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Maria, Mãe de Jesus

sexta-feira, junho 22nd, 2012

Quando os Mórmons celebram o Dia das Mães, frequentemente dedicam um tempo também para honrar uma das mães mais importantes da historia. Maria, a mãe de Jesus, teve um papel muito difícil na vida e que afetaria toda a eternidade, devido a sua fé.

Os Mórmons acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus e de Maria. Apesar das fofocas existentes, Eles não acreditam que tenha ocorrido através de intimidades, uma vez que tanto a Bíblia quanto o Livro de Mórmon dizem que Maria era virgem quando Jesus nasceu. Eles também não acreditam que o Espírito Santo seja o pai de Jesus, uma vez que a Bíblia diz especificamente que o pai de Jesus é Deus. Embora os Mórmons não saibam como a concepção tenha acontecido, não é tão importante uma vez que isto não tem impacto na vida eterna. Eles apenas sabem que foi feito de maneira respeitosa.

Os Mórmons acreditam que a dupla herança de Jesus Cristo – tanto mortal quanto divina – foram essenciais para sua missão eterna como Salvador. Devido a sua mortalidade, Ele pode experimentar as coisas que os mortais experimenta, mas devido a sua divindade, Ele podia ter uma vida sem pecados, expiar pelos pecados de outras pessoas e ressuscitar dos mortos.

Maria foi escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus Cristo. Foi um chamado, uma responsabilidade sagrada criar o Filho de Deus. Ela tinha que aceitar um milagre em sua vida e então tinha que lidar com a consequência mortal do milagre. Jose, a princípio, ficou chateado ao saber de sua gravidez, até saber de seu propósito miraculoso. Ele tinha uma escolha, mas ele escolheu obedecer ao mandamento do anjo e se casar com Maria. Ele tinha uma responsabilidade importante de ser o “pai” de Jesus, provendo um modelo masculino e cumprindo o papel de pai terreno.

Maria seguiu as instruções que tinha com coragem e graça. Ela e José obedeceram a todos os sentimentos e mandamentos para assegurar que as profecias fossem cumpridas e que Jesus ficasse seguro. É evidente que ela e José eram ambos seres espiritualmente preparados para cumprir o papel apontado divinamente.

O povo do Livro de Mórmon sabia sobre Maria, mesmo que eles tenham vivido no que hoje é conhecido como Continente Americano. Seus profetas viram Maria em visões e sabiam que ela seria uma mãe virgem e que Deus a havia escolhido para este papel. Eles a honraram mesmo antes de ela nascer e esperaram ansiosamente pelo nascimento do seu filho.

A escritura a seguir é uma das visões registradas no Livro de Mórmon, um livro que os Mórmons suam como companheiro da Bíblia. Esta visão foi dada para um adolescente chamado Néfi, cujo pai Leí foi um profeta e também havia tido esta visão:

“13 E aconteceu que olhei e vi a grande cidade de Jerusalém e também outras cidades. E vi a cidade de Nazaré; e na cidade de Nazaré vi uma virgem que era extremamente formosa e branca.

14 E aconteceu que vi os céus se abrirem; e um anjo desceu e, pondo-se na minha frente, disse: Néfi, que vês tu?

15 E eu respondi: Uma virgem mais bela e formosa que todas as outras virgens.

16 E disse-me ele: Conheces tu a condescendência de Deus?

17 E disse-lhe eu: Sei que ele ama seus filhos; não conheço, no entanto, o significado de todas as coisas.

18 E disse-me ele: Eis que a virgem que vês é a mãe do Filho de Deus, segundo a carne.

19 E aconteceu que eu a vi ser arrebatada no Espírito. E depois de haver sido ela arrebatada no Espírito por um certo espaço de tempo, o anjo falou-me, dizendo: Olha!

20 E eu olhei e tornei a ver a virgem carregando uma acriança nos braços.

21 E disse-me o anjo: Eis o Cordeiro de Deus, sim, o Filho do Pai Eterno!” (1 Néfi 11:13-21).

Assista este belo vídeo feito por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (verdadeiro nome da Igreja Mórmon) no link:

http://www.lds.org/bible-videos/videos/mary-the-mother-of-jesus?lang=por&country=br

O Nascimento de Cristo: Filho de Davi, Filho do Homem, Filho de Deus, Salvador

quarta-feira, dezembro 14th, 2011

Keith L. Brown é um converso à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e serve como Líder de Grupo dos Sumo Sacerdotes na Ala Annapolis Maryland.

O infante que estava na manjedoura em Belém não era uma criança comum. Algumas pessoas O chamaram de filho de Davi. Outros O chamaram de filho de José. As escrituras O chamam de o filho de Davi, o filho de Maria, o filho do homem, o Filho de Deus. Ele, cujo nome é Emanuel, que significa Deus conosco, nasceu para ser o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. Esta criança era o Messias prometido – mesmo Jesus o Cristo, o Filho Unigênito de Deus. Por centenas de anos profecias tinha falado do nascimento de um Messias, e naquela noite estrelada na cidade de Davi, aquele que iria cumprir as profecias nasceu em um estábulo humilde tendo uma manjedoura como berço.

No Livro de Mórmon, em 3 Néfi 1: 13 lemos: “Levanta a cabeça e tem bom ânimo; pois eis que é chegada a hora e esta noite será dado o sinal; e amanhã virei ao mundo para mostrar ao mundo que cumprirei tudo aquilo que fiz com que fosse dito pela boca de meus santos profetas “.

Seja por sua própria voz ou pela boca dos Seus santos profetas, Deus sempre cumpre Suas promessas. No Grande Conselho no Céu, nosso Pai Celestial prometeu enviar um Salvador que iria expiar os nossos pecados para que pudéssemos viver com Ele novamente. O apóstolo João dá testemunho disso e nos diz como registrado em João 3:16-17: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo através Dele pudesse ser salvo”.

Como o Pai Celestial enviou Seu Filho para a terra? Ele O enviou como um bebê recém-nascido e lhe permitiu aprender e crescer, assim como nós aprendemos e crescemos. Lemos em Lucas 2:40 que “e o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria: e a graça de Deus estava sobre ele”. Durante toda a sua vida mortal Ele fez tudo de acordo com a vontade de Seu Pai, que O tinha enviado. E por causa do Seu grande amor por nós, Ele estava disposto a dar a Sua vida em resgate pela nossa, tornando-se o ultimo sacrifício. (mais…)

O Natal Mórmon: O Nascimento de Cristo

sábado, novembro 19th, 2011

Como os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) celebram o Natal? Se resume na visita do Papai Noel na véspera de Natal, e nos presentes que compramos para os nossos entes queridos? Ou para nos lembrarmos do nascimento de Jesus Cristo?

Cursos de religião faziam parte do currículo escolar durante minha infância na Inglaterra. Passei muitos dezembros trabalhando em projetos de arte e ensaios que descreviam o que a maioria do mundo cristão se refere como “O primeiro Natal”. Eu lembro especificamente de fazer uma linha do tempo com fotos de eventos começando com Maria indo visitar sua prima Isabel até o menino Jesus deitado na manjedoura. Lembro-me da minha classe do terceiro ano quando pintei de dourado alguns anjos, que eu orgulhosamente coloquei na árvore de Natal da minha família. Uma das minhas partes favoritas do mês de dezembro quando frequentava a escola eram quando nos reuníamos para cantar as velhas mas favoritos musicas de Natal, como Noite Feliz.

Agora, meus filhos trazem para casa da escola renas feitas de papel. Além disso, as musicas que meus filhos aprendem a cantar na escola durante o mês de dezembro são limitadas estritamente sobre renas, bonecos de neve, e, claro, o bom e velho Papai Noel.

Atualmente a verdadeira razão pela qual celebramos o Natal é frequentemente esquecida.

Durante a minha infância minha família era (e ainda são) membros ativos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons). Nossas celebrações e tradições familiares eram similares às celebrações da nossa congregação da igreja local e das festividades da escola. Comemorávamos o Natal. E embora nós certamente tivéssemos nossa cota de doces, visitas do Papai Noel e músicas de Natal não religiosas, uma coisa nunca foi negligenciada, o reconhecimento e a celebração do nascimento de Jesus Cristo.

É possível desfrutar das tradições natalinas que incluem o Papai Noel, doces típicos e casas de pão de gengibre e ainda assim celebrar o nascimento de Jesus Cristo?

Absolutamente!

O Natal é cheio de coisas que amamos. A música de Natal, os coros que se apresentam, guirlandas e outros enfeites característicos e a beleza de uma árvore de Natal bem montada estão no topo da minha lista. Eu amo a emoção nos rostos das crianças, em antecipação ao Papai Noel e aos presentes que traz consigo.

Eu amo a bondade que parece estar no ar na época do Natal. Parece que os corações se abrem um pouco mais assim como as carteiras. No entanto, mesmo com todas as distrações de um feriado que é muito comercializado, há espaço para momentos de calma reflexão sobre o que realmente o Natal significa.

Apesar de meus filhos não terem mais o mesmo equilíbrio nas celebrações escolares natalinas que eu tive, eles experimentam ambas as partes de Natal dentro da nossa casa, nossa igreja e entre os familiares e amigos.

Uma típica reunião dominical Santo dos Últimos Dias (Mórmon) de dezembro se concentram sobre o verdadeiro significado do Natal, mas há muitas outras oportunidades para lembrar do verdadeiro espirito de Natal nas outras atividades da Igreja. Tenho participado em inúmeros jantares de Natal na Igreja, que pode incluir uma versão enérgica de Jingle Bells com o Papai Noel entrando pela porta ou podem incluir crianças pequenas vestidas em túnicas a fim de encenar a noite de Natal em Belém. Eu participei de grupos na Igreja que fizeram trabalhos de artesanato e decorações de Natal, também participei de grupos na igreja para angariar alimentos para a ceia de Natal de um abrigo.

Vivemos em um mundo que fez do Natal muito mais do que a simplicidade de uma noite sagrada que ocorreu mais de 2.000 anos atrás. Saímos da simplicidade de relembrar simplesmente o nascimento de Cristo junto com a família para um mundo que se preocupa simplesmente com trocas de presentes, jantares, coisas e todos os tipos de ansiedade e tensões tão característicos a essa época que se resume na busca do presente e da celebração perfeita.

Em minha família, apesar dos meus melhores esforços para equilibrar todos os aspectos da época de Natal, acabamos sendo levados pelo desembrulhar dos presentes, as visitas do Papai Noel, e respondendo a famosa pergunta: “O que você ganhou”? As encenações da natividade, cânticos e leituras bíblicas da noite anterior são subitamente esquecidas no turbilhão de brinquedos, gadgets e festas de Natal.

Há vários anos, minha avó introduziu uma nova tradição no jantar de Natal que ela sempre era anfitriã. Às vezes, chegávamos a espremer perto de 40 pessoas em sua modesta sala. Em meio a pilhas de sacos de presentes embrulhados a mão, uma pessoa previamente designada lia para nós, “E o Papai Noel sussurrou, ensinando as crianças o verdadeiro significado do Natal”. Usando um velho flanelógrafo, vemos e ouvimos como alguns símbolos tipicamente pertencentes ao Natal comercializado estão relacionados com Jesus Cristo.

Não é realmente o texto em si que atrai um espírito especial para o ambiente, e certamente não são os auxílios visuais, mas sim o reconhecimento e a lembrança do simples nascimento de Jesus Cristo e o significado de Sua vida para cada um de nós. Enquanto nos sentamos em torno de uma luminosa árvore de Natal a espera abrir os presentes, somos lembrados com reverência que o Natal é mais do que os presentes sob uma árvore.

Minha família passou muitos feriados de Natal lendo o livro de Lucas na Bíblia. Passamos muitas noites vestidos com roupões de banho e lençóis representando os anjos, os sábios e os pastores. Gastamos horas a procura de artigos em promoções em muitas lojas diferentes, procurando o presente certo para as pessoas que conhecíamos que estavam passando necessidade. Doamos alguns centavos para instituições de caridade.

E, ainda assim, sem hesitar, a cada véspera de Natal, íamos para a cama com grandes esperanças do que o Papai Noel traria enquanto dormíamos.

Há, sem dúvida, espaço para todos os tipos de celebrações de Natal no mês de dezembro. Mantendo todas as coisas com moderação, podemos nos sentir plenos de alegria. O tipo de alegria que se estende mesmo além dos presentes recebidos. Um tipo de alegria que só pode ser recebida por aqueles que cultivam em seus corações a lembrança sagrada do nascimento e da vida do nosso Salvador.

Ana: Testemunha do Nascimento de Cristo

sexta-feira, junho 27th, 2008

Simeon-Jesus-Christ-Baby-MormonNa providência de Deus, o testemunho maravilhoso de Simeão não deveria ser único. Ana, uma viúva idosa, uma mulher dedicada e santificada que adorava constantemente no tempo com jejum e oração tanto dia e noite, agora se aproximava da família sagrada. Assim como Simeão era um profeta, ela era uma profetiza, e sua voz agora se unia a de Simeão como uma testemunha especial do nascimento de Cristo. Ana, cujo nome significa “cheia de graça”, prestou testemunho para toda Jerusalém que “procurava a redenção” (Lucas 2:38). Através das incontáveis horas que ela passou dentro das paredes do templo, ela era indubitavelmente bem conhecida daqueles da cidade santa que também procuravam fielmente a vinda do Messias. Todos ouviriam seu testemunho do Nascimento de Cristo (ver Lucas 2:36-38).

Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 115-116.

Simeão: Testemunha do Nascimento de Cristo

terça-feira, junho 24th, 2008

Jesus-Temple-mormonNossas atenções agora se voltam para Jerusalém e seu templo. Ali um homem idoso, descrito por Lucas como “justo e dedicado”, alguém que em fé havia esperado a vinda do Messias e que havia recebido a promessa do Senhor que ele não morreria até ter visto o Salvador, foi movido pelo Espírito Santo para ir ao templo. Seu é o primeiro testemunho dentro das paredes sagradas do templo do qual temos registro que anunciou o nascimento de Cristo. Apropriadamente, ele tinha o nome de Simeão, o qual significava “ouvindo” (ver Gênesis 29:33). De fato, Deus havia ouvido seus pedidos justos, e agora sua oração havia sido respondida.

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O Coro Celestial: Testemunha do Nascimento de Cristo

segunda-feira, junho 23rd, 2008

Angel-Sheperd-MormonQuando os céus foram abertos para os pastores, eles primeiro viram um anjo do Senhor – o qual supomos que seja Gabriel – dizendo: “E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:10-11). Então “de repente”, de acordo com os registros do Rei Tiago, “E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, dizendo: Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2:13-14).

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Os Pastores: Testemunhas do Nascimento de Cristo

sábado, junho 21st, 2008

Jesus-Christ-Lamb-MormonNa noite do nascimento de Jesus Cristo no estábulo em Belém, havia nos campos não muito distantes dali, pastores vigiando seus rebanhos. O fato que eles estavam no campo à noite nos da alguma indicação da estação do ano na qual Cristo nasceu. Era costume entre os Judeus levar suas ovelhas para os campos perto da Páscoa e trazê-los para casa no início das primeiras chuvas – assim eles estariam no campo de abril a outubro. Destes pastores Elder Bruce R. McConkie sugeriu:

“Estes não eram simples pastores ou simples rebanhos. As ovelhas… sendo vigiadas e cuidadas com amor e devoção eram destinadas para o sacrifício no grande altar da Casa do Senhor, em semelhança ao sacrifício eterno Dele que naquela noite maravilhosa se encontrava no estábulo, talvez entre as ovelhas de destino menor. (mais…)

José: Testemunha do Nascimento de Cristo

sexta-feira, junho 20th, 2008

Birth-Jesus-Nativity-MormonNão temos nenhum registro nas escrituras das palavras faladas por José, o pai terreno de Jesus. Apesar da falta de palavras, o testemunho de José da divindade de Cristo é muito eloqüente. Ele foi, como somos dito, um “homem justo”, significando que ele viveu as leis de Moisés com exatidão e honra. Sabemos que ele teve sonhos e visitas de anjos. Mais além, sabemos que ele era fiel em manter a lei de Moisés, portanto ele ouviu fielmente cada direção divina que lhe era dada. Certamente, sua obediência inquestionável é evidência de sua crença. Ela inclui tomar Maria, que carregava o filho de outro como sua esposa e não a conhecendo até que “tivesse dado a luz a seu primogênito”, chamando-O de Jesus, fugindo a noite com Maria e a criança santa para o Egito, permanecendo no Egito até que recebesse instrução para voltar, e então vivendo na Galiléia ao invés de viver na Judéia após o seu retorno (ver Mateus 1:19-21, 25; 2:13-23). Cada ação testemunhava a convicção de José que esta criança era de fato a Esperança de Israel, o Filho de Deus.

Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 112.

Maria: Testemunha do Nascimento de Cristo

sexta-feira, junho 20th, 2008

Be it Unto Me

Não poderia haver testemunha mortal mais perfeita da divindade de Cristo do que Sua mãe, Maria. Ela recebeu de Gabriel a promessa de que ela conceberia em seu ventre o “Filho do Altíssimo” (Lucas 1:32). Após esse maravilhoso evento, ele testificou: “Porque me fez grandes coisas o Poderoso” (Lucas 1:49). Néfi fez o relato espiritual mais perfeito nas escrituras sobre este evento. Nosso Pai Celestial, diz ele, condescendeu – ou seja, Ele desceu de sua corte real no alto e em união com a bela jovem virgem de Nazaré teve um filho “segundo a carne” (1 Néfi 11:18). “E aconteceu que eu a vi ser arrebatada no Espírito. E depois de haver sido ela arrebatada no Espírito por um certo espaço de tempo, o anjo falou-me, dizendo: Olha! E eu olhei e tornei a ver a virgem carregando uma criança nos braços. E disse-me o anjo: Eis o Cordeiro de Deus, sim, o Filho do Pai Eterno! ” (1 Néfi 11:19-21). Alma, testificando do nascimento de Cristo, disse: “E eis que nascerá de Maria, em Jerusalém, que é a terra de nossos antepassados, sendo ela uma virgem, um vaso precioso e escolhido; e uma sombra a envolverá; e conceberá pelo poder do Espírito Santo e dará à luz um filho, sim, o Filho de Deus.” (Alma 7:10). 

Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 112.

João o Batista: Testemunha do Nascimento de Cristo

sexta-feira, junho 20th, 2008

Angel-Gabriel-Mary-MormonQue cena maravilhosa deve ter sido: João, ainda dentro do ventre de sua mãe, cheio com o Espírito Santo e pulando de alegria em um testemunho não falado da divindade do filho que Maria carregava; Isabel, cumprimentado sua prima Maria no espírito de profecia e Maria respondendo pelo mesmo espírito. Novamente somos compelidos a dizer, que perfeito! O testemunho de duas mulheres: a idosa Izabel e a jovem Maria; cada uma esperando um filho concebido sob circunstâncias miraculosas, regozijando juntas.

Assim como Cristo nasceu herdeiro do reino de Davi por direito, assim também João nasceu com o direito de herança do ofício de Elias que havia lhe sido prometido por Gabriel. Robert J. Matthews identifica sua herança com a seguinte linguagem:

“As coisas que a lei de Moisés, especialmente concernente as qualificações dos sacerdotes e suas funções nas oferendas de vários animais sacrificados, eram designadas por revelação para prefigurar e predeterminar o tipo do Messias e para prestar testemunho dele. Penalidades pesadas eram afixadas para a realização dos ritos e deveres sagrados sem a autoridade apropriada. Era, portanto, essencial que quando o Messias viesse em pessoa como o Cordeiro de Deus, João, o precursor e testemunha do Cordeiro, deveria ser da linhagem apropriada para se qualificar para a missão. Caso fosse necessário para um sacerdote ser da linhagem de Aarão em ordem de trabalhar com os símbolos do sacrifício, os quais eram apenas figurativos do Messias, quanto maior deveria ser a necessidade que João, o precursor do Messias em pessoa, deveria ser da linhagem apropriada de autoridade.

Sperry Symposium Classics, Joseph Fielding McConkie, 2006, Brigham Young University & Deseret Book, 111-112.