que nunca cometeu.

Em 2001, um apóstolo Mórmon chamado James E. Faust comentou sobre essa experiência:

“Ele sofreu muita dor, “angústia indescritível” e “tortura insuportável” por nossa causa. Seu sofrimento profundo no Jardim do Getsêmane, onde tomou sobre Si todos os pecados de todos os mortais, fizeram com que Ele “tremesse de dor e sangrasse por todos os poros; e sofresse, tanto no corpo como no espírito”. E em agonia orou mais intensamente: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.” Ele foi traído por Judas Iscariote e negado por Pedro. Ele foi ridicularizado pelos chefes e oficiais dos sacerdotes; Ele foi despojado, ferido, cuspido e açoitado na sala de julgamento.“

Os Mórmons acreditam que este período no Getsêmane é crítico para a salvação e é um suplício que tem sido ignorado ou mal interpretado por muitas religiões, que pensam que isso era apenas uma oração de preocupação para seu sofrimento futuro na cruz. No entanto, os Mórmons consideram a expiação um evento intensamente pessoal realizado em privado, por vontade própria e sob Seu total controle. Ele entrou no Jardim caminhando com suas próprias forças e começou o processo no momento que considerou apropriado. Ele passou um tempo considerável expiando por cada pecado individual, fazendo com que a expiação fosse pessoal para cada um de nós.

A cruz, também, foi importante.

Os Mórmons não ignoram o significado da cruz. Jesus tinha o poder de evitar a morte, mas se o fizesse, não poderíamos levantar dos mortos. A cruz foi o passo seguinte na expiação e foi também algo que se sujeitou voluntariamente. Elder Faust descreveu bem este evento:

 “Ele foi levado para a Gólgota, onde cravos foram colocados em suas mãos e pés. Ele ficou pendurado em agonia por horas em uma cruz de madeira que tinha o título escrito por Pilatos: “JESUS DE NAZARÉ REI DOS JUDEUS.” A escuridão veio e “à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Ninguém podia ajudá-lo; Ele estava pisando no alagar sozinho. Então “Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito.” “um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.” ” E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era Filho de Deus.” Nas palavras do hino, “Não me deixe esquecer, Oh Senhor / Que derramaste seu sangue e morreste por mim”. Imagino quantas gotas de sangue foram derramadas por mim” (James E. Faust, A Expiação: Nossa Maior Esperança, Outubro de 2001).

Quando Jesus Cristo ressuscitou, Ele rompeu as ligaduras (correntes) da morte para todos nós, fazendo com que fosse possível para todos ressuscitarmos também.  A expiação fez por nós o que não poderíamos fazer por nós mesmos. Nenhuma quantidade de obediência poderia nos salvar sem a expiação de Jesus Cristo. Embora a Bíblia esclareça em abundância que a obediência é necessária, ela sozinha não poderia nos salvar.

O Livro de Mórmon, que os Mórmons consideram ser um livro de escrituras companheiro da Bíblia do mesmo modo que o Velho Testamento e o Novo Testamento são dois livros que testificam e apoiam um ao outro, fala o seguinte sobre a expiação:

“Pois é necessário que haja uma expiação; porque, de acordo com o grande plano do Deus Eterno, deverá haver uma expiação; do contrário, toda a humanidade inevitavelmente perecerá; sim, todos são obstinados; sim, todos estão decaídos e perdidos e hão de perecer, a não ser que seja pela expiação que deve haver. Porque é necessário que haja um grande e último sacrifício; sim, não um sacrifício de homem nem de animal nem de qualquer tipo de ave; pois não será um sacrifício humano; deverá, porém, ser um sacrifício infinito e eterno” (Alma 34:9-10, Livro de Mórmon).

Os Mórmons testificam que o sacrifício expiatório do Senhor Jesus Cristo foi o único modo que poderia nos trazer a esperança de voltar à presença de Deus. Ele possibilita que arrependamo-nos de nossos pecados, viver para sempre e voltar para nosso lar com Deus, se o amarmos o suficiente para nos tornamos dignos de entrar em sua presença.

Como me Aproximo de Jesus Cristo?

sexta-feira, setembro 14th, 2012

É essencial à nossas vidas eternas que tenhamos um relacionamento próximo, fraternal e pessoal com Jesus Cristo. Entretanto, pode parecer muito difícil edificar esse tipo de relacionamento com alguém que não podemos ver ou ter uma conversa frente a frente às vezes, alguns alegam quando se fala de Jesus Cristo. Ele parece estar muito longe da gente. Na verdade, Ele está muito próximo. Se trabalhamos para edificar este relacionamento, podemos sentir-nos mais próximos dele, o que facilita guardar os seus mandamentos e fazer as coisas que nos pede.

Não podemos ter um relacionamento íntimo com quem não conhecemos. De vários modos, edificar um relacionamento com o Salvador não é muito diferente do que edificar o relacionamento com qualquer outra pessoa. O primeiro passo é passar um tempo com a pessoa e conhecê-lo melhor.

As escrituras nos ensinam que tudo o que precisamos saber sobre Jesus Cristo. Ao lermos sobre como Ele viveu sua vida na Bíblia e no Livro de Mórmon, adquirimos um melhor entendimento do tipo de pessoa que era. Identificamos rapidamente suas prioridades, algo muito importante que devemos aprender sobre uma pessoa. Vemos como tratava outras pessoas, mesmo quando não era considerado importante pela sociedade e daí podemos ver como nos trataria, indiferente de nosso status ou dignidade. Sabemos no que acreditava e como aplicava suas crenças à sua própria vida.

Precisamos passar um tempo consideravel com esses registros, lendo os ensinamentos do Salvador e estudando suas ações. Quando o fazemos, temos uma boa ideia de como Jesus é.  Isso nos prepara para um relacionamento mais íntimo e fraterno.

Embora oramos a Deus através de Jesus Cristo conforme instruído, quando oramos a Deus, fortalecemos nosso relacionamento com o Salvador. Sabemos que Jesus disse que Suas prioridades e caráter são semelhantes ao de Deus e ao passarmos um tempo orando faz com que aproximemos do Senhor Jesus Cristo.

Ponderar é uma parte da vida que frequentemente esquecemos nos dias atuais onde tem a televisão, a música ou o computador para nos distrair. Precisamos deixar essas distrações diariamente e ponderar sobre o que sabemos sobre Deus e Jesus Cristo. Se lermos e não ponderarmos, deixamos passar despercebido partes importantes das escrituras e falhamos em ver como elas impactam em nossas vidas. Precisamos passar um tempo pensando sobre Jesus Cristo e o papel que tem em nossas vidas, bem como o papel que desejamos que ele tenha. Precisamos encontrar nosso lugar em Seu Evangelho e isso requer tempo e ponderação.

Finalmente, precisamos viver os ensinamentos que Ele nos deu. Quando os vivemos, entendemos porque Ele pede que os vivamos. Nos tornamos mais semelhantes a Ele quando vivemos do modo que Ele viveu. Nosso amor pelo Salvador aumenta quando colocamos de lado nossos desejos egoístas e alinhamos nossas vidas com os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo.

 ”Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15).

Quando despendemos tempo e sacrificamos desejos de coisas desse mundo para conhecer melhor o Salvador e vivemos do modo que Ele nos pede que vivamos, começamos a edificar um relacionamento mais forte com Ele.